Someone Like You
1 Capítulo 1: [Carly] Someone Like You (Part One)
Notas iniciais
Point Of View: Carly
O submarino entrou em terra firme. Um terreno militar. Finalmente vi terra firme. Após cinco anos num submarino na Italia eu voltei a Seattle. Muita coisa mudou inclusive, meus sentimentos. Ou talvez sempre foram os mesmos.
Sabe, quando fui embora de Seattle, depositei um beijo de, infelizmente, apenas 3 segundos em sua boca. No dia não entendi por que fiz aquilo e corei, mas hoje sei o motivo: Eu o amo. Seu amor sempre me fora correspondido, mas eu nem me dera conta. Há três anos conversávamos toda noite e eu notei meu amor. Mas, no terceiro ano ele ficou distante, sempre dizendo estar cheio de trabalho para estar na net, por causa de um estagio em... Boston? No quarto ano, disse estar passando por dificuldades financeiras, com mais trabalhos ainda. No quinto ano... Bem, nos não nos falamos e quando falo com Spencer no assunto "Freddie" ele troca logo o assunto. o máximo que consegui saber foi que ele virou diretor de uma das lojas da Pear Store e que tem tido pouco tempo, mas sempre dedicando esse tempo a família. Decidida a vir eu fiquei. Afinal me dá um aperto no coração velo longe. Combinei com Spencer que ele chamaria Sam, Freddie e Gibby para o apartamento sem saberem que eu estaria lá. Ele concordou para me ver feliz.
– Chegou, moça. — Anunciou o taxista, um jovem de voz grossa, com a idade mais ou menos a minha. — 37 dólares. — Entreguei o dinheiro a ele.
– Obrigada. — Disse eu.
– Não há de quê. — Ele sorriu simpático. — Quer ajuda com as malas senhorita? — Ele perguntou, após sair do carro e abrir a porta para mim. Deve me conhecer do iCarly.
– Claro. — Sorri novamente. Ele levou as malas até a portaria, onde jazia Spencer. O porteiro, que obviamente não era Lewbert, era mais jovem e simpático, tanto que me Cumprimentou. O taxista deixou as malas com Spencer e foi embora. Entramos no elevador.
– Estranho. — Disse eu.
– O que é estranho? — Perguntou Spencer.
– Esse novo porteiro. É gentil e bonito. Onde está Lewbert? — Perguntei a Spencer. Ele me olhou como se eu tivesse algum problema gravíssimo.
– Esse é o filho dele. — Ele me disse.
– Ah, uh. — Juro que fiz cara de vomito. Ele tinha um filho?
Logo chegamos, no nosso andar. Estava do mesmo jeito de anos atrás. Logo subi e deixei as coisas.
Lar doce lar.
////||||\\\\\\\\ Horas Mais Tarde ////||||\\\\\\\\
Estava tirando as bebidas da geladeira quando ouvi o som da campainha. Logo Spencer chegou correndo de seu quarto, coloquei um dedo em minha boca para ele não falar nada.
Ele abriu a porta e Gibby, depois Freddie, entraram. Gibby, tinha o mesmo estilo de sempre. Um pouco mais velho e adulto. Já Freddie vestira uma roupa mais social e chique, parecia ser um daqueles homens de negócios. Afinal ele é o diretor da Pear Store. Onde está Sam?
– Oi Spencer! — Disse Freddie. — A Sam não veio por que ela está no hospital para a rotina e... Carly? — Ele perguntou me olhando. Gibby apenas segurava sua cabeça (?).
– Não sou Carly, sou a Petrovina (?) — Disse imitando uma voz irônica. Petrovina Carly? Sério?
– A irmã do meião se chama Petrovina. — Disse Gibby acariciando a cabeça falsa. Ignorei e abracei Freddie.
– Freddie! Quanto tempo! — Assim que o abracei pude sentir aquele seu cheiro novamente. Aquilo era bom.
– Carly! — Ele me abraçou por meio segundo o que me deixou com um sorriso triste, logo foi ajudar a tirar as bebidas. Gibby me olhou triste como se algo que ele soubesse fosse me deixar muito, muito triste. Apenas ignorei afinal é algo da minha cabeça. Logo fui abraça-lo também.
– Gibby! — O abracei num rápido abraço. — E como vai Tasha? — Perguntei.
– Nós casamos! — Ele anunciou feliz. — Há quatro anos para ser exato.
– Sério? Parabéns! — Disse contente. — E Sam onde está? — Perguntei. Afinal, não vejo minha melhor amiga há 5 anos. Quero abraça-la logo. Sorri com esse pensamento.
– Ela está no hospital. — Disse Spencer normalmente. Minha cara transbordou preocupação. Ele notou isso e se corrigiu. — Não, não se preocupe! Ela está bem. Ela deve querer lhe contar pessoalmente. — Ele piscou. Suspirei tirando as preocupações. Deve ser uma boa noticia. Mas, por que ela estaria no hospital?
– Ah, bom! O que ela está fazendo da vida? — Perguntei. "Por favor não está roubando bancos, por favor não está roubando bancos..." Pensei.
– Ela é a principal sócia de meu restaurante. A sortuda praticamente não faz nada. Mas, na época estava em dificuldade tive de abrir o capital e... Ai já viu né? — Entendi. Realmente ela se deu bem.
– Bom, acho que já sei o que o Gibby faz. — Disse sorrindo. Virei-me para Freddie. — E você Freddie? — Perguntei.
– Ah, eu sou o diretor de uma das maiores franquias da Pear Store de toda Seattle. Confesso que preferiria trabalhar com câmeras e mesas de edições, mas tive de ficar em Seattle por um motivo pessoal. — Ele disse como se eu fosse uma estranha em sua vida. Ele disse como se não me conhecesse. Ele disse tão... Tímido?
– Ah. — Sorri triste com o tipo de resposta. — E como funciona seu trabalho? — Agora acertei! Ele começou a falar mais espontaneamente se esquecendo do "problema" que te impede de conversar comigo. Começou a falar suas baboseiras nerds de sempre. Tão, tão lindo. — Que legal. — Disse depois de não ouvir uma palavra do que ele disse.
– Valeu. — Ele agradeceu. Ouvi um beep. Era de seu telefone. Ele abriu a mensagem e arregalou os olhos. — Tenho que ir. — Ele disse sem nenhuma expressão, por mais que eu visse em seus olhos que algo de bom estava acontecendo.
– Hã... Freddie! — Eu o chamei e ele se virou. — Quer sair qualquer dia? — Perguntei toda segura de mim. Gibby e Spencer se entreolharam. Estava crente de que ficaríamos juntos, mas ele mordeu o lábio inferior e para minha surpresa disse:
– Não... Não vai dar. Eu tenho que ir. — E ele foi calmamente. Ele saiu. Emburrei minha face e sentei-me triste no sofá.
– Por que ele disse não? — Perguntei para mim mesma. Gibby se sentou ao meu lado e deu uns tapinhas no meu ombro.
– Carlynha... — Spencer se sentou do outro lado. Suspirou. " É a hora da verdade " ele sussurrou. — Carly... A verdade é que *suspiro*... Freddie está casado.
Meu mundo caiu.
– Com quem ele... — Eu disse, mas Spencer me interrompeu.
– É melhor você saber pelo próprio. — Ele disse.
– Spencer... — Ele assentiu. — Onde Sam mora? Quero visita-la.
/////||||||\\\\\\\\\\ Dia seguinte /////||||||\\\\\\\\\\
Antes de visitar Sam, preferi caminhar pela cidade. Eu sei, eu sei. Estou deprimida. Tenho que falar com minha melhor amiga. Mas, tenho que tirar um tempo para mim.
Ele se casou.
Como?
Com quem?
Por que?
Em meio a esses pensamentos, vendo o sol do meio-dia e meus cabelos ao vento, pensei "Será que ele não me ama mais?". Sei lá. Talvez eu devesse ter voltado o mais rápido possível, assim impedindo essa "tragédia". Logo me esbarrei num estranho, nem tão estranho. Era Freddie, logo abri um sorriso que desapareceu.
– Carly? — Ele perguntou. Ouvir a sua voz era como ouvir o mar... Me acalma.
– Freddie... — Disse eu. — Quer almoçar? — Perguntei vendo um restaurante, logo há nossa frente. Ele já ia negar, mas eu disse: — Somente como amigos.
– Está bem. — Nós fomos até o restaurante. Depois disso ele não falou nada além de seu pedido. Era estranho.
– Freddie... — Ele tirou os olhos do celular e olhou para mim. — Por que está tão tímido? Parece que não nos conhecemos meu velho amigo... — Ele corou.
– Me desculpe é que... — Ele ia disser algo, mas não aguentei.
– Você se casou. — Ele ficou confuso.
– Como você...? — Ele já ia falar algo, mas o interrompi novamente.
– Spencer me contou ontem. — Ele olhou para baixo, triste e confuso. — Por que não me contou?
– Foi muito rápido. Ela, estava triste. Eu a aconselhei. Ela, me beijou. Eu a pedi em namoro. Ela, engravidou. Eu a pedi em casamento. E você gostava tanto de mim...
– Eu o amo Freddie. Você a ama? — Eu a perguntei.
– Sim. Eu a amo. Amo minha esposa. Amo você também. Mas, do jeito do amor de homem e mulher... Não amo mais você. — Ele disse triste. — Sempre tive uma grande admiração por você Carly, mas não, não foi amor.
– Pra mim foi. — Disse eu, que estava prestes a chorar. — Você a ama, por que ela te deu algo que eu não dei.
– O quê? — Ele perguntou.
– Ela te deu convivência. Te fez se sentir amado. Eu sempre o ignorei, o achando um simples amigo. Esperava ficar com bad-boys ou caras atléticos. Mas, você era somente um nerd que tinha uma quedinha por mim. Fofo e bonitinho. Nanico e com voz de garota. Mas, a puberdade o ajudou muito. Você ficou alto. Você ficou forte. Sua voz engrossou. Você ficou lindo. Namorou tantas. Até minha melhor amiga. E eu me apaixonei sem saber. Mas, nesses anos todos que você ficou aqui e em Boston, naquele estagio. Eu notei o amor. Mas, foi tarde demais. A verdade é que... Eu amo você, Freddie. — Disse chorando e correndo. Precisava ir a casa de Sam. Mas, de uma coisa eu sabia: Freddie Benson, não me amava mais.
CONTINUA...
Notas finais
Apenas:
* Beije um ventilador de teto em movimento
* Xingue um pônei
* Desligue na cara de alguém furioso
* Pule do Meio Fio
* Grite Para Uma Privada
+ Comente a FIC ;)
Digam para mim o que acham da fanfic. Comentem! ;)
Beijos! Até o próximo capitulo! ♥
Comentem!
Fale com o autor