Sombras Ensanguentadas
8 Capitulo Oitavo- Adeus.
Notas iniciais
Renne acordou lentamente, sentiu o corpo dolorido, “O que estava acontecendo? Ela havia acordado antes do horário? Porque a diretora não a acordou? ”, isso era o que passava na cabeça de Renne, então ela se deu conta: “Hoje é dia 5! ”, ela tentou levantar-se da cama, e com muito esforço, conseguiu. Ela dava passos curtos pelo corredor gelado, mal percebeu que, ao caminhar, deixava pegadas, pois seus sapatos estavam sujos de sangue, ela se apoiava na parede, suas mãos estavam sujas de sangue também. De repente, Allisson a avistou.
–Renne? Por que você acordou só agora? Vem comigo, vai começar a aula de conhecimento da mente, eu te carrego.
–E....e....está...b....b....bem... – A voz de Renne saiu com dificuldade. Allisson carregou Renne até a sala de aula, e a primeira coisa que Renne notou foi Ross, no mesmo lugar que estava no dia anterior, desmaiado, ou morto, Renne não tinha certeza.
–Renne, você acordou... –O professor disse como se aquilo fosse a pior notícia do mundo, e para eles, era.
–Me acompanhem, vocês assistirão Renne partir. –Todos seguiram o professor e como os braços de Allisson estavam cansados, Emma carregou Renne. Deram a Renne dinheiro, para as passagens de ônibus e de trem, para ela retornar para casa, antes de ela partir, deixaram ela tomar um banho e vestir as roupas dela, ela podia estar limpa, mas ainda tinha muitos hematomas, ela pegou o trem, não tinha ideia de onde ir, então foi para sua cidade natal, a cidade que Amber vivia, ela já havia decorado o número de Ambar, então ela entrou num hotel.
–Com licença, poderia deixar eu usar seu telefone? –Renne disse com a voz fraca, mas ao menos ela conseguia falar.
–Claro. –A recepcionista disse com um olhar preocupado. Renne discou o número.
–Alô?
–Ambar?
–Sou eu, quem fala?
–Sou eu, Renne.
–Renne? Eu não acredito! Como... –Ambar foi interrompida.
–Ambar, onde você está morando? Eu quero te ver! –Renne pediu um papel e uma caneta para recepcionista, e anotou o endereço que Ambar a passou, depois entrou em um táxi, e pagou o táxi com o resto do dinheiro que tinha.Ao chegar no prédio se deparou com o porteiro.
–Quem gostaria? –O porteiro perguntou.
–Ambar, Ambar Milani, apartamento 56. -Após o porteiro murmurar algo no telefone, ele anunciou:
–Pode subir.
–Obrigada. –Renne subiu até o apartamento e bateu na porta.
–Ambar?
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