Something Stupid
17 XVII. aquele sobre rose weasley e rosas vermelhas
Notas iniciais
Dependendo da forma como você escolhesse contar a história, ela começava com uma declaração estabanada. Em noite tempestuosa, no final de junho, Rose Weasley bateu à porta de Scorpius Malfoy, carregando consigo um milhão de sentimentos, uma convicção nunca vista antes e um buquê de rosas vermelhas. Ela não era uma romântica, mas Scorpius era e certamente apreciaria o gesto. Além disso, a moça achava que havia uma metáfora ali. Algo sobre como, assim como aquelas rosas que compartilhavam seu nome, estava se entregando para ele. Rose também não era boa com metáforas. Porém, isso não importava.
O que importava era que, enquanto a chuva lavava o mundo do lado de fora, ela bateu à porta do Malfoy, como já havia feito tantas vezes antes. Mesmo que os dois não se falassem há semanas, o rapaz sequer pareceu surpreso ao encontrá-la parada ali. A coisa mágica sobre os românticos, veja bem, era que eles nutriam uma quantidade inigualável de fé. Fé nas pessoas. Fé no amor. Fé em si mesmos. Scorpius sempre soubera como aquela história terminaria. Sendo assim, apenas aceitou as flores e sorriu para Rose. E ela sorriu para ele, enquanto sussurrava três palavras estúpidas:
— Eu amo você.
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