Soro da Verdade
4 Última Chance
Notas iniciais
Sara se espanta com Grissom... Ela o encara firmemente enquanto tentava imaginar no motivo pelo qual ele estaria ali... Eles continuam se encarando por mais alguns instantes até que Grissom toma a iniciativa de falar algo.
Gil Grissom: Posso entrar? — Pergunta calmamente.
SS: Não... Quer dizer... Entra! — Sara abre caminho para Grissom e rapidamente ele se acomoda em um canto do cômodo.
GG: A casa está linda! — Ele fala sem deixar de observar cada detalhe do ambiente.
SS: Eu mudei muita coisa depois do divórcio. — Responde rispidamente. Na verdade, não tinha mudado tantas coisas assim, mas não queria que ele percebesse.
GG: Eu só estou fazendo um elogio. — Sorri.
SS: Fala logo o que você quer e vai embora. — Sara não queria Grissom ali. Já estava acostumada a viver sem ele e não queria continuar sofrendo com aquela situação.
GG: Precisamos conversar! — Grissom a encara firmemente.
SS: Tudo o que você tinha para me dizer foi dito quando você pediu o divorcio, então por favor, saia da minha casa. — Ela aponta para a porta.
GG: Eu estou voltando para Vegas! — Se aproxima lentamente de Sara.
SS: Quer fogos de artifício?
GG: Não. — Grissom solta uma leve risada e continua a se aproximar.
SS: E o que você veio fazer em Vegas?
GG: Vou voltar a lecionar e vou trabalhar com a minha mãe no Instituto Gilbert. — Ele chega cada vez mais perto dela e quase toca em seus lábios.
SS: Se afasta Gil... — Ela tenta se desvencilhar, mas é em vão. Grissom a toma pelos lábios em um beijo... Um beijo ótimo que, por alguns instantes, Sara sente que é especial, mas logo recobrar a consciência e empurra Grissom. — Vai embora Grissom... Agora! — Grita, enquanto vai até a porta.
GG: Sara...
SS: Grissom... Sai daqui! — Ela abre a porta e Grissom caminha até ela, mas para pôr alguns instantes em frente a Sara.
GG: Eu vou resolver algumas coisas e depois vou ficar seis meses fora fazendo palestras nas Universidades do país. Quero que vá comigo... Me ligue, caso queira ir... — Ele olha firme para Sara e vai embora em seguida. Sara fecha a porta e volta para o sofá. Ela chora enquanto toma mais um pouco do seu chá. Alguns minutos depois, Ela adormece...
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Mais tarde, com Sara já no laboratório, Ela é chamada por DB no escritório. Chegando lá, ela bate na porta duas vezes, entra e encontra DB em pé falando ao telefone e segurando um envelope.
SS: DB... — Ele a olha e desliga o telefone.
DB: Senta! -Ele entrega o envelope e senta em sua cadeira. — Boas novas para você!
SS: Uma carta de Nova Iorque... Para mim? — Ela abre o envelope e começa a ler o conteúdo da carta.
Departamento de Polícia do Estado de Nova Iorque
19 de abril de 2015
Sra. Sara Sidle
Nós do laboratório criminal de Nova Iorque estamos acompanhando sua carreira e suas conquistas como CSI há quatro anos e listamos várias de suas qualidades como perita. Tendo em vista suas consagrações e mestrado em física aplicada, gostaríamos que trouxesse todo o seu talento para nosso laboratório em Nova Iorque. Minha equipe e eu estamos muito ansiosos para ter uma CSI do seu nível conosco. Pense com carinho na minha proposta.
Mac Taylor
Supervisor da equipe noturna do Laboratório Criminal de Nova Iorque.
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Ao ler aquilo, Sara olha para a carta e fica assim por alguns segundos, sendo interrompida por DB.
DB: O que diz na carta?
SS: Há quatro anos, trabalhei em conjunto com o Dr Raymond Langston em um caso em conjunto com o departamento de Polícia de Nova Iorque. Segundo a carta, desde aquela época o detetive Mac Taylor tem acompanhado o meu trabalho em todos os casos em que eu estive e... Ele quer que eu trabalhe com ele em Nova Iorque.
DB: Uau... — Fala surpreso. — O laboratório criminal de Nova Iorque é o segundo melhor do país... É uma oportunidade única para você.
SS: Eu sei, mas... Eu acho que não é um bom momento... — Ela se levanta da cadeira, seguida por DB.
DB: Sara, você precisa decidir o que quer da sua vida e não pode deixar ninguém decidir por você. É uma oportunidade única e você precisa pensar com carinho na proposta. — Ele e Sara saem do escritório e caminham até a sala de convivência, onde encontram todos os membros da equipe reunidos. — Pessoal, antes de distribuir os casos, Sara tem algumas coisas para falar...
SS: Bom pessoal, eu fiz algumas coisas durante essa semana e eu estou muito arrependida... Bom, nem tanto! — Respira fundo. — Greg, desculpa por ter falado que seu pênis era pequeno e na verdade... Ele não é! — Todos riem. — Finn, me desculpa por ter te chamado de velha... E Morgan... — Sara respira fundo novamente. — Me desculpa por ter dito aquelas coisas para você, mas eu estava estressada e falar com você era a última pessoa com quem eu gostaria de falar... — Ela encara Morgan, que a encara de volta.
MB: Obrigado pela sinceridade... E para mim está tudo bem... Finn me explicou o que tinha acontecido e de certa forma, eu sou um pouco daquilo... — Morgan sorri.
SS: Bom, mas eu ainda tenho mais uma coisa para falar.
GS: E o que seria? — Greg se mostra curioso.
SS: Eu recebi uma proposta para trabalhar em Nova Iorque com o detetive Mac Taylor e eu vou pensar na proposta. — Ela olha para Greg.
GS: É tão boa assim? Tipo... Aumento de salário, folgas semanais...
SS: Sim... — DB a olha e toma partido na conversa.
DB: Depois vocês conversam sobre isso, nós temos que trabalhar. — DB começa a distribuir os casos e todos começam a se mexer, indo cada um para o seu caso.
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