Somente Sem Sorte

9 Não tão fácil


Notas iniciais
Oie amores da minha vida! *--------*
Demorei um pouco mais, né? Mas esse Cap. é um pouquinho maior e tals e eu provavelmente já posto o próximo hoje mesmo, acho que vou ter mais um tempinho para escrever! *------* E Ahhhhhhhh! Eu ganhei outra recomendação, viram?! Awn... Muito, mas muito obrigada Aki tan! Amei sua recomendação, querida! E dedico esse Cap. à você linda!
E OMG! Eu também passei dos cem reviews! *--------* Muito obrigada à todas as lindas que comentam na fic! Eu nem acredito que já passei dos cem reviews! ~le surto aqui~ Respira, Ln N... Respira. kk' Ok, parei.
Espero que todos gostem do Cap! *------*
Fantasminhas lindos do meu coração... Podem me dar à honra de suas opiniões? kk' Vou ficar muito feliz em saber o que pensam da fic. ^^
Bom, meus amores... Boa leitura! :D

P.O.V. Mason

Depois que a Suzane saiu estressada da minha sala por causa da minha pequena brincadeira, eu comecei a juntar as coisas da minha mesa que ainda estavam no chão. Eu não conseguia parar de sorrir me lembrando da expressão surpresa no lindo rosto dela. É inacreditável que ela pense que eu posso amá-la como antes.

Eu ouvi batidas na porta. Devia ser a minha querida secretária, An. – Entre. – eu me pronunciei e logo ela entrou no meu escritório.

– O que aconteceu aqui? – ela estava parada me observando atentamente. Eu acho que você não vai querer saber, An.

– Me ajuda? – eu ignorei a pergunta dela, continuando o que eu estava fazendo. Ela assentiu se aproximando e ficando de joelhos, assim como eu. Nós recolhemos as coisas do chão e ela ficou por um tempo parada em frente à minha mesa.

– Já desinfetou a mesa? – eu tive que sorrir... Ela tinha entendido o que tinha acontecido. Ou melhor, o que não aconteceu. E parecia bem incomodada com isso. Mas como ela chegaria a essa conclusão? De qualquer forma, é bom vê-la com ciúmes.

– O quê? – eu fingi não tê-la escutado, mas eu não conseguia parar de sorrir vendo-a tão apreensiva. Como quando eu disse que ela podia me chamar de “gostoso” pela primeira vez, na noite em que ela me agarrou. A propósito, eu adorei aquilo. Não é todo o dia que se é agarrado no meio da noite por uma mulher gostosa.

– Nada. – ela respondeu rapidamente, colocando as coisas sobre a mesa. Eu fiz o mesmo ainda sorrindo.

– Mudando de assunto, An, eu quero que ligue para os clientes para confirmar a presença de todos na confraternização da empresa. E preciso que faça isso rápido. – a confraternização seria no sábado, eu já devia estar com um relatório em mãos.

– Todos? – ela pareceu apavorada. Realmente eram muitos clientes, mas esse é o trabalho dela.

– Sim. Todos os clientes. – eu sorri observando a indignação no rosto dela. – E amanhã cedo eu quero ter um relatório de presença na minha mesa.

– É claro, Sr. Walker. – ela disse sorrindo sem humor. – Mais alguma coisa? – ela continuava com raiva.

– Sim. Vá ao almoxarifado e peça um produto para desinfetar a minha mesa. Já que você faz tanta questão, não vai se importar de limpá-la para mim, não é, An? – eu sorri docilmente. Era tão bom provocá-la. Eu me dirigi até a porta da sala e a abri, mas parei ao escutá-la.

– Aonde você vai? – ela perguntou se aproximando.

– Lavar minhas mãos. – eu tinha o cheiro da Suzane nas minhas mãos e eu não queria ficar me lembrando dela. Eu sorri me aproximando mais da An. – Quer ir até o banheiro comigo, An? – assim poderíamos acabar o que começamos naquela noite. Eu a vi corar e senti a respiração dela se alterar. Ela entreabriu os lábios inalando mais profundamente, eu fiquei os admirando. Os lábios dela eram tão deliciosos... Eu queria prová-los de novo. E eu iria, mas ela se afastou.

– Eu volto logo com o desinfetante. – ela saiu de perto de mim e logo saiu da minha sala. Eu também saí da sala e sorri a admirando se afastar. Eu gostei de intimidá-la.

Fui até o banheiro e lavei as minhas mãos. Eu voltei para a minha sala e fiquei esperando-a escorado na parede como habitualmente. Logo ela entrou na sala com luvas e um borrifador. Exagerada.

Eu fiquei a observando enquanto ela limpava minuciosamente a minha mesa. Eu não pude deixar de imaginá-la. O movimento do corpo dela, inclinada daquele jeito indo para frente e para trás lentamente enquanto ela esfregava a minha mesa... Estava me deixando excitado. Eu podia sentir as mãos dela em mim, acariciando o meu corpo com aquela suavidade sensual. Tão lenta e torturante... Eu fechei meus olhos imaginando-a totalmente nua na minha cama me acariciando daquela forma. Mas eu queria vê-la.

Abri meus olhos novamente, imaginando como os seios dela são macios os vendo balançar tão graciosamente à minha frente, me dando água na boca. Eu lambi meus lábios ainda apreciando os seios dela. Ela estava me desesperando de desejo, eu tentei parar de observá-la, mas eu não conseguia tirar meus olhos do corpo dela. Olhei na direção daqueles lábios carnudos e tão doces... Ela permanecia concentrada no que fazia, mergulhada em uma ingenuidade atraente para mim. Eu mordi meu lábio inferior sorrindo, tinha vontade de agarrá-la naquele momento. Mas eu não podia fazer isso, não agarrá-la simplesmente. Mas eu tinha que pelo menos beijá-la, eu tinha sede dela. E eu sabia que ela também queria isso. Eu respirei fundo tentando aparentar normalidade.

– Assim está bom, An. – eu disse chamando a atenção dela. É claro que estaria melhor se ela estivesse nua.

– Você acha? Eu acho que ainda não está bem limpo aqui. – as palavras eram tão bem envolvidas pela boca dela... Eu não conseguia parar de admirá-la. Ela apontou para a mesa, mas eu nem mesmo percebi direito para onde, só queria me aproximar dela e saborear novamente aqueles lábios.

– Está perfeito. – eu continuava a admirando descaradamente. Eu sorri vendo a expressão dela, tão inocente... Eu peguei o borrifador da mão dela e o pus sobre a minha mesa. Ela tirou as luvas e as colocou também sobre a mesa, inevitavelmente se aproximando mais de mim. Eu não agüentava mais apenas admirá-la, eu tinha que beijá-la. Eu me aproximei mais dela. – Merece até uma recompensa. – eu comecei a acariciar o rosto dela, aquela pele tão macia. Eu pude perceber o nervosismo nos olhos dela. Como ela havia dito para mim, eu também conseguia perceber o que ela sentia através dos olhos dela. Novamente eu a intimidava e isso me satisfazia de uma maneira indescritível.

– Um aumento? – ela perguntou divertida, ela parecia mais do que nervosa. Eu tive que sorrir a observando. Eu me aproximei cada vez mais dos lábios dela, selando nossos lábios suavemente de início, embora eu quisesse muito mais do que aquele contato. Eu abri meus lábios e comecei a beijá-la de verdade enquanto trazia aquele corpo para mais perto do meu, eu queria tocá-la, apalpá-la, acariciá-la. Ela permaneceu estática por um momento, mas logo eu a senti se render a mim e finalmente eu tinha o corpo dela sob o meu controle. Ela beijava bem, seguia perfeitamente minha condução e sabia ser ousada na hora certa, a língua dela estava me excitando ainda mais a cada segundo.

Eu senti as mãos dela me acariciarem na nuca e passarem pelos meus cabelos. Eu gemi sentindo aqueles toques tão suaves e delicados em mim. Isso me fez ficar ainda mais aflito para tê-la. Eu queria aquelas mãos em todo o meu corpo, mas principalmente em uma parte dele, que já pulsava por ela. Eu a beijava de forma desesperada, eu só pensava em ter mais dela, eu precisava de mais. Afastei-me um pouco dos lábios dela, eu queria ver a expressão no lindo rosto dela. . – Seus lábios são deliciosos, An. – eu disse olhando naqueles olhos escuros meigos e voltei a beijá-la com a mesma vontade de antes. Ela pareia surpresa, aflita e excitada. Tão sedutora...

Eu acariciava a cintura dela e a trazia para mais perto do meu corpo. Eu queria alisar aquele corpo por muito tempo. Eu agarrei a coxa dela e a fixei na minha cintura, acariciando-a. Aquelas coxas grossas... Perfeitas para um intercrural... Ela estava me enlouquecendo de tanto desejo. E eu estava satisfeito com as reações dela. Eu a sentia estremecer e se arrepiar mais a cada segundo enquanto eu apalpava a coxa dela e isso me instigava ainda mais. Com toda a certeza ela podia notar a minha excitação, que se chocava com o corpo dela. Eu a trazia para ainda mais perto de mim, fazendo o corpo dela roçar onde eu mais sentia prazer. Ela estremecia nos meus braços. Era exatamente isso o que eu queria... Que ela percebesse o tamanho do meu desejo por ela, que era grande. De repente ela foi se afastando devagar de mim. Eu estranhei um pouco de início, mas talvez ela precisasse de ar. Eu abri meus olhos e encarei aqueles olhos sinceros, eu queria saber o que ela estava pensando.

Os lábios da An estavam avermelhados e inchados dos meus beijos, a respiração dela estava descontrolada assim como a minha, os olhos negros estavam cheios de excitação e intimidação e eu ainda a segurava firme contra mim. Essa visão era perfeita. Ela se soltou dos meus braços, eu não queria soltá-la. — Eu não posso. – ela disse parecendo apreensiva e saiu da minha sala. Eu fiquei parado por um momento pensando nela e no modo como ela me deixou descontrolado. Eu não me lembro de já ter ficado tão desesperado por causa de uma mulher tão facilmente. Como ela me deixou nesse estado sem esforço algum?! Eu normalmente... Nunca perco o controle.

P.O.V. Marie

Eu ainda não acreditava que tínhamos nos beijado novamente. Mas... Os toques dele não saíam da minha cabeça. Eu me lembrava da mão dele na minha coxa, me segurando tão firme... Os lábios dele nos meus, naquele beijo magnífico... O membro dele ereto batendo no meu corpo tão gostoso...

— Marie! – alguém me despertou dos meus devaneios eróticos com a praga do meu chefe gostoso.

— Sim? – eu abri meus olhos rapidamente, aflita.

— Marie... Você está bem? – era a Kat.

— É claro. Estou ótima. – eu disse tentando esboçar um sorriso relevável. – Por que pergunta? – eu perguntei tentando me recompor.

— Você estava dormindo? – ela perguntou baixo. Eu assenti envergonhada. Não é nada elegante dormir no horário de trabalho. Graças a Deus não foi o Mason que me viu assim. – Marie... Você estava sonhando, não é? – ela insistia. Como ela sabia? Eu assenti devagar novamente, ainda mais nervosa. – Era um ótimo sonho, não? – ela perguntou sem conseguir conter o riso. Céus... Eu não acredito que...

-... Eu falei em voz alta. – eu disse quase sentindo meu coração parar. A Kate assentiu ainda segurando o riso. Só então eu olhei em volta e percebi os olhares dos outros funcionários –nada discretos- sobre mim. Por que tanta desgraça com uma pessoa só? Eu coloquei as minhas mãos sobre o meu rosto, coberta pela vergonha. – O que eu disse? – eu perguntei em tom de choramingo.

— Alguma coisa sobre alguém te segurando firme, um ótimo beijo e... o Gran finale... Um membro ereto batendo gostoso na sua pele. – ela disse esboçando uma expressão sensual. Eu inalei profundamente. Droga, droga, droga!

— Diz que é brincadeira, Kat... Por favor... – eu continuava torcendo para que aquilo fosse uma brincadeira da Kate em uma enorme coincidência. Mas eu sabia que não.

— Calma, Marie. Só eu te escutei. – ela disse me acalmando.

— Como assim? – eu perguntei vendo-a através do espaço entre os meus dedos, já que as minhas mãos ainda cobriam meu rosto.

— Você não disse alto. Eu te escutei porque estava passando por aqui.

— Então por que todos estão olhando para nós? – eu perguntei ainda desconfiada.

— Porque eu tive que gritar para te acordar. – ela disse erguendo as sobrancelhas. Eu tirei as minhas mãos do rosto e me endireitei na cadeira aliviada. – Com quem estava sonhando? – ela perguntou com um sorriso malicioso.

— Ah... Bom... Sobre isso... – eu não ia conseguir concluir. Eu ainda não tinha contado para a Kate sobre o que tinha acontecido entre eu e o Mason no dia anterior.

— Fala logo, Marie. – ela me interrompeu. Eu respirei profundamente.

— Eu estava sonhando com... – eu olhei para os lados e me aproximei mais dela, ela fez o mesmo. -... O Mason. – eu disse muito baixo.

— O quê?! – ela gritou, atraindo a atenção de todos novamente. Eu arregalei os olhos com o ato dela, ela colocou as mãos sobre a boca ainda sorrindo incontrolável. – Ai, Marie... Então você estava imaginando o membro ereto do Mason batendo gostoso na sua pele? – ela perguntou baixo. Sim, às vezes eu tenho vontade de matá-la, esquartejá-la e jogar o resto aos cães. Mas ela é minha melhor amiga e essa é a bagagem disso, certo?

— Eu não estava imaginando exatamente... – eu disse fingindo não estar afetada. Agora morra de curiosidade, Kat.

— Como assim? – ela parou de rir automaticamente.

— Não sei se devo te contar, já se divertiu bastante hoje às minhas custas. – quem visse iria pensar realmente que eu não contaria. Como se isso fosse possível...

— Tudo bem, eu prometo que não vou rir. Mas por favor, me conta. Você sabe que eu sou curiosa e eu não vou parar de te incomodar até que você me conte essa história direitinho. – agora ela me ameaça? Tudo bem...

— Não ri. – eu a adverti. Ela assentiu rapidamente. – Eu estava me lmbrando. O Mason... Beijou-me ontem. – ela começou a sorrir novamente. – Foi... Intenso.

— Quanto intenso? – ela perguntou com os olhos semicerrados.

— O bastante para que... Eu sentisse o membro dele ereto batendo na minha pele. – eu disse agora divertida cobrindo meu rosto com as minhas mãos outra vez.

— Batendo gostoso na sua pele. – ela me retificou enfatizando a palavra “gostoso”. Eu semicerrei os olhos a encarando.

— Ah, Marie. Vai dizer que você não gostou?! – infelizmente ela tinha razão. É claro que eu tinha gostado. O Mason é realmente arrebatador. — Não é a primeira vez. Lembra do que me disse depois de beijá-lo pela primeira vez? – ela perguntou com um sorriso convencido.

— Eu estava alterada naquele dia, eu disse muitas bobagens. – eu tentei me desvencilhar do que, infelizmente, era verdade.

— Você disse que foi muito bom. – e foi... Como foi... Mas que droga! Eu não queria pensar assim. Mas aquele idiota é realmente muito bom em tudo o que faz.

— Podemos não falar mais sobre isso? – eu estava mais do que incomodada com tudo isso.

— Tudo bem. Por que estava dormindo aqui? – e quando achei que íamos finalmente sair do assunto “Mason”...

— Eu não consegui dormir direito por causa do que aconteceu ontem. Eu fiquei a noite inteira pensando nisso.

— Você tem que relaxar, Marie. Tenta não pensar nisso por um momento.

— Tentar não pensar nisso, Kat?! — eu exaltei um pouco a minha voz. – Ele é o nosso chefe! – eu sussurrei. – Eu tive que ficar fugindo dele o dia todo ontem. E hoje eu tenho que entregar um relatório de presença para aquela praga agora pela manhã. Um relatório que me custou o dia todo de telefonemas ontem e você sabe que eu odeio telefonemas. E eu sei que a culpa disso tudo é minha!... Fui eu que o beijei primeiro. – eu disse pesadamente.

— Tudo bem... A situação não ajuda. Acha que ele vai te beijar de novo? – mesmo sendo um pouco ou muito ingênua, eu acho que isso é lógico.

— Sim... Ele me acha fácil, Kat. – eu disse o que pensava. — Eu o agarrei simplesmente em uma bela noite estrelada... O que ele poderia pensar? – eu pensei que isso seria libertador, mas eu me sentia tão mal pelo meu ato... Foi uma besteira o que eu fiz e agora estou pagando por isso. — Eu quis beijá-lo, eu precisava enlouquecer um pouco e fazer uma besteira pelo menos uma vez na vida e... Por que eu escolhi logo ele? De mais sete bilhões de pessoas no mundo... Por que logo ele?

— Poderia ter sido qualquer outro que você viesse a conhecer, Marie. Era um risco que você corria. – ela disse logo se abaixando e segurando as minhas mãos. — Mas eu acho que não é isso o que te preocupa. – ela disse olhando fundo nos meus olhos. Do que ela estava falando?

— Como assim? – eu perguntei confusa.

— Acho melhor que você perceba sozinha. Tenta se concentrar no trabalho, ok? E se ele te beijar de novo... Aproveita. Você é solteira, ele também, vocês dois são adultos resolvidos. Eu não vejo mal algum. – eu sorri sem humor com o comentário dela, ela não sabe a respeito da Suzane. E o Mason não é bem um adulto resolvido. Ele nem parece um adulto. A Kate também sorriu me observando. – Vai ficar bem?

— Vou sim, obrigada. – eu a agradeci sorrindo sincera.

— De nada. – ela disse da mesma forma, se afastando e indo em direção à recepção. Esse dia vai ser longo.

Eu re-li o relatório que tinha escrito. Era difícil acreditar que eu tinha telefonado para todas aquelas pessoas em um dia só. Eu olhei para o relógio, ansiosa. Em pouco tempo o Mason chegaria. Parecia que eu estava na JHW há uma eternidade, já que hoje eu me adiantei por causa da insônia. Pelo menos um dia na vida eu chego adiantada na empresa. Eu sorri pensando nisso.

— Bom dia, An. – eu me arrepiei. Era o Mason com aquele sorriso provocante.

— Bom dia, Sr. Walker. – respondi tentando não aparentar ansiedade. Eu esperei um momento e me dirigi à sala dele para entregar o relatório. Eu bati na porta e como sempre, ele me mandou entrar.

— Eu trouxe o relatório. – eu disse me aproximando da mesa dele e depositando o relatório sobre a mesma. Os olhos dele me analisando assim me deixavam ainda mais nervosa.

— Obrigado. – ele continuava me observando da mesma forma.

— Mais alguma coisa, Sr. Walker? — ele sorriu se levantando da cadeira e vindo na minha direção devagar, eu ficava mais apreensiva a cada passo que ele dava na minha direção. O rosto dele agora estava a centímetros de distância do meu, o olhar tão penetrante... Eu já não controlava minha respiração apreciando o perfume maravilhoso que emanava do corpo dele e sentia que poderia morrer de taquicardia a qualquer momento.

— Acha que eu preciso de mais alguma coisa, An? – ele colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha e eu fechei os olhos o sentindo. Eu logo abri meus olhos e vi novamente um sorriso de canto no rosto dele. Ele estava se divertindo me deixando nervosa.

— Não. – eu tomei coragem e o respondi admirando os olhos dele de perto. Ele ergueu levemente as sobrancelhas em surpresa.

— Eu acho que você está enganada, An... – ele disse ainda sorrindo, se aproximando ainda mais de mim, quase colando nossos lábios. Tão perto... Mas eu não queria que fosse como ao dia anterior, mesmo que tenha sido bom ser beijada por ele.

— Talvez o Sr. esteja enganado, Sr. Walker. – eu me afastei dele rápido e ainda um pouco insegura. Ele ficou parado me observando um pouco confuso com a minha reação, era melhor assim. Eu não sou fácil Mason... Mesmo que você não pense assim, eu nunca fui. Eu não sei se a Suzane aceita esse tipo de relacionamento, mas de qualquer forma, eu não sou como ela. – Se o Sr. não precisa mais de mim aqui, eu vou para a minha mesa. Com licença, Sr. Walker. – eu saí da sala dele sem olhar para trás. Eu suspirei me sentando na minha mesa. Como ele me afetava tanto?

Eu pensei que o dia demoraria a passar, mas inacreditavelmente, ele passou rápido. Eu tentei ficar o mais afastada possível do Mason e acho que me saí bem, afinal. Era bom ter um pouco de paz.

Quando o horário de trabalho acabou eu fiquei em júbilo, estava muito cansada. Culpa do Mason, é claro, foi por causa dele que eu não dormi na noite anterior. Meus olhos e a minha cabeça doíam. Eu dirigi rápido até o meu apartamento e assim que cheguei, jantei a maravilhosa comida que a minha mãe havia preparado. Eu logo fui tomar um bom banho relaxante. Depois de secar meus cabelos, me deitei na minha confortável cama. Eu sorri me lembrando da expressão do Mason depois que eu o rejeitei hoje. Pela expressão dele, ele deve ter sido rejeitado poucas vezes na vida. Se é que alguma vez ele já foi. Ele parecia indignado e ao mesmo tempo descrente... Os olhos tão confusos e em um azul inescrutável... Lindo.

Eu relaxei deitada na minha cama me lembrando da cena. Estava esgotada, assim, adormeci muito mais rápido do que normalmente.

Notas finais
E aí?! Gostaram dos devaneios eróticos da Marie? kk' Coitada. Sinto pena dela. É cada desgraça que acontece com essa mulher... kk'
Muito obrigada por tudo, meus lindos! *-----* Beijos!
Dicas extraordinariamente perfeitas:
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Te Beijar Ou Te Matar? : https://fanfiction.com.br/historia/250509/Te_Beijar_Ou_Te_Matar_Segunda_Temporada
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Sentimentos Incompreendidos: http://fanfiction.com.br/historia/303207/Sentimentos_Incompreendidos/
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