Somebody To You

19 O Caso de Lucy Heartfilia. - Aquela situação indesejável...


Notas iniciais
Naluuuuu!!! É gente, finalmente!!! Esse casal foi uma pedra no meu sapato, é muito difícil imaginar Natsu "sério". Enfim.... eu adorei a imagem da capa porque é meio art pop, nunca tinha visto ela até pouco tempo atrás. A propósito, se vocês derem uma olhada eu mudei um pouco a capa de No Air também. O nome da shortfic se dá por conta da música de Austin Mahone "Say You're Just a Friend". Tá muito tarde então vou ser bem breve, ok? Acho que deve estar dando uma agonia ficar duas semanas sem a história principal, mas eu vou tentar compensar. Por diversos motivos (leia-se: a personalidade de Natsu e animes atrasados), eu postei um pouco mais tarde. Vou escrever o Gruvia assim que der. Gostaria de agradecer a todos que comentaram, e especialmente a MyraD (*V*), a Ali e a The Pirate Queen, por favoritarem a história. Boa leitura! OBS: a votação estará nas notas finais.

Quando se pesquisa a respeito do termo friendzone, é isso o que se encontra:

Na cultura popular, a "friend zone" refere-se a uma situação onde uma pessoa deseja entrar em um relacionamento romântico, enquanto a outra não. Em resumo, isso acontece quando uma pessoa está apaixonada, enquanto a outra quer apenas amizade.

Caso tal definição não satisfaça, há outras, tais como:

Friendzone é um estado de amor unilateral não correspondido por uma das partes. É a situação onde uma soma de tentativas de iniciar um relacionamento sério resulta em fracasso. O amor intenso de uma das partes é necessário para haver friendzone.

Por mais triste que pareça, talvez fosse isso o que definisse a minha situação naquela época.

...

Sábado de manhã. Talvez para a maioria dos adolescentes, isso fosse sinônimo de dormir, mas naquele dia eu me preparava para uma tortura mental: estudar com meu querido melhor amigo. Não, eu não era simplesmente egoísta e não desejava ajudar. Era só que... Natsu parecia ter a habilidade especial de apagar o pouco que conseguira absorver durante uma aula de banca, após menos de cinco minutos. Eu já havia tentado.

A maioria dos colegas, após descobrirem que eu seria a responsável por tutorá-lo, me deram pêsames. Minha única opção – já que não havia como fugir – foi criar um plano de estudos intenso, para que ao menos ele conseguisse tirar acima da média em todas as matérias. Ainda que me tivesse acordado relembrando que eu era o “sacrifício” e que o dia seria bem longo, estava animada com o fato de que passaria um dia em sua casa, só nós dois.

O que me levava a outro problema: eu tinha uma minha óbvia paixão por Natsu, a qual ele parecia não perceber. Até mesmo quando eu deixava pistas bem diretas (ou até quase me confessava), ele parecia dar um jeito de achar qualquer outra explicação aceitável para o que eu dissera, ou como agira. A exemplo, havia a conversa que tivemos naquela manhã, quando ele me ligou logo após eu acordar. Enquanto imaginava a roupa com a qual sairia, meu celular tocara.

– Alô? – disse.

– Lucy! – ele exclamou do outro lado da linha.

Natsu tinha até um modo diferente de me chamar. Por algum motivo nunca explicado, ele prolongava a última sílaba do meu nome, fazendo com que este soasse como “Luci”.

– Você já está saindo de casa?! – ele indagou. – Já arrumei tudo aqui.

– Natsu, são nove da manhã ainda. Combinamos de eu chegar aí às dez e meia. Por que eu estaria saindo agora?

– Também não precisava falar assim. – ele resmungou.

Ri enquanto me desculpava. Quando avisei que teria que desligar, pois iria me arrumar, ele me interrompeu:

– Obrigada, viu? Não acho, ou melhor, já percebi que não é todo mundo que aceita facilmente me ajudar. Sabe como é... durante as aulas eu só consigo pensar na hora do almoço. Mas com você com certeza vou aprender pelo menos algumas coisas.

Corei, enquanto me revirava na cama. Natsu era inocentemente fofo a todo o momento.

– Você pega o assunto rápido também... Isto é, depois de relembrar os dos anos anteriores.

Ele imitou uma gargalhada irônica, mas senti que estava rindo de verdade.

– Eu te amo, Lucy. – ele expirou fortemente.

Meu coração palpitou mais rápido. Me lembro de considerar responder ou não. Por fim, respondi com dor no peito.

– Também te amo. – disse baixo, não tendo garantia de que ele ouvira.

Mas ele ouviu.

– É claro que você me ama! Nós somos melhores amigos, não é mesmo?!

Sorri, em sofrimento.

– Uhum.

...

Situações como essa não era nem um pouco incomuns. Suas declarações de afeto inicialmente me fizeram acreditar que ele poderia sentir algo por mim, mas depois cheguei à conclusão que ele apenas tinha um carinho enorme por mim. Como amiga. Ele não demonstrava imaginar que eu poderia acreditar que aquelas palavras significassem outras coisas. Ainda assim, eu as guardava na memória, e as repassava na mente, em silêncio, enquanto estava sozinha. Era bom saber que eu era, ao menos, a “garota mais próxima”.

Não apenas eu me confundira como várias pessoas pareciam acreditar que nós namorávamos. Lisanna era, de acordo com o que eu notara, a única que sabia a verdade e mostrara-se incomodada. Desde o início, eu sabia que ela tinha uma paixão pelo Natsu. Foi uma surpresa, quando, ao ir falar com ela sobre os meus sentimentos, Lisanna afirmar que não via problema algum se eu começasse a sair com ele. Ainda mais, se oferecera para ajudar – o que eu recusei, pois sabia que aquilo seria forçado demais para ela e cruel demais da minha parte.

Ela havia desistido dele, mas ainda não o esquecera totalmente. Dizia estar esperando pelo cara certo para tirá-lo da cabeça. Com tudo isso, nos demos muito bem, e ela me ajudava bastante nos treinos. Eu gostava de imaginar que, ainda que ela ainda gostasse dele, nós conseguiríamos manter uma boa relação.

E com isso vem aquela dúvida: então por que gostar dele? A maioria daqueles que estão apaixonados provavelmente não vão saber dar uma resposta concreta sobre o motivo de se encontrarem nesse estado — ainda por cima quando, tendo como hobby a escrita, eu tivesse maior facilidade em me expressar por metáforas e gostasse muito mais de falar sobre os outros. Ainda assim, acredito que fosse possível dizer algo a respeito: provavelmente foi o modo como ele me recebeu desde o início, como estava sempre alegre, como conseguia unir uma multidão. Como ajudava a todos, e, acima de tudo, o modo como ele não aceitava que ferissem seus amigos. Para Natsu, não havia motivos válidos para uma pessoa ferir outra intencionalmente. Isso o levava a entrar em discussões, disputas e a se irritar constantemente. Mesmo admirando muito essa característica, me preocupava com ele, que não conseguia deixar ninguém para trás. Pessoas assim eram as que mais se feriam quando algo de ruim acontecia.

Deixando a tristeza de lado, me levantei para tomar banho. Eu não tinha desistido de o fazer perceber como eu me sentia. E quem sabe corresponder.

Eu não tinha muita experiência – ou nenhuma -, na área de romance, então não tinha muitas pistas de como agir. Não era como se nunca tivesse sido paquerada ou chamada para sair, mas nunca consegui considerar esses eventos como experiências amorosas. Nelas, os garotos só conheciam minha aparência. Não existiam sentimentos, não existia a insegurança de perder a relação que se tinha anteriormente. Quando as palavras se mostraram inúteis para esclarecer como eu me sentia, imaginava como deveria me portar.

– Hime! Já terminou o banho? – uma voz feminina soou no banheiro. – Fiz o café, e tenho uma mensagem do Senhor.

– Já estou indo!

Virgo era a governanta de meu pai. Não sendo muito mais velha que eu, ele acreditara que ele fora a melhor opção de governanta e “vigia” que ele poderia ter, quando passei a morar sozinha. Um ano atrás, ao decidir que queria sair do colégio de elite ao qual frequentava e me mudar para adentrar em outro que tivesse construído sua fama não através do dinheiro, mas de bons ideais, ele tivera algumas restrições: entre elas, a visita semanal de Virgo.

Ela limpava, fazia o café e me entregava a minha “mesada” (que servia para pequenas despesas). Era impressionante como, ainda que o apartamento fosse pequeno, ela desse conta de deixa-lo perfeito em poucas horas. Se não fosse pelo meu desejo de independência, seria muito confortável ter seus serviços a todo o momento.

Ao adentrar na cozinha, ela se curvou levemente e me entregou um envelope. Ocasionalmente, meu pai me enviava cartas reportando como ele estava e me perguntando sobre a minha vida colegial. Mesmo que ele tivesse dinheiro para enviar uma mensagem ou até mesmo vir para a minha casa toda semana.

Durante muito tempo, eu e meu pai nos demos mal, mas achava que a distância tinha ajudado a baixar os ânimos. De tempos em tempos, nos encontrávamos pessoalmente, e ele demostrava estar bem mais compreensivo do que fora anteriormente. Estávamos, enfim, agindo como verdadeiros pai e filha.

– Hime, e então? Algo que queira a mais, algum serviço mal feito? – Virgo balançava uma das mãos em frente ao meu rosto.

Ah, além de tudo, a governanta tinha algumas preferências peculiares, como o modo como gostava de se vestir como as empregadas inglesas do século XIX e a sua fixação por me chamar de “princesa”.

– Tudo bem, você já pode ir. – eu sorri enquanto comia o misto quente com suco. – Obrigada novamente.

– Não fiz nada mais que o meu dever. – disse ao sair pela porta dos fundos.

O celular tocou novamente. Qual foi o meu choque, ao, mais uma vez, ouvir Natsu gritar pedindo para eu me apressar.

...

– Lucy! Finalmente! – o garoto exclamou ao abrir a porta da casa.

– Hun! Com você me ligando a cada cinco minutos, não tinha como ser diferente...

Ele ignorou a minha indireta e me puxou para dentro. Parou ao notar a quantidade de cadernos que eu tinha em mãos.

– Quer ajuda com isso aí? – indagou.

Aceitei, dividindo o peso em duas partes.

– Mas para que tanta coisa? Nós não vamos rever a história mundial toda, só o assunto que está sendo dado.

– É, mas achei melhor me prevenir e trouxe os assuntos dos anos anteriores também.

Ele revirou os olhos e entramos na sala de estar. Não era a primeira nem a segunda vez que eu entrava ali. Era comum passar minhas tardes com Natsu em seu quarto, conversando, assistindo TV ou sendo forçada a jogar algo.

A casa não era nada espetacular, afinal era habitada por apenas duas pessoas. O pai de Natsu trabalhava em uma grande empresa petrolífera, então eles viviam confortavelmente, e o clima era sempre alegre, ainda que Igneel soubesse ser...

– Olá Lucy. – o pai de Natsu baixou o jornal que cobria seu rosto e me mostrou um sorriso acolhedor.

– Olá Igneel, tudo bem com o senhor? – eu perguntei e ele concordou com a cabeça.

Ele estava sentado em uma poltrona logo em frente à escada, e pousou o olhar sobre nossos braços cheios.

– Obrigada por ajudar meu filho idiota mais uma vez. Vamos ver se dessa vez ele aprende... alguma coisa. — ele riu.

... Severo. De um modo engraçado.

Natsu ficou vermelho de vergonha.

– Pai! Não fale assim na frente dela! Você sabe muito bem que eu sou inteligente, eu só não... – ele parou no meio da frase, desistindo e me puxando escada acima.

Igneel gritou antes que Natsu pudesse me trancar no quarto:

– Só não demonstra?! Eu ainda tenho esperanças!

– Ótimo. Elas serão atendidas! – ele bateu a porta com força. – Desculpe-me pelo meu pai, ele é...

Natsu parou a me ver gargalhando no chão.

– Ai, eu adoro ele.

O rosado atirou um dos cadernos em minha direção. Ainda bem, ele passou voando direto para sua cama. O que causou espanto em um certo felino, que pulou no meu colo.

– Happy! – eu fiz carinho em sua cabeça pequena.

O gato azul morava naquela casa desde muito antes de eu conhecer o Dragneel, e era simpático até com estranhos, ronrando assim que recebia algum tipo de atenção. Especialmente quando pessoas como eu traziam biscoitinhos de peixe para ele. Distribui os mesmo pelo chão, e depois de comê-los o gato se esfregou nas minhas pernas.

– Você sabe que pelo menos metade desse afeto todo dele para com você é por causa dessas guloseimas, né? – o rosado se sentou na minha frente.

Dei de ombros.

– Pouco importa. Desde que ele me ame, está tudo bem.

Me lembrei da conversa de mais cedo. Balancei a cabeça e abri o primeiro dos cadernos.

– Acho que já está na hora de começarmos, não é?

Me preparei para a “guerra” enquanto começava por um resumo de física.

...

– Lucy-y-y! – Natsu gemia.

– Cale a boca e faça esse exercício.

Eu fazia questão de ser dura nesses momentos. Se eu cedesse, era capaz de acabar dando-lhe todas as respostas.

– Mas eu não entendo nem o que não estou entendendo! – ele se agarrou a uma de minhas pernas.

Natsu já tinha se deitado no chão há muito tempo. Nas primeiras matérias, tudo fora incrivelmente tranquilo, ao ponto de que após uma explicação, ele parecer relembrar tudo. Quando chegamos à matemática, no entanto...

– Onde está o dois mais dois?! Eu me lembro de que até pouco tempo atrás os deveres de casa tinham contas assim! — ele parecia prestes a chorar. — E que história é essa de fórmula? Os professores não dizem sempre que nós não devemos decorar, e sim aprender?

Suspirei. Depois de me sentir nas nuvens com linguagens, ciências humanas, etc., a dificuldade se fizera presente. E a intolerância também.

– O que você quer saber?! – me aproximei dele.

Ele sorriu infantilmente, e se aproximou o suficiente para que eu pudesse sentir o cheiro do seu xampu. Instantaneamente, me tornei consciente do fato de estarmos sozinhos em seu quarto.

– Aqui. Esse “x” é 5 ou 28? Hein? Eeei! Terra para Lucy!

Voltei à realidade. Ele não parecia notar nenhum dos detalhes ao qual eu dava atenção.

Natsu fez questão de reclamar da minha falta de seriedade com os estudos – como se tivesse autoridade – e voltamos à questão. Enquanto terminávamos a segunda atividade, notei Happy nos observando.

Imaginei como era a vida do gato, recebendo comida, carinho e presentes sem que ninguém esperasse nada de volta. Sem se preocupar com estudos, amigos, família, romance.

Eu te invejo. – sussurrei.

...

Terminamos a sessão de estudos cerca de cinco horas da tarde. Isto é, aquele era apenas o primeiro dia. Igneel nos servira o almoço no quarto e me convidara para jantar. Eu aceitei, e ficamos esperando anoitecer assistindo um filme no quarto de Natsu. Eu conseguira convencê-lo a ver um romance.

Impressionantemente, o conflito do garoto da história de assemelhava ao meu: ambos nos encontrávamos em uma das piores situações amorosas, a do “apenas amigos”. Observava o rosado enquanto ele reclamava do protagonista:

– Mas que besteira. Se ele a ama, é só dizer logo. O máximo que pode acontecer...

– É ela rejeitá-lo? E a amizade acabar? – interrompi-o.

Natsu pareceu acanhado.

– Calma Lucy. Eu só...

Eu sei. Pensei. Eu só queria te fazer entender.

– Você... Acha mesmo que ele deveria se declarar?

Ele respondeu quase que imediatamente.

– Claro. Se a amizade deles é forte mesmo, isso não vai simplesmente detonar com tudo. Eles podem se afastar por um tempo, caso ele seja rejeitado, mas eles iriam voltar a se falar.

– Mas e se nunca voltar a ser como antes...?

Ele me observou de soslaio.

– Ainda acho melhor do que viver o resto da vida imaginando o que eles dois poderiam ter sido.

Parecia tudo tão simples quando ele falava daquele jeito. E ainda assim... Talvez fosse a melhor das opções. Não pensar tanto e apenas agir poderia dar certo. Se fosse para ele começar a me ver como uma garota...

– Natsu, eu quero te dizer uma coisa.

– O que...? – ele se virou para me olhar. — Lucy!

Eu havia me aproximado desnecessariamente sem perceber. Estava sentada do seu lado e inclinada sobre ele, com os rostos perigosamente próximos.

Já pensou que tem coisas que não podem ser expressas por palavras? – O meu subconsciente berrava.

Sim, eu já havia pensado naquilo milhares de vezes.

Mas não faria aquilo naquele momento. Naquele lugar.

– O que foi? – ele repetiu a pergunta após eu me afastar.

– E se... vamos fazer assim, ok? Se eu conseguir fazer você tirar notas boas, eu te conto o que eu queria dizer. – me levantei, pegando minhas coisas.

– Mas o que? Não era você que estava com vontade de me dizer algo? – ele se mostrava confuso.

Beijei uma de suas bochechas demoradamente antes de sair, e pude notar seu rosto enrubescendo.

Ainda tenho muito tempo antes de ir para o ataque direto. Posso tentar várias coisas mais sutis antes disso.

...

Após o episódio relatado, não consegui ficar para o jantar. Me desculpei com Igneel e deixei um Natsu confuso na casa dele. Precisava sair para algum lugar. Esfriar a cabeça.

Pensei em chamar Gray, que sabia sobre tudo, mas me lembrei de Juvia. Eu vinha tentando evitar qualquer situação que pudesse levar a um mal entendido da parte dela. A garota demonstrava ser muito simpática, e vinha se abrindo mais comigo. Não queria perder a confiança que ela me dera ou interferir no “rolo” dos dois. A situação dela de certo modo se assemelhava a minha. Se fosse possível, um dia eu gostaria de ser capaz de conversar com Juvia sobre o assunto.

Lembrei-me de certa pessoa. A única com a qual eu, até então, podia conversar sobre tudo.

– Alô? – a garota me atendeu quase que imediatamente.

Ao fundo, eu ouvi uma voz masculina perguntando quem era, e ela o mandando calar a boca. Com o adicional de uma música de rock.

– Levy?

– Oi, Lu-chan. O que foi?

– Ah, não me diga que você está aí nesse clima de romance com o Gajeel... Quer sair?

– C-claro que não! Quero dizer, eu adoraria sair, mas nós não estamos... Meus tios viajaram e...

Eu parei na estação de metrô, e encarei um pôster da nova temporada de Teen Wolf.

– Ok, ok. Sinto muito aí, mas diga para o seu querido que hoje é a noite das garotas. Ele vai ter que ficar no quarto sozinho. Melhor do que sair, nós vamos virar a noite assistindo Dylan O’Brien ser lindo. Chego aí em trinta minutos.

Desliguei antes que ela pudesse reclamar de algo, e entrei no vagão que acabara de parar na minha frente.

Tomara que eu não precise fazer nada muito radical.

Notas finais
O que acharam????? XD E agora... a votação! Mas antes, entendam isso aqui: ao lado de cada opção, vai ter um símbolo. Eles significam, respectivamente: "x" = essa opção vai ser bastante "pesada", com histórias longas, mais elaboradas e em maior quantidade. Por isso, caso escolha uma com esse símbolo, será apenas ela. "#" = opção mediana, pode-se escolher ela e uma mais uma leve juntas. "-" = opção leve, podem escolher as três ou uma mediana e uma delas. Opções: 1. Especial baseado em Pretty Little Liars. (x) As garotas envolvidas no mistério da série... 2. Especial "Mirajane e as garotas coelhinhas" (-) Mira decide que quer fazer um dia em que todas as garotas do café se vistam de coelhinhas e acaba por forçar quase todas as meninas da Fairy Tail a entrarem no "evento". Meninos também estarão por lá... 3. POV do nosso querido Gray-sama (#) Vou morrer fazendo isso, mas me proponho do mesmo jeito kkkk. 4. Flashback: Meredy no intercâmbio (-) 5.Flashbacks: Natal sem você. (#) As memórias de vários personagens do natal anterior, antes da fic começar. 6. Ponto de vista da Aquarius (-). Isso ia ser uma loucura... 7. Um dia com os irmãos Strauss (#) Isso é, basicamente, um meio de escrever logo as três one-shots sobre eles ;). 8. Especial contos de fadas. (x) Para cada um dos casais, um conto/mito etc. Podem votar!!!! XD Ah, alguns deles poderão ter beijo, já outros ainda não.