Notas iniciais
Bom dia genteh! Hoje sai o outro trailer de Em Chamas, lalalalalalalalaaaaaa!
OS LOOKS:
Angel Herondale - http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo/set?id=90191817
Sophia Lightwood - http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo/set?id=90191743
Charlotte Mownson - http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo/set?id=90192109
Diana Lightwood - http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo/set?id=90191902
Faith Carstairs - http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo/set?id=90192109
Tiffany Blackthorn - http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo/set?id=90191579
Tá simplezinho porque, bem, 90% pediu jeans e camisas com frases engraçadas e.e Foi o melhor que eu consegui, sorry.

POV: Sophia.

Estávamos sentados no canto da sala de treinamento, as costas apoiadas na parede, enquanto assistíamos Emily e Diana lutarem.

~Flashback on~

Tudo começou faz uma meia hora, enquanto líamos qualquer coisa na biblioteca. Diana abaixou seu livro, que era Jogos Vorazes ou qualquer coisa assim, e disse, perplexa, para ninguém em em particular:

– O Finnick é uma prostituta.

– Eu sei – Emily disse, sem tirar os olhos de seu livro. — Todo mundo sabe disso.

– Eu sei que você sabe.

– Eu sei que você sabe que eu sei.

– Eu sei que você sabe que eu sei que você sabe.

– Eu sei que você sabe que eu sei que você sabe que eu sei.

– Eu sei que você sabe que eu sei que você sabe que eu sei que você sabe.

– Eu sei que você sabe que eu sei que você sabe que eu sei que você sabe que eu sei.

– Eu sei que você sabe que eu sei que você sabe que... Argh, perdi a conta!

– Ai toma, sou melhor que você, beijo recalque – Emily comentou, sem tirar os olhos de seu livro.

– O que disse?

– Que sou melhor que você.

Diana a encarou.

– Vai sonhando!

– Não acredita que sou melhor que você?

– Você não é melhor que eu.

– Veremos. — então Diana, nada sensatamente, jogou seu livro na poltrona e avançou em Emily, e elas começaram a se estapear, rolando pelo chão.

Faith fechou seu livro, impaciente.

– Podem ir se matar em outro lugar? Estou tentando me concentrar aqui, criaturas.

Elas pararam de rolar, a mão de Emily fechada em um punho a milímetros do nariz de Diana, que olhava para Faith como se dissesse obrigada. Ambas viraram o olhar para ela.

– Vamos para a sala de treinamento – Emily se levantou, e Diana a seguiu. Então o resto de nós, que adora um barraco, seguiu eles, e Faith ficou por lá, mesmo.

~Flashback off~

Agora estava muito melhor, porque elas, além de se estapearem, usavam espadas, e Charlotte, uma garota que chegou no Instituto hoje de manhã, pegou pipoca pra gente, o que deixa tudo mais legal.

– Espere – Emily pediu, no meio da luta, tirando a blusa, ficando apenas de top. — Pronto. Eu estava com calor.

– Não se sente meio oferecida assim não? — Angel perguntou.

– Ah, não tem problema nenhum, só tem garotas hétero nessa sala – Emily disse, dando de ombros e pegando sua espada novamente.

Brandon pigarreou.

– Você não conta – Emily retrucou. -, porque é gay.

– Não sou gay.

Emily começou a rir bem alto, e nós a acompanhamos.

– Isso mesmo – afirmei. — Brandon é hétero, Magnus usa roupas normais, o Kevin Zegers é feio, a família dos Lightwood é pequena e a Tessa não é irritantemente indecisa.

– Tessa? — Charlotte perguntou.

– Uma imortal de outra saga, talvez você a conheça – Tiffany explicou.

– Ah.

Louise abriu a porta da sala, ao lado de um garoto. Emily se abaixou e vestiu a camisa rapidamente.

– Garotas – Louise começou, e Brandon pigarreou novamente. — tá, garotas e Brandon, esse é Antony. Ele veio de Idris. Acho que já o conhecem, sim? Ele já veio aqui antes.

– UM HOMEM NESSE LUGAR! — Diana comemorou. Brandon pigarreou pela terceira vez, e ela tacou uma pipoca na cara dele.

– Ah, você é o louco bipolar do anelzinho e que odeia o Jordan? — perguntei.

– Hum... creio que sim. E eu não tenho nada particular contra o Jordan. Só não gosto muito de lobisomens – o cara, Antony, disse. Pelo Anjo, ele é gato. Acho vai ter uma guerra entre todos nós por ele.

– Como assim “louco bipolar do anelzinho”? — Charlotte perguntou.

Antony olhou desconfortável para a própria mão. Um anel prateado brilhava em seu dedo.

– É... estranho – ele disse. — É quase uma maldição. Ou qualquer coisa assim, exceto pelo fato de que eu nasci com isso, e não é possível me livrar disso. As pessoas separam isso por apelidos. Me chamam de Tom quando sou “bonzinho”, que é quando eu uso esse anel – ele indicou, levantando a mão. — e me chamam de Tony quando sou um sarcástico manipulador e estrategista. E eu odeio lobisomens quando sou Tony. Acho que o Jordan tem medo de mim, ou me odeia. Ou os dois.

– O Jordan também me odeia! — Brandon comentou, animado. — Na verdade, o Raphael, o Simon, o Meliorn e o Jonathan qualquer coisa também.

– Por quê? — Tom perguntou.

– Longa história. Só te aconselho a não tentar formar uma segunda One Direction com seres do Submundo. Eles não gostam disso – ele respondeu, dando de ombros. — Mas estava bem engraçado.

Tom pareceu confuso, mas não disse nada.

– Ei, Louise, porque você está deixando tantas pessoas novas entrarem? — Angel perguntou. — Você costuma dizer que nos odeia e vai tacar o próximo pirralho que aparecer no Instituto pela janela do segundo andar.

– Ah, sim. Mas Charlie é um amor e Antony é o maior gostosão, e sabe cozinhar.

– Isso significa que vamos parar de pedir pizza em todas as refeições, todos os dias? — Tiffany perguntou, alarmada.

– É.

Foi quase como se desse para sentir o ódio mútuo nos olhares de todos em Antony.

– Ele sabe fazer pizza também, seu bando de gordos – Louise explicou. — É para economizar.

O ódio nos olhares diminuiu relativamente.

– Vamos voltar à briga – sugeri. Emily e Diana voltaram a lutar feito malucas, e Antony se sentou conosco no canto da sala.

Então Diana deu um passo para trás para desviar de um golpe, pisando em um quadrado diferente do tapete de borracha que cobria a sala, e ele se desmontou dos outros, afundando, e Diana caiu junto no buraco.

Nós o cercamos imediatamente. Com sorte o buraco formado não era fundo e ela poderia sair dali com facilidade se alguém a ajudasse. Mas ela encarava a sua frente com curiosidade.

– Gente, esperem... desçam aqui.


POV: Angel.


Todos nos entreolhamos e não fizemos nada.

– Ah, deixem de ser covardes, se ficarmos presos ligamos para Faith e ela busca uma escada ou qualquer coisa assim – Diana disse, revirando os olhos.

– Ok. Mas se eu ficar preso aí dentro e não conseguirmos chamá-la, você vai fazer pezinho pra mim – Brandon pulou.

Emily deu de ombros e o seguiu, com Sophia atrás dela. Eu e Charlotte as seguimos, e logo todos estavam no buraco.

À nossa frente havia um imenso túnel com paredes de pedra, iluminado a cada aproximadamente 3 metros por um suporte com uma pedra de luz enfeitiçada. Não dava pra ver o que havia no final do túnel, estava escuro demais.

– Ah, eu vou ver o que tem no fim – Tiffany decidiu. — Se eu morrer mandem um beijo ao Josh Hutcherson e digam pra ele que eu o amo.

Ela marchou pelo corredor, e nós acabamos por segui-la.

Chegamos no fim do corredor após 10 minutos caminhando, Brandon reclamando o tempo todo que seus pés estavam doendo. Estava escuro, as pedra enfeitiçadas haviam sumido uns dez metros atrás, e a única luminosidade do ambiente era uma luz fraca que passava por uma fresta da porta entreaberta que havia na nossa frente.

Então nós paramos em frente à porta, e Sophia se esbarrou em mim. Ela estava andando um pouco atrás de nós, por ter parado para tirar uma farpa do pé, e não havia visto que nós paramos. Quando ela esbarrou em mim, eu fui empurrada para frente, e caí por cima da porta, empurrando-a e abrindo-a completamente.

Me levantei, trêmula, e dei um passo para trás. Prendi a respiração. A sala em que eu me encontrava era de pedra, assim como o corredor, porém mais bem-iluminada que ele. No centro da sala, que era sem mobília nenhuma, haviam pessoas vestindo túnicas negras, sentadas em um círculo jogando algo que parecia Uno. As pessoas viraram seus rostos encapuzados para nós.

– Quem são vocês? — perguntou uma das pessoas se levantando, sua voz era masculina. As outras 3 pessoas se levantaram atrás dele.

– Quer que nos apresentemos individualmente? — Diana perguntou.

– Ahn, pode ser.

– Eu sou a Florzinha! — Charlotte se apresentou.

– Eu sou a Lindinha! — Sophia disse após ela.

– E eu sou a Docinho! — Diana completou.

– E juntas nós somos – elas gritaram ao mesmo tempo – as meninas super-poderosas!

O capuz do homem nos impedia de ver seu rosto, mas pude sentir que ele havia fanzido a testa.

– Sou a espada na escuridão, o vigilante na Muralha – comecei. - Sou o fogo que arde contra o frio, a luz que traz consigo a alvorada, a trombeta que acorda os que dormem, o escudo que guarda o Reino dos Homens!

– Me chamo Rony – Brandon se apresentou. — Rony Weasley.

– Eu sou o Tordo, a faísca e a garota em chamas! — Emily falou entusiasmada.

– Eu sou Tiffany Blackthorn Hutcherson Frost Wright Bower Zegers Carstairs Valdez... – ela disse. Passaram-se 2 horas, todos estavam dormindo em pé, quando ela finalmente concluiu: — Eaton Snow Waters Claflin. Ufa, gravei tudo.

Antony cutucou o cara de túnica, que estava cochilando.

– Ah, sim – ele se espreguiçou. — E você é...?

– Tom.

– Ok.

– Sua vez de se apresentarem – Sophia disse.

– Octavian – o garoto disse, tirando o capuz. Os outros 3 fizeram o mesmo.

– Draco Malfoy.

– Joffrey Baratheon.

– Jonathan Christopher Morgenstern.

– PARA TUDO! — Diana gritou. — Você é o Jonathan Morgenstern? O irmão da Clary, filho de Lilith, que ressuscitou e odeia o Brandon?

– O próprio.

Então Brandon, que já deixou de participar de metade da história porque fugiu aterrorizado no meio do capítulo, fez exatamente isso, com medo que Jonathan o devorasse vivo ou qualquer coisa assim.

– Nós juntos formamos a... — Joffrey começou.

– Eu sei quem vocês são! — Emily o interrompeu, batendo palminhas. — Vocês são a A.S.B.L.O.!

– Asblo? — Draco perguntou, confuso.

– É – Emily insistiu. — a Associação Secreta das Bichas Loiras Oxigenadas!

– Na verdade – Octavian a corrigiu. — somos a O.U.P.L.E., a Organização Ultrassecreta dos Personagens Loiros Excluídos.

– A.S.B.L.O. combina mais – Diana ponderou.

– Bom, já que já descobrimos vocês, eu vou embora, estou com fome – falou, se virando para a porta, mas Joffrey colocou a mão em seu ombro. — NÃO ME TOQUE SUA CADELA LOIRA DESPREZÍVEL!

Joffrey recuou assustado.

– Não contem para a Clave, por favor! Nós não fazemos mal nenhum a vocês! Apenas ficamos aqui escondidos, jogando Uno, e, juro pelo Anjo, não tentaremos dominar o mundo novamente se não nos denunciarem!

– Tá né – Sophia saiu pela porta. Nós a seguimos, e a O.U.P.L.E., ou A.S.B.L.O., como você preferir, ficou para trás, jogando Uno.

Chegando no início do corredor, encontramos Brandon com seu celular, um funk horroroso tocando dele.

– Ela não anda, ela desfila, ela é top, capa de revista...

– Brandon, desligue essa porcaria! — pedi.

– Não, Faith deixou o celular desligado, e o jeito mais simples de chamar a atenção dela que eu consegui foi esse – ele nos explicou.

Então nós, caçadores de demônios com sangue de anjo, nos sentamos e ficamos ali, na entrada de um túnel para uma organização de loiros socialmente rejeitados, pedindo ajuda com o funk do celular de um garoto que tem medo de idosos. Faz sentido. Só que não.

Passaram-se apenas 2 minutos e Faith estava lá. Ela olhou para Brandon com raiva, e depois, só depois, percebeu que estávamos sentados como mendigos em um buraco no meio da sala de treinamento.

– O que exatamente vocês estão fazendo aí? — ela perguntou, arqueando as sobrancelhas.

Diana encarou a parabatai com compreensão e suspirou.

– Depois eu te explico. Só traga uma escada e nos tire daqui.

Notas finais
Então, o que acharam? HUEHUEHUEHUE
Dia 23 começo a escrever o outro.
Ah, sim, gostaram dos looks?
Beijos, até o próximo!