Notas iniciais
Olha quem tá atrasada de novo??? Euzinha -.-' Era pra ter postado ontem, porém dormi fora e o not que eu peguei emprestado tinha a net muito ruim, e como eu uso o word online( pq a Microsoft não dá word e o resto das coisas no Windows 8, tem que pagar e eu não to cagando dinheiro ;-;) perdi metade do capítulo, ai eu ia escrever durante o dia, mas hoje foi o dia do gaúcho( Sim eu sou do Rio Grande do Sul), ai não deu. "Mas chega de história tia Lizzie, para de enrolar" Tá, tá. Sem recapitulando hj to com soninho pra isso ;-;

Abe apareceu minutos depois, trazendo consigo um buque de flores vermelhas, me ofereceu algumas das quais eu aceitei de bom grado. Fomos para o carro e Abe seguiu viagem dirigindo

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— Bem, acho que chegamos.— Digo sem muito animo. Saio do carro e vou em direção ao cemitério. Ele tem muros de tijolos cinzas e um portão de ferro pintado de preto. Poderia se dizer que é um grande e lindo campo verde, bem cuidado e privado, claro, se não fosse pelas lápides espelhadas por ele todo. Paro logo na entrada e espero Abe, logo ele esta no meu lado me oferecendo o seu braço para mim, entrelaço o meu ao dele e rumamos cemitério a dentro para uma parte alta de lá.

— Rose, vou dar uma passada no túmulo de uns conhecidos meu, se importa de ficar sozinha? —Mente Abe. Entendo ele por mentir, ele só quer me dar um pouco de privacidade com ela, ele sabe como foi difícil a perda pra mim, portanto resolvo entrar na mentira.

— Ah, claro, deixe umas flores para eles também.

— Sim, daqui a alguns minutos volto aqui.— E vai ele seguindo em direção ao outro lado verde do cemitério.

Dou uma olhada no céu, está azul e sem nuvens, os raios de sol fracos, mas sem deixar de iluminar. Me sento na grama ao lado de uma lápide, não qualquer lápide, a lápide dela, de Janine Hathaway, minha mãe.

— Cá estou eu novamente mamãe...— Falo olhando para o céu.— Seja aonde você estiver espero que esteja bem.— Termino de falar sentando na grama ao lado da lápide.

— Coisas aconteceram, entrei num caso mega importante da Interpol, acho que se você estivesse aqui ainda seria a escolhida para o caso. Mason está de volta sabia? Ele realmente achou que sumindo por um tempo me faria esquecer tudo oque ele fez para mim naquela época em que eu mais precisei, mas as coisas não vão ser tão fáceis para ele...— Olho para uma parte da lápide onde está escrito o nome dela.— Eu sinto a sua falta mãe, por mais que você não fosse a mulher mais presente do mundo ainda sim era minha mãe, era não, é mesmo não estando comigo aqui hoje.— Passo a mão pela maçã do rosto secando minhas lágrimas que começaram a cair.— Sabia que papai veio hoje? Ele conseguiu trouxe até Nikolai junto dele. Ele continua com aquele jeitão de mafioso que eu sempre te disse, não tem como não reconhecer ele, até mesmo de longe se sabe quem é.

Passo mais uns quinze minutos falando. Abe aparece, resolvo dar um tempo pra ele também, sei que ele também sente falta dela. Vou em direção a um laguinho que tem dentro do cemitério, encontro um banco e sento nele. Começo a pensar no inicio da missão essa noite, penso se não foi realmente uma desculpa de Hans para se certificar de que não me matei ainda. Bom de qualquer forma terei de ir nessa tal de festa. Sinto uma mão no meu ombro esquerdo, olho para cima.

— Vamos? Você não pode se atrasar, o dever te chama.— Diz Abe. Levando e passo a mão pelas calças como se fosse tirar alguma poeira. Vamos para a saída do cemitério, entramos no carro e vamos embora.

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— Vocês dois tem que chegar na festa as 21:00, todo o material que vocês precisam está naquelas duas malas ali.— Diz Hans apontando para duas malas grandes no canto da sala. Estou agora na casa em que o pessoal da Interpol se "hospedou" para a missão.

— Rose você me escutou?— Diz Hans e percebo que não foi a primeira vez q ele fala.

— Hum devo ser sincera? Não, repete ai.— Digo tranquilamente e Hans revira os olhos.

— Eu disse que Mia está chegando e que você vai se arrumar aqui e não na sua casa.

— Perai a Mia tá chegando? Como assim? Quem é que vai cuidar da minha Marie?— Digo aflita esperando que ela não tenha ficado sozinha, se não mia ia se foder duas vezes, primeiro que eu ia xingar ela e a segunda é que Marie iria colocar a casa abaixo.

— Cheguei pessoas do meu coração. Rose só pra avisar a Marie ta como Eddie okay? Tire essa cara de preocupação que eu vou te ajudar a se embelezar.— Chega Mia vestindo um sobretudo rosa, lenço sobre seus cabelos louros, óculos escuros, uma calça branca, botas de couro e uma mala roxa de rodinhas na mão. Já sabia oque tinha naquela mala, deveria ter todas as coisas das revistas da Avon ali.

— Não ouse nem questionar, hoje você vai ser minha Barbie, ordens do Hans.— Olho para Hans incrédula do que Mia acabou de dizer pra mim. Debochado como é, só riu da minha cara.

— Estão todos dispensados. Hathaway quero você aqui as sete da noite para se arrumar.

Vou para casa, vou direto na cozinha procurar algo para comer. Encontro Abe de frente para o fogão.

— Sabia que você ia chegar com fome, então como o bom pai que sou fiz batata frita.— Ele se vira e coloca um prato gigante no balcão. Sento no banco pronta pra começar a comer, porém Abe me interrompe.

— Tire a bunda da cadeira e vá chamar Nick.— Diz num tom autoritário. Bufo. Levanto da cadeira e vou para a escada e grito.

— Nikolai. Batata. Balcão. Quente. AGORA.— E volto para meu lugar no banco.

— Ainda não entendo essa comunicação idiota de vocês, não é mais prático ir lá chamar?

— Quando se fala de comida não velhote.— Abe revira os olhos. Nikolai chega e começamos a devorar as batatas fritas. Se Abe não fosse mafioso... Digo empresário, poderia até ser chefe de cozinha, cozinheiro ou qualquer coisa que envolva ele fazer comida, pois ele no fogão é simplesmente ótimo.

Após isso olhamos um filme, "Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer", gostei do filme até, Abe ficou reclamando que eu olho coisas muito violentas, mas eu trabalho em meio a violência. Nikolai só ri da nossa discussão. Olho o relógio da sala, são seis e quarenta e cinco. Subo tomo um banho, visto um short jeans e uma regata branca. Procuro um chinelo e rumo a casa ao lado da minha. Chegando toco a campainha, Hans abre e eu entro pra começar a tortura. Ser a Barbie da Mia não vai ser fácil.

Notas finais
Bom é isso, espero que tenham gostado. Comentem, favoritem, recomendem, compartilhem com suas amigas fãs de VA e universo alternativo, me matem pelo atraso(não façam isso se não não tem mais fic). Hoje tem spoiler 'u' *Spoiler "— Vocês são bem apaixonados pelo o que eu vejo.— Ele me aperta mais contra seu peito.— Namorando a quanto tempo? — Casados.— Responde ele firme. — Que lindo, parecem que se amam como se ainda fosse o começo do amor de vocês. Felicidades viu?— Como se "ainda fosse o começo", começo empurrado só se for." Tchau pra vcs, vou dormir. Capítulos só no sábado agora, ou madrugada de domingo como hoje. Bjs amores