Sombras Ensanguentadas

11 Capítulo Onze - Guerra!


Notas iniciais
Hey, eu juro, eu chorei escrevendo esse capítulo (e que não sou nada sentimental). Espero que gostem.

Dia 14 de Julho, eles se encontraram como o combinado, e foram diretamente para Godland, o nome certo do lugar conhecido como inferno. Primeiro, todos, em uma linha reta, deram um tiro em direção ao céu, aquilo era um jeito de mostrar que estavam ali, era quase que um convite para a luta. Renne estava com uma metralhadora na mão e duas extras numa espécie de cinto, feito para armazenar balas de chumbo e para facilitar o transporte de armas. Ambar estava, exatamente como Renne. A diretora ao avistar o grupo armado, ligou, imediatamente, para o homem que treinava e comandava o que a diretora chamava de Liga dos Guerreiros, o que não passa de um grupo de pessoas destinadas a aniquilar, torturar e etecetera, qualquer um que tentar algo contra Godland. A “liga” de Renne era composta por assaltantes de bancos, o que vamos combinar, não é nada mal. A diretora olhou pela janela novamente.

–Renne, eu estava mesmo pensando uma oportunidade de te matar, hm, posso dar um tiro só para desestabilizar e depois a decapitar, ou esfolar a pele dela antes ou depois de matar, hm, tortura tem que ter, ah, eu decido isso na hora... –A diretora acabou pensando em voz alta.

Em poucos minutos a “liga dos guerreiros” ou “liga dos camundongos” como Renne os apelidou depois, estava em frente a Godland, os professores ao ouvirem o começo da troca de tiros saíram correndo e perderam o controle sobre os alunos, em um instante todos estavam do lado de fora, Renne entregou uma arma a Allisson e outra a Emma, de repente Renne avistou Ross, vivo, correndo, ela fez questão de pegar uma das armas extras que estavam com Ambar e entregá-la a Ross, que com a agilidade que tinha antes de ser espancado começou a atirar nos tais guerreiros (ou camundongos), havia pessoas decapitadas, fuziladas e etecetera, Renne num descuido tropeçou e quando levantou e saiu correndo (ou pelo menos tentando), a diretora, que estava por perto, e apontou uma arma para as costas de Renne, que tentava correr com dificuldade por causa do tornozelo torcido, Sophie estava por perto, assistindo a cena, então ela pensou: uma das maiores vontades de sua mãe era matar Renne, afinal ela se sentia ameaçada, sua mãe, a mesma mãe que já disse várias e várias vezes que a odiava, a mesma mãe que a chamava de praga, a mesma mãe que jamais a chamou de filha, a mesma mãe que nunca suportou ser chamada de mãe, ela precisava destruir os sonhos de sua mãe, assim como sua mãe fizera com os dela, ela iria destruir os sonhos de sua mãe custe o que custar. Então a bala de chumbo foi disparada, e Sophie entrou na frente em uma fração de segundo, antes de a bala de chumbo atingir Renne.

–Não! Não! Não! Não! Maldita! Eu estava prestes a matá-la! Praga! Verme! Demônio! –Essas palavras, vindas de sua mãe, foram as últimas palavras que Sophie ouviu antes de cair num sono eterno cercado de escuridão. Foi tempo o suficiente para Renne correr, junto com Ambar, para uma densa floresta onde acharam uma mansão abandonada, ouviram um barulho e Renne caiu no chão.

–Renne, não, Renne, fala comigo, por favor, Renne... –Ambar começou a chorar. -...não...não me abandona...Renne...não me deixe sozinha...se você morrer...eu...eu...juro...eu cometo suicídio...eu te amo...eu não tenho ninguém...eu não sou ninguém...sem você. –Ambar gritava. O que seria do seu destino sem Renne? E por uma hora, sem ao menos pensar em outra coisa Ambar ficou abraçada a Renne, ou ao corpo dela, ela já não tinha mais certeza

Notas finais
Até o próximo capitulo. Espero que tenham gostado, comentem onegaishimasu (Por favor em japonês) Sayonara, Samy-chan.