Sombras em Suramar
16 Capítulo 16 - Redanho
Notas iniciais
Redanho: usei o significado de rede específica de pesca para pegar camarões.
Além da fala, Ashrya notou certa lucidez no olhar faminto das criaturas.
– Q-quem são vocês? – Balbuciou.
– Fale primeiro.
– Elisande a enviou? – Murmuravam, desconfiados.
– S-sou Ashrya. Fugi de Suramar. – Pigarreou, nervosa. Se precisasse transmitir segurança para ser crida, Ashrya estava mais encrencada que um camarãozinho no redanho. – Um favor de Ly’leth Lunastre.
– Então ela está conosco. – A figura tirou o capuz, revelando seu rosto cadavérico. – Saudações, filha da noite. Nunca se perguntou o destino de um shal’dorei que não bebe da Nascente da Noite? – Suspirou, cansada. – Sou a Primeira-arcanista Thalyssra, líder do que resta da resistência.
Notas finais
Bem, foi um pouco difícil deixar isso claro nos capítulos anteriores, mas vamos lá: os elfos de Suramar, por estarem isolados do mundo por uma barreira por 10 mil anos, sem contato com Sol ou Lua, criaram uma dependência fisiológica da Nascente da Noite, uma fonte enorme de poder dentro da cidade. Eles literalmente PRECISAM beber o vinho arcano, pois, sem eles, eles definham e viram aquelas criaturas! Quando nem mente mais possuem, seguindo apenas o instinto, eles se tornam irreversivelmente criaturas erráticas que atacam qualquer um por uma migalha de mana. Esses são os chamados "Fenecidos".
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