Someday

7 Rich youth


Notas iniciais
Depois do natal, temos a boa e velha virada de ano! Quem nunca prometeu coisas que nunca cumpriu? Quem nunca guardou uma paixão e só se iludiu?

Dentro de mim senti como se tivessem passado dois anos, mas finalmente aqueles dois simples dias haviam avançado e estava naquele momento a caminho da casa de Chris, para irmos para sabe-se onde ficava a casa de praia do tio dele. Eu particularmente estava intrigado com o comportamento da minha mãe, a aquela altura ela já deveria ter desconfiado de algo, afinal, eu estava muito próximo de um menino para ser real, ela normalmente me via cercado por meninas e quase sempre minhas maiores intimidades eram reveladas em meio a esses círculos, coisa que ela sabia e presenciava.

Foi uma despedida seca e fria, ela em seu íntimo se arrependia profundamente de ter me deixado ir com eles, e ainda estava receosa quanto a família de Chris por eles serem pagãos, mas ela foi bem rígida em suas instruções antes de sairmos.

“Eu não quero saber de você bebendo, fumando ou usando qualquer tipo de droga, seja ela lícita, ilícita ou coisa do tipo. Sem beijos com ninguém, sequer seja um celinho de nada, a um abraço pois lembre-se que Deus está sempre a nos observar em todos os lugares. Eu estou confiando em você, não me traia, você sabe o que acontecerá se eu ouvir qualquer reclamação ou se me envergonhar diante de minhas capacidades de controle materno sobre você! Não me desafie mocinho! – e beija minha testa.”

Entramos, a entrada estava lotada com malas até quase toda a garagem, iríamos passar apenas no máximo cinco dias e a mãe de Chris estava compulsiva com a bagagem e as coisas que ela pouco provavelmente poderia precisar, ela acabava criando internamente situações adversas às quais poderia sentir falta de algo que no caso seria essencial. Decido ir direto pro quarto de Chris, e lá eu sento na cama, saco meu celular e vou checar minhas mensagens.

Era óbvio que o intuito era provocá-lo, e funcionou direitinho. Ele logo se aproxima sorrateiramente e deita-se sobre minhas pernas fechando a porta com o pé. E rindo vai me beijando começando pela minha barriga até beijar meu queixo e me fazer cócegas. Ele pega meu celular e joga no travesseiro dele e me abraça pela cintura deitando-me sobre ele. Até que em uma reação instintiva eu me recolho e o empurro. Eu não conseguia me acostumar com a liberdade que tínhamos na casa dele, era algo muito estranho para mim, de alguma forma não me ocorria naturalmente.

Ele se incomoda com minha reação, senta-se e ajusta-se para ficar lado a lado comigo e vira meu rosto para o dele nos deixando face-a-face.

— Eu só queria que você entendesse que aqui, pelo menos aqui, você pode ser o que você quiser. – aproxima meu rosto do dele – Você pode gritar, me beijar, ouvir o que quiser. Só peço que me ame. – e me beija – Será que nesses próximos dias você pode esquecer sua mãe um pouquinho?

— Posso sim. – rio timidamente e o beijo.

Em seguida sua mãe bate na porta nos chamando, já estava tudo no carro e estávamos de partida. Como Chris disse foi realmente uma viajem diferente, os escolhemos as músicas que tocavam e todos iam conversando e rindo, ao leve som do meu Indie Rock nos fones e as músicas que Chris curtia de fundo. Eu fui deitado no seu colo e em menos de duas horas eu e a sua mãe já estávamos dormindo, enquanto ele ia olhando para a janela com uma mão no queixo olhando para o nada. Maravilhosamente.

Desta vez a estrada era maior até a nossa parada, demoraria sete horas, mas eu dormi profundamente e só acordei quando chegamos e tive o desprazer de despertar com a visão da perna de Chris praticamente roxa devido à pressão de a minha cabeça ter parado a circulação local dele, mas isso foi completamente irrelevante comparado a nossa vontade de sair daquele carro.

Descemos do carro e Tricie já nos esperava, ela corre e abraça Chris e depois a mim. Estava tão ansioso para essa virada que mal conseguia me conter dentro de mim mesmo, entramos na casa, era enorme e muito chique. Com entalhes de madeira modernos e sofisticados, e os quartos divididos em corredores perpendiculares, escolhemos o último e fomos colocar as nossas coisas lá. Jogamos tudo em cima das camas, nos trocamos um na frente do outro – tiramos nossas camisas e colocamos roupas leves – e corremos para a piscina, ficando por lá até umas duas da manhã, quando não aguentamos mais o frio.

Tricie foi tomar banho. Felizmente além da suíte onde o tio do Chris estava dormindo, só tinham dois banheiros sociais, um a Tricie ocupou, estávamos agora diante da decisão de quem tomaria banho primeiro. Até que Chris dá a ideia.

— Por que não tomamos banho juntos? Não vejo problema nisso! – e tira a camisa molhada.

— E se eu vir algum problema nisso? – Tiro a camisa e a bermuda, e ele fica visivelmente excitado, e me prende na parede – Ca-calma jovem... Vamos ao banheiro primeiro... – tento falar enquanto ele me beija.

Ele me empurra e me leva até o banheiro enquanto nos batemos nas paredes do corredor, ele tira a bermuda e ficamos os dois de cuecas, ele me senta no balcão da pia e baixa minha cueca, e antes que pudesse ter qualquer reação ele já estava me lambendo. Eu decido então tirar a cueca dele com meu pé e vou baixando-a devagar sem pressa para aproveitar ao máximo do que ele estava fazendo comigo. Passando toda a as língua ao redor do meu membro paralisado dentro de sua boca. Ele sobe então, vai beijando minha barriga e subindo para meus mamilos, os quais mordisca cada um e avança para a minha boca me pressionando para trás enquanto nossos pênis estralavam de tanto se baterem mais embaixo.

Ele me beija profundamente, e volta a me chupar. Em certos momentos podia ver ele me encarando para ter certeza de que eu estava gostando, até que eu não aguento mais de desço da pia – estava quase gozando, e não queria parar – e pego ambos os pênis e os masturbo juntos durante um beijo onde minha língua foi mais fundo que eu jamais imaginei conseguir. Depois desço e vou para ele, não consigo colocar tudo na boca de primeira mas depois faço uma garganta profunda que ele goza instantaneamente, depois ele me vira e fica esfregando seu sêmen em mim enquanto eu me masturbava até que gozei também.

Foi o banho mais demorado da minha vida, enquanto nos banhávamos não parávamos de nos beijar e o chuveiro ligado com a água a moldar nossos corpos. Até que a Tricie teve de interferir, apesar de inconveniente foi engraçado. Fomos dormir logo depois, ela numa cama, eu na outra e o Chris numa rede entre a gente, apesar do frio o sono era tanto que nem sequer chiamos depois de deitar, o ignoramos completamente.

Amanhece e o Sol brilhando no meu rosto, depois de um certo tempo se tornou difícil de fingir que ele não estava me incomodando. Levantei antes dos dois, e os acordo suavemente derrubando acidentalmente um vidro de perfume que tinha na bancada ao lado da cama, ele não estava tão cheio o que tornou o barulho ainda maior e acordou o pai do Chris que estava no quarto ao lado. Dentro de uma hora depois já estavam todos na mesa comendo o café da manhã do ultimo dia do ano.

Anoitece e começa a ficar tarde, todos estão no deck com os fogos já armados perto da piscina comendo churrasco e ouvindo música no volume máximo – na noite de ano novo, ninguém pode reclamar de som alto – dançando numa pista improvisada na grama, vários amigos da família começaram a chegar depois das dez da noite, inclusive a namorada da Tricie e o resto dos primos deles, Joseph, Mary e Michael, todos bebiam e comiam exageradamente e uma rodinha com os maiores – nós – se forma no canto de uma parede, juntaram-se nós os primos deles e a namorada da Tricie, e decidimos falar cada um uma coisa que marcou seu ano, e o mais surpreendente foi o relato de Joseph que com apenas oito anos emocionou todos com seu relato sobre o divórcio dos seus pais, e nós mais velhos inventando problemas. Depois de um tempo todos se separam devido aos comes e bebes. Até que se escuta a contagem e pode-se ouvir o coral.

DEZ – Chris estava do outro lado do deck e eu lá na parede no fundo do gramado perto de onde estávamos reunidos.

NOVE – Ele corre para me dar o beijo de ano novo, e derruba um copo de cerveja em cima da sua tia, ela briga com ele, mas ele a ignora.

OITO – Eu o percebo vindo e me levanto o esperando, o seu tio risca um fósforo e começa a acender os fogos.

SETE – Ele espera sua mãe lhe abraçar e lhe dar um beijo na testa, eu fico apreensivo.

SEIS – Ele ainda está abraçado com sua mãe, os primeiros foguetes acesos já estavam a quatro segundos de serem lançados, Tricie abraça Lana – sua namorada – forte pelas costas e a beija a bochecha.

CINCO – Ela diz que a ama e Lana retribui o beijo na bochecha, enquanto ele ainda estava abraçado com sua mãe. Enquanto isso o coral da contagem final ficava cada vez mais intenso.

QUATRO – A mãe de Chris o solta e ele rapidamente pula dois bebês que estavam sentados brincando no chão, mas ele tropeça em uma pecinha e eu rio.

TRÊS – Percebo que posso ir na sua direção, e decido ir, mas sou interrompido pelo abraço súbito e ilógico de um menino que parecia um ano ou dois mais velho que eu, o qual nunca havia visto antes.

DOIS – Retribuo com um sorriso e dou dois tapinhas em suas costas como quem se despede, enquanto isso Chris também é interceptado por outro cara que o puxa pela mão, e ele me era familiar, era um ex-colega nosso.

UM – Ele fica paralisado e o cara o puxa e o beija. Eu apenas observo tudo, quando então Mary que estava do meu lado me beija e me dá um abraço apertado. Os fogos explodem em uma imensidão de cores no céu, onde choviam faíscas coloridas e todos admiravam ao mesmo tempo em que confraternizavam. Mas eu... Eu não conseguia mais pensar em nada naquele momento.

FELIZ ANO NOVO!!! – Gritam todos.

Notas finais
Taeeee galera, só não saiu no sábado pq tinha perdido o carregador desta bagaça, bjoks e até a prox. Comentem ♥