So everything that makes me whole

Por isso tudo o que me faz inteiro

Ima kimi ni sasageyou

Ofereço tudo isso para você.

Aaa I'm yours

Eu sou seu



Kono sekai ni wa takusan no

Há tanta felicidade

Shiawase ga arunda ne

neste mundo não há?

Itsuka… Futari nara

Um dia… nós também ...

Dare ka ga kimi no koto usotsuki to yonde

Se alguém vai chamá-lo de mentiroso,

Kokoro nai kotoba de kizutsuke yo to shite mo

se eles tentarem prejudicá-lo com essas palavras sem coração,

Sekai ga kimi no koto wo shinji you to sezu ni

se o mundo não vai acreditar em você

Ibara no kanmuri wo kabuseyou to shita no

se tentarem te colocar uma coroa de espinhos

Watashi wa kimi dake no mikata ni nareru yo

Eu vou ser seu primeiro e único aliado ...

Sono kodoku itami wo watashi wa shitteiru

Eu sei que é solitario e doloroso ...

Kimi wa wasurenai de ite kureru koto wo

Eu sei, mais do que ninguém,

Dare yori mo watashi ga sono koto wo shitteru

que você nunca vai esquecer de mim.



~Capítulo 42~



Antes de abrir a porta, Yuri respirou tão fundo quanto podia. Olhou mais uma vez para Wolfram, buscando nele a segurança que necessitava em si mesmo, e já se sentiu imediatamente mais calmo quando o loiro estendeu a mão e segurou a dele, com firmeza. Foi assim, de mãos dadas, que os dois adentraram no escritório do diretor.

A sala não tinha nada de excepcional com relação as outras dependências da escola. Paredes brancas, estantes com livros, uma escrivaninha de madeira escura e duas poltronas logo em frente, esperando por eles. Yuri se lembrava do diretor apenas como o senhor grande e engraçado, com seu terno marrom puído, de cabelos grisalhos puxados para trás e um bigode farto embaixo do nariz, que vinha parabeniza-los animadamente quando o time de baseball ganhava jogos de campeonatos. Esperava que ele ainda fosse daquele jeito, lá no fundo. Porém, do outro lado da mesa, o homem suava muito, e os encarava com seriedade e visível repreensão no olhar ao ver as mãos dos dois garotos unidas, como se desafiassem claramente tudo aquilo que ele iria explanar.

—Shibuya, Bielefeld. Os dois, sentem-se aqui – ele indicou as cadeiras. Yuri assentiu rapidamente e tomou assento, tendo que soltar a mão de Wolfram para isso. O outro fez o mesmo, não sem antes olhar o diretor bem no fundo dos olhos, como se medisse com somente isso as intençõesdele ao chama-los ali. – Hoje, recebi um relato muito preocupante com relação a vocês dois. Pelo pouco que pude observar nesses segundos, a informação procede?

— Depende do que você ouviu, diretor… muitos boatos andam correndo por aí… — Yuri respondeu, hesitante. Não queria parecer desafiador, mas foi dessa maneira que soou naquele instante. Se a intenção dele era reconquistar a simpatia do diretor com bom comportamento, havia ido por água abaixo com aquelas poucas palavras.

— Eu não sou um homem de boatos, Senhor Shibuya, sou um homem de fatos. Professores viram os cartazes espalhados pelos corredores, é claro, e vieram me relatar sobre a escandalosa cena que você protagonizaram em seguida. Será que posso obter alguma justificativa?

— Em primeiro lugar… – Wolfram começou a se pronunciar, e Yuri logo viu que nada bom poderia vir disso. Ele estava irritado demais, era fácil deduzir ao ver aquela veinha pulsando em sua testa, e a maneira como ele cerrava os punhos junto ao colo. Wolfram não costumava ter muito controle sobre si mesmo quando se via verdadeiramente incomodado com uma situação. – Você deveria chamar aqui os responsáveis por aqueles cartazes deploráveis, e não nós, que somos, claramente, as vítimas dessa tentativa de intimidação. E em segundo, Diretor, gostaria que o senhor tivesse a bondade de me exemplificar qual foi a cena escandalosa que eu promovi.

O diretor não deliberou por muito tempo.

— Mesmo que os cartazes não sejam culpa dos senhores, é desnecessário dizer que ambos estavam em uma situação nada apropriada naquela imagem. E se não bastasse isso, ainda tiveram a audácia de repetir o mesmo ato em frente a todos hoje mais cedo. Eu já estou a frente dessa escola há oito anos, Senhor Bielefeld, e nunca tive que lidar com um ato tão escandaloso entre dois estudantes, sendo que um deles, o senhor, é de uma família tão conhecida e respeitada tanto aqui quanto no seu país, como realeza, deveria ter uma conduta exemplar!

— Ainda não ouvi claramente uma explicação sobre o que é que eu fiz de errado – Wolfram repetiu, cruzando os braços. Yuri parecia prestes a ter um infarto. Como é que Wolfram conseguia se manter impassível diante daquela situação, e ainda agir de maneira tão provocativa. O Diretor também parecia bastante descrente ao ter que enfrentar tamanha displicência.

— Eu preciso mesmo explicar isso? – ele replicou, batendo a mão na mesa – Eu não sei como funcionam as coisas no seu país, Bielefeld-san, mas aqui nessa escola, nós temos uma imagem a zelar! E se você pensa que pode fazer o que quiser por causa da posição da sua família, está muito enganado. Você não é príncipe de lugar nenhum, e na minha escola, você segue as minhas regras!

— Não grite com ele! – Yuri não aguentou, e finalmente se pronunciou, quase se erguendo na cadeira. Seus olhos brilhavam como chamas negras, determinados. – Se o que acontecesse, tivesse sido entre um casal “normal”, uma garota e um garoto, o senhor ainda os chamaria aqui para dar explicações?

— E-evidente que sim! – a hesitação do homem não passou despercebida, e Wolfram soltou um meio riso irônico.

— É claro que não. Já presenciei casaizinhos felizes por esses corredores, mais vezes do que posso contar, e inclusive, vi algo entre a senhorita Matsumoto Mariko e um veterano, no banheiro masculino do segundo andar, que quase me fez chorar sangue. É evidente que o problema aqui é sobre sermos ambos garotos, e a imagem dessa escola sendo vinculada a isso. Pois, eu não me incomodo de seguir regras, sei o quanto elas são importantes. Desde que elas sirvam a todos.

— Bielefeld-san – o diretor limpou parte do suor da testa com um lenço, rapidamente, parecendo ainda mais agitado e nervoso. – Não pense que pode me desafiar…

— Estou dizendo que se as suas regras servirem a todas as pessoas, eu vou cumpri-las. Agora, se o senhor está nos tratando diferente, somente por causa das ideologias que acha que estão corretas, não está fazendo um bom julgamento, e eu não fui criado para seguir um líder falho. Se o senhor proibir que eu e o Yuri fiquemos juntos dentro do espaço escolar, então eu tenho direito de exigir que o mesmo aconteça com todo e qualquer casal que possa estar nesse lugar, e isso deve se tornar de fato uma norma da escola.

— E-eu não tenho como controlar uma coisa dessas! Essa escola é muito grande, com muitos alunos… não posso estar em todo lugar ao mesmo tempo! – ele argumentou, parecendo estar perdendo o pouco de controle que ainda restava – É uma norma impossível de se colocar em prática de fato, por mais que fosse o ideal. Mas isso não releva o fato de que isso… — ele apontou para os dois de forma mecânica – seja o que for, tem que parar! Essa escola tem um nome a zelar, e a voa conduta deve ser mantida, acima de tudo. Não me forcem a tomar medidas mais drásticas, garotos. — ele olhou para ambos, com um olhar que sugeria que sua ameaça era séria.

— Gostaria de vê-lo tentar tomar medidas drásticas. – Wolfram se ergueu de sua cadeira, antes que Yuri tivesse oportunidade de falar, e da maneira que ele parecia tenso, poderia mesmo colocar tudo a perder – Se isso acontecer, eu posso muito bem processá-lo por discriminação e, você perderia sua credibilidade se soubessem que andou ameaçando seus alunos dessa forma!

— Acha que eu tenho medo de ser processado, Bielefeld-san? Aqui é o Japão, e a lei está do meu lado. Sua conduta é inadequada, e enquanto estiver nessa escola, será punido de acordo. Em qualquer outro lugar, vocês dois já poderiam ter sido expulsos, de imediato. Estou sendo generoso em oferecer uma segunda chance…

— Não, o senhor está sendo meticuloso ao tentar não perder um aluno que traz prestígio para a sua escola, mas não deseja que uma imagem errada estrague seus planos. Pois bem, Senhor Diretor, eu gostaria de lembrar-lhe que essa escola foi fundada inicialmente no modelo de educação de Shin Makoku, pelo Grande Sábio e o Shin’ou. – ele apoiou os braços na beirada da mesa, encarando diretamente o homem a sua frente, sem titubear – Dessa maneira, essa escola está ligada diretamente, de forma legal, ao meu país. E no meu país, recriminar alguém por causa de sua orientação sexual ou o que seja, é um crime punido severamente. Sugiro que o senhor repense a maneira como está tratando desse assunto, ou acabará apenas saindo prejudicado de tudo isso.

O diretor parecia sem palavras. A informação de Wolfram procedia, até certo ponto, e ele não sabia dizer se aquela ameaça poderia ou não se concretizar. Engoliu em seco, secando a testa mais uma vez. Wolfram se afastou, vendo que sua intimidação havia mesmo funcionado, e então virou-se para Yuri, tocando ligeiramente do seu braço.

— Vamos? – disse, com a voz bem mais branda do que a de segundos atrás. O moreno parecia estar acordando de um pensamento profundo, e apenas assentiu, seguindo Wolfram para fora da sala.

O diretor largou-se na cadeira, percebendo que havia arrumado mais problemas do que tinha inicialmente, com aquela rápida conversa. Poucos minutos depois, ouviu o barulho da porta abrindo-se novamente, e Yuri voltou a passar por ela.

— Não importa o que o senhor diga, o que nós fizemos não é errado. Eu amo o Wolfram. – ele disse rapidamente, com convicção em cada frase. O diretor, exausto daquela discussão, nada disse. – Não importa o que faça, não vai me fazer querer ficar longe dele. Não vai nos separar. Então, eu acho que o senhor não deveria nem tentar, é perda de tempo. – ele então olhou ao redor, rapidamente, e voltou a olhar para o homem – Só queria que soubesse disso.

Ele saiu correndo novamente da sala, sem olhar para trás para ver o semblante incrédulo do velho professor. Quando saiu, Wolfram o esperava no meio do corredor.

— O que foi fazer lá?

— Nada. – ele sorriu, tranquilo – vamos voltar para a sala?

Yuri tentou sorrir, e apoiar a mão no ombro de Wolfram para andar, percebendo que este tremia levemente. Adiantou-se, rodeando-o e ficando de frente para ele, para poder ver sua expressão, oculta por baixo da franja.

— Yuri… — ele murmurou, e então se jogou nos braços do outro, escondendo o rosto em seu peito. Yuri não entendeu, mas o abraçou ternamente, acariciando de leve a sua cabeça.

— Eu fiquei tão nervoso…

— Você foi ótimo lá! – ele exclamou em resposta, tentando tranquiliza-lo – Nós não fizemos nada de errado, não podem nos punir.

— E se tentarem nos separar? Eu não tenho certeza do que o diretor pode fazer…

Yuri sabia, ou pelo menos, entendia melhor agora, as ações incoerentes de Wolfram. Ele havia sido criado para algum dia ser um líder, e carregar um país inteiro nas costas, não poderia jamais demonstrar hesitação ou fraqueza. Em situações inesperadas que requeriam sua reação imediata, ele se saia bem. Mostrava-se impassível. Porém, quando estavam somente eles dois, Wolfram não conseguia segurar mais. Deixava cair aquela máscara de invulnerabilidade, e mostrava seu lado mais frágil para Yuri, deixava que ele o abraçasse, e acreditava quando dizia que tudo ficaria bem. Yuri ficava feliz por isso.

Por mais que às vezes, achava que talvez não fosse o melhor para Wolfram tê-lo ao seu lado, nesses momentos em que o loiro deixava tudo de lado, e escondia o rosto em seu peito, quando mostrava para ele, e para mais ninguém o que realmente sentia, sem reservas, sem fingimento… nesses momentos, Yuri tinha uma certeza maior do que qualquer coisa, de que tudo o que queria era proteger a pessoa em seus braços, e garantir a felicidade dela a qualquer custo. Nada mais tinha importância. Se Wolf confiava nele o bastante para revelar suas inseguranças, então ele teria que ser merecedor dessa confiança.

Abraçando Wolfram com ainda mais força, sem se importar com o fato de ainda estarem no corredor da escola, e a qualquer momento alguém poderia sair de alguma das salas de aula e dar de cara com eles dois, Yuri fechou os olhos, e encostou os lábios no ouvido do garoto.

— Tudo vai ficar bem. – ele deslizou os lábios pelo rosto de Wolfram, até conseguir dar um pequeno selinho, deixando-o surpreso – Eu garanto.

As palavras simples, mas repletas de sinceridade e vontade, fizeram, por incrível que pareça, Wolfram relaxar.

~

— Eu daria qualquer coisa para estar na sua escola hoje, sabe?

Jogando uma bola de baseball para cima, deitado sobre a cama do amigo, com os cabelos loiros espalhados pelo travesseiro, e um semblante indecifrável adornando o rosto, o garoto parecia entediado; Masaki estava acostumado, afinal, era difícil alguma coisa tomar a atenção de Sara por muito tempo. Só que dessa vez ele estava errado. Sara não estava entediado, estava intrigado. Pensava muito profundamente em algo, e dessa vez, não tinha quase certeza de que não se cansaria tão facilmente da nova brincadeira que arrumou para se distrair.

— Eu já disse, não foi nada demais. Os rumores fazem tudo parecer maior. – sentado no chão logo ao lado de Sara, Masaki tentava se concentrar no jogo do seu DS, mas estava difícil – Todos viram a foto, mas ninguém acreditou. Depois disso, os dois apareceram, Yuri beijou o príncipe e assumiu a verdade na frente de todo mundo. Não aconteceu nada como você disse que seria…

— Sim… nada saiu como eu previ… — Sara jogou a bola mais uma vez para o alto, segurando-a com precisão nos dedos longos. Um sorriso lentamente adquiriu forma em seu rosto.

Seu plano não surtiu o efeito desejado. Mas ele estava longe de ficar desapontado por isso…

Masaki tirara aquela foto no Natal, enquanto estava em um encontro com uma garota da qual ele nem lembrava o nome, e topou com Yuri e Wolfram naquela situação. Ele já tinha imaginado que os dois estavam juntos, e tirou a foto para mostrar para sua irmã e faze-la desistir, mas quando mostrou esta à Sara, ele pensou em um uso melhor para aquilo.

Eles decidiram que a melhor hora para usar isso, seria quando menos se esperasse. Logo após o Dia dos Namorados, os dois estariam mais próximos, talvez? Com o clima tranquilo de uma data como aquela, parecia o momento perfeito para ocasionar um pouco de distúrbio. Sara pensara que os dois tentariam negar aquele fato de toda maneira, e tentariam esconder ainda mais a relação que mantinham. Das poucas vezes em que vira Yuri, e com tudo o que Masaki contara a ele, havia deduzido que ele era um rapaz simples, sem grandes ambições. Não teria como ele aguentar uma pressão tão grande quanto a de estar junto de alguém como Wolfram. O julgamento das pessoas ao redor, as figuras de autoridade, e ainda, seu lugar no time de baseball. Ele não podia se arriscar tanto, não é? Sua aposta era a de que ele iria fugir daquele problema, negando a tudo. A esperança era de que Wolfram ficaria com raiva por ele não querer assumir a verdade, e os dois teriam problemas. As diferenças culturais, e na maneira como viam o mundo seriam apenas mais um fator que poderia impulsionar ainda mais esse ponto de vista.

Porém, contrariando a todas as suas expectativas, Yuri se mostrou alguém de maior valor do que ele supusera. Ele não tinha medo, nem vergonha, de anunciar a verdade aos quatro ventos, e da forma mais espantosa possível. Com um beijo! Ah, o que Sara não daria para presenciar aquele momento, que estava completamente fora dos seus cálculos. Yuri era alguém muito interessante. Em um mundo onde todas as pessoas pensavam da mesma maneira, e se tornavam absurdamente tediosas, alguém como Yuri seria o divertimento que ele precisava. Imprevisível, surpreendente… alguém de quem Sara não sabia o que esperar. Era isso o que ele queria. Alguém que não caísse facilmente em seus truques, alguém que trouxesse o inesperado para sua vida. Sim… era isso.

Ainda havia a possibilidade de que os problemas ocasionados pela repentina descoberta pudesse atrapalhá-los um pouco mais, mas Sara preferia que não. Gostava de examinar cuidadosamente cada conseuqencia dos seus atos, antes de partir para a próxima etapa, e se tudo acabasse rápido demais, seria chato.

Deixou seu braço cair com o peso para a beirada da cama, e a bola de baseball deslizou pelos seus dedos, rolando para longe no chão.

— O que você está pensando em fazer, Sara? – ele finalmente deixou o jogo de lado, e inclinou a cabeça para fitar o loiro.

— Ah, eu preciso pensar… — ele fechou os olhos, repousando o outro braço sobre o rosto – Eu quero brincar mais com ele…

— Você devia apenas desistir, ele não vale a pena! – Masaki tentava, inutilmente e ele sabia disso, dissuadir Saralegui. – É tão simplório, e depois de tudo, acho difícil conseguir alguma coisa daqueles dois…

— Não diga o que não sabe. Pode ser difícil, mas não impossível, e eu adoro desafios… — ele se ergueu na cama, os olhos repentinamente adquirindo um brilho de interesse, que há muito Masaki não via – Esse garoto… pode ser simplório ou o que for, mas você tem que admitir, ele tem umas reações bem peculiares. E eu quero ver de perto cada uma delas…

— O mundo não é seu laboratório de testes, Sara, e as pessoas não são ratinhos nos quais você pode dar choque e esperar para ver se eles buscam a sua comida.

— Tem razão. – ele sentou na beirada da cama, logo ao lado de Masaki, e se espreguiçou, bocejando por alguns segundos – Eu sempre odiei ciência. Acho que o mundo é meu parque de diversões… - ele sorriu, passando o dedo indicador pelo queixo de Masaki, e então, se levantando – Você não quer vir se divertir comigo?

Masaki estalou a língua e virou o rosto, deixando a cabeça cair apoiada no colchão. — Como se houvesse escolha – Resmungou, e Sara abriu ainda mais o seu sorriso. Agora, as coisas começariam a ficar verdadeiramente interessantes, para ele.



Notas finais
Aah, eu enrolei tanto pra escrever esse capítulo, fico feliz por ter conseguido terminar ele o/ É só pra dar um gostinho do que vem por aí! Próximo capítulo, início do novo ano letivo e... hm.. novidades? Vou deixar vocês pensando no que pode ser. Aaah, sim, antes que eu me esqueça, com o início de uma nova fase (?) da história, uma amiga deu uma sugestão, e eu gostaria de saber o que vocês acham... A ideia seria fazer um "Cantinho do Leitor" no final de alguns capítulos, não todos claro, onde eu, ou os personagens, responderiam perguntas referentes à história, qualquer curiosidade que vocês possam ter e coisas que gostariam de dizer a eles XD Se aprovarem a ideia, já podem ir mandando suas questões~Leitores fantasmas,que não tiveram coragem de dar o ar de suas graças por aqui, ou que não sabem o que dizer em reviews, podem usar essa chance para aparecer! Serão muito bem-vindos! Bem, era isso... Espero pelo retorno, e pelas opiniões de vocês quanto ao capítulo! Ah, pessoas que eu ainda não respondi os reviews, eu vou responder, só aguardem mais um pouquiiinho o// !! Até~