Sonhos Obscuros
3 Capítulo 2
Notas iniciais
Desculpa pela demora. O que importa é que eu postei.
Bom aproveito.
Acordei toda dolorida, resultado de uma noite mal dormida. Sai rolando a cama para olhar o relógio e já eram dez horas. Cedo ainda, apesar de ser sábado. Virei para voltar a dormir só que não tinha mais sono. Decidi levantar e fiz minha higiene matinal. Desci as escadas e fui ver se havia alguém em casa e aconteceu o que eu já esperava.
- Ninguém. – Sussurrei.
Subi, troquei de roupa e liguei para a minha avó.
- Alô. Vovó?
-Oi, meu amor. O que foi?
- Nada, só queria saber se podia tomar meu café da manhã ai.
-Mas é claro. Por que, não acha que já está tarde para o café da manhã?
- É que acabei de acordar, e meus pais saíram.
-Não tem problema, pode vir.
- Obrigada. Estou indo.
Desliguei o telefone, subi para trocar de roupa e depois, fui à procura das chaves que estavam na mesa que fica no corredor. Tranquei a casa e fui em direção à casa dos meus avôs. Não era tão longe, demorava uns vinte minutos a pé. O tempo estava meio nublado, ajudando um pouco a caminhada até lá. Logo cheguei a casa deles. Ela era de um tamanho médio, de cor azul desbotado. Fiquei em frente da casa e gritei. Imediatamente ela abriu a porta. Minha avó era uma idosa de 68 anos — altura média, branca, olhos esverdeados e cabelos brancos que eram ondulados e iam até um pouco abaixo do ombro.
Pediu-me para entrar, fui em direção à cozinha — que era à esquerda — e veio aquele cheiro de café e torradas. Meu avô estava sentado lendo seu jornal. Ele era dois anos mais velhos que a minha avó, alto, moreno, de olhos escuros e cabelos brancos rasteiros. Fui correndo dá um beijo nele.
- Oi, minha pequena.
- Oi vovô.
- Sente-se e tome o seu café.
Sentei e a minha avó trouxe uma xícara de café e um prato de torradas amanteigadas para o vovô e um prato de panquecas com calda e café para mim. Ela se sentou e começamos a conversar sobre vários assuntos. Quando acabamos eu recolhi a mesa e fui lavar a louça. Meu avô foi para a sala, nos deixando sozinhas. Depois de um tempo fomos interrompidas.
Meu avô estava nos chamando. Estava passando um noticiário. Só sei que meus olhos encheram d'água e minhas pernas começaram a tremer indo ao chão.
- Não, isso não é verdade. Isso não pode ser verdade.
Notas finais
Vou demorar um pouco para lançar o terceiro capítulo. Culpa da minha "amada" professora de português que decidiu fazer um teste.
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