Sombras

23 Capítulo 23 Winds Mind!


Notas iniciais
Boa Leitura!

Parte 3 – Final.

Começamos a andar em círculos, como estivesse um truque para não errar planos lutais. Minha intenção ter já ter algo preparada a mim mesma parecia estar preso ao meu corpo. Colley arremessou para cima de mim com as asas abertas, estando ao ar. E me atacou com a espada cortando um corte profundo em meu peito, que rasgara o vestido.

Marcas de sangue escoravam por ele, não sentia dor, só estará assustada com o que a ruiva acabara de fazer. E logo senti que o corte estava se cicatrizando e vi que era mesmo. A imortalidade não deixava ferida ela nos juntava novamente. E quando percebera Colley já me atacara novamente, e o corte foi ao meu braço, que retira e jogara para longe a espada em minhas próprias mãos.

- Acorde Adelaide, esta perdendo. – disse ela. Essas palavras me fizeram ter uma raiva. Mas, sabia que isso era apenas o começo. Os inimigos seriam piores do que eu estava enfrentando agora. Um simples treino já começara uma tortura infiel e imaginando quando a guerras das sombras negras começaria, minha vida seria entre infernos foguentos.

Tentei alcançar a espada apenas com um voo rápido. Mas, Colley foi a mais rápida, arremessou seu corpo para cima de mim jogando-me ao chão e enfiando aos poucos a espada em meu pescoço.

Isso me deixava fraca em simples arremessos. Não tinha a reação para conseguir me modificar. Tinha que reagir rápido desde o meu primeiro treino e mostrar que eu também sei vencer. Logo isso estava ficando mais profundo a espada pelo meu pescoço, sangrava aos poucos, mais cicatrizes formarão e depois pele normal novamente voltará.

Fechei os olhos um instante, o pensar seria o melhor dom para compensar. A mente é que nos traz poderes e sentimentos para lutar umas lutas em espadas. E acho que Colley era uma delas que não sabia, e tinha a completa certeza.

Uma imagem formava em mim, enquanto a ruiva aprofundava mais meu corpo ao chão e a espada cortando em profundos.

Um vento, as asas de Graúnas lhe trazem ventos. E isso poderia ser uma arma para ter arremessos. Era isso que eu precisava. Jogar o corpo por cima de nos para os ares, mesmo não ó machucando, mas seria uma ótima opção para acabar com a contradição do outro corpo forçando espada pelo próprio pescoço sangrando.

Abri os olhos. E disse:

- Você não sabe a mínima ideia do que acontecera Colley. – disse confiante jurava que meu plano não falhara. Ela apenas estranhou o que eu estava dizendo. Apenas forcei a espada com minhas mãos para puxar e sair do lugar. Fechando os olhos lentamente, e suspirando o vento. Contrariando umas forças de ventos pelo meu corpo e forçar Colley para trás em metros de distância contra o meu corpo.

E abri, forcei mais, fechei. Abri lentamente pensando, forcei a espada tirando de meu pescoço, a menos que não fizera tanta força, já vira a ruiva sendo atacada para trás pela referencia dos fortes ventos que combati a seu corpo.

E minha mente abrirá. E descobri dons que jamais alguém poderia conseguir a menos os que queriam. E agora soube o que traziam para mim, meu corte já cicatrizara rápido. Vi Ryan surpreso pelo o que eu fizera, acho que fui umas das primeiras a ter um ataque novo contra essa aldeia graunenses.

Senti Colley se recuperando pelo choque que eu acabara de enfrentar pelos ventos combatidos. Seu rosto mostrava uma tamanha surpresa indignada e repleta pelos ares que se arremessou.

Corri até ela, me preocupava se havia ferido á demais, mas, sabia que ela não sentia dor ou não, ela sentia.

- Você esta bem? – disse.

Ela tentou se levantar. Mas não conseguira. Ajudei-a.

- Não! – respondeu. – Nunca vi algo desse tipo, é a primeira vez que eu perdi uma luta, e sinto dores pelo meu corpo, isso é impossível, nenhum pássaro lutando com um pássaro, com armas sendo elevadas pelo seu corpo iria sentir dor. – ela parrou um instante, incrédula pela referencia acontecida. – Mas eu senti.

- Não entendo! – Ryan falara atrás de mim. – Isso foi um dos dons de Adelaide, ela a especial pela estrela vermelha formando dons que formam referencias em seu corpo, combater ventos ou arremessar corpos com a própria mente.

- Pensei que espadas fossem as mais poderosas. – Colley disse.

- Você esta enganada. – falou uns ancestrais ao lado de Ryan. Ele era alto, com músculos definidos e seus cabelos loiros combinavam com a pele e os olhos verde-água. – A espada não é umas delas, mas, o que ela acabara de fazer, foi algo que nem Guardião fizera até hoje nos últimos mil anos. Agora um novo dom se referiu a essa aldeia, ventos e mente. Com contradições insignificantes.

Então eu entendi, a nova tradição fez meu corpo, o corpo mais forte que Guardião, como fosse a mais poderosa de todos os que vivem. Mas nunca se sabe se é ou não. Pois mente é mais poderosa que espadas em suas próprias mãos.

Olhei para Colley que me olhava assustada. E ouvi disser sussurrando palavras que não entendi a Ryan. E felizmente ela falara:

- Ryan lutara com você agora Adelaide. – agora sim ela me tomou, retirou palavras de sua própria boca, se referindo a alguém que eu jamais queria machuca-lo.

- Tem certeza? – disse a Ryan.

- Absoluta. – respondeu.

- Então se prepare amorzinho, quero que vença de uma garota especial. – disse Colley. Senti que ela sentia inveja de mim. Isso me fez tomar minha raiva contraria. O lugar onde estou formou escuros profundos. A clara visão tornou-se escuro absoluto.

- O que é isso? – perguntei, não enxergava nada, apenas estava num meio do nada, numa escuridão profunda. E isso me atordoava. Como aqueles pesadelos que tivera quase toda a noite de lua cheia. E hoje era um dia daqueles, a lua cheia entrava contato com minhas visões.

- É um dom de Ryan. – por fim Colley me respondeu. Sua vingança por tela machucado ou por tela vencida. Que culpa teve? Era apenas um treino especial. Ou seria Colley queria ser a melhor de toda essa aldeia?

Isso fez crescer um ódio de inimizade por ela. Mas estava calma. Não sabia a mínima do que Ryan me aprontaria. Mas uma coisa é certa. Eu venceria ou não. E um medo me tomou. Eu estava completa sozinha nessa imensa escuridão tomada por segredos ou mistérios de Ryan Duncan.

Notas finais
:)