O sofá na Casa dos Gritos, ainda era o cenário favorito dos sonhos reais que Neville compartilhava com Nagini. Ela estava ao seu lado, como sempre, sorrindo para ele, ouvindo atentamente as palavras do menino.

— E o beijo dela? — Questionou.

— É o melhor beijo que já dei, Nagini. — Comentou, visivelmente animado. — Ginny é a garota mais incrível que eu conheço.

— Eu fico tão feliz por você, Neville. — Revelou. — Você é um garoto tão especial e me deixa tão aliviada você ter uma vida boa.

Ele sorriu, pegando as mãos da mulher entre as suas. Nagini havia errado, ele sabia, mas ele também sabia que a vida de uma pessoa condenada a uma maldição, não era fácil. Ele não podia simplesmente julgá-la, afinal, o mundo não era tão simples.

— E eu fico feliz de ter você, Nagini. — Comentou. — Eu acho que todos esses anos, em que convivemos aqui, eu nunca te falei, mas eu gosto da sua companhia. Gosto de ter te libertado da alma de Voldemort.

— É um tremendo alívio para mim também, estar livre dele. — Confessou. — Talvez logo você não me queira mais aqui, mas sempre olharei por você e torcendo para tudo na sua vida dar certo.

Neville sorriu, feliz, por Nagini ser agradável e não lhe causar sensações ruins, como Tom Riddle causava em Ginny. E ele era grato por ser por conta de Nagini, que ele e Ginny se aproximaram e agora eram um quase casal.

Notas finais
Sem sentido? Sem sentido, mas juro que escrevi com muito carinho e precisava voltar a participar dos Desafios de Quarentena. Se gostar, deixa um comentário!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!