Sombras

9 Capítulo 9-Sea between my Dreams!


Notas iniciais
Boa Leitura!

Aonde eu ia e saia, se ouvia quebras de galhos, e muitos ruídos selvagens. Mais uma coisa me chamou muita atenção. Um som, de algo meigo, de algo estranho, e muito real onde vivia.

(No More)

“The complicated thing, and inside

There is an exit

I need to get out of here and

Never come back and never

I do not want more,

More

Ooooowooo

Know, this crazy day do not

Understand what you pretend to be crazy,

Oooooowooo

Do not want to torture and shadows night, night, night…

Stop suffering

Stop star

Dreaming again does not want nevermore

ooooowoooo

Never…

Pude ver que nada sabia para parar. O canto me surpreendeu. Apenas o que iria ser revelado, acabou por um instante.

O herói sempre se perde, a magia sempre nunca irá dar certo, o poder nunca vai aonde quer chegar, o caminho sempre levas por outro e destrói um que praticamente é errado. Mais uma canção em beira de um oceano, abre as nuvens fechadas e fechas as noites sombrias. Nunca se sabe onde queremos chegar, mais perto a um instinto que predomina a realização, há um começo que predomina a raiva e a amargura.

Olhei onde um jovem que praticamente não se via seu rosto, mais sua capa cobria-o, me surpreendeu, o jovem amargo que me pedirá ajuda, mas tempo atrás, eu o vi como ele era, todo negro e de pele tão branca. A criatura era linda, mais seu coração era rude e egoísta. Quebrei aquele silencio com uma condição:

- Então, Ryan, o que é pra te ajudares?

- Abra-o.

Não entendi, e nada. “Abri o que?” “Como posso ajudar, se eu não sei o que falas?”.

Arrependi-me, mais o meu caminho era esse, a tortura maligna.

- Poderia simplificar?

- Simples, abra-o.

A raiva tomou conta, fechei os pulsos, entrei em cima, me aproximei do jovem Ryan, que um dia fora um problema alucinante. Fiquei em frente a ele, ele ainda não se tocarás, não levantaras sua cabeça, mas se tocarás quando falei em forma vingativa.

- Como vou te ajudar se não ó explica? Como apenas duas palavras, vai me deixar ajudar? Como um destino irá me falar? Como você pode? Deixa o, explica-me!

- Abra-o.

A raiva diminuiu, tentava no máximo entender o que dizia. Posicionei-me em frente aquela rocha, tão fria e real...

Olhei ao mar, respirei o máximo, coloquei tudo pra fora o ódio dessa fantasia.

Fiquei ereta o possível.

- Abra-o! – murmurei.

O mar começou a se surgir tão depressa, um vento forte e rascante, o refez abrindo o oceano, em meio aquela ilha pequena.

Desmoronou todo o templo, o mar oceânico abriu-se. Agora eu entenderei. Abra-o. Abriste o mar, com minha voz. “Mas como?”

- Estranho! – falei.

- Não!

- O que disse? – perguntei.

- Nada é estranho aqui, tudo o que eles fazem ó te obedecera.

- Me obedecera?

- Sim.

- Eu não entendo.

- Entende...

- Não. Poderia explicar?

- Assim que cumprir o seu favor.

- Você é tão educado assim?

- Sou.

- Não é disso que estou falando, “educado” é um modo de dizer, estou falando se é impossível e arrogante dessa forma.

- Não é um motivo de expressar, o que queres que eu faça ainda?

- Tudo.

- Como? – retribuiu o destemido jovem.

- Como? Não é o que se responde, eu quero uma resposta digna, o que eu faço aqui? O que eu tenho a ver com tudo o que se passa?

- São longas histórias.

- Não importa se é lona, importa-se a explicação, e não a distância, mais sim uma saída onde você é torturado.

- Você fala como fosse narrar uma história, que tipo de garota se é?

- Uma garota que não gosta de tortura e ama ler, uma garota que se confunde a sua realidade com um sonho, ou um sonho com a sua realidade.

- E isso que você diz é real.

- Como? – indago repreensiva.

- Esquece, senão ficaríamos aqui até uma década.

- Não importa a longa distância mais sim a repreensiva resposta digna.

- Está O.K.! Eu não aguento mais esses tipos de falas. Por que justo o herdeiro Guardião, foi colocar eu nesse templo esquisito. – falou com sua raiva e repreensão.

- Herdeiro Guardião?

- Ai! Deveria ficar quietinho.

Eu simplesmente não entendo o que há mais de mistérios entre lacunas distantes? Um Guardião toma conta do seu trono e de seu mundo esquisito? Quem poderá ser?

- Eu sinto muito. – falei. – Mais eu não entendo, eu quero entender, então poderia me explicar à parte do mar ser aberto e o resto eu posso replicar sozinha.

Ele me encarrou, mais seu induto, não ó quis falar. Mas ouvires um suspiro de sua boca. E realmente replicou o tanto que eu queria entender.

- Olha Adelaide. Eu não entendo como pode isso, mais sei as maiorias das vezes o que isso significa na maioria da parte, você é a lenda que narra à constituição. Você é um tipo de objeto que salva corpos, um tipo onde não é real, se confundindo com tudo.

- Então... Eu sou um objeto? – falei estranha.

- Mais ou menos isso.

- Então quer dizer que eu estou em um... –pensei um pouco e disse. – Sonho?

- Sim.

Fiquei repleta com a resposta, mais, além disso, fiquei sarcástica com o mundo.

- Mas ainda está na realidade! – disse Ryan.

- Como assim? Você complica tudo.

- Você irá entender.

- Nunca.

- Apenas faça o possível para salva-los, e depois disso estará livre das intrigas que te causam.

- Espero que sim.

- Ainda bem que entende.

Fiquei em segundos em silêncios arrogantes. E após dessa convicção, me desabafei queria ver mais uma vez o rosto de Ryan. Antes da primeira seu rosto era uma forma angelical.

Ele simplesmente afastou-se daquele monte de areia e veio na trilha sonora onde um oceano mirífico fora aberto.

Eu ainda ó olhava, simplesmente. E falei:

- Ryan?

- Sim.

- E você que tipo de objeto és?

Ele ficou imóvel e disse.

- Se eu falar não acreditares.

- Sei, eu nem acredito em mim, mais estou aqui, e preciso sair desse inste rios horrores.

- Um prisioneiro. – respondeu. Apenas arqueei os olhos, e fiquei em silencio, não-o entendi, mais poderia ser duro ele explicar por seu um.... Prisioneiro.

- Ryan?

- Sim.

- Poderia tirar sua capa?

Senti que ele sorria apenas uma de suas mãos cobri-as por um longo tecido, repôs a tirar sua capa. Senti ventos frios e a lua ser brilhosa entre essa noite noturna. Quando me olho em sua direção, a capa negra estará caída em chão dos mares abertos. E vejo um pássaro negro. Voando em minha direção, onde estiquei meu braço e ele pousará. Sabia quem ele era, um pássaro solto onde seu corpo fora arrancado e maldiçoado por algo sem explicação, vi bem em seus olhos era o pássaro onde me guiava pelo quarto e onde trouxera uma carta de “Nigh in March.”.

Verifiquei suas penas, era algo bem diferente de outro, mais embora eu soubesse o que era. Pois o livro “As Graúnas.”. Mostrou-me o segredo desse pássaro estranho, embora que seja um jovem chamado Ryan, ele era um belo pássaro, mais fiquei com pena dele ser um prisioneiro.

E realmente entendi essa primeira parte do mistério, o pássaro que embora me espionasse em todas as noites. O pássaro que realejou uma chamada de ajuda. O pássaro amaldiçoado.

- Ryan! Você é uma Graúna.

- Sim.

Ele falava em sua forma modesta, era estranho mais vi que sonhos existem qualquer coisa que deseja entre si. Onde foi colocada por motivos incapazes de se dizer, onde mostrou sua última carta. Onde fora os mares que eu tanto sonhara. Soube da modesta realeza.

Agora meus olhos cruzavam pela trilha oceânica aberta e virá Ryan voltar-se para sua capa. E dizendo.

- Anda, tem muita coisa para se relatar.

Apenas caminhei junto com Ryan sem medida e sem motivo, apenas o que eu virei até agora foi o Mar sendo fechado novamente.

“Stop star dreaming again

Do not want nevermore

Oooooowoooooo

Never…

Notas finais
:)