Sombras
25 Capítulo 25 The feeling of Innovations!
Notas iniciais
Acordei com raios invadindo minha face, o sol pôs se logo ao céu. Inovando uma nova castidade de viver e localizar tempos perdidos. E foi a diante que me lembrei de algo que pousara na janela, um pássaro, óbvio uma Graúna.
Mas um bem diferente, ela me lembrava de alguém e a completa razão era Ryan. Podia sentir ele me espionado através da janela. O tempo estava se castigando por impurezas. Levantei-me e vesti um simples tecido que Aqueny me emprestara, ela comprido em largos, vinha até os joelhos e deixava meu peito mais alongado. A cor era velha, cinza em tons rosados. Sai em passos curto rumos às escadas.
Senti cheiro de ovos mexidos com torradas.
- Olá querida! Dormiu bem? – a velha dizia.
- Muito bem Aqueny, e você? Não teve pesadelos?
- Ah! Claro, dormi sempre bem. Ora! Porque não se senta e come um pouco? Daqui a pouco Ryan esta a sua espera.
- Espera do que?
- Ele quer que você vá treinar. Nunca se sabem se sombras negras poderão vir hoje, amanhã ou em passados.
Eu sentei em uma cadeira perto da mesa, onde continham torradas e um pouco de ovos em um prato, servi-me de chá. O costume leve de Aqueny.
- Em passados? – indago.
- Como? – Aqueny indaga de volta.
- Em passados, foi o que a senhora disse, como ele invade o passado se já passou por nós?
- Sombras negras podem ser capazes de voltar ao passado Adelaide, ela invade nossa mente e trás de volta o passado por onde já passou por nossos caminhos, e isso mostra que ela quer descobrir novas coisas para trazer outras confusões de guerras.
- Entre Graúnas e Sombras negras?
- Correto!
Desisti de entrar novamente nos horrores que poderiam chegar. Aqueny terminou seu chá, e foi ao jardim. Enquanto eu lhe engolia aos poucos o chá com gosto muito estranho. Ouvi rugidos de asas batendo para inovar dentro de casa. Ryan havia chegado.
Sai de casa e preparei minhas asas em novos voos de treinos. Enquanto Ryan fechava suas asas e chegava ante a mim.
- Já esta pronta? – ele indaga.
- Como sempre.
- Bem, vamos! – Ryan abre suas asas, e parte rumos ao céu e lhe sigo-o cativando emoções estranhas pela face do meu roboro corpo.
Ele me ia uma direção rebica estranha. Não era no campo de batalha e sim estava fazendo-me truques voos perigoso.
Ele tinha sempre que se admitir que eu não fosse boba em seus definidos truques selvagens. Como na era em que ele me trancou em uma escuridão e me lançou em suas chamas vermelhas azuladas. Vi saltos sobre morros que ele circundava, e vi que ia numa direção onde uma rocha prendia minha paisagem, e nesse momento teria que o mais rápido possível para desviar.
Passei por outras rochas perigosas, truques voos mágicos. Onde se aprende a ter noções do que acontece ao perder o equilíbrio na guerra.
E com isso aprendi que devemos estar ligado com o mundo e não em suas próprias mentes. Inovei em meu corpo, sentindo todos os ares constando sobre ele. E meus músculos treinavam em arqueações sobre desvendas.
Ryan descia a um rio desconhecido, estávamos a cerca de 100 km longe de casa. O rio cativava cisnes e águias poderosas. E nelas constituíam batalhas para pegar peixes para sua alimentação. Deixei meus pés serem colocados ao chão firmes. E peguei ar para ter no mínimo a ideia que Ryan me prepara.
- Bela escolha. – disse.
- Como? – ele indaga.
- Armadilhas Ryan, escolher sem me falar, truques de voos mágicos?
- Não são apenas truques de voos, e muitos menos mágicos, eu atingi sem falar para você ter a noção do que a guerra nos espera.
- Eu entendo, por completa, mas uma coisa não me deixa saber, por que faz coisas tão cruéis com algo que você não se pertence?
- Tipo o que?
Eu sentei perto da beira naquele rio, troquei as sapatilhas que usava tirando-as e mergulhei os pés lá dentro. E por fim respondi:
- Antes diz uma porção de coisas, e nesses momentos é fiel e bom, mas, depois torna alguém estranho, por que me colocou em uma armadilha escura e me lançou chamas?
Ryan não sabia o que dizer, mas fez o melhor que pode, apenas sentou ao meu lado e respirou arqueando ares para seus pulmões.
- Por que eu fiz para não perceber o quanto amo você.
- Você me ama? Nas vidas passadas... O que eu era de você?
- Apenas uma lembrança por quem eu me apaixonei. Nada você era ninguém sabia que eu amava você, apenas fiz o correto, mas descobriram e me trancaram. E você me libertou.
- Eu sei, mas agora descobri que sua namoradinha tem raiva de mim, e acho que ela me odeia.
- Ela sempre foi assim, quer ser a melhor de todas, até ter palavras para ser uma herdeira de Guardião.
- Então porque te namora ela?
- Isso eu não posso dizer!
Ryan não precisava me dizer, eu sabia da verdadeira opção. Era o que minha mente trazia a mim. Era apenas alguém ao seu lado para que ele se esquecesse de mim. Mas, era impossível ele não sabia a mínima que eu também era alguém, que o ama.
Não havia destinos correspondentes. Não colocavam ordens prediletas. E outros apenas afirmavam colocações erradas.
Senti uma música sobre meus ouvidos, aquela que minha mãe cantava... Aquela que me fazia sentir-me leve.
O arder das minhas inovações, destinos perigosos e lutas imortais.
Close your eyes and imagine... Something coming from the horizon fear not.
Words that are hiding.
Imagine dreaming that punish the talk.
And you need to ye ye goods.
Show as it was say who dares not know how…
And look your moonlight to hope.
Smiles close your little eyes make a pout and get Love pain…
Sua voz era tão doce que me fazia sentir repletas de inovas diferenças. Ao me tocar que ainda estava em diferentes lugares. Ryan havia se levantado e partido por uma árvore próxima aquele lago. Os cisnes voavam contornando os imensos horizontes.
Senti gritos de águias. E poderes vindos de lagos maus.
Toquei a mão naquela água gélida e crista. Ao tocar uma cor azul transparente começou a ter uma forma em minhas mãos. Surpresa, repletas de encantos. O círculo formação de água do lago. Dentro havia minis gelos. Onde tomaste poderes gelados, poderes aguados e poderes de ondas salgadas. O círculo ficará menor.
E lá de dentro surgiu uma pérola branca, não uma pérola daqueles mares oceânicos, e sim a pérola do poder. A pérola do lago.
- Ryan! – chamei-o.
Comecei a andar onde Ryan Duncan estava. Em baixo da grandeza daquela árvore me dava beleza e pavor ao mesmo tempo.
A beleza que continham pelas belas flores amarelas. E o pavor por algo se temer de ser sugado como eu fui sugada pela Árvore-Sangue.
- O que há? – ele indaga.
- Olhe isso. – mostrei a pérola em minha mão, onde surgiras pela água do gelo, pela água do lago.
Ryan pegou-a, e observou atentamente. E depois me devolveu. E perguntou-me:
- Onde conseguiu isso?
- Eu não consegui, o lago me deu a formação Ryan, encantos mágicos.
- Eu entendo.
- Entende?
- Um pouco, eu já ouvi falar sobre algo que daria a esse lago. Esse lagos das Águias.
- Lagos das Águias? Não seria Lagos dos Cisnes? – pergunto.
- Não! É Lago das Águias, a formação que ela dará, fora, a pérola da Águia branca.
- A pérola da Águia branca?
- Eu pensei que era uma lenda...
- E não é? – indago assustada.
- Não, apenas um começo Adelaide, você fora a escolhida pelo Lago das Águias.
- E como? Como é essa lenda?
- Vamos para casa. Aqueny contará a você.
Então as minhas asas fizeram contrações leves, apenas demonstrei argumentos. Partimos rumos ao céu ante a ir para casa.
Então me lembrei do pássaro negro espionando-me a pela aquela janela. E disse a Ryan:
- Então Duncan? Foi você o pássaro que me espionará pela janela? – perguntei retórica.
O que apenas eu vi a sua face, e sem palavras, foi um sorriso, apenas um sorriso encantador.
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