Tudo estava bem. Muito bem. Seria, a princípio, somente um passeio. Um passeio em Sococó da Ema. Um passeio para uma festa. Não uma festa de Halloween. Ou melhor: Não era para ser uma festa de Halloween.

Todos foram pro quarto sem saber o que fazer. Já tinham perdido o motorista no acidente. Não queriam perder o Cebola também. Até que Cascão teve a brilhante ideia de... caham... teve a ideia de procurar Cebola em toda a floresta depois de onze e meia da noite, quando ninguém mais estivesse acordado.

(Denise) — Garoto, você é retardado?

(Cascão) — Foi só uma hipótese.

(Magali) — Lembra do que o tio "Xiiiu" falou, não? À meia-noite, quem estiver aqui se transformará em uma assombração!

(Cascão) — Se fosse o Cebola pequeno ele iria ficar pra assustar a Mônica...

(Denise) — Pai do Céu, eu não ouvi isso. Me diz que eu não ouvi isso...

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Umbra saiu do local. Pediu para que seu assistente vigiasse Cebola, que não tirasse o olho dele.

– E você? Está acordado?

O silêncio tomou conta. O homem saiu de lá, desobedecendo as ordens de Umbra.

Cebola tentou levantar. Seu corpo estava todo dolorido. Suas pernas tinham praticamente virado pedra pelo choque que havia levado de Umbra. Seus olhos quase não se abriam, e seu olfato não funcionava muito bem. Estava com falta de ar. Se ele não pedisse ajuda, poderia morrer lá mesmo.

Olhou para um lado e para o outro. Não viu nada que pudesse salvá-lo. Até que...

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– O que mais eu posso fazer? — perguntou o homem alto e bem-vestido para si mesmo — acho que não tenho mais como prejudicar essa Cidade. Quero dizer, não que eu queira de tudo prejudicar... quero somente descobrir seus mistérios.

O homem andava pela rua tentando pensar num modo de descobrir um novo segredo. Até que se distraiu com a passagem de uma moça.

– Olá, senhor.

– Nossa, que donzela — disse o homem, encantado — para onde está indo?

– Para casa.

– Poderia acompanhá-la?

– Claro. Por que não?

Seu coração bateu forte. Não só por amor. Também. Mas ele batia por outro motivo, pela qual o homem não havia percebido.

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TRIIIM

(Cascão) — Não é o meu.

(Denise) — É o meu.

(Magali) — Quem é?

(Denise) — Não sei, é desconhecido.

(Cascão) — Atende logo, vai!

(Denise) — Alô?

– Denise, aqui é o Cebola, estou numa casa logo após aquela árvore grande perto do acidente. Venha rápido com os outros! Mas venham prevenidos!

(Magali) — Quem era?

(Denise) — Disse que era o Cebola e que era pra gente ir rápido para onde ele está.

(Magali) — Ai, Denise. Não tá vendo que te passaram um trote?

(Denise) — Não, Magali. Dessa vez você está enganada. Ele descreveu o local, que era perto do nosso acidente. Ninguém mais sabia disso, além de nós.

(Cascão) — E agora?

(Denise) — Agora vamos ter que ir lá. Se preparem, turma. E lembrem que todos nós temos chance de morrer.

Todos prepararam seus equipamentos. Estavam destinados a ir ao local salvar Cebola. Mas pode acontecer o pior. Como a Denise mesma disse... todos eles teriam a infeliz chance de morrer. E aquele poderia ser o último encontro de todos... e sem a Mônica.

Notas finais
Povo, pra quem não viu a capa da TMJ 75 foi lançada hoje, 17/10... :D #ficaadica Aproveitando, feliz aniversário pra mim :D é hoje!