Songfics Aleatórias
1 Futatsu no Kodou to Akai Tsumi
Notas iniciais
Essa songfic já tem uma fanfic sendo feita. A fanfic terá 7 capítulos e um epílogo. Cada parte da songfic se refere à um capítulo.
Bem, espero que gostem! *-*
Akaku akaku akaku yurete
Yume no yume no hate e
Hanarerarenai
Tremendo em vermelho, em vermelho, em vermelho
para o final do sonho, do sonho.
Não podemos nos separar.
Sangue. Meu, de meu assassino, de suas outras vítimas. E eu aqui, tremendo de medo por ter sido escolhido. Por ser banhado pelo vermelho e não morrer.
Deve ser um sonho. Ou um pesadelo. Não podemos nos separar, sinto que se nos separarmos... Tudo acabará, será a morte completa.
Mou nando mo akiramete wa oshikorosu tabi
Ikiba no nai kanjou ga me wo samashiteku
Kegare no nai sono hohoemi zankoku na hodo
Tooi sonzai dato wakaru yo
Sim, cada vez que me afogo para a morte em seguida me rendo um e outra vez
minhas emoções não tem um lugar para despertar
Seu perfeito sorriso sabe que é uma existência
tão distante, que chega a ser cruel.
Sim, eu me afoguei na morte e me rendi... Uma e outra vez. Vezes seguidas. Morrendo e me rendendo.
Minhas emoções se revirando, afogando neste mar de sangue, tentando acordar, subir... Voltar.
E você sorriu para mim. Aquele belo e perfeito sorriso. Tão perfeito que sei ser inalcançável. O que o faz cruel, maligno. Não é sádica, óbvio, na verdade é gentil e belo. Mas eu não consigo chegar até ele. Machuca saber isso.
Mienai kizu kokoro mushibamu dake nano ni
Yami no (naka ni) ima mo (yadoru)
Omoi wo osaekirenai
Apesar da ferida incurável que devora meu coração,
não posso deter completamente meus pensamentos
que habitam na escuridão.
Essa ferida me mata aos poucos. Uma ferida interna, escondida em meu coração. Uma ferida feita por sorrisos e palavras gentis.
Mas mesmo ferido, meus pensamentos vagam no vácuo e na escuridão de meu ser. Morte, terror, sangue, destruição, massacre... Cada vez mais forte.
Akaku akaku akaku yurete
Yume no yume no hate e
Deatte shimatta unmei ga mawaridasu
Dare mo dare mo shiranai himitsu
Ochite ochite ochite
Mou modorenai tsumi wo kizandemo kitto
Tremendo em vermelho, em vermelho, em vermelho
para o final do sonho, do sonho.
Nos reunirmos; o destino começa a girar-se
um segredo que ninguém, ninguém conhece.
Caindo, caindo, caindo
Não posso voltar mais, ainda se reparo meus pecados, o sei
O sangue escorria de minhas mãos trêmulas. O vermelho carmesim tapando-as completamente. O pesadelo continua, mas sinto que ele se dirige ao fim.
Quando nos encontramos, o tempo começou a andar. O destino que a tanto girava em um segredo (desconhecido ainda hoje) começou a se formar, mas ninguém sabia.
E caía. Eu estava caindo, afundando cada vez mais nas mortes e em minha nefasta existência. Eu sei. Mesmo que eu repare meus pecados (e que as pessoas por mim prejudicadas estejam em paz)... Não há mais chance de salvação.
Kodoku no fuchi aruki nagara sukuwareteita
Donna toki mo kawaranai RIARU na hitomi
Demo hikari ga mabushii hodo umareru kage wa
fukaku iro koku shinobi yoru yo
Enquanto estava caminhando pelo abismo da solidão, fui salvo
por olhos realistas que nunca mudam.
Mas uma sombra que nasceu quando a luz brilhou,
profunda e pronunciadamente se arrasta para mim.
Eu estava perdido entre as mortes, as desgraças, o sangue. Mas você surgiu. Seu olhar, tão gentil e realista que nunca vi mudar, me salvou.
Mas a luz não existe sem formar uma sombra, pois a luz não existe só. E esta sobra vinha em minha direção (querendo juntar-se às já presentes em mim).
Futatsu no kodou maru de awase kagami no youni
Niteru (keredo) chigau (itami)
Mugen ni tsuzuiteiku
As duas batidas são como espelhos, um frente ao outro.
Os tormentos são similares, mas diferente
e continuam infinitamente.
Nossos corações batiam, o som parecia um espelho. Começava aqui e acabava aí. Nossas dores e desesperanças eram parecidas, mas você as levava na luz (e eu na escuridão). E continuam, não hão de acabar nunca.
Akaku akaku akaku moete
Subete subete keshite
Kanau koto no nai maboroshi ga ugoki dasu
Tsuyoku tsuyoku hakanai yoru wo
Koete koete koete
Nogarerarenai tsumi ni oboretemo kitto
Ardendo em vermelho, em vermelho, em vermelho
borrando tudo, tudo.
Uma ilusão descumprida começa a mover-se
fortemente, fortemente
vencendo, vencendo, vencendo a efêmera noite
não posso escapar, ainda que me reparo me reparo nos pecados, o sei
O vermelho voltou. Dessa vez, quente como o fogo (da vida). Borrava minha visão e meus instintos.
A ilusão acabava, voltando a andar. Movia-se com força. Ela venceu há muito esta funesta noite (afinal, ela há de se repetir).
Não consigo fugir. Meus pecados são imperdoáveis, em demasia. Mesmo que sejam perdoados, acabou.
Akaku akaku akaku yurete
Yume no yume no hate e
Deatte shimatta unmei ga mawaridasu
Dare mo dare mo shiranai himitsu
Ochite ochite ochite
Mou modorenai tsumi wo kizandemo kitto
Tremendo em vermelho, em vermelho, em vermelho
para o final do sonho, do sonho.
Nos reunirmos; o destino começa a girar-se
um segredo que ninguém, ninguém conhece.
Caindo, caindo, caindo
Não posso voltar mais, ainda se reparo meus pecados, o sei
Aquele sangue em cor carmesim, já não mais quente. Me fazia seguir os instintos (assassinos, diga-se de passagem), como se um sonho começasse para o resto.
Eu deveria saber. Quando nos encontramos, o destino terminou de ser traçado. Um segredo que ninguém sabia (ou melhor, ninguém deveria saber) foi libertado. E nós caímos. Cada vez mais ao fundo, entre pecados e mortes.
Os pecados, que há muito me acompanham, não se forma. Você já me perdoou, porém não posso escapar de meu passado. Os pecados me seguirão e, tenho certeza, me mandarão ao inferno (quando eu terminar de morrer – isso se eu puder). Adeus, te matei por puro instinto e agora o sofro. Seja perdoado por comigo ficar. Seja perdoado por me amar.
Notas finais
Ciao, ciao! o/
Bacio! ;*
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