Someday

22 Capitulo 21


Notas iniciais
MENINAS POSTEI DOIS CAPÍTULOS IGUAIS, obrigada as leitoras que me avisaram e amanhã estarei providenciando a remoção do outro capítulo! Um beiji BOA TARDE MEUS AMORES! Bom, sei que demorei um pouco novamente, mas é que eu estava acertando os detalhes do capítulo, ele esta bem grandinho e bem divertido, espero que gostem...

—Bella, juro por todo o céu que se você não parar de andar de um lado para o outro eu vou ficar louca.

—Edward já era para ter chegado, a reunião começa em cinco minutos! –eu quase gritei.

Rosalie e eu estávamos na sede da principal editora de Seattle, aguardando Edward que seria basicamente o meu agente, mas eu nem poderia considerar isso. Não estava nesse patamar, na verdade se eu não estivesse com ele certamente não teria nem um advogado. Havia recebido o email confirmando que a editora gostaria de publicar o livro dois dias antes, Edward ficou a par de todas negociações e por fim aqui estávamos.

Eu olhava ansiosamente através da parede de vidros, a qual me dava uma visão de Seattle, eu procurava um volvo no meio de todo aquele trafego.

—A GRAÇAS A DEUS! –eu ouvi Rosalie suspirando e me virei rapidamente para olhar o que ela se referia.

Ele se parecia bem como um modelo acima da média do gênero masculino e atraiu os olhares de todas as mulheres ali, mas sem se incomodar e nem desviar a atenção ele saiu do elevador andando apressado até mim, com uma expressão preocupada.

—Espero que eu não tenha arruinado tudo.

—Você não, mas Isabella quase fez um caminho com os próprios pés nesse chão de tanto andar de um lado para o outro.

Eu juro que queria socar aquele rosto bonito, mas Edward olhou com tanto carinho e amor para mim, que eu vacilei. Eu levantei a mão na sua direção e ele andou até mim, me abraçando, soltei todo ar que estava preso em meu pulmão.

—Perdão pela demora, eu fiquei preso na reunião e depois nessa droga de transito.

—Eu te matei em meus pensamentos.

Edward riu. Eu me afastei para olhar em seu rosto e ele ergueu a mão segurando minha nuca e acariciando minha bochecha apenas com um dedo. Eu vacilei e cai no encanto dele, já estava à beira da calmaria de novo e ele tinha esse poder, seu toque e seus olhos, eram o meu ponto de paz.

—Vai dar tudo certo, linda. –ele sussurrou.

Ouvimos uma porta abrir e ele se afastou de mim imediatamente, mantendo apenas uma mão na base da minha costa.

—Boa tarde, você deve ser Isabella Swan e você o advogado Edward Cullen.

—Boa tarde. –eu disse, tentando esconder o nervosismo.

—Boa tarde, Edward Cullen. –Edward a cumprimentou também e a mulher se derreteu em sorriso.

—Já ouvi falar muito do senhor.

Eu pigarrei.

—Estou aqui para acompanhar minha cliente, podemos começar? –Edward disse.

—Claro.

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Rosalie estava no térreo do prédio tomando café na recepção, quando saímos do elevador. Ela correu na nossa direção ansiosa.

—E então? –perguntou impaciente.

—Isabella será o mais novo ícone e a mais nova ídola do gênero romance. –Edward disse extremamente orgulhoso.

Rosalie soltou um gritinho e pulou em meu pescoço me abraçando.

Edward havia mantido nossa conversa extremamente amigável, ele havia apresentado todas as possibilidades de lucro e sucesso para a chefe da editora. A proposta que ela nos fez após ler o livro foi a seguinte: se a pré venda das plataformas onlines, atingisse um determinado número de vendas, a editora publicaria o meu livro e ainda promoveria duas festas de lançamento.

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Dois dias depois, enquanto eu estava no quarto de Edward, esperando que ele saísse do banho, meu telefone tocou.

—Isabella?

—Oi, é ela quem está falando.

—Aqui é Deise, chefe da editora. Tenho ótimas notícias para você!

—Oi Deise, isso é ótimo.

Me endireitei na cama, para poder ouvir atentamente.

—Bom, eu imaginava que seu livro seria um sucesso, mas me surpreendi com a amplitude que está tendo. Estamos tendo milhares de acessos e empresas interessadas. Mandamos também para as digital influencer mais conhecidas do nosso público alvo e nosso feedback foi espetacular. Fizemos uma reunião mais cedo com toda a gerencia da editora, e eles acharam por bem então publicar fisicamente seu livro, precisamos de uma reunião para acertamos todos os detalhes.

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Edward entrou no quarto, falando comigo e só depois de ele perguntar três vezes a mesma coisa foi que eu prestei atenção.

—Bella? Você está me ouvindo?

Edward perguntou olhando para mim, eu tive a sensação de estar fora do meu corpo, e a única coisa que eu conseguia fazer era respirar. Eu sentia meu peito quase explodir de tanta euforia, emoção e alegria, mas era tão surreal que não conseguia demonstrar exatamente nada.

—Eles vão publicar meu livro.

Foi a única frase que eu consegui formular naquele momento. Edward parou de secar os cabelos com a toalha e me encarou novamente, ele pareceu tão surpreso quanto eu. Não esperávamos aquela noticia tão rápido.

—Bella...

—Eles vão publicar meu livro, Edward. Eu consegui!

Nem percebi que meus olhos estavam cheios de lagrimas, eu engatinhei sobre a cama me aproximando dele, ao mesmo momento que Edward veio até mim e me pegou em seus braços. Ele me abraçou e me rodopiou no ar.

—Eu sabia, Bella. Eu sabia que era só uma questão de tempo. Você tem muito talento, seria impossível não fazer sucesso. –Edward disse enquanto me apertava mais em seus braços.

—Ah Edward...

—Parabéns, minha Bella. –ele me colocou no chão, ainda mantendo seus braços ao meu redor, e beijando meus lábios com toda ternura que poderia existir.

—A chefe da editora me disse que os acessos estão aumentando cada vez mais e eles querem uma reunião na quarta-feira. Você consegue vir comigo a reunião? –eu disse me afastando um pouco dele.

—Não deixaria nunca você ir sozinha. Só estou chateado com uma coisa.

—O que? –eu franzi o cenho.

—Eu vou perder minha secretaria.

Eu bati de leve em seu braço.

—Que susto, Edward. Bem, isso vai realmente acontecer, você sabe...

Edward me derrubou de costa na cama, enquanto beijava o meu pescoço.

—A minha sorte é que você é minha.

—Quem disse?

Ele levantou o rosto para olhar em meus olhos. Céus, eu poderia admirar aquele rosto eternamente.

—Precisa dizer? E sabe qual o melhor de tudo? –ele sorriu de lado fazendo meu coração falhar algumas batidas para então voltar a pulsar na velocidade de um trem bala.

Eu balancei negativamente a cabeça.

—É que eu sou seu também.

Edward pegou minha mão e colocou em seu peito, na altura de seu coração, eu podia sentir as batidas ritmadas ali também.

—Ele nunca bateu dessa forma por alguém. Eu te amo, linda.

Eu apertei meus dedos em seu peito. Meu. Subi minha mão para sua nuca e puxei seu rosto para o meu e o beijei.

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O feriado de ação de graças seria na segunda feira, mas para prolongar um pouquinho da nossa viagem resolvemos sair na sexta feira após o trabalho. A semana havia sido muito corrida, eu e Edward tivemos mais duas reuniões com a editora e finalmente havíamos acertados todos os detalhes para a publicação do livro.

Edward passou no apartamento de Rosalie para nos buscar na sexta feira a noite.

—O que você está fazendo? –eu perguntei enquanto ele dava um jeito de carregar todas as minhas malas.

—Levando as bolsas do futuro maior sucesso literário. –ele sorriu para mim, me fazendo rir também.

—Você não vai parar de dizer isso?

—Não. –ele disse dando de ombros.

—Certo, você é um tremendo cavalheiro, mas pode deixar comigo essa bolsa aqui, ok?

Eu puxei minha bolsa de mão do seu braço e fui surpreendida quando ele rodeou minha cintura, me prendendo próximo ao seu corpo.

—Saiba que eu estou extremamente feliz por estar indo passar com você o feriado.

—Bom, fico lisonjeada Edward Cullen. –passei a mão pelo seu peito. –Saiba que você está devendo uma visita para sua mãe também.

—Anotado.

Edward me beijou, senti sua mão acariciando minha pele por baixo da blusa enquanto ele sugava meu lábio inferior de leve, eu agarrei sua camisa. Muitas das vezes era insuportável resistir a ele, era insuportável a forma como ele me excitava, e isso acontecia todas as vezes que ele me tocava.

—Ah cara vão para um quarto. –Emmett gritou. -Rosalie, eles estão fazendo da sua sala um motel.

Edward riu após abandonar meus lábios e eu me virei para olha-lo.

—Emmett você é terrível. –eu disse.

—Terrível é essa tensão sexual que emana de vocês, isso não vai passar nunca?

—Eu espero que não. –Edward disse, enquanto tornava a pegar as malas.

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Nós estávamos no meio do caminho quando adormeci, pensei que Edward precisaria de ajuda com o caminho, mas aquele carro era super equipado com um GPS. Emmett e Rosalie estavam no banco de trás e adormeceram logo no início da viagem.

—Que porra...

Ao mesmo tempo que ouvi um xingamento senti uma joelhada na minha costa.

—Que merda. –eu murmurei antes de abrir os olhos.

—Bella, levante o banco eu não tenho um metro e cinquenta igual você, não consigo nem respirar aqui atrás.

—Arg...

—Bella, é verdade está difícil mesmo aqui. –Rosalie disse.

Levantei o banco e me virei para o lado voltando a dormir.

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Abri os olhos lentamente enquanto ouvia uma música preencher o carro, junto com a voz de Edward. Eu absorvi aquela junção por alguns minutos, antes de abrir os olhos completamente.

—Você deveria cantar sempre, Edward. –eu disse, olhando para o seu rosto.

—Boa noite, linda. Não tive outra distração a não ser ouvir música. –ele sorriu.

Me senti mal por ter deixado Edward sozinho, o homem estava dirigindo há três horas sem falar com ninguém e ainda assim estava com o humor incontestável. Coloquei minha mão sobre a sua e a puxei para meu colo. Olhei para trás Rosalie e Emmett ainda estavam dormindo.

—Você deu calmante a eles? –eu perguntei.

—Suspeitava que você tivesse dado alguma dose de tranquilizante. –ele disse me olhando de relance. Nós rimos.

—Falta muito para chegarmos?

—Ao que tudo indica uma hora, porque? Pegamos alguns congestionamentos por causa do feriado.

—Curiosidade.

.

Enquanto nos aproximávamos dos arredores de Forks eu já sabia que estávamos chegando, Edward e eu conversamos o caminho todo depois de eu ter acordado, logo Rose e Emmett despertaram também e nós paramos em uma lanchonete na beirada da pista para lanchar e seguimos caminho. Àquela hora estávamos passando pelos limites de Forks.

—Acho que chegamos. –Edward anunciou apontando para a placa “Bem Vindos A Forks”.

—Finalmente, porra. Não aguento mais ficar com minha bunda nesse banco caríssimo de couro. –Emmett disse.

—Essa é a avenida principal, Edward e essas lojas são todo o comercio de Forks.

Ele franziu o cenho.

—Sério?

—Eu não estava brincando quando disse que era uma mini cidade.

Eu disse e pisquei para ele.

Mostrei a eles alguns dos lugares que eu frequentava, todos estavam fechados devido ao horário, depois nós pegamos o caminho para minha antiga casa.

—É aqui. –eu disse apontando para a casa a minha esquerda.

Edward parou seu carro na frente, e eu pude ver que as luzes estavam acesas.

—Ai cara como é bom se alongar. –Emmett disse depois de esticar os braços e agora passava sobre os ombros de Rose que tremia de frio.

—Eu tinha me esquecido de como era frio aqui. –Rose comentou.

Edward desceu do carro e logo veio para o meu lado, me puxando próxima ao seu corpo.

—Até o ar daqui tem um cheiro diferente. –ele comentou.

—Você está rodeado pela mata.

—Ainda bem que viemos com esse carro ein, Cullen. Só no piloto automático. –Emmett disse.

—Aproveitando o que temos de melhor, Emm.

Vi quando a porta da frente se abriu e duas figuras apontaram lá, Charlie e Sue pararam no final da escada, e nos observava sorrindo. Segurei a mão de Edward e andei até o encontro deles.

—Eu disse que nos veríamos em breve, chefe Swan. –disse ao me aproximar de meu pai.

—Ah garota, você quase matou seu velho novamente. –Charlie disse enquanto me abraçava forte o suficiente. –Eu prometo a você que aquele desgraçado nunca mais irá sair de onde ele está agora.

Charlie havia estado a par de tudo o que acontecera com James e obvio que Edward fizera questão de ele mesmo passar todas as informações. Naquele dia passamos uma hora no telefone, eu sabia o quanto a história havia abalado meu pai, mas Edward fora a única pessoa que o conseguira acalmar, depois de demonstrar tudo o que havia conseguido contra James.

—Pai, nós havíamos combinado de não falar mais disso, certo? –eu me afastei e olhei para seu rosto. –Tudo isso agora é passado e eu estou bem.

—É isso que me mantem vivo, Bella.

Eu sorri para ele, enquanto ele me abraçava mais uma vez.

Cumprimentei Sue a abraçando, e depois apresentei Edward aos dois. Os homens trocaram um caloroso aperto de mão e um abraço rápido e depois Edward abraçou Sue, que ficou visivelmente encantada por ele.

—Edward, obrigado por tudo o que você fez e eu estou contente em finalmente conhecer você. Não tão contente assim, porque a Bella é a minha menina e bem você está com ela agora.

Edward riu e eu me contorci.

—Pai, por favor.

—Ei, vocês dois ai, não vão me cumprimentar não?

—Claro, chefe Swan. Estávamos esperando o momento família e claro que eu estava gravando o momento em que Edward conhece o pai da Bella.

Nós viramos para trás a ponto de ver Emmett com o celular nas mãos e Rosalie lhe acertando uma bofetada, Edward murmurou um palavrão baixinho.

—Você é muito inconveniente, Emmett. –Rosalie disse.

—Claro que não, isso é para Edward sempre guardar de recordação, ficou irada essa filmagem.

Rosalie e Emmett cumprimentaram Charlie e Sue e depois os homens ficaram encarregados de tirar as malas do carro e levarem para dentro. Nós mulheres, já havíamos entrado na casa, nada havia mudado desde que eu saíra e apesar de eu amar Seattle com todas minhas forças seria bom passar um tempo em casa.

—Bom, nós precisamos de um lugar para coloca-las. –Emmett disse, passando pela porta. Logo atrás dele estava Charlie e Edward rindo de alguma coisa.

—Nós temos dois quartos vagos lá em cima, o de Bella e um de hospedes. As meninas podem ficar no de Bella e os meninos no outro. –Charlie disse.

—O que? –eu arregalei os olhos.

—Caro chefe Swan, com todo respeito, nem fodendo que eu vou dormir de conchinha com Edward. Esse é o serviço da sua filha.

—Cale a boca, Emmett. –Rosalie disse.

—Só estou tentando ajudar.

—Charlie, isso não tem a mínima decência dois rapazes dormirem naquela cama de casal, um deles vão acabar no chão. –Sue disse.

—Esse seria o Edward. –Emmett murmurou.

Olhei para Edward que avaliava todo o cômodo que estávamos, ele estava muito desconfortável.

—Se quiser durmo aqui na sala. –Edward disse.

—De forma alguma. –eu disse. –Pai, pelo amor de Deus, eu vou dormir com Edward e espero que o senhor não se incomode com isso, porque eu já tomei minha decisão.

—Eu posso falar agora que vocês já me crucificaram?

—Cara, não. –Emmett respondeu.

Charlie lançou um olhar fulminante para Emmett.

—De quem foi a ideia de trazer esse rapaz?

—Da sua própria filha, agora relaxe chefe Swan e vamos curtir o feriadão. –Emmett riu e abraçou meu pai de lado.

Eles tinham um bom relacionamento desde a primeira vez que se encontraram.

—Certo, voltando a discussão inicial, durmam com quem quiser, mas saibam que eu estarei no quarto ao lado.

—Edward estou te achando muito calado. –Emmett disse.

—Se você ficasse quieto eu poderia falar um pouco. –Edward respondeu dando de ombros, e todos nós rimos.

—Vamos subir, Edward. –disse.

Eu mostrei a Edward os poucos cômodos que tinham no segundo andar, não eram muitos, mas apenas para evitar constrangimentos como quando se ele quisesse ir ao banheiro não se deparasse no quarto do meu pai.

Edward sentou-se na beirada da cama somente com sua boxer, enquanto procurava por um short em sua mala. Eu já havia trocado de roupa também e estava deitada na cama.

—Emmett é bizarro, ne? –ele disse.

—Meu pai vive numa relação de amor e ódio por ele. Emmett já fez ele passar inúmeras vergonhas.

—Todo mundo já passou vergonha com ele.

Eu observava os músculos das costas de Edward se tensionando e relaxando e eu não consegui resistir ao impulso de ir até ele, e dar beijos suaves em seu pescoço e ombro.

—Espero que seu pai goste de mim.

—Hum, o todo poderoso com medo? –eu disse enquanto beijava e mordiscava seu pescoço.

—Não estou com medo, só acho importante seu pai gostar de mim.

—Não tem quem não goste de você.

Eu passei meus braços ao redor da sua cintura, e espalmei minhas mãos sobre seu abdômen, e desci um caminho de beijos pela sua costa.

—Você já tem planejado amanhã o que vamos fazer?

—Sim, está tudo na minha cabeça. –respondi.

—E o que será?

—Vou te levar para um tour.

Desci minha mão até encontrar sua crescente ereção, só percebi que ele tinha parado de se mexer quando não tinha nada em suas mãos.

—Ops...

Edward me puxou com tanta rapidez para seu colo que eu nem processei imediatamente, ele apertou minha cintura trazendo meu corpo o mais próximo possível do dele.

—Você é um perigo de mulher, Isabella.

—Felizmente não consigo resistir a você e seu corpo formado por deliciosos músculos.

Edward sorriu e prendeu meu lábio inferior no meio dos seus dentes e aquela pontada de dor foi direto para meu ponto mais sensível. Eu separei os lábios para que ele pudesse adentrar minha boca, Edward segurou meus cabelos entre seus dedos e puxou com um pouco de força, quando nos separamos foi porque o ar nos faltou.

—Obrigada por estar aqui comigo. –eu disse beijando sua bochecha e seu pescoço.

Ele me afastou um pouco e olhou meu rosto por alguns segundos.

—O que foi?

—É melhor nós dormirmos, já que amanhã faremos um passeio.

—Você está brincando?

—Claro que não, se você continuar no meu colo vestida dessa forma, me beijando e me olhando como se fosse me devorar, eu não vou suportar, então pare.

—Você sabe que não tem como parar.

Edward se levantou comigo em seu colo e me colocou na cama, ele apagou as luzes e voltou para se deitar ao meu lado e me prendendo no meio dos seus braços.

—Edward, me solte.

—Não, eu sei que você vai me atentar.

Eu ri.

—E por que eu não posso?

—Porque eu não quero transar com você com o seu pai aqui do lado. E eu juro que estou muito perto de fazer isso acontecer, então não torne tudo mais difícil.

—Puf, conservador.

Edward riu e beijou o alto da minha cabeça.

—Se for pra conservar a sua imagem e a minha com o seu pai, sim eu sou.

—Você sempre me surpreendendo, Edward Cullen.

—Espero que seja para o lado bom. Boa noite, minha Bella.

—Boa noite, Cullen.

Naquela madrugada uma chuva grossa caia em Forks, as arvores batiam na janela com força absurda. Edward estava virado para o outro lado da cama, eu levantei seu braço e me enfiei debaixo dele.

—Quem está batendo na janela? –ele murmurou.

—A chuva.

—Puf. –ele resmungou passando seus braços ao meu redor novamente.

.

.

Logo pela manhã quando acordei, Edward não estava mais na cama. Eu troquei de roupa e desci para o primeiro andar. Sue preparava o café da manhã quando entrei na cozinha.

—Bom dia, Sue.

—Bom dia, Bella. –ela disse sorrindo. -Fiz sua torta preferida de maça ontem a noite para o café da manhã.

—Meu Deus mulher, desse jeito nunca mais vou querer ir embora. –me aproximei dela, e a abracei de lado.

—Você sabe que é isso que seu pai quer.

Nós rimos.

—Charlie está se entendendo muito bem com Edward, olhe.

Ela apontou para a janela, onde era possível ver os dois juntos, eles conversavam e riam de algumas coisas, enquanto Edward ajudava meu pai a cortar a lenha.

Eu sorri para a cena. Estava sendo melhor do que eu esperava.

—Vou lá falar com eles.

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Enquanto me aproximava deles, meu pai foi o primeiro a me ver e me deu bom dia, seguido por Edward.

—Bella, estava aqui falando para Edward que hoje terá um jogo muito bacana na tela plana.

Eu ri.

—Pai, não o constranja. Talvez Edward não goste disso.

—Está tranquilo, Bella. Eu costumava fazer isso com Carlisle.

—Nós combinamos uma pescaria amanhã também.

Eu olhei para Edward que deu de ombros sorrindo.

—Emmett está nessa? –perguntei.

—Ele não ficaria de fora. –Edward respondeu.

Entramos logo em seguida na casa para a o café da manhã.

Edward e eu saímos sozinhos para nosso passeio. Charlie e Sue disseram que queriam nos dar privacidade e que era um passeio muito jovem, por isso não quiseram ir. Já Rosalie e Emmett ficaram, porque Rose estava com uma forte dor de cabeça e fortes dores no estomago.

Nós resolvemos sair um pouco antes do almoço, o clima estava frio, então eu vesti uma jaqueta por cima da blusa de mangas compridas e uma calca skinny com as botas. Edward estava com um suéter cinza e jeans escuros, alegando estar mais frio do que ele esperava.

Saímos em direção à rua e Edward foi direto para seu carro, quando viu que eu não o acompanhei, ele olhou para trás.

—O que foi, Bella? –ele franziu o cenho.

—Não vamos no seu carro.

—Como assim?

—Vamos com meu carro e eu vou dirigir. –eu pisquei para ele.

Edward sorriu torto.

—Sempre me surpreendendo senhorita, Swan.

Subi em minha picape e por alguns segundos senti falta de andar com ela por Forks. Tirei o carro da garagem e parei aonde Edward estava para ele subir também.

—Bella, sério? Isso vai conseguir chegar ao nosso destino?

Ele disse enquanto subia e fechava a porta.

—Eu realmente pensei que era um carro adequado.

—Ei, assim você ofende minha picape, ela me levou para muitos lugares. Infelizmente não posso ter carros como os seus. –dei de ombros e Edward riu.

—É exatamente por isso que sou eu que te levo para os lugares, Bella.

—Você é muito exibido. Agora, aproveite o passeio. –eu disse para ele.

—Você fica toda sexy no comando.

Olhei para ele a ponto de ver seu sorriso torto, balancei a cabeça.

—Eu tenho muitas situações que comprovem isso, Bella.

—Certo, se você diz. Pensei em irmos ao centro antes, tudo bem?

—Claro.

Estacionei a picape em frente à loja de conveniência, onde havia diversas opções de comidas e bebidas. Edward comprou comida suficiente para três dias, ele colocou tudo na mochila que estava carregando.

Depois nós seguimos viagem. Já na estrada, Edward voltou a falar comigo.

—Nosso caminho é longo?

—Não, chegamos dentro de vinte minutos.

—Se tivesse deixado eu dirigir e se tivéssemos vindo com meu carro estaríamos lá em dez minutos.

—Você não vai se cansar de dizer isso? Eu juro que vou passar a te ignorar.

Ele levantou as mãos em rendição.

—Certo, me desculpe.

—Às vezes acho que Alice tem razão.

—Sobre o que?

—Você querer fazer sempre as coisas, não deixar que ninguém faça por você.

—Questão de personalidade. –ele deu de ombros.

Coloquei minha mão em cima da sua coxa e apertei de leve.

—Só aproveite.

—Bella? –ele voltou a falar depois de um tempo.

—Hum...

—Seu pai disse algo sobre mim?

Olhei para Edward e ele me encarava.

—Olhos na estrada Bella. –ele disse entre dentes.

Eu revirei os olhos e voltei a olhar para a estrada.

—Bem, meu pai perguntou que diabos você estava fazendo com a filha dele, e que ele tinha uma arma, caso você não fosse confiável.

—Isso é sério? –ele perguntou em tom de preocupação.

Eu ri dele.

—Não Edward, ele só me disse que gostou de você. E eu sei que gostou mesmo, só pela forma como vocês estavam, geralmente Charlie não costuma tratar as pessoas tão bem assim.

—Ele me agradeceu... você sabe, por tudo o que aconteceu. –Edward suspirou. –Pude ver como seu pai se preocupa com você.

—Depois que minha mãe morreu, nossa relação se fortificou, por isso ele é super protetor, mas também sabe os limites. Bom, chegamos.

Anunciei logo quando paramos em frente a entrada do nosso primeiro destino.

Bogachiel State Park

O estacionamento estava repleto de carros, a única vaga que encontramos foi a uma certa distância da entrada. Nós caminhamos até a entrada, onde compramos um mapa, para o caso de nos perdermos. O parque era um ponto turístico para aqueles interessados em acampar também, mas havia muitas paisagens fascinantes por lá.

—Nós vamos andar uns 10 minutos para chegar onde quero te levar.

—Tudo bem.

Edward carregava a mochila, enquanto eu segurava o mapa e seguia pelo caminho.

—Esse parque é onde todos vem para acampar.

—Você já acampou aqui?

—Sim, algumas vezes. Vem, é por ali.

Eu disse apontando para uma trilha. O parque estava cheio por ser feriado, mas na trilha que seguiríamos não tinha quase ninguém, as vezes nos encontrávamos algumas pessoas pelo caminho apenas.

Nossa paisagem era inteiramente verde, a mata nos rodeava, maciça, verde, típica de Forks. Era encantador a maneira como Edward admirava tudo ao seu redor, ele olhava até os esquilos subindo nas arvores. Nós passamos por uma ponte que continha uma correnteza correndo por debaixo dela, nessa hora nós tiramos algumas fotos e seguimos caminho. Edward estava gostando, porem as vezes se assustava com qualquer barulho vindo da mata.

—Esse parque não tem animais soltos por ai, não precisa ficar com medo. –eu me virei para ele.

—Não estou com medo, eu só não sou acostumado a andar no meio da mata. –ele disse passando por mim e voltando a andar.

Ouvimos um barulho maior, vindo das arvores e Edward parou imediatamente no lugar, depois de alguns segundos ele me olhou, estava pálido quase transparente.

—Eu retiro o que disse.

Eu sorri para ele, me aproximando. Fiquei na ponta dos pés, e alcancei seus lábios para o beijar.

—Eu lhe disse que nenhum bicho vai te atacar, fique calmo.

—O que foi esse barulho? –ele sussurrou.

—Edward é uma mata, tem alguns bichos, mas nenhum vai te acatar confie em mim.

Ele ainda me olhava paralisado enquanto eu ria da sua expressão.

—Você está rindo de mim?

—Acho que a única coisa que pode te acatar agora sou eu, você está lindo e gostoso. –eu disse tombando minha cabeça para o lado.

Edward relaxou um pouco e puxou minha cintura, segurando minha nuca. Ele me beijou novamente dessa vez aprofundando ainda mais, eu parei o beijo antes que pulasse sobre ele ali mesmo e puxei sua mão para Edward voltar a andar.

Nós andamos mais um pouco e enfim chegamos a clareira. Ela estava linda, florida e alegre, como imaginei que estivesse.

—Chegamos, aqui é meu lugar favorito de todo o parque.

—Que paisagem fascinante, Bella.

Ele disse encarando tudo. A clareira tinha uma forma redonda por natureza e estava vazia, por sorte o clima estava totalmente favorável.

Peguei a mochila que Edward carregava e tirei de lá uma toalha que havia trazido para nós e a estendi no chão.

—Sente-se um pouco aqui. –eu disse apontando para o meu lado.

Edward se sentou ao meu lado.

—E então gostou?

—É um lugar muito lindo, acho que tirando meus passeios de barco esse passeio é o primeiro em muito tempo que faço ao ar livre.

—E como você se sente?

Ele me olhou e eu poderia dizer que era um olhar apaixonado.

—Me sinto extraordinariamente bem. Acho que precisávamos disso.

—Sabe Edward, tudo o que aconteceu com James e agora a notícia da publicação do meu livro, foi tudo tão rápido e eu estou até agora confusa. Estar em Forks novamente, é como se eu tivesse voltando para a realidade, como se eu estivesse colocando minha cabeça e meus sentimentos nos devidos lugares. –eu voltei a encara-lo. –Você estando aqui comigo deixa tudo melhor.

Edward pegou meu rosto na suas mãos e me beijou, demoradamente, só moldando nossos lábios, depois ele pediu passagem com a língua, enquanto acariciava e mordiscava meus lábios.

—Você se saiu muito bem em tudo, eu sou extremamente orgulhoso por você ser exatamente dessa forma e por me ensinar tanto.

Edward puxou minha cintura mais próxima do seu corpo, me deixando no meio das suas pernas.

—Qual é o nosso próximo destino? –ele disse, enquanto beijava meu pescoço.

—Queria te mostrar La Push e o centro da cidade.

—E existe algum lugar para que eu possa ficar a sós com você, de preferência nua?

Eu ri enquanto ele olhava para o meu rosto.

—Posso pensar em alguns.

Tirei da bolsa uma garrafa de agua e passei para Edward depois, aproveitamos para comer alguns sanduiches como almoço.

—Edward?

—Hum...

—Você acha que podemos ficar juntos?

—Nós estamos juntos, Bella.

—Eu digo em um futuro.

Ele tomou o ultimo gole do suco de laranja, e olhou para mim.

—Por que você está perguntando isso?

Eu suspirei.

—Porque eu tenho medo da dimensão que meu sentimento por você está ganhando, está passando do incontrolável.

Ele sorriu, um pouco triste e acariciou minha bochecha com o polegar.

—Você é uma das pessoas mais importantes para mim, é realmente a minha preciosidade. Eu não sei como será nosso futuro, Bella. Mas, eu sei que enquanto eu for bom para você e você me quiser, eu ficarei.

Deitei a cabeça em seu ombro, enquanto ele apertava seus braços em volta de mim.

—Eu te amo, Edward.

Uma lagrima solitária escorreu pelo meu rosto, enquanto eu absorvia aquele momento, aquele abraço e aquela companhia.

Nós ficamos mais alguns minutos apenas sentados ali conversando, até que o tempo começou a ficar nublado.

—Não é possível, vinte minutos atrás estava sol e agora já esta assim?

—Isso é Forks, Edward. Agora temos que ir antes que comece a chover. –eu disse enquanto terminava de arrumar nossa mochila.

Nosso caminho de volta foi outro, queria poder mostrar a Edward outra parte do parque. Ele ouviu o barulho do rio, e quis se aproximar, nós andamos com cuidado sobre as pedras da beirada do rio.

Ele se agachou na beirada para lavar as mãos.

—Essa agua está de congelar, Bella. Mas a vista é incrível!

Edward me puxou pela mão, e logo sacou o celular para tirar uma foto de nós dois.

—O que você acha sobre alugarmos um camping e passarmos a noite aqui?

—Bom, comida nós teríamos, mas Charlie colocaria toda a patrulha a nossa procura porque aqui não tem sinal de celular e não avisamos que ficaríamos fora.

—Seria uma aventura.

—Bem imprudente e jovem.

—Nós somos jovens, linda.

Eu ri enquanto ele me beijava.

—Vamos, precisamos chegar ao carro antes da chuva.

Nós continuamos o caminhos e passamos por uma leve subida, e no topo tivemos a vista mais incrível do dia, era possível ver o lago la embaixo e na outra margem o resto da floresta.

Fomos surpreendidos pela chuva enquanto saímos do parque, corremos até chegar na caminhonete, mas estávamos totalmente encharcados.

—Droga, minha bota está toda molhada.

Eu disse enquanto retirava o sapato, Edward também estava retirando os seus.

—Não é só sua bota que está molhada, Bella.

Edward apontou para meu cabelo que pingava, a única coisa mais seca era a minha jaqueta. Ele também não estava muito diferente.

—Você deve me agradecer Edward Cullen, por ser uma mulher experiente com o clima em Forks. –Edward me olhou sem entender.

Eu puxei de trás do banco dele, uma outra mochila. Antes de sairmos eu peguei uma troca de roupa para mim e outra para ele, para o caso de acontecer eventualidades como essa.

—Roupas para nós. –indiquei.

Edward me olhou e sorriu.

—Você é genial, mulher.

Edward tirou seu suéter, e sua camiseta branca que ele vestia não estava molhada, mas a calça estava, por isso ele retirou ela também.

—É sério, você vai trocar de roupa aqui?

—Sim, está chovendo tanto lá fora que será impossível alguém nos ver semi nus.

Eu ri.

—Bom, mas eu estou vendo e vou te contar que minha vista está maravilhosa.

—A minha também não está nada ruim.

Eu havia tirado a jaqueta e a blusa que eu estava por baixo estava completamente molhada e grudada em meu corpo. Edward colocou a mão em meu joelho e subiu lentamente até o cós da minha calça e eu juro que mesmo não estando pele com pele, eu sentia o rastro de seus dedos queimando em mim. Talvez fosse o desejo, fazia pelo menos três dias que não transavamos. Minha respiração começou a ficar pesada, enquanto seus dedos brincavam com o botão da minha calça.

—Edward... –eu disse sem fôlego.

Ele me olhou com um rosto inocente, mas seu olhar era de um predador, o verde de seus olhos estavam escuros e eu sabia que aquilo só poderia ser desejo. Senti seus dedos descerem o zíper, ele enfiou os dedos dentro da minha calça e me tocou por cima do pano da calcinha.

Eu suspirei. Agarrei seu braço e olhei em seus olhos, ele me pedia permissão para aquilo, eu afastei sua mão somente para tirar a calça.

—Será que esta chovendo o bastante para que seja impossível alguém ver o que vamos fazer?

—Com certeza. –ele respondeu.

Edward me puxou tão rapidamente para seu colo que eu nem tive tempo para processar, e no outro segundo ele já estava me possuindo com um beijo. Sua mão agarrou meu cabelo, enquanto eu mantinha as duas mãos em volta do seu rosto, eu estava tão excitada que nem percebi como seus dedos estavam cravados em minha coxa. Edward soltou meu cabelo e desceu sua mão para o meio das minhas pernas. O som que veio da sua garganta foi como um rugido, eu rapidamente libertei sua ereção e o montei.

A excitação era tão grande que não nos importamos com nada, éramos mãos, beijos, gemidos e estocadas tão fortes que pareciam me levar ao céu. Gozamos exatamente juntos e ficamos naquela posição por alguns minutos. Nos vestimos com roupas secas e ficamos somente nos beijando até que a chuva parasse. A minha sorte foi que as chuvas em Forks eram muito longas.

Notas finais
Gente, eu sei que agradeço vocês todos os capitulos pelos comentarios e tudo mais, mas eu queria fazer um agradecimento especial. Vocês nao imaginam a importancia que tem ler as palavras que vocês deixam para mim, ver a reação de vocês... é isso que me motiva a continuar escrevendo. Obrigada meus amores, de todo meu coração. Primeiro de tudo, o livro da Bella vai ser publicado AAAAAAAAAAAA (alguém esperava o contrario disso?), nossa menina merece realizar o sonho de vida, né? Segundo, finalmente eles chegaram em Forks, já adianto que a viagem não sera extensa, mas vai servir para algumas coisinhas na fic e vocês vão entender. Charlie precisava conhecer Edward, e depois de tudo o que eles passaram nada melhor do que uma viagem para Forks com os amigos. Bom, eu espero que tenham gostado e no próximo continuemos com a viagem. Para quem quiser ver fotos do lugar que eles foram aqui esta o link: https://www.google.com.br/maps/uv?hl=pt-BR&pb=!1s0x548e7b0e88269aaf:0x6471727b3ada2f2b!2m22!2m2!1i80!2i80!3m1!2i20!16m16!1b1!2m2!1m1!1e1!2m2!1m1!1e3!2m2!1m1!1e5!2m2!1m1!1e4!2m2!1m1!1e6!3m1!7e115!4shttps://parks.state.wa.us/478/Bogachiel!5sBogachiel+State+Park+forks+-+Pesquisa+Google&imagekey=!1e1!2shttps://parks.state.wa.us/ImageRepository/Document?documentID%3D9932&sa=X&ved=2ahUKEwiNvtuoiObdAhUIf5AKHXdACDwQoiowD3oECAoQCQ Um beijão a todos! Até o próximo. Não se esqueçam de deixar aqueles maravilhosos comentários que eu tanto amo.