Sorria

1 Capítulo 1 - Diário é coisa de menininha?


Notas iniciais
então, espero que gostem, no momento eu só estarei transcrevendo a história, depois disso vai começar a demorar mais para ser postada.

–----------- Prólogo–-------------

Todas as noites eu não creio que aquela coisa seja real, eu tento acreditar, mas simplesmente não consigo.
olá, meu nome é Nicholas eu tenho quatorze anos, eu vejo o mundo como uma grande aventura e tento aderir aos desafios com destreza... Mas esse maldito transtorno não me permite terminar o que comecei!
X anos eu comecei um projeto, pequeno, mas meu, e o meu sonho é termina-lo, porém depois que fui diagnosticado com o transtorno xxxx não pude nem chegar perto dele novamente.
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"Olá, isso é patético, nunca pensei que escreveria essa frase para mim, acho que vou me tornar um de meus livros, mas... Querido diário! (como odeio essa palavra 'diário' vou chamar de 'caderno-de-notas' não quero ser um desenho antigo (do qual não lembro o nome agora).
Então, olá, sou Nicholas Martinez, quatorze anos, descendente de japonês com francês, olhos puxados e azuis, branco como papel, nariz empinado, cabelo escuro na altura das orelhas meio encaracolado, esse sou eu, posso parecer um cara normal, mas sou bem diferente, quer que eu descreva a minha situação social atual? ok, moro só com minha mãe, uma moça de 34 anos, estatura média, cabelos negros e compridos na altura da cintura, seios fartos (é errado pensar sobre isso na minha mãe, eu sei, calado agora! ), japonesa de olhos escuros, realmente uma mulher linda e atenciosa com seu único filho vulgo eu, é deprimente saber que ela é a única na qual me relaciono, não vou a escola devido o transtorno xxxx ( transtorno, no qual odeio falar).
Acho que é só por hoje diár- caderno-de-notas! "fechei e coloquei o cadeado no caderno e fui me deitar.
– Ah, cara... Tenho dó de minha mãe... Já passou por isso alguma vez? Achar que é um estorvo pra alguém? — Disse deitado esperando respostas.
~silêncio~
– Vai me ignorar, cara? — sentei na cama encarando o rosto pálido de Thomaz.
– Tenho nome, lembra-se? — diz ele frio, direto e dramático.
– Claro! E o 'Sr' Lembre-se de que é apenas fruto de minha fértil imaginação e posso 'descrialo' quando EU bem entender! — disse marrento e direto.
– Não é assim que a esquizofrenia funciona, Nico.
– Tanto faz, agora me responda!
– Ja si- — minha mãe entrou no quarto do nada
– Nico, já são meia-noite, o que faz sentado na cama? — pergunta ela incrédula
– Uhn... Eu pensei ter visto uma barata. — Disse rezando para que ela acreditasse.
– Vá dormir, agora! Amanhã tem psicóloga. — Eu apenas concordei com a cabeça e me deitei.– Boa noite, querido... Seus olhos me lembram tanto o seu pai... - ela me beija na testa e vai embora.
Não demorei muito para dormir, e espero que seja assim todas as noites.

Notas finais
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