Soul Mate
1 Capítulo 1 - Fall in Love
Notas iniciais
PS: POV significa Point Of View (Ponto De Vista) - Ou seja, quando alguem que não for a Marianna for narrar, vou colocar POV.+Nome da Pessoa
–Oiii amigaaaaaaaaaa, me diz que tu me ligou pra me salvar nesse meu sabado tedioso! — Atendi o celular animada, era a Gabi, uma das minhas melhores amigas, espero que ela tenha ligado pra me chamar pra uma balada bem bafo, por que é sabado e eu to em casa o dia todo!
–Oieeeeeee mari, anh, mais o menos isso — ela falou de um jeito meio estranho — to te ligando pra te chamar pra ir em um show comigo.
–Show de quem?? Vamo, eu topo! Onde? Hoje tem sertanejo na cinema D né? mas tu tem nome na lista? Já to até indo tomar banho — Eu disse bem animada, mas ela não parecia tão animada quanto eu.
–Não é na cinema D não.. — ela deu uma pausa estranha e continuou — é no zaragoza.. — ela falou tão baixo que eu até achei que tinha ouvido errado, zaragoza? ATÁ que eu vou lá, só da gente estranha.
–Onde?? Fala mais alto gabi, tu me liga pra me chamar pra um show com tanta animação que to impressionada — arhg, já tava ficando estressada, credo — Vai ser show de quem??
–No Zaragoza amiga, vai ser do mc rodolfinho, eu consegui vip pra gente, vamos ver o show do camarote e depois se der certo vamos entrar no camarim e eu vou poder tirar foto com ele!!!! — Agora ela pareceu animada, mas show do mc rodolfinho? Não é show né, baile funk, af me poupe, mas ela tava tão feliz, que resolvi ir — Ok, não vou falar que to suuuuuuuper afim de ir, muito menos de tirar foto com ele, mas ok, eu vou com você. — Desligamos e eu fui tomar banho e me arrumar, coloquei um pretinho basico, um pouco decotado na frente, e muito decotado atrás, e no pé louboutin meia pata nude, bem bafo mesmo.
Deu uns 10 minutos que eu já tava pronta, e a Gabi apareceu, no i30 dela, e eu pensei comigo, por que minha amiga, toda patricinha, linda, pode ter o homem que quiser, é apaixonada por um cantor de funk? Vai entender né?! Fomos pro tal show, chegamos la, lotadisssimo, as meninas todas de shortinhos curtissimos, nike shox e blusinha tomara que caia, tava me sentindo mega deslocada, ainda bem que a Gabi também estava no mesmo estilo que eu, e também a gente ia de camarote, não iamos ficar no meio do povão. A Gabi fez algumas ligações e rapidinhos já estavamos la dentro, com nossos lugares marcados no camarote, onde tinha mais umas 4 pessoas, tinhamos uma visão privilegiada, estavamos na parte superior, então viamos o show de cima, sem falar que tinhamos acesso ao camarim facil, já que uma das portas do camarote levavam ao corredor do camarim. Ficamos sentadas no sofá, conversando, até dois meninos, Gustavo e Rodrigo, se não me engano era o nome deles, sentaram la com a gente e começamos a trocar ideia, o tal do Gustavo, que acho que é irmão do mc rodolfinho, estava NITIDAMENTE dando em cima de mim, ele é bem gatinho, talvez eu pegue, vamos ver o que rola hoje, e a gabi nem dava bola pro Rodrigo, que também é alguma coisa do Rodolfo, primo, acho, que também estava NITIDAMENTE dando em cima dela, mas ela nem ligava, só queria saber do Rodolfo, que tinha acabado de entrar no palco. E meu DEUS, quando eu vi ele entrando, de calça larga, meio caida, deixando metade da cueca de fora, com uma blusa cinza de manga comprida e um boné azul lindo, fazendo uma dancinha ao som de uma de suas musicas, eu olhei naqueles olhos lindos, senti uma coisa que nunca havia sentido antes, fiquei fisurada, por alguns minutos, tudo o que eu respirava era ele, acho que ou eu estava louca, ou realmente tinha me apaixonado por ele! Não prestava atenção em mais nada, só na sua boca mexendo, parecia que estava me chamando, nem dei mais bola pro coitado do Gustavo. Tava contando os minutos pro show acabar pra gente ir tirar foto com ele logo, MEU DEUS, eu tava apaixonada por um cantor de funk que eu nunca tinha nem conversado. Depois de uns 40 minutos, o show tinha acabado, e la fomos nós duas tirar fotos com o tal do Rodolfo, que tinha conseguido roubar meu coração de um jeito surpreendente.
Quando entramos na sala, o olhar dele sobre mim foi totalmente visivel, todo mundo notou, inclusive a Gabi, que ficou com bastante ciumes, mas o que eu podia fazer? Ele também deve ter sentido o que eu senti, eramos almas gemeas, eu tenho certeza que sim. Conversamos um pouco com ele e com o pessoal que estava lá, tinha mais uns mc's, mas não recordo o nome, e eu e o Rodolfo estavamos pegando fogo, porém eu não podia ficar com ele ali, na frente da Gabi, ela ia querer morrer! Já fazia mais de uma hora que estavamos todos la curtindo o pós-show do Rodolfo, quando, do nada, eu estava me olhando no espelho e alguem me empurra com tudo e sem nenhuma delicadeza, pra dentro de um quartinho, escuro e bem apertado, e fecha a porta, fiquei meio apavorada e quando ia começar a gritar, ele acendeu a luz, ELE, o Rodolfo. Meu Deus, nunca estive em uma sala tão quente, aquela boca me chamava, aqueles olhos, ai ai, ele passou a ponta dos dedos pelo meu rosto, me acariciando, e quando eu ia falar alguma coisa, ele me beijou, e que beijo, tudo parou, só existia eu e ele, e aquela boca macia, a mão dele descendo pela minhas costas, eu segurando, delicadamente, o cabelo dele, enquando acariciava a nuca com a outra mão, eu sentindo o tecido da blusa dele roçar no meu braço, estava tudo tão perfeito, tirando o gosto forte de whisky que ele estava na boca, mas isso nem estava me incomodando, até que eu percebi que ele estava bebado, o que eu pensei em relevar, já que, depois desse beijo, eu tinha certeza que eramos feitos um para o outro, nunca tinha sentido essa quentura como senti com ele, comecei a imaginar tanta coisa, a gente junto, a gente namorando, até que ele começou a colocar a mão por baixo do meu vestido, e foi puxando minha calcinha pra baixo, mas logo eu já cortei o clima e falei bem alto — Tira a mão de mim — empurrei a mão de com tudo, que já tava quase dentro da minha calcinha. Eu até confesso que estava gostando dele me tocar, fiquei toda arrepiada com o toque dele, mas eu não queria que fosse desse jeito, eu não era uma vadiazinha qualquer, a gente ia ter uma historia, eu tinha certeza, e não podia começar desse jeito. Sem contar o fato de que eu era virgem, não ia fazer isso pela primeira vez dentro de um armario, e com um cantor de funk bebado né?!
–ih novinha, vai fazer doce mesmo? não é todo dia que se tem a chance de ficar com um mc — e ele disse vindo com aquela mão por de baixo do meu vestido de novo, e eu nem tinha como me movimentar direito, já que ele tinha trancado a gente dentro de um quartinho minusculo — hoje você vai experimentar a verdadeira piroca turbinada novinha — ele disse isso com uma cara de safado, enquanto abaixava a calça e me puxava pra mais perto dele do que já estava, e eu senti o volume dele na cueca, eu realmente queria ficar com ele, mas não desse jeito, ele bebado, e praticamente me estrupando. Comecei a gritar muito alto, até que a Gabi abriu a porta e pegou nós dois la, quase colados e ele com uma mão tentando tampar minha boca e a outra mexendo no pênis dele.
POV. Rodolfo
O corpo dela era uma perfeita obra de arte, um milagre de Deus. A inocência que ela tinha era visível, quando toquei nela já sabia que ela era virgem, pela delicadeza do toque e o jeito que ela ficou quando comecei a encostar na sua coxa, por baixo do vestido, apenas um toque e já sentia o corpo dela todo arrepiado, não sei se devia tirar a inocência daquela menina, mas ela me deixou louco e isso já não era mais uma coisa que eu podia controlar. Eu não podia controlar, eu tinha que tocar ela, queria ter o corpo dela, nú, tocando no meu, precisava. Senti uma coisa por ela, diferente de tudo o que eu já tinha sentido antes, na hora que ela entrou no camarim. Mas mesmo que eu tenha sentido isso, não é como se fosse rolar alguma coisa a mais, provavelmente a gente nunca mais ia se ver depois de hoje, então eu tinha que aproveitar, não podia perder tempo, ia rolar aqui e agora, eu não controlava mais meus movimentos sobre o corpo dela. E ela começou a gritar, MERDA, pergar menina virgem da nisso, que saco, tentei calar a boca dela, enquanto tentava controlar meu pênis, que já estava quase pulando pra fora, quando abriram a porta, e era aquela isabela, gabriela, seila, que ficou atras de mim o tempo todo no camarim, sem me deixar falar com a Marianna um minuto se quer, até que eu consegui escapar junto dela, mas a menina TINHA que vir atrás, que merda.
POV. Mari
Eu empurrei o Rodolfo com toda a força que eu tinha, e sai daquele lugar, fui atrás da Gabi, já estava fora do Zaragoza quando vi ela dando a partida no carro, eu comecei a ir atras dela, mas começou a chover, e eu tive que diminuir os passos, quando cheguei no lugar onde ela estava estacionada, ela saiu cantando pneu e eu fiquei ali, sozinha, na chuva. Fui caminhando de volta pra casa, sem me preocupar com a minha roupa, com a chuva, com o fato de estar de noite e eu sozinha, até que uma camionete antiga parou do meu lado, e era um cara, com cerca de uns 40 anos, que agarrou meu braço e disse
– Eai delicia, o que uma menina bonita que nem você ta fazendo sozinha na rua essa hora?? Entra no carro vai, vou te dar uma carona! — apertando meu braço, ele deu um sorriso malicioso que meu deu arrepio.
– Sai fora seu velho, eu não vou entrar em lugar nenhum, me solta seu babaca! — Disse tentando tirar meu braço das mãos dele, que começaram a apertar mais forte ainda.
– Vai se fazer de dificil mesmo? ai ai — ele disse enquanto saia do carro, ainda me segurando, então eu comecei a gritar, mas ele tampou minha boca, e foi me levando pro lado do passageiro, e eu ia me rebatendo toda, tentando me soltar dele, quando alguem grita
– Se você quer continuar vivo, larga ela agora! —
POV. Mari Eu empurrei o Rodolfo com toda a força que eu tinha, e sai daquele lugar, fui atrás da Gabi, já estava fora do Zaragoza quando vi ela dando a partida no carro, eu comecei a ir atras dela, mas começou a chover, e eu tive que diminuir os passos, quando cheguei no lugar onde ela estava estacionada, ela saiu cantando pneu e eu fiquei ali, sozinha, na chuva. Fui caminhando de volta pra casa, sem me preocupar com a minha roupa, com a chuva, com o fato de estar de noite e eu sozinha, até que uma camionete antiga parou do meu lado, e era um cara, com cerca de uns 40 anos, que agarrou meu braço e disse — Eai delicia, o que uma menina bonita que nem você ta fazendo sozinha na rua essa hora?? Entra no carro vai, vou te dar uma carona! — apertando meu braço, ele deu um sorriso malicioso que meu deu arrepio. — Sai fora seu velho, eu não vou entrar em lugar nenhum, me solta seu babaca! — Disse tentando tirar meu braço das mãos dele, que começaram a apertar mais forte ainda. — Vai se fazer de dificil mesmo? ai ai — ele disse enquanto saia do carro, ainda me segurando, então eu comecei a gritar, mas ele tampou minha boca, e foi me levando pro lado do passageiro, e eu ia me rebatendo toda, tentando me soltar dele, quando alguem grita — Se você quer continuar vivo, larga ela agora! -
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