Sombras

15 Capítulo 15 Across the past.


Notas iniciais
Boa Leitura!

Um longo suspiro brotava em minha boca. Mais em frente senti Ryan ter olhos tão lagrimejados. Até que uma dúvida veio-me, teria que perguntar agora, não esperar tempo em tempo vir:

- Você se preocupa tanto comigo? – indago-a.

- Por quê? – disse ele surpreso.

- Não se faça de bobo, você... – eu não haveria terminado de falar. Não iria falar realmente, mais vi em seus olhos. E ele já sabia o que eu queria falar.

- Olha Adelaide, essa história de eu me preocupar é um fato muito estranho.

- E você já se superou desse fato misterioso? – indago sem olhar em seus olhos.

Ryan não falara nada. Mais apenas balançou a cabeça negativamente, dizendo que não se supera ainda do fato escandaloso.

- Não pode me falar?

- Tudo supera quando há algo inútil dizendo, uma menina curiosa querendo saber de tudo. – disse ele indignado. Sua raiva me fez doer e partir o órgão mais precioso do ser.

- Apenas me fala Ryan. – berrava a ele.

Ele me olhou e saiu a porta, suas asas de Graúna abriram. Olhou para frente e depois de volta a mim.

- O motivo de eu me preocupar tanto com você Adelaide. É porque desde que eu vi com os meus olhos você chegar aqui. Eu me apaixonei por você. – ele apenas suspirou e voou. Deixando caminhos de seus traços para mim. Um flash Back ecoava em meus olhos.

- Me apaixonei por você Adelaide.

Eu apenas me esbarrei na poltrona vermelha. Surpresa pela sua resposta.

O raio e a Aproximação! parte final.

Após isso eu dormi naquela poltrona. Mais por um instante eu acordei, pois ela estava se balançando. E até que... Fui engolida por ela. Eu caia num buraco profundo. Não tinha fim há mais. Até que eu vi gotas de água sair flutuando pra cima de superfície.

Eu sabia onde ia cair. E cair de novo. No Mar.

Um som ecoava nesse buraco completamente escuro, um abismo. Dentre ela surgira redefinições. Até que eu mergulhei. A água gélida entrava por minha pele. Estranho corpo invadia-me. E nesse segundo, eu fui jogada. Raios entravam naquela escola Nigh in March.

E aproximações de vultos negros. A escola era assustadora e que, no entanto ficou mais ainda. Estava numa beirada de um mar, e vi que tudo estava em contrarias visões. Um mundo contrariado.

E senti que atravessava lugares e ninguém que passava sobre mim me olhava, era como eu não estivesse ali. E era eu não estava ali. Vi por tudo pessoas estranhas. Até que vi um homem desconhecido. Segui-o. E vi com uma mulher jovem parecia ter 23 anos. E realmente vi a expressão de seus olhos e conheci. Era a diretora de Nigh in March. Eles conversavam em expressões segredo sãs. Fiquei tão perto e eu sabia que eles não iriam me ver. Não sei como vim parar aqui. Mais aquele abismo me levou para um lugar que eu tinha em mente e certa certeza. Um lado... Do passado.

A coragem que enfrento, e coisas idiotas, o mundo a mostra. Diante da vez que chego muitas consequências você enfrenta só eu que não olho e decido por qual caminho andar. Horizontes maus assombrados. E agora eu estou aqui, como um ser andando através de espelhos. Onde muitos não te enxergarão.

A conversa desses dois seres imprudentes, me chamava atenção:

- Então? Já preparou? – dizia a diretora.

- É claro que já! – respondeu o homem.

- Ótimo, não quero ficar perdendo tempo com esses bandos de...

Antes que a diretora terminasse a fala, um bando de nuvens negras caia sobre aquela escola. E nela começava a perseguir aqueles alunos tão estranhos. E eu vi... Alguém com razoáveis características, os cachos castanhos me dava certa afinidade. Era Luna.

Temi de surpresa, mas deu pra se ver, que aquelas sombras negras era na verdade inimigos...

Luna parecia estar encontrando alguém, e segui para mais perto dela, realmente preferia encontrara-la e olhar a reação desse medo e desse misterioso passa tempo. A morena dos definidos cachos corria pelo lado direito, eu lhe segui ela, mesmo que ela não posasse me ver para que eu lhe protegesse-a.

E foi aí que a encontrei, encarrando um ser. A capa azul e vermelha que ele possuía me dava travor, as suas mãos que apareciam pela longa manga era pálida como um cadáver. E vi... Seus olhos eram vermelhos que sugava a alma da pessoa inocente.

O inimigo preparado para atacar Luna não teve sorte. Pois lá ela se foi. Abrindo suas asas tanto negras aos tons esbranquiçados. Ela seguiu para um horizonte legado. E conheci Luna era um pássaro, uma Graúna.

Confusa, será que todos que habitam aquela escola, têm suas asas, escondidas debaixo de sua própria roupa? E ai me toquei ainda estava num passado, enfrentando o inimigo ali parado.

Será que ao menos ele me via?

Ele balançava sua cabeça, tentando definir uma imagem. E quando estava querendo sair. O inimigo lhe propôs umas de suas mãos cadáver e lhe debruçou meu corpo.

Que agora um raio estava a se abrir, eu sai daquela lembrança de Nigh in March. E segui de volta aquela poltrona vermelha, onde estava há poucos tempos. Eu suava ligeira, em tão pouco segundo, a minha imagem lhe atravessará o mar em fins e aquela lembrança passada, que eu nunca irei tirar de mim.

Notas finais
Bay.