Someday

11 Senior year - Part two


Notas iniciais
Boooom desculpem a demora mas ocorreram alguns imprevistos e a atualização do Nyah me atrapalhou todo! Enfim, tai um capítulo gigante para compensar! Parte dois!!!!

Acordo tarde, minha mãe já tinha saído de casa e tinha deixado meu café da manhã pronto em cima da mesa coberto por um pano. Eu tomo banho, escovo os dentes, como, arrumo minha cama e finalmente pego meu celular.

– Puta que pariu! – foi o que todos os meus vizinhos ouviram em alto e bom tom, naquela linda manhã de sexta- feira.

Minha foto estava em todo maldito grupo de Whatsapp existente na face da Terra. Fui olhar quantas pessoas tinham copiado ela, cinquenta e duas. Na lista, pude ver Chris, e aquilo foi a única coisa que me confortou. As mensagens passavam de cinco mil em mais de vinte conversas, quando fui ler a de Mike tive o desprazer de ver trinta linhas de risadas que me fizeram o odiar a cada caractere.

Fingi que não tinha visto, e continuei com a minha vida normalmente, sem responder a ninguém. Já de tarde Karen chega à minha casa, e me pergunta o motivo da minha cara feia. Claro que ela sabia, só estava sendo uma boa amiga e se fazendo de boba para tentar me fazer esquecer, mas é claro que aquela pergunta tornou toda a sua iniciativa em uma unânime frustração.

Ela me mostrou o que estavam falando de mim nos grupos em que eu não estava, e ela parecia bem entretida com todo aquele alvoroço. Uns elogiavam, outros riam, outros apenas colocavam reticências. De fato, eu estava bem encrencado socialmente, e não me imaginava tendo a minha vida de volta. Mesmo que milhões de outros garotos da minha escola também tivessem aquele tipo de foto, eu era daqueles os quais ninguém nunca esperaria algo assim, e esse era o motivo para tudo aquilo estar acontecendo.

Dois dias depois do ocorrido, haveria um encontro na escola, uma pequena reunião, para fechar a organização do baile. Foi de manhã bem cedo, e mesmo assim todos compareceram fielmente. Um ar de paz e ansiedade reinava em todo aquele auditório lotado até que eu passo pela porta, e todos aqueles olhos esbugalhados se voltam para mim e começam a me comentar e julgar-me. Eu entro confiante, não me sentira nem um pouco intimidado com aquilo e me sento de queixo erguido na primeira fileira, num local que Mike tinha guardado para mim.

Eu podia ouvir os burburinhos atrás de mim, dos meus lados, acima de mim e de todos os lados viam piadinhas, comentários e coisas do tipo. Finalmente aparece alguém em cima daquele palco, era Cath – ela que estava organizando tudo, e eu não sabia. Começa a falar sobre os planos, e como se desenvolveria o evento, como funcionaria o open bar, que como seria uma festa escolar não poderia ter bebida liberada – pelo menos não antes das duas horas da manhã, sim ela disse isso – em seguida todos vibraram. Eu já teria feito 18, então fiquei indiferente.

Depois que tudo finalmente acabou, estavam todos no pátio da escola conversando e relembrando os momentos que haviam passado ali. Eu não queria ficar lá, saí andando e rodando pelo colégio sozinho – sabia que se fosse falar com o pessoal eles iriam falar da minha foto, e eu realmente não estava disposto. Quando passo pela quadra e avisto Cath e Chris na arquibancada, eles estavam deitados um sobre o outro e ele a beijava profundamente. Pude sentir a melancolia de meu suspiro doer em meu coração.

Não demorou muito para eu voltar e chamar Mike e Iana para irmos embora, foi logo depois de vê-los se beijando também e lembrar-me da cena do ginásio, senti nojo naquele momento. Fomos para o shopping, até que eu e Mike temos a brilhante ideia de comprar nossas roupas para a festa de formatura, e fomos até a loja de ternos e deixamos Iana com Penny que tinha vindo conosco.

Estávamos o provador, quando eu tiro as minhas calças – ele também estava sem – ele me pergunta bem indiscretamente:

– Já que estamos sem roupa eu me lembrei, por que diabos você tirou aquela foto? – e põe a calça, havia ficado bem grande.

– Foi para o Phil, e eu sem querer vazei a foto. – sento-me – Mike, eu to desesperado! Eu posso me ferrar muito com essa foto... imagina se... ai meu Deus.

– Relaxe queridinho! Dá nada não isso ai, esse alvoroço é só porque essa foto é sua, nem eu esperava isso de você! — e ri, e tira as calças novamente.

Mike era um ótimo amigo, ele sabia de mim e me conhecia bem. Eu o via como uma das melhores pessoas que eu poderia ter conhecido e mesmo com ele sem calças eu não conseguia me ver desejando-o, ele era como um irmão, um pai, uma mãe... nem sei direito, e por mais lindo que aqueles seus cabelos loiros fossem não me faziam sentir vontade de mais nada além de abraça-lo bem forte, algo que ele pessoalmente preferia que não demorasse mais de dois segundos. Era engraçado.

Em um momento qualquer, eu me vejo diante do espelho com ele ao fundo – era um provador grande – se trocando e eu podia ver a vida dele se construindo com o final dessa fase de sua juventude, enquanto eu não tinha nada, nada que garantisse a minha felicidade além de uma provável realização profissional que não me parecia tão almejável naquele instante. Eu estava só, não podia contar com a minha mãe e minha família era distante. O único homem que amara estava entrelaçado com outra, aquela cena se repetia em minha cabeça e eu soco a parede do cubículo. Mike se assusta.

Eu começo a chorar, me sentia um lixo por dentro cubro o rosto e baixo a cabeça. Mike prontamente vem em minha direção e me abraça, põe minha cabeça sobre seu peito e pressiona-a. ele repetia em sussurros que estava tudo bem, que eu não era para me preocupar com nada, e que tudo tem a sua hora certa. Nunca me senti tão confortado como naquele momento, sim eu amava ele muito, como existir outra pessoa melhor que ele naquele mundo. Eu olha para cima e o vejo me encarando e sorrindo, estávamos mais perto do que desejávamos, pois naquele momento o vendedor entra e puxa a cortina e depara-se com tal cena, ele dá um risinho assustado e puxa lentamente a cortina. Nós rimos por uns instantes, isso me fez até esquecer o que estava pensando, e depois Mike me empurra e fala para eu terminar de provar as roupas antes que Iana chegasse lá.

Assim que ele termina de falar elas aparecem do lado de fora do provador. Perguntaram ao nosso vendedor se ainda estávamos lá, e ele respondeu que sim fazendo um cara como quem dizia “coitada, eles estão lá a tanto tempo que acho que ela deveria ir vingar-se com essa amiga dela agora”, mas foi tudo tranquilo. Saímos com nossas roupas e damos de cara com as meninas com apenas uma sacola, elas tinham comprado apenas um cinto que sequer iriam usar na festa de formatura. Foi algo desesperador.

Depois de algumas horas, quando finalmente voltamos ao estacionamento cada um foi correndo para casa, todos estavam bem cansados e principalmente eu e Mike, que ficamos de plateia todo aquele tempo observando elas se deliciarem naqueles provadores – esqueçam esse estereótipo que gays gostam de comprar roupas, e vestir mulheres e entendem tudo de moda, EU ODEIO.

No dia seguinte, fui olhar o Facebook e lá estava uma página onde o pessoal estava colocando todas as fotos que conseguissem dos colegas do colégio. E para minha notória surpresa, eu era a foto do perfil. O nome era Nudes C.C.C – que era uma sigla criada para a sociedade escolar do nosso ano. Denunciei a página, e mandei o link para a conta do diretor. A página foi derrubada em menos de duas horas. Eu já estava mais do que irritado com aquilo, não entendia todo aquele alarde que estavam criando.

Era meu aniversário, e eu iria sair com um pessoal para uma privê na casa de um primo de Mike, que havia nos emprestado a casa dele para fazermos o evento. Enganar minha mãe foi bem fácil, bem mais fácil do que eu imaginava. Inventei uma desculpa bem elaborada, acompanhada de falsos testemunhos de meus amigos e ela caiu. Simplesmente disse que iria sair para o cinema na sessão das onze horas, pois só tinha ingresso neste horário. Depois do “filme”, disse que já estava tarde e iria dormir na casa de Mike que era bem mais próxima ao shopping que supostamente fomos. Deu certo.

Era do outro lado da cidade, chamei vário amigos e principalmente os que não tinham divulgado a foto buscando me prejudicar, e eu sabia quem era cada um. Foi algo bem básico, para alguém de 18 anos não foi a coisa mais ,como diria minha mãe, carnal do mundo e além das bebidas, maconha e sexo deliberado foi tudo bem tranquilo. Encaramos todos aquilo mais como um treinamento para a privê de verdade que aconteceria depois da recepção da formatura. Aquilo seria um manjar para todos os gostos.

Phil foi, e eu e ele passamos praticamente toda a festa juntos – não literalmente, mas em um mesmo local, conversando – e algumas pessoas notaram aquilo, mas não comentaram nada depois de me dar parabéns na entrada.

O bolo tinha maconha, e eu nem fumava baseado nem nada, muito menos Mike, aquilo foi armação de David que era como gostávamos de chama-lo, um usuário. Utilizava qualquer tipo de droga existente, ou já havia o feito. Nada era novidade para ele, e ele sempre parecia ser aquele que era o mais inteligente do grupo, mas nem sempre o que parece é, como já dizia o ditado popular.

Por volta da meia-noite a festa alcançou o seu ápice, todos estavam bêbados ou pelo menos quase, e foi neste momento em que eu dou de cara com Chris. Ele não estava com Cath, estava sozinho escorado na parede com um copo e aparentemente nem um pouco chapado ou coisa do tipo. Ele me avista e começa a me encarar, eu fico fragilizado, imóvel, e é neste momento que Phil me puxa e me prende à parede e começa a beijar meu pescoço, mas eu continuava a encará-lo de volta e quando ele avista o que me ocorrera ele põe o copo na mesa e sai. Eu empurro Phil que fica sem entender nada e vou atrás dele.

Ele andou bem rápido, já tinha saído pela porta e estava descendo as escadinhas da entrada quando eu o puxo pelo braço e ele se volta a mim com uma expressão fria, distante.

– Só vim aqui para te desejar um feliz aniversário! – me abraça, por menos de um segundo e me da um tapinha nas costas – Um ano de felicidades para você! – e sai pondo as mãos nos bolsos.

Eu sequer tive tempo para reagir, fiquei apenas o observando entrar em seu carro e seguir seu caminho. Como eu ainda o amava, e me sentia um lixo por isso. De longe Phil observava o que nos ocorrera, e fica intrigado com isso, mas finge que não tinha sido nada demais e permanece normal comigo. Minha noite havia acabado no instante e que os braços dele haviam saído de mim. A festa durou até pouco mais de três da manhã. Pusemos meu plano em prática e arrumamos parte da bagunça antes de irmos dormir.

Já com o dia claro, terminamos de por tudo em ordem na casa emprestada e voltamos para a minha casa. Era perto do meio-dia então paramos para almoçar em um restaurante já na cidade e de volta à estrada em menos de uma hora estávamos em casa. Dormi o resto daquele dia, e quando acordei apenas um simples interrogatório me esperava, irei privá-los de um jogo psicológico feito por minha mãe às sete da manhã de domingo enquanto eu ainda estava com bafo e nem um pouco disposto para ir à igreja naquele horário.

...

Finalmente aquela semana acabou ninguém mais aguentava esperar por aquela noite que seria a mais épica de todos os tempos. Em toda e qualquer rede social o assunto onde mais havia discursão e participação ativa de simplesmente todos os grupos da escola, desde os mais populares aos menos.

Cath estava enlouquecendo, pois estava a frente de toda a organização junto a outras poucas pessoas, mas sob a sua liderança o que a colocava sob mais pressão. Chris não a ajudava, ele nunca foi muito chegado a esse tipo de coisa de organização e nunca se dava bem liderando, pois não assumia uma postura firme, sempre tentando agradar ao máximo toda a equipe a qual estava a liderar. Mas isso no fundo era só mais um de suas desculpas. Muitas vezes chegava a acreditar que esse seu profundo descuido era proposital, só para garantir que não lhe pediriam novamente mais nada do tipo.

Ela fala comigo, me pede algumas sugestões e eu ajo completamente normal com ela. Ela no fundo só queria saber se eu ainda teria coragem de falar com ela normalmente, e é óbvio e claro que eu omiti a visita de Chris em minha festa, afinal, eu não sabia se ela estava ciente ou não, e por mais odioso que ele fosse não merecia que eu o entregasse desse jeito, pois eu não que sentimentos Catherine guardava sobre nossa amizade.

...

Chega o grande dia, e eu o passei inteiro na casa de Mike, ficamos a tarde toda conversando sobre nossas expectativas quanto à festa e estávamos igualmente ansiosos – talvez eu estivesse um pouco mais que ele. Perto das oito horas começamos a nos arrumar, e aquele dia foi a primeira vez que o vi pelado, foi tenso? Foi. Eu e ele já não ligávamos para espaço pessoal e coisas assim, por mais apreensivo que ele ficasse quanto a mim, devido a eu, particularmente, me sentir atraído por homens, ele ignorou e focou mais em minha opinião sobre a sua aparência.

Eu estava muito nervoso, e apenas de cueca e camisa de baixo – do smoking – me olhava no espelho aflito enquanto tentava dar o nó da gravata. Logo vem Mike e simplesmente o arruma para mim e me traz a minha calça.

– Meu amor... Já chega de eu ter que ver você de cueca né?! – estende a mão a mim com a calça – Se cubra!

Eu fico no meio termo entre uma risada e um pé depois o outro. Em cerca de uma hora já estávamos a caminho. Mike iria pegar Iana, e eu fui em meu carro pegar Mary. Marcamos de nos encontrar lá, e o que chegasse depois iria pagar o drinque mais caro da festa pós-recepção para o outro. Eu ganhei. Mary já estava pronta quando cheguei, e quando Mike chegou à casa da sua namorada, eles demoraram um pouquinho mais depois que ele subiu para “ajudar ela a fechar o vestido” por motivos ainda desconhecidos.

Na festa não aconteceu nada demais. Catherine subiu no palco e ficou atrás de um púlpito e apresentou um vídeo de recordações desde o nosso sexto ano do fundamental com fotos e vídeos variados que demoraram um tempo considerável, mas que ninguém sentiu passar. Depois houve a entrega dos diplomas dos que conseguiram boas pontuações nas provas finais e nos vestibulares, quase todos foram e eu fiquei em segundo lugar perdendo apenas para Mary, que sempre foi a primeiro lugar do colégio.

Nunca vi tantos jovens correrem tanto na minha vida. Para celebrar o fechamento do nosso curso acadêmico, Cath providenciou que o sinal tocasse assim que desse a meia-noite para simbolizar o encerramento de tudo e irmos para a pós-recepção que ocorreria na casa do Louie, o que sempre dava essas festinhas. Assim que tocou todos correram para seus carros, alguns já se pegando, e correram mais ainda para a casa dele. Enfim a festa havia começado.

Eu tinha chamado Phil para ir para a tal festa, mas aparentemente ele estava doente e não pôde ir, fiquei sozinho, pois, tinha ido com Mary apenas porque não tinha uma acompanhante melhor, até Penny estava com um parceiro. Assim que chego lá Tricie e Karen já estavam se agarrando, aquilo foi um choque para mim. Pessoas estavam transando no sofá, na cozinha e tudo aquilo em menos de meia hora, claro que esses eram os casais de namorados, pois os ficantes ainda não tinham tido tempo suficiente para acharem seus pares da noite.

Mike e Iana me fizeram companhia por mais de uma hora depois disso perdi os dois, mas eu sinceramente não estava tão preocupado com isso, eu ligava mais para o fato de que todos os meus amigos estivessem transando menos eu. Eu não namorava o Phil, mas ele seria um bom companheiro de noite de formatura.

Catherine não tinha chegado, mas Chris estava lá em um grupo qualquer de amigos – o que não faltava era gente para conversar com ele. Eu vou até lá e o chamo algumas vezes, e ele resiste, mas por volta da quarta tentativa ele atende ao meu chamado e vai até mim. Eu o pego pela mão e subo as escadas com ele, entramos no quarto mais distante da festa, neste período entre a sala e o quarto, passamos por cima de algumas pessoas, já tinham uns sete desmaiados. Fecho a porta e a tranco, e ele permanece passivo durante todo o tempo.

Quando me viro a ele, ele estava deitado na cama virado de barriga para cima de braços abertos e olhando fixamente para o teto. É neste momento que eu pulo do seu lado e fico na mesma posição que ele, mas colocando o braço esquerdo por debaixo do seu corpo. Ele continua mudo. Vira-se para mim e com apenas um olho a lacrimejar me diz:

– Você sabe que quem eu amo de verdade é você! Você sabe que desde sempre, era de você que eu gostava... mas você não se importa com isso, você simplesmente não liga! – e vira-se para cima novamente.

Eu tinha todas as razões do mundo para naquele momento ter uma briga deia com ele e começar a jogar tudo na cara dele e tudo que ele havia feito a mim, mas eu apenas subo nele e pondo minhas nádegas da forma mais íntima possível sobre o seu quadril me inclino sob seu peito e deito minha cabeça bem onde podia ouvir seu coração bater perfeitamente. Então ele continua.

– Você sabe que não posso! – eu já podia sentir seu membro, sem nem sequer tanto estímulo – Não faça isso comigo! Você me prometeu! – começa a chorar – Ela não merece isso de nós dois!

– Então porque você decidiu ficar com ela? Seu covarde! Poderia ter encarado seu tio idiota! Você tem pais que te apoiam e te amam acima de tudo! E desperdiça isso para viver uma mentira e abandonar quem lhe amava e quem você ama! – eu me irrito, e me ergo, quase lhe batendo a face.

– Você não entende mesmo! – e me beija, seu pênis quase salta neste momento.

– Eu te amo tanto Chris! Te amo tanto! – falava enquanto beijava-o desesperadamente.

Mas eu sabia que aquilo não era lícito, sabia que era errado e mais ainda devido a ele estar comprometido com alguém, uma amiga e bem próxima. O que eu estava fazendo?

Ele tira meu smoking, e desabotoa lentamente minha camisa, enquanto deliciava-se em meu pescoço que fervia e finalmente a joga longe. Ele beija meu peito e desce lentamente ao meu mamilo, o qual o chupava intensamente, lambia e mordiscava, continuou a descer cada vez mais até chegar em meu quadril, é quando ele sai de debaixo de mim e sobe em mim ao me deitar na cama. Eu tiro meus sapatos com os pés e ele os dele, também tira seu smoking o pondo o chão e a sua camisa.

Ele encrava os dedos em meus cabelos e os puxa para trás enquanto tirava meu cinto com a boca – fiquei impressionado em como ele fez isso rápido – e o pegou e bateu em minhas coxas, brevemente. Eu tirei as minhas calças lentamente enquanto ele tirava as dele, estávamos só de cueca com nossos pincéis em atrito constante, e é quando ele põe a mão em minha cueca e eu enlouqueço. Até que ele para e vira-se prontamente para a porta. Alguém estava vindo. Pulamos da cama, pegamos nossas roupas e corremos para o banheiro – era um suíte. Jogamos tudo na banheira, ele ficou com seu ouvido na porta para escutar se alguém iria entrar e eu sentei no vaso.

Foram os momentos mais assustadores da minha vida. Por mais que eu ficasse abertamente com caras nas festas eu era discreto e prestava atenção em quem olhava, sair assim do banheiro seminu com outro cara não seria legal para a minha imagem, embora a situação dele fosse pior, pois estava namorando a queridinha do colégio, e se souberem que ele a estava traindo com seu ex, que ainda por cima era homem, não seria nada agradável. Nunca o vi tão nervoso. O que seria de nós agora?

Notas finais
Bom, galera espero que tenham gostado! CERTEZA, o próximo cap sai até no máximo dia 23/09 e eu confirmo isso! Comentem o quanto ficaram putassos com a demora, ou um elogio :3 e espero que tenham curtido!