Soul Mate
2 Capítulo 2
No mesmo instante eu reconheci a voz do Rodolfo, e senti o cara amolecer um pouco, pois ele tinha gritado com uma voz bem agressiva mesmo, até eu fiquei um pouco assustada.
– Ih, seu moleque, quem você pensa que é? Se manda, vai procurar a sua putinha vai — ele voltou a me segurar firme, enquanto tampava minha boca, me impossibilitando de falar quaquer coisa que fosse. – Quem eu penso que sou? QUEM EU SOU, você quis dizer né? Eu sou o Rodolfo Martins Costa, e você já devia estar morrendo de medo a esse ponto — Ele sacou um revolver e apontou pro cara — Solta ela A — G — O R — A, eu não vou repetir. – Nã-ãã-o cara, calma, relaxa, desculpa, a gente pode conversar — ele foi me soltando aos poucos e continuou falando, na defensiva — pode guardar esse revolver, a gente resol.. — Antes mesmo dele terminar de falar, o Rodolfo bateu com a parte de baixo do revolver na cabeça dela, fazendo ele me soltar e logo em seguida ajoelhar com a dor. Eu tinha tido pra você soltar. Marianna, vai pro meu carro — Ele apontou pra uma santa fé parada um pouco mais atrás da onde a gente estava, e eu fui assim que ele mandou, e quando cheguei no carro, só conseguia ver o rodolfo do peitoral para cima, e pelos movimentos que ele fazia, deduzi que estava chutando o cara, até que ele fez um movimento que parecia que estava apontando a arma para o cara, mas eu pensei comigo ''Ele não vai matar ele, né?!'' Mas eu estava errada, em seguida, ouvi o barulho do tiro, e vi o Rodolfo vindo pro carro, enquanto guardava o revolver na parte de trás da calça, ele entrou no carro, e não disse uma palavra, então resolvi quebrar o silencio enquanto ele escrevia uma mensagem no iphone dele. – Vo-o-cê matou ele ele? Quer dizer.. Matou mesmo? Você é louco ou o que? Meu DEUS! — Eu disse em um tom meio desesperador. – Claro que matei, você esperava que eu fize-se o que? Esse é o tipo de gente da qual eu mais tenho nojo, gente que abusa de pessoas inofensivas. — Ele disse enquanto ligava o carro. – Meu Deus, eu não sabia que você simplismente matava as pessoas assim. Eu realmente quero agradecer por ter me salvado, mas estou muito assustada pra isso. — Ele não disse nada, então eu continuei — E pra onde você está me levando? Você não perguntou meu endere... — Mas antes de eu terminar a frase, eu senti uma tontura a ultima coisa que eu ouvi antes de desmaiar foi o Rodolfo dizer — MARIANNA, Você ta bem? Você ta muito branca? Marianna, ta me ouvindo???? -E depois, não me lembro de nada, até a hora que acordei em uma cama, macia, quentinha, com cobertores me protegendo do frio que fazia la fora, em um quarto que eu não conseguia reconhecer de lugar nenhum, me parecia um quarto de hotel... Fui me levantar da cama, e percebi que não estava mais com o meu vestido, e sim com uma blusa que estava enorme em mim, uma blusa branca, com uns escritos alaranjados, hora que me olhei no espelho, percebi que era a blusa da ''Obey'' que o Rodolfo usava ontem, não tava entendendo nada, comecei a procurar minhas coisas quando o Rodolfo entrou no quarto, cantarolando uma música qualquer, e olhou pra minha cara e disse — Até que enfim você acordou, heim? Já é quase 14 horas, desculpa, eu não te esperei pra almoçar por que tava numa lara monstra. – Onde eu to Rodolfo? E cade minha roupa? Espero, de verdade, que não tenha sido você que tenha tirado minha roupa ontem, se não, se não... — Eu tava tão furiosa que não conseguia achar uma palavra pra descrever o que eu ia fazer com ele, eu não sei por que eu ficava tão brava com esse menino, ele me provoca de um jeito que eu não entendendo. – Se não o que? Ixi, relaxa, você é muito bravinha, te salvei ontem, te dei casa, cama e roupa pra você dormir, cuidei de você e é assim que eu sou tratado? Duvido que você seja brava assim, que nem demostra, vem cá, pode quebrar essa parede que você tem ai na frente, deixa eu me aproximar vai — Cada palavra que ele falava, era em um tom mais baixo, e mais perto de mim, até que ele chegou bem perto, e passou a mão pelo meu cabelo, e em um tom bem baixo, ele continuou a falar — Você é tão linda, seu cabelo, seus olhos são tão.. não sei, eles me prendem em você, sinto necessidade de olhar neles, seu nariz, ahh seu nariz, coisa mais pequenininha, mas delicada que eu já vi, e essa sua boca... — Ele foi se aproximando, eu sentindo sua respiração junto da minha, aquela mão quente, eu fui me entregando, mesmo sem querer, mesmo com o que ele tinha feito na noite passada, não tinha como evitar, ele minha tinha nas mãos, eu queria negar isso, mas era a mais pura verdade, ele me tinha, me ganhou, ganhou meu coração de um jeito que nunca tinha acontecido antes. No mesmo instante eu reconheci a voz do Rodolfo, e senti o cara amolecer um pouco, pois ele tinha gritado com uma voz bem agressiva mesmo, até eu fiquei um pouco assustada. — Ih, seu moleque, quem você pensa que é? Se manda, vai procurar a sua putinha vai — ele voltou a me segurar firme, enquanto tampava minha boca, me impossibilitando de falar quaquer coisa que fosse. — Quem eu penso que sou? QUEM EU SOU, você quis dizer né? Eu sou o Rodolfo Martins Costa, e você já devia estar morrendo de medo a esse ponto — Ele sacou um revolver e apontou pro cara — Solta ela A — G — O R — A, eu não vou repetir.
— Nã-ãã-o cara, calma, relaxa, desculpa, a gente pode conversar — ele foi me soltando aos poucos e continuou falando, na defensiva — pode guardar esse revolver, a gente resol.. — Antes mesmo dele terminar de falar, o Rodolfo bateu com a parte de baixo do revolver na cabeça dela, fazendo ele me soltar e logo em seguida ajoelhar com a dor. Eu tinha tido pra você soltar. Marianna, vai pro meu carro — Ele apontou pra uma santa fé parada um pouco mais atrás da onde a gente estava, e eu fui assim que ele mandou, e quando cheguei no carro, só conseguia ver o rodolfo do peitoral para cima, e pelos movimentos que ele fazia, deduzi que estava chutando o cara, até que ele fez um movimento que parecia que estava apontando a arma para o cara, mas eu pensei comigo ''Ele não vai matar ele, né?!'' Mas eu estava errada, em seguida, ouvi o barulho do tiro, e vi o Rodolfo vindo pro carro, enquanto guardava o revolver na parte de trás da calça, ele entrou no carro, e não disse uma palavra, então resolvi quebrar o silencio enquanto ele escrevia uma mensagem no iphone dele. — Vo-o-cê matou ele ele? Quer dizer.. Matou mesmo? Você é louco ou o que? Meu DEUS! — Eu disse em um tom meio desesperador. — Claro que matei, você esperava que eu fize-se o que? Esse é o tipo de gente da qual eu mais tenho nojo, gente que abusa de pessoas inofensivas. — Ele disse enquanto ligava o carro. — Meu Deus, eu não sabia que você simplismente matava as pessoas assim. Eu realmente quero agradecer por ter me salvado, mas estou muito assustada pra isso. — Ele não disse nada, então eu continuei — E pra onde você está me levando? Você não perguntou meu endere... — Mas antes de eu terminar a frase, eu senti uma tontura a ultima coisa que eu ouvi antes de desmaiar foi o Rodolfo dizer — MARIANNA, Você ta bem? Você ta muito branca? Marianna, ta me ouvindo???? -E depois, não me lembro de nada, até a hora que acordei em uma cama, macia, quentinha, com cobertores me protegendo do frio que fazia la fora, em um quarto que eu não conseguia reconhecer de lugar nenhum, me parecia um quarto de hotel... Fui me levantar da cama, e percebi que não estava mais com o meu vestido, e sim com uma blusa que estava enorme em mim, uma blusa branca, com uns escritos alaranjados, hora que me olhei no espelho, percebi que era a blusa da ''Obey'' que o Rodolfo usava ontem, não tava entendendo nada, comecei a procurar minhas coisas quando o Rodolfo entrou no quarto, cantarolando uma música qualquer, e olhou pra minha cara e disse — Até que enfim você acordou, heim? Já é quase 14 horas, desculpa, eu não te esperei pra almoçar por que tava numa lara monstra. — Onde eu to Rodolfo? E cade minha roupa? Espero, de verdade, que não tenha sido você que tenha tirado minha roupa ontem, se não, se não... — Eu tava tão furiosa que não conseguia achar uma palavra pra descrever o que eu ia fazer com ele, eu não sei por que eu ficava tão brava com esse menino, ele me provoca de um jeito que eu não entendendo. — Se não o que? Ixi, relaxa, você é muito bravinha, te salvei ontem, te dei casa, cama e roupa pra você dormir, cuidei de você e é assim que eu sou tratado? Duvido que você seja brava assim, que nem demostra, vem cá, pode quebrar essa parede que você tem ai na frente, deixa eu me aproximar vai — Cada palavra que ele falava, era em um tom mais baixo, e mais perto de mim, até que ele chegou bem perto, e passou a mão pelo meu cabelo, e em um tom bem baixo, ele continuou a falar — Você é tão linda, seu cabelo, seus olhos são tão.. não sei, eles me prendem em você, sinto necessidade de olhar neles, seu nariz, ahh seu nariz, coisa mais pequenininha, mas delicada que eu já vi, e essa sua boca... — Ele foi se aproximando, eu sentindo sua respiração junto da minha, aquela mão quente, eu fui me entregando, mesmo sem querer, mesmo com o que ele tinha feito na noite passada, não tinha como evitar, ele minha tinha nas mãos, eu queria negar isso, mas era a mais pura verdade, ele me tinha, me ganhou, ganhou meu coração de um jeito que nunca tinha acontecido antes. Ele foi me beijando, devagarinho, mas eu, idiota como sempre, parei o beijo. Eu não podia me apaixonar, não podia, pra começar que minha vida já tava uma bagunça, eu ia mudar de cidade em uma semana, minha melhor amiga estava puta comigo por causa do guri que eu to beijando agora, e o guri que eu to beijando agora, é um cantor de funk, genero de musica que eu detesto, sem contar o fato de que ele não vai me namorar, eu vou ser mais uma da lista de meninas que ele fica em cada cidade que vai fazer show, e eu não quero isso, sou o tipo de menina apaixonada, que gosta de viver um romance, o que com ele provavelmente seria impossivel, por que ele não teria tempo pra mim, e ele nem deve querer ter, e ah, já estava esquecendo, ele matou um cara a poucas horas atrás, eu não conheço ele, não posso me apaixonar assim, e então, antes que eu pudesse controlar, meus pensamentos sairam pela minha boca; — Eu te quero, na medida do impossível. Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por você. Estou nas suas mãos e isso não é uma metáfora. Porque eu já não sei mais nada. . Eu não podia me apaixonar, não podia, pra começar que minha vida já tava uma bagunça, eu ia mudar de cidade em uma semana, minha melhor amiga estava puta comigo por causa do guri que eu to beijando agora, e o guri que eu to beijando agora, é um cantor de funk, genero de musica que eu detesto, sem contar o fato de que ele não vai me namorar, eu vou ser mais uma da lista de meninas que ele fica em cada cidade que vai fazer show, e eu não quero isso, sou o tipo de menina apaixonada, que gosta de viver um romance, o que com ele provavelmente seria impossivel, por que ele não teria tempo pra mim, e ele nem deve querer ter, e ah, já estava esquecendo, ele matou um cara a poucas horas atrás, eu não conheço ele, não posso me apaixonar assim, e então, antes que eu pudesse controlar, meus pensamentos sairam pela minha boca; — Eu te quero, na medida do impossível. Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por você. Estou nas suas mãos e isso não é uma metáfora. Porque eu já não sei mais nada.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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