Acordo, durmo. Respiro, penso, e persigo o caminho.

Observo, reflito, e crio a estratégia necessária.

A existência é um fio que tem começo, meio e fim.

De vez em quando vão se formando alguns nós.

Não se pode desistir sem lutar. Nada é tão ruim.

Que não possa ser mudado no futuro.

O sopro de vida me eleva a persistir.

É uma brisa que sinto aquecer a alma congelada.

E como ver as constelações se formarem de repente.

Quando a existência tem sentido a gente sente.

O mar leva embora as dores e pensamentos ruins.

O calor do sol me traz boas lembranças.

Sinto-me viva numa metamorfose ambulante.

O fio da existência terá um fim extasiante.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!