Soul Off - O Diário De Uma Vampira
4 Capítulo 4 - A saída
Comecei a ficar feliz quando eu estava ao lado daquele menino.
A cada dia que passava eu gostava mais dele ainda.
Três dias se passaram.... E aquela mulher voltou; Eu tinha que voltar para o meu quarto.
Ela pegou na minha mão com pressa e abriu a porta.
— Já arrumaram a luz do meu quarto? -Perguntei
— Não mais você só pode ficar no quarto ao lado por três dias. -Ela respondeu.
— Pegue, leve minha luz, eu não me importo -disse Jonny
— Não, não. Lhe fará falta... -Respondi
— Pode ficar eu não tenho medo de escuro, só não apague a luz, por que todo dia eu vou olhar no buraco da fechadura eu irei ver a luz e saberei que você esta lá me esperando -Ele falou com um sorriso no rosto.
Só olhei para ele e peguei a luz feliz.
Voltei para minha sala e chorei por alguns minutos e acendi a luz, como ele me pediu.
Só passava na minha mente naquele instante: "Será que algum dia eu sairei daqui, ou passarei minha vida toda aqui?".
Compretei alguns anos, acho que já tinha 15 anos.
E continuava lá, ainda era uma criança por dentro. Ainda se via nos meus olhos a inocência de um olhar de uma criança.
Venho uma mulher e me chamou para fora, falou que meu prazo de ficar lá se esgotou e eu tinha que ir embora.
Fui para meu quarto e pegei meu coelhinho, meu diário, e apaguei a luz com lágrimas nos olhos.
Quando eu fui para fora eu encontrei o Jonny, ele estava encostado em uma parede falando com um menino. Ele estava muito mudado estava mais lindo do que nunca. Ele me olhou e virou a cara e continuo a conversar.
Eu fui falar com ele. E então ele me ignorou, e continuo a conversar.
Meus olhos se encheram, e sai correndo.
—Espera! Hai !
Eu olhei para ele, não sabia o que dizer
Nós nos abraçaram
-Como? -Perguntei, estava confusa, e chorando
—Eu soube que era você assim que a vi, apenas não queria que me visse com aquele cara com quem eu estava a conversar, mas deixe para lá.
Ele estava curioso sobre como eu estava, e para onde eu iria.
E foi então que eu percebi, que não tinha para onde eu ir!
Ele me convidou para eu morar com ele, em uma casa abandonada, não era um dos melhores lugares, mas era um lugar.
E claro que eu aceitei.
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