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Capitulo II: O começo


Acordei com minha mãe me chamando e batendo na porta do meu quarto. Já contei que odeio ser acordada? Resmunguei e tentei dormir novamente, porém as batitas na porta e os gritos não cessaram. Levantei, me espreguicei e fui até a porta, ainda meio tonta por causa do sono.

- O que foi mãe? Quem morreu? – Abri a porta e a encarei.

- Garota, eu estou te chamando há horas aqui, por que demorou tanto? Tem um moço na porta que quer falar com você – Ela estava com uma cara de interrogação.

- Ah, tá. Droga, esse povo não respeita nem minha hora de descanso – Saí andando pelo corredor em direção as escadas.

- Não vai colocar uma roupa decente? – Minha mãe perguntou.

Me olhei no espelho e percebi que estava de pijama ainda, vestindo meu shorts preto de dormir e uma camiseta do Ozzy Osbourne bem velha, que agora só servia para dormir mesmo. Virei para a minha mãe, dei de ombros e voltei a descer as escadas. Eu não me importava, perturbaram o meu sono e seja quem fosse (eu até já sabia quem era) eu mandaria voltar mais tarde.

Fui até a porta e a abri. Baalberith estava recostado na parede e quando percebeu que a porta tinha sido finalmente aberta virou-se de frente para mim. Quase me fuzilando com o olhar, percebi que ele era um pouquinho impaciente, só um pouquinho sabe.

- Estava tendo um filho lá em cima? Por que a demora? – Ele cruzou os braços e me encarou.

- Estava dormindo e você acabou de perturbar meu sono. Dá pra você ir embora e voltar mais tarde? Gostaria de voltar a dormir – Sorri sarcástica.

- Como se eu tivesse tempo para ficar atrás de você, não é, garota? – Ele revirou os olhos – Não vai me chamar para entrar? Aposto que você ainda tem que se vestir, porque com esses trapos não dá para você sair daqui sem parecer uma mendiga – Agora foi a vez dele de abrir um sorriso sarcástico.

- Entra logo maldito – E ele entrou.

Indiquei para que ele sentasse no sofá e minha mãe tinha reaparecido oferecendo café para ele, ao qual ele recusou, por incrível que pareça, sendo educado. Subi até o meu quarto e bati a porta, olhei para o meu relógio do Jason na escrivaninha e ele marcava 13 horas da tarde, ainda estava cedo para eu me levantar. Fui até o meu armário e comecei a procurar alguma roupa para vestir. Percebi que estava frio lá fora, então com certeza sairia agasalhada. Peguei uma calça jeans preta skinny e uma camiseta do AC/DC com o dobro do meu tamanho e rasgada na gola, para dar aquela caída no ombro que eu achava perfeita, uma jaqueta jeans qualquer e fui para meu espelho. Penteei meus cabelos que batiam na altura dos ombros e os baguncei um pouco, passei meu lápis de olho preto e estava pronta pra sair, só faltava o meu all star velho. Depois que terminei de me arrumar desci para a sala e vi que o Baalberith estava ali ainda, sentado no sofá com as pernas cruzadas, com um ar de soberania ali.

- Finalmente, pareceu um século – Ele exclamou.

- Eu fui rápida, para de drama – Revirei os olhos.

Fui até a cozinha e minha mãe já sabia do que se tratava a situação, dei um beijo em seu rosto e fui até a porta para sair. Baalberith já me esperava no portão em frente a um enorme carro preto, que parecia até uma limusine. Fui até o carro e abri a porta traseira dele. Baalberith entrou do outro lado, se sentando ao meu lado no banco de trás. Assim que ele bateu a porta o carro começou a andar. Relaxei ali, olhando pela janela, imaginando o que iria acontecer agora. Porém já tinha uma pequena ideia.

- Não vai me perguntar nada? – Ele me encarou.

- Se eu perguntasse você reclamaria de ter que responder, então, para poupar meu tempo e meus ouvidos, prefiro ficar na curiosidade – Sorri, revirei os olhos e voltei a olhar para a janela.

Estava cochilando quando o carro deu um solavanco e parou em frente a um cemitério. Desci do carro sendo seguida por Baalberith, ele indicou para que eu entrasse no portão do cemitério e eu estava me perguntando o que diabos estávamos fazendo ali. O segui até uma capela que havia ali, com uma cruz enorme no topo, feita para as pessoas rezarem pelas almas que estavam ali no cemitério.

- Sério mesmo, um demônio entrando em uma igreja? – Perguntei indignada.

- Lugares assim tem muito poder, servem como portais para a outra dimensão, digamos assim. E não se esqueça de que um dia já fui um anjo também garota. Só para você entender melhor, não são todas as igrejas que podemos entrar, pois obviamente são a casa de Deus, porém nos dias de hoje todas estão corrompidas praticamente, o que permite nossa entrada. Entendeu? – Ele perguntou.

- Entendi – Assenti com a cabeça.

Entramos na igreja. Eu vi um pequeno altar no seu fim, uma pequena taça no meio deste altar e fiquei me perguntando o que faríamos a seguir. Baalberith então retirou um canivete do bolso e foi até o altar, me chamando para fazer o mesmo.

- Você acha que eu sou trouxa? Você está com um canivete na mão, não vou dar mais nem um passo para perto de você – Fui indo para trás.

- Cala essa boca e venha aqui – Em menos de um segundo ele apareceu do meu lado e me puxou.

- O que você está fazendo maluco? – Quase gritei ali.

- Precisamos fazer um portal para podermos passar, eu já tenho a minha permissão, mas você ainda precisa dar um pouco do seu sangue para que possamos passar juntos – Ele esticou minha mão e a cortou.

- Mas que droga – Senti o sangue escorrendo da minha mão para a taça.

Depois que a taça tinha o bastante de sangue, ele me jogou um pedaço de pano que tinha achado ali em cima da mesinha e disse para que eu estancasse o sangue. Enrolei o pano na minha mão, sabendo que logo ela estaria melhor. Uma das várias virtudes que eu tinha era o meu poder de regeneração, mais rápido do que o dos humanos. Ele começou a desenhar um pentagrama e, no centro dele, uma cruz invertida. Depois que terminou o desenho fofinho, ele indicou para que eu colocasse minha mão que tinha o corte (no caso a esquerda) no centro do desenho bonitinho. Tirei o pano que estava nela e vi que o sangue já havia parado de escorrer, coloquei a mão ali no centro e ele colocou uma das mão sobre a minha. Em seguida, indicou para que eu fechasse os olhos e me concentrasse em mandar minha energia para ali. Foi o que o fiz. Pude ouvir uns sussurros dele bem baixos, falando uma língua desconhecida para mim e, então, senti uma pressão de poder sobre minha mão que estava embaixo da dele. Pude ouvir o sibilar de alguma serpente, a mesma rastejando sobre minha mão e a picada veio. Xinguei aquela cobra desgraçada.

Então, senti um puxão no estomâgo e o ar mudou totalmente. Estava abafado e quente, me fazendo querer tirar a jaqueta na mesma hora. Percebi que minha mão não estava mais apoiada a lugar nenhum e então abri os olhos: Baalberith estava na minha frente dando risada da minha cara, desgraçado. Percebi que não estava mais na pequena capela e sim no salão de um imenso castelo, com uma janela enorme na minha frente onde se podia ver almas agonizando e monstros irreconhecíveis as torturando. Senti um pouco de medo, mas logo mandei isso embora, estava encantada com toda aquela magnitude.

- Gostou? – Ele perguntou.

- E tem como não gostar? – Sorri.

Ele me disse que teria de entrar em uma reunião agora, com os sete príncipes. Eu não entendi muito bem, mas tudo bem. Em seguida me apresentaria meu suposto tutor aqui. É claro que eu estava animada, mas ainda assim com um pouco de receio. Ele disse para que eu ficasse sentada ali em um dos bancos que ficava ao lado da escada e eu o fiz. Depois ele desapareceu por um corredor e eu fiquei ali balançando as pernas, entediada. Peguei meu celular, notando o que eu já sabia: sem sinal. Fiquei olhando tudo com uma vontade de tocar em tudo que via, parecendo uma criança numa loja de doces.

De repente, dois cachorros (ou seja lá o que diabos era aquilo) enormes passaram por mim e pararam me encarando, seu enormes dentes para fora da mandíbula e seus olhos totalmente negros olhando bem fundo nos meus. Um deles veio caminhando na minha direção enquanto o outro foi embora e se sentou na minha frente a poucos centímetros de mim. Com o seu tamanho, seu rosto ficava na mesma altura do meu, mesmo com ele sentado. Ele me cheirou da cabeça aos pés e eu me mantive paralisada. Com uma mordida daquela coisa minha cabeça podia ser arrancada.

Logo depois de me cheirar ele fez um barulho estranho e se deitou nos meus pés, fazendo com que eu congelasse. Fiquei ali parada com aquele cachorro (ou monstro) enorme deitado nos meus pés, não me mexeria de jeito nenhum. Mas de repente uma confiança tomou conta de mim: aquele bicho enorme não iria me fazer mal algum, pelo contrário. Arrisquei passar a mão no pelo do animal e me surpreendi por ele não ter feito nada enquanto eu o acariciava. Seu pelo era macio e bem grosso, o que eu estranhei.

- Percebi que o Cerb gostou de você – Uma voz exclamou.

Olhei para cima e vi que quem havia falado comigo era um homem alto e bem branco, com cabelos negros e lisos, um pouco compridos. Seus olhos eram totalmente negros, transmitindo escuridão. Ele estava vestido com um terno preto impecável, porém apesar de tão arrumado não aparentava ter mais de 30 anos. Sua voz era suave e calma, porém transmitia um poder que poderia deixar qualquer um com medo.

- Parece que sim – Tentei abrir um sorriso, mas saiu meio torto.

- Não sinta medo dele, pelo menos não se ele gostou de você. Se ele não tivesse gostado seu medo seria justificável – Ele se abaixou e fez cafuné na cabeça do animal.

- Não estou com medo – Falei parecendo um robô.

- Está estampado no seu rosto que você está – Ele sorriu – O medo é uma das coisas mais perceptíveis na feição do ser humano.

- Falou o entendedor de tudo então – Sorri da minha própria piada.

- Qual o seu nome? – O homem perguntou.

- Meu nome é Rachel – Estendi a mão para cumprimentá-lo.

- Prazer Rachel – Ele apertou minha mão rapidamente e se levantou – Bom, eu tenho que ir andando, estou atrasado para uma reunião. Cuide desse grandão aí para mim – Ele virou as costas e entrou no mesmo corredor que o Baalberith tinha entrado.

Fiquei ali parada por um tempo, com o animal agora com a cabeça deitada no meu joelho. Encostei a cabeça na parede atrás de mim e comecei a contar mentalmente, nem eu entendi o porquê de estar fazendo isso, mas o fiz. Meus olhos começaram a pesar e então os fechei e sem perceber caí no sono

- Acorda garota – Alguém me cutucava e eu reclamei – Anda logo.

- O que foi? – Abri os olhos e vi que era Baalberith ali.

- Levanta daí, temos muita coisa para fazer, esqueceu que vou te apresentar seu tutor? – Ele me puxou pelo braço.

Estava o seguindo para um corredor contrário àquele que ele tinha entrado anteriormente e o cachorro enorme Cerb continuava a me seguir. Tentei chamar o Baalberith para dizer que o cachorro ainda não tinha ido embora, mas ele estava muito concentrado, o que me fez preferir ficar quieta e deixar ele perceber sozinho. O Cerb começou a esfregar a cabeça na minha mão e rosnar de leve, mandei ele ficar quieto. Baalberith parou em frente à uma porta e entrou em seguida. Ele indicou para que eu me sentasse em uma das cadeiras em volta de uma mesa enorme e eu o fiz, com o Cerb ainda do meu lado.

- O que o Cerberus está fazendo aqui? – Ele perguntou parecendo confuso e nervoso.

- Ele me seguiu o caminho todo – Dei de ombros.

Ele tentou puxar o Cerb para fora, mas ele rosnou e apareceram mais duas cabeças saindo do seu pescoço. Baalberith foi para trás e suspirou.

- Faz o que quiser então Cerberus – Sentou em uma das cadeiras e apoiou a cabeça em uma das mãos.

- Então… cadê o tutor? – Perguntei.

- Ele sempre se atrasa – Suspirou novamente.

Depois de uns 10 minutos a porta se abriu e um garoto entrou. ele não era um demônio, dava para perceber, mas era poderoso. Era alto, porém apenas um pouco mais alto do que eu, tinha o cabelo meio loiro e bem liso, meio bagunçado agora. Seus olhos eram verdes e bem sinceros, conseguia ser ainda mais branco do que eu, quase da cor do homem que encontrei mais cedo.

- Desculpem o atraso, ocorreu um pequeno problema – Ele se sentou ao meu lado.

- Sempre acontece um problema não é? – Baalberith o olhou como se fosse matá-lo.

- Relaxa Baalberith, você anda muito tenso ultimamente – O garoto sorriu.

- Eu só não te mato porque você é um dos queridinhos do chefe – Ele sorriu sarcástico.

- No fundo você me ama que eu sei – Ele mandou um beijinho para o Baalberith e piscou, não pude segurar a risada – Então você é a garota nova? – Ele virou para mim.

- Acertou – Sorri – Meu nome é Rachel, prazer em te conhecer, seja você quem for – Estendi a mão.

- Jhon – Ele sorriu – Prazer em te conhecer Rachel – Ele virou minha mão e a beijou.

- Ok Jhon – Fiquei corada e sorri.

- Bem, eu tenho coisas importantes para fazer. Mostre as coisas para a garota e não apronte nada Jhon – Ele se virou para mim – Boa sorte garota – Sorriu e foi embora, a primeira vez que ele foi bom comigo.

Fui seguindo Jhon enquanto ele me apresentava tudo, todas as alas do castelo, e me dizia para o que servia e o que se fazia ali. Me passando algumas regras e algumas dicas de como me comportar ali dentro e me dizendo que em breve começariam minhas aulas, mas que não seria com ele, pois ele ainda estava em período de experiência e não era um demônio, apenas alguém como eu. Descobri que ele tinha 19 anos, apenas dois anos mais velho do que eu.

- Cerberus, fica quieto! – Dei bronca no animal que ficava me empurrando com a cabeça, aparentemente querendo brincar.

- Ele gostou de você, parece até um filhotinho agora – Jhon sorriu e se agachou para acariciar o animal.

- Um homem me disse isso mais cedo – Nem sei por que tinha dito aquilo.

- Estranho, geralmente os demônios nunca param para conversar com ninguém como nós por aqui, vai ver ele viu algo de importante em você – Sorriu para mim.

- Talvez… – Senti um frio no estomago.

Fomos para fora do castelo e ele disse para que eu nunca interferisse no que iria ver e que este era um de nossos trabalhos. Lá fora estava quente e o local dava uma sensação de estar pegando fogo, porém não haviam chamas em volta. Apenas uma visão meio vermelha e muito calor. Fomos até um pico do que parecia ser uma montanha, eu olhei para baixo e vi várias pessoas gritando de agonia e pude ver sangue para todos os lados, ou seria impressão minha?.

- Ali estão todas as pessoas que fizeram coisas ruins durante sua vida – O Jhon disse de repente – Porém cada uma dessas coisas tem um castigo próprio, como por exemplo: um estuprador tem o castigo de ser empalado – Ele deu de ombros – Aposto que você já sabe o que é.

- Sei sim – E eu sabia mesmo.

A imagem de um homem sendo empalado não saia da minha mente, o cara com um pau atravessando seu corpo, entrando pelo ânus e saindo pela boca. Era algo realmente sinistro e eu sacudi a cabeça para tirar esta imagem da minha mente o quanto antes.

- Vem, vamos sair daqui, está ficando tarde – Ele me puxou pela mão.

Me levou quase correndo para a entrada do castelo, rindo feito uma criança. Quando entramos no castelo quase batemos contra o homem que tinha falado comigo mais cedo, o que tinha a cor de leite. Na mesma hora o Jhon me soltou e se ajoelhou em frente ao homem, que olhava curioso.

- Me perdoe senhor – Ele disse de cabeça baixa.

- Jhon, quantas vezes lhe disse que não precisa de tal reverência comigo? – O homem tocou seu ombro, o fazendo levantar em seguida.

- Mas é claro que precisa, você é Lúcifer, nosso senhor – Ele soltava as palavras com orgulho.

- Espera ai, você que é o… – Não consegui completar a frase.

- Sim, eu sou o Lúcifer de que tanto falam – Ele se virou para mim e sorriu.

- Me perdoe pela falta de educação – Estava me ajoelhando, mas ele me puxou.

- Me poupe Rachel, já basta esse aqui. Sempre que eu falo que não é necessário que se curve sobre mim ele desobedece. Não vá me dar o mesmo desgosto – Ele sorriu.

- Está bem – Fiquei confusa.

- Eu estava te procurando Jhon, preciso de um serviço seu. Podemos conversar em particular agora? – Ele se virou para o Jhon, sério.

- Claro – Ele assentiu – Rachel, volte para casa por hoje, amanhã conversaremos mais – Ele sorriu e já ia me dando as costas.

- Espera, como que eu vou voltar para casa? – Perguntei desesperada.

- Feche os olhos – Lúcifer disse.

Eu fechei meus olhos e, de repente, senti aquele mesmo puxão no meu estômago, que dava vontade de vomitar. Depois de um minuto tudo parou, então pensei em arriscar abrir os olhos. Quando os abri percebi que estava na mesma capela de antes, aonde tinha feito o portal para ir para lá. Estava confusa e me sentindo extremamente cansada, me sentei em um dos bancos da capela e fechei os olhos, estava muito cansada mesmo.

Depois de um tempo assim, peguei o celular para ver as horas e agora o sinal dele tinha voltado. O relógio marcava 23 horas, me assustei. Tinha se passado tanto tempo assim? Me levantei e me espreguicei, era hora de ir embora. Fui até a frente do cemitério, pensando em como iria embora dali. Resolvi ligar para o Jack.

- Alô? Jack? – Perguntei.

- Sim, sou eu, Rachel – Ele respondeu.

- Jack, poderia vir me buscar? – Eu perguntei, sabendo que a resposta seria sim.

- Claro, onde você está? – Ele perguntou curioso.

- Sabe o cemitério Grant? – Olhei para a grande placa com o nome do cemitério.

- Sei sim, já estou indo para ai – Ele desligou o telefone.

Agora o que restava era esperar. Fiquei olhando para o céu e fumando um cigarro, sentada na frente do cemitério. Estava tudo bem calmo, até que ouvi um barulho estranho vindo de algum lugar. Olhei para trás e não vi nada, mas logo o barulho se repetiu. Mas que droga era aquela? Me levantei, apaguei a bituca do cigarro e fui ver o que era. O Jack me procuraria depois, se não me achasse ali na frente, então estava tudo bem. Abri o portão novamente e entrei na escuridão do cemitério.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.