Son Of Poseidon And Daughter Of Athena
2 Tudo de volta ao normal...
Notas iniciais
esta bem grande e eu adoro capítulos grandes ... se vocês forem legais comigo também e deixarem muitos comentários posto mais um amanhã!
nos vemos lá embaixo
boa leitura
Acordei de manhã muito cedo, odeio quando posso acordar tarde mais meu querido metabolismo decide o contrario. Fiquei na cama pensando em minha mãe que eu não via há muito tempo, ela sabia que eu tinha sido achado e que já estava em uma missão, mas nós não havíamos nos visto ainda. Estava sentindo falta da minha comida azul. Decidi ir visita-la mais tarde e que levaria Annabeth comigo. Minha mãe iria vibrar ao saber que estávamos namorando, que finalmente tomei uma atitude. A quem estou querendo enganar, Annie quem me beijou e praticamente me pediu em namoro. Estávamos tão grudados um no outro que me esqueci de contar á Dona Selly.
Levantei-me e fui tomar um banho. Demorei, pois no chuveiro lembrei que não havia sonhado como sempre, aquele sonho de semideus e sim tive um sonho normal. Sabia disso, pois não conseguia me lembrar. Saiu do chuveiro e coloquei uma bermuda e a blusa do acampamento, olhei no relógio, já eram 8 horas então fui tomar café.
Saindo do meu chalé, passei em frente ao chalé de Atena e Malcon estava na varanda esperando os seus irmãos.
– Bom dia, Percy. – Ele me disse sorrindo.
– Bom dia, Malcon. Annie já acordou?
– Não. Ainda esta dormindo. Ela foi dormir muito tarde onde, por que ficou arrumando sua mala e tal. – Annabeth não conseguiu dormir deixando as coisas jogadas como eu, que joguei minha mochila no chão e ainda nem a abri.
– Ah entendo.
– Quer acordar ela? – Ele perguntou com um sorriso sarcástico.
– Não, não acho melhor a deixar dormindo, vai que ela dormiu com a adaga e esta muito cedo pra eu morrer.
Ele riu.
– Sabia escolha.
Sai rindo, em direção ao pavilhão para tomar meu café. No caminho encontrei Quíron em sua forma de centauro.
– Olá rapaz. Como esta?
– Oi Quíron. Estou bem. Como foram as coisas por aqui enquanto eu estava fora? – Perguntei rindo.
– Nada boas. Achei que Annabeth iria ter um troço quando abrimos seu chalé e você não estava lá. Não nos assuste desse jeito, entendeu? – Ele disse apontando o dedo para mim. É bem assustador ter um centauro te apontando o dedo com cara de bravo.
Levantei as mãos em sinal de rendição.
– Ei, não foi culpa mim. Fui sequestrado. – Disse rindo. Quíron disse rindo também.
– Mesmo assim. Avise-nos.
– Ok, da próxima eu peço a Hera deixar um bilhete pedindo o resgate. – Ambos rimos, até que escutamos um trovão. – Qual é? Ela me sequestra, me manda um lugar estranho, salvo o mundo e ela ainda fica nervosinha? – Mais um trovão estourou no céu.
– Ahhn Percy acho melhor você deixar a rainha dos céus em paz. – Quíron riu minimamente.
– Ok, parei. – Olhei para o céu. Voltei a fitar Quíron. – Por que esta na sua forma de centauro?
– Fui convocado para uma reunião de família. Sabe como é... Meus parentes disseram que se eu não for, viram aqui, e não queremos eles aqui. – Eu e Quíron rimos. – É bom ter você de volta, filho.
– É bom estar de volta. – disse sorrindo. – Quem vai ficar no seu lugar?
– Bem, isso é com o Sr. D. – Soltei um gemido. – Vamos ver quem vai ser dessa vez.
Da ultima vez que o Sr. D teve que escolher alguém para ficar no lugar de Quíron, foi o cara mais idiota que existe. E ainda por cima, nos odiava mais que o Sr. D.
– Seja quem for se comporte Percy.
– Vou ver o que posso fazer.
Quíron riu se abaixou e bagunçou meu cabelo.
– Nos vemos daqui a três dias.
– Esta bem, até. – Ele foi saindo até que me lembrei de algo e foi atrás dele. – Quíron! – Ele se virou. – Posso ir visitar minha mãe?
– Bem Percy, você sabe que é perigoso. – Eu já ia começar a fazer cara de pidão. – Mas como vocês não se veem há muito tempo, pode sim. Tome cuidado.
– Valeu Quíron. Ah e posso levar Annie também?
– Percy...
– A, por favor...
– Esta bem. Mas voltem antes do anoitecer.
– Beleza. Tchau e boa festa com seus parentes.
– Obrigada.
Assim ele saiu, e logo atingiu a velocidade de um centauro. Fui para o pavilhão tomar café. Escolhi panquecas, calda e uma maça. Fui ao braseiro e fiz minha oferenda.
– Aos deuses.
Dirigi-me até minha mesa, e comecei a comer. Muitas vezes tive que para parar conversar com alguns campistas que vinham me dizer coisas como: “Muito bom Percy” “Da próxima vez, me leva com você?” “Você ainda esta com a Annabeth?”.
Essa ultima fiz questão de responder a filha de Afrodite.
– Estou sim.
– Bem quando se cansar dela, me procura. – Ela piscou e foi para sua mesa, quando chegou lá ouvi suas risadinhas.
Decidir ficar bem longe do chalé de Afrodite.
Terminei meu café, e vi que minha primeira aula era esgrima com o chalé de Ares que no caso havia me tornado o professor. Então era hora de zuar um pouco com Clarisse. Com esse pensamento foi para a arena esperar meus “alunos”, rindo.
Logo todos chegaram inclusive Clarisse, que me dirigiu um olhar fulminante.
– Afs pensei que você tinha morrido. – Ela disse com desdém. Eu me limitei a sorrir e disse:
– Até morri Clarisse, mas voltei por sentir saudades de você. – Todos os seus irmãos riram, até que Clarisse gritou:
– Calados!
– Qual é Clarisse? É só brincadeira. – Eu disse antes que ela esfaqueasse alguém. – Vamos começar logo.
Todos começaram a chutar, esfaquear, decapitar os bonecos, e eu ia passando dando dicas para todos. Quando cheguei a Clarisse ela havia desenhado um tridente no peitoral do boneco e o decapitou, depois me olhou.
– Boa Clarisse, só esqueceu que se fosse eu ai isso nunca aconteceria. – Ela me encarou e tentou me estocar. Esquivei-me sem esforço, pois já esperava por isso. – Errou.
Achei que ela iria me matar, mas a concha tocou e todos foram dispensados.
– Eu ainda te mato, Jackson! – Ela saiu pisando duro, no caminho encontrou seu namorado Chris Rodrigues, mas passou reto por ele. Ele a seguiu perguntando o que tinha acontecido e ela respondeu: — O idiota do Jackson, esse menino me paga!
Chris virou e veio para a arena. Eu havia sentado no chão e estava tomando água.
– O que você fez dessa vez, Percy? – Chris perguntou com uma voz cansada, como se fosse um pai apartando a briga dos filhos.
– Nada! Ela tentou me atacar e errou. – Disse com cara de inocente.
– Sei vocês dois vivem se provocando.
– Ela quem começa.
– E você da corda. – Ele riu e eu o acompanhei.
Logo o chalé de Hermes chegou para treinar. Eu era um bom professor. Tivemos algumas lutas corpo a corpo, e logo a concha tocou novamente e era hora do almoço.
Eu estava muito suado, então tirei minha camisa e fui pro meu chalé tomar um banho. Coloquei uma regata e bermuda e sai. Olhei para o chalé de Atena e não vi ninguém. Será que Annie ainda estava dormindo? Decidi entrar lá.
Bati na porta primeiro. Nada. Entrei e vi que estava muito escuro lá dentro. Todos os beliches arrumados, menos um, de onde vinha um ressonar baixo. Caminhei até lá e vi a cabeleira loira de Annabeth. Ela dormia tranquilamente, com os lábios entre abertos e com as mãos embaixo do rosto. Logo me lembrei da primeira vez que eu a vi e a comparei com uma princesa. Era verdade. Não queria acorda-la, mas queria dar uma volta com ela, então passei a mão em seu rosto.
– Annie? Já é hora do almoço, vamos, acorda
Ela nem se mexeu. Então peguei seu ombro e puxei-o levemente.
– Annabeth? Esta viva ainda? – Ri imaginando que ela iria me bater, se estivesse acordada. – Acorda menina! – Gritei. E foi um dos maiores erros de minha brilhante vida.
Em um mínimo segundo eu estava no chão, com uma adaga na garganta e uma loira muito brava em cima de mim.
– Zeus! Annie sou eu!
– Você esta louco, Percy? – Ela me disse ainda zangada e sem tirar a adaga de meu pescoço. Coloquei os braços em seus ombros.
– Foi mal, é que você não acordava de jeito nenhum. – Ela corou.
– É que eu tenho um sono pesado, e faz meses que eu não durmo direito por que certo namorado sumiu!
– Já disse que não é culpa minha, poxa!
Ela sorriu, esfregou os olhos e se abaixou e me deu um selinho.
– Eu sei cabeça de alga. Bom dia!
– Bom dia, sabidinha. – Ri. Ela saiu de cima de mim e me ajudou a ficar de pé. Percebi que ela estava apenas de short muito curto e uma blusa de alcinha.
– Acho que você não baba apenas quando esta dormindo. – Ela riu veio até mim e fechou minha boca e que não havia percebido que abri. – Me espera lá fora? Eu vou me trocar e já saiu.
– Espero.
Sai e sentei nos degraus da varanda, mas ainda estava meio bobo. O corpo de Annabeth estava na minha mente. Eu nunca reparei muito bem, assim, tão... digamos com desejo. Balancei minha cabeça. Calma Percy, Annie te mata se descobre que esta pensando essas coisas. Mas ela é minha namorada.
Fiquei travando essa batalha no meu cérebro, meu lado moral e imoral, até que senti braços em volta do meu pescoço e lábios na minha orelha.
– Você esta muito pensativo. Fiquei preocupada. – Ela riu.
– Engraçadinha. – Fiquei nervoso, pois não conseguia esconder as coisas por muito tempo de Annie.
– O que estava pensando? – Ela me dava beijos na bochecha e no meu pescoço.
– Nada. Só no acampamento.
Ela me olhou, levantou uma sobrancelha.
– Mesmo?
– Sim...? – Não queria que parecesse uma pergunta, mas estava com medo daqueles olhos cinzentos me fitando, acusatórios.
– Hmmm... – Ela me sondou. – Vamos almoçar cabeça de alga.
Levante-me e fomos de mãos dadas até o pavilhão. Fui para minha mesa e Annie para sua. Almoçamos e quando ela terminou se sentou ao meu lado.
– Quebrando as regras de novo, sabidinha? – Eu perguntei, sorrindo.
– Eu apenas vim te perguntar, se queria dar uma volta na praia comigo. Mas deixa pra lá.
Ela fez menção de se levantar, mas eu a puxei.
– A claro que eu quero Annie!
– Eu sei. – Ela me deu um selinho. – Te espero na praia.
Ela se levantou com alguns olhares a acompanhando, inclusive o meu. Terminei, e corri até meu chalé. Peguei uma toalha de praia e umas cocas (cortesia dos irmãos Stroll). Corri para a praia. Estava muito precisando de uma tarde com Annie.
Notas finais
Spoiler: próximo capitulo é o encontro na praia e uma surpresa!
reviews??? por favorzinho???
bjs
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