Sombrio Limiar
60 Subita Sonolencia
Violeta escutava as palavras de sue pai como um eco, desaparecendo no ar antes que pudesse compreendê-las.
Todo o plano que havia arquitetado passava por sua mente, assim como a desesperança e desespero por não conseguir cumpri-lo.
Agora seu pai levantava suas mãos para dar a benção ao futuro casal.
Em pânico ela tentou fazer seus músculos responderem. Durante todo o jantar ela havia pensado se iria deixar que todo o curso de seu futuro fosse mudado. E ao final, havia encontrado sua resposta.
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– Não! – O grito rouco da princesa interrompeu seu pai no meio do discurso, causando olhares de desgosto e surpresa de algumas pessoas ao redor.
Seu pai lhe deu um olhar que a fez tremer em seus ossos, um olhar que gritava as palavras contra ela violentamente. O que você esta fazendo?
Ligeiramente ofegante, Violeta e desvencilhou das mãos de seu pai e se afastou começando a falar:
– Eu não, não posso me casar com Tony.
Um Oh coletivo se pode ouvir, confusão no rosto de muitos dos presentes.
– Eu não posso, eu... Eu amo Wilbur!
Houve um momento de silencio, seu pais juntou as sobrancelhas tentando compreender as palavras da filha.
– Mas, quem é esse... – O homem obteve sua resposta ao ouvir passos sobre a plataforma, se aproximando velozes.
Um garoto de cabelos negros, respirado com dificuldade se postou ao lado de Violeta, segurando sua mão com ternura e proteção.
– Mas que ultraje! – Seu pai respondeu, aproximando-se de Violeta e puxando seu braço da mão do garoto. – Como você ousa sequer pensar que é digno do amor de minha filha?
A garota abriu a boca para falar, porem sentiu-se tonta de repente. Olhou ao redor e percebeu que não era a única. Varias pessoas na multidão ou mesmo alguns nobres começavam a cabecear, tentando manter-se despertos. Ela se perguntou o que estava acontecendo, quando, não podendo mais resistir ao sono implacável, caiu no solo, seu corpo já adormecido batendo contra a madeira.
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