— Sabe, seria tão fácil se você dissesse logo...

Sentado na cama, de novo, eu tomei os remédios... Juro que tomei. Acho que me faria melhor se ela estivesse deitada na cama aqui comigo.

Nós nos conhecemos em uma festa da escola, nós trocamos mensagens e marcamos para ir num café um dia. Nesse dia ela estava tão bonita. Cabelos castanhos e olhos negros iluminado pela luz do sol que penetrava pela janela e focalizava nas suas pupilas que aos seus raios se tornavam... Dourados.

Levanto da cama, há alguém na sala? Não. Estou enlouquecendo, eu queria um fantasma aqui só pra eu trocar algumas palavras com ele, desabafar, saber como é estar morto para recomendar para o meu cérebro.

Depois nós subimos no arranha-céu de um prédio e ficamos curtindo a brisa que o céu azul trazia, suas mãos tocaram os meus ombros e depois o meu pescoço, ela me beijou calmamente no fluxo do vento.

Eu tenho trabalhos da faculdade pra terminar, mas estou aqui... Já quase nascendo o sol, eu tomei o remédio, juro que tomei. Ah, eu estou acabado, não tenho amor, não tenho vida, só tenho a noite.

Nós sentamos no banco do parque e conversamos sobre o dia, a vida, e o amor. E naquele momento, eu vi que estava caindo, perdido em seu total encanto.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.