Sombras

27 Capítulo 27 Two Young and Choice!


Notas iniciais
Boa Leitura!

Aqueny preparava o jantar das 9h da noite, a bebida única nessa casa era chás naturais, a maioria de canela, hortelã e folhas de lima ou limonada incrivelmente amargas. O cheiro era bom, mas a erva que ela obtinha na chaleira mais velha que a casa, dava uma mistura de substâncias doce e salgada.

Ás vezes eu pensava se era possível odiar a mim mesma. Ou colocar todas aquelas respostas de Aqueny uma mentira ingrata. Ela me contou que Guardião ó traiu Sombra Negra, colocando meu corpo e minha alma dentro de buraco fundo.

Guardião ressuscitou uma alma boa, os pós das penas negras que me obtivera a me salvar foi um pecado para Guardião. Será que ele sabia que era um tremendo proibição colocar pó de penas negras na alma esperançosa? Nunca soube se era uma menina boa e que queria bens a todos, só hoje resultei uma resposta. Eu seria a proibida para Sombra Negra, mas Aqueny não soube dizer o significado disso.

Eu sinto que esses povos são bons, mas no fundo eles não são apenas bons com eles mesmos. Algo que me deixa muito fria, Guardião ó traiu, Sombra Negra furiosa mandou destruí-la esse povo que ela ó criou.

Mas, existia uma saída, eu era ela. A Águia será coberta para a luz não ser extinta. E sim a alma dos inocentes seres salvos pela morte de Sombras.

O que não entendia era Ryan Duncan, o verdadeiro ancestral de Guardião, será que ele traiu para ser preso apenas por resto da vida um pássaro, ou aquela história de humana proibida se apaixonar? Era isso que se ecoava... Pelas paredes de minhas mente.

O poder das armadilhas e agora o poder da pérola da Águia Branca, ocorrerá nessas horas, e seria o amanhã.

Eu sabia, sabia pelas respostas de minha vida e não de meu outro corpo, a resposta desvendou pela real ligação contra amor e ódio.

Sombra Negra não queria o povo e sim, a mim. Ela queria me matar, eu a pecadora dela. Sobre lugares muitos sombrios e intelectuais. Eu teria que ser forte. Lá fora na noite, sentei sobre uma rocha longe de casa do Duncan. Argumenteis as constelações prediletas de meus olhos.

O anjo, o arqueiro, o guerreiro, a fada, e o mais belo o pássaro branco que minha mente imaginava. As constelações que as estrelas transmitiam era o meu passa tempo predileto. Ás vezes minha vida é tão sozinha que ninguém é capaz de me ajudar a não ser um...

Fechei os olhos lentamente e imaginei algo muito espetacular, havia neve entre eles as estrelas sorriam ao ver uma imagem marcante, dois jovens se davam as mãos felizes. Quando abro os olhos à mesma cena eu vejo de novo, os jovens mais felizes passeavam por cima da grama nevada. Após segundos observando-os, vejo pássaros negros e brancos. Atentamente uma é Águia e outro uma Graúna. Terei que deixar de ser uma Graúna, criados pelas Sombras negras. E serei uma criada por um mago misterioso, uma águia coberta de gelo e revestida de encantos.

Os dois jovens aproximavam-me de mim, mas não dava para ver a face-dos. Os reais ruídos dos pássaros invadiam-nos, e eu me levantei a chegar até eles. Mas algo se encostou a meus ombros e a imagens de meus olhos desapareceu. Assustada, viro-me e deparo com um jovem pálido e esbelto, barbudo e usava uma longa capa prateada, cintilava tom muito negro o que acabava de perceber que era alguém muito importante, ou seja, alguém que colocou um pecado nesses povos graúnenses. Atrás de si, em suas costas levantavam asas brancas, leves e belas. A imagem do homem sorriu a me ver, e ele apontou para o céu, desviei o olhar dos olhos verdes do homem e vi o céu que carregava vários pássaros voando, o destino era luz e trevas. Graúnas e Águias ao mesmo tempo, se encontravam e acabavam fazendo uma guerra.

Lados carregavam momentos inesquecíveis, após isso a guerras dos lados negros e brancos acabaram, e minha surpresa carregou, marcas de sangues dos próprios corpos, todos aqueles pássaros estavam morte e um que eu olhei, foi aquele pássaro negro jogado no mar á noite, era tão parecido e inútil.

Berros ecoaram aos meus ouvidos, os meus sonhos, carregou aquela imagem de um pássaro morto. Em tantas impuras no meu outro mundo foi acontecer essa imprudência. O sonho que carreguei o mundo que nunca imaginei existir. Agora me lembro de cenas passadas. O mundo que vivi aqui nos mais séculos passados.

O pássaro era o meu corpo transformado, na Graúna das Trevas. Serei morta pela Sombra Negra o mais rápido possível e seria o amanhã. O homem a minha frente, aquele que um dia deveria odiá-lo, o mago Detry, o criador das Águias. O pecador que causou no mundo, ou será, Frryutt o causador do mundo destruído?

Mas aquele homem a minha frente, veio-ó até aqui para mostrar, se eu continuava Graúna e fazia parte de Sombra Negra, seria morta por ela própria e jogada ao mar, que ficaria séculos flutuando nas profundezas dos oceanos.

E tinha outra escolha, se fazia parte da Luz, O mar das Águias, eu poderia ser salva, e salvaria os povos da morte de Sombras. Mas tinha algo que me incomodo, Detry tinha uma expressão locada. Apontou para os dois jovens atrás de mim, e vi minha face e outra de Ryan.

Imagens começaram uma transformação, ao virar uma Águia o poder que localizar em mim, me afastara do meu amor mais eterno que existia em toda a minha vida. E diante raios começarão a surgir. Pois a paixão entre uma treva e uma luz, seria mortal. Ou esqueceria ó Ryan ou nos morreríamos para sempre.

Ao terminar de formar, os dois jovens de mãos dadas, se afastaram tornaram-se pássaros negros e caíram, morrendo. E quando mais uma vez abri os olhos, ao meu redor tudo voltará. Não havia mais neve e nada dos jovens e nada do mago.

Agora minha única maneira era escolher, salvar-nos povos, e deixar de amar Ryan, ou deixar todos morrerem até a luz ser extinta, e ter que morrer ao lado de Ryan e nunca nos ver mais para o resto do universo perdido.

Meu destino pega peças extraordinárias. Até a última gota de suor que meu corpo transcreve ela encanta. Olhei o céu, as estrelas belas começaram a fazer formas.

É agora que escolho meu destino, o colar metálico que tenho ao meu pescoço. Retiro-o. O pássaro que pendurado nele, ao tirar uma luz vermelha surge e explode junto com o pássaro Graúna. Deixo espatilhado e deixando as minhas penas negras morrerem até a meia-noite.

Notas finais
:)