Notas iniciais
.-. eu viajo mesmo.

Havia uma grande e antiga civilização, chamada Th’Ringnis, eram seres de pura energia, boa ou ruim, pura ou corrompida. Mesmo sendo energia pura, ela tinham uma sociedade parecida com a humana.

Quando digo parecida, quero dizer, parcerias em raças, etnias e cultura. No quesito religião, eram unidos, havia dias de celebrações, onde o bom e o mal comemoravam. Eles esqueciam o que um fizera para o outro. Havia também um lugar chamado a Grande Montanha, onde segundo as lendas milenares, Os Familiares, pais e mães de todos, repousavam eternamente. Os Familiares, como eram conhecidos, foram as primeiras fontes de sua história.

Dentre esta incrível e fascinaste civilização existia um que deve ter nossa atenção.

Seu nome era Reggulos.

Conhecido por alguns, ignorado como outros, era apenas mais um entre muitos. “Diz a lenda que Reggulos havia deixado o coração de certo Imperador abalado”, e são poucos que conseguiam esta façanha.

Reggulos era um dos encarregados das vigílias do Tempo; uma máquina conhecida nos tempos atuais como: Relógio.

O Tempo era uma máquina estupenda, nele se faziam pesquisas sobre o tempo, tais como: desbravamento do passado, estudo do presente e expedição ao futuro.

Estava tudo ótimo para Reggulos, tudo mesmo, ia bem no trabalho, recebera até uma promoção. A partir da próxima semana depois do Dia dos Mortos ele iria auxiliar um pesquisador, e seu casamento estava para marcar o dia, estaria melhor, se ele não estivesse no Dia do Nascimento, no trágico dia do nascimento de meus irmãos e eu.

Nós, eu e meus irmãos nascemos Do Tempo, bem, especificamente, de uma rachadura que surgiu nele.

Notas finais
.-. eu viajo mesmo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.