Sombras

22 Capítulo 22 Among Swords!


Notas iniciais
Boa Leitura!

Parte 2

Percebi Colley descendo depois de algum tempo para baixo. Vi uma vista de um rio largo. E ao seu lado campos de batalhas continham no máximo cinco pessoas em treinamento. Desci junto a Colley por onde ela seguia.

E parramos na beira daquele lago. E ouvi sons de asas se fecharem por detrás.

- Venci! – Colley disse. – Sabia, eu nunca perdi.

- O jogo não terminara ainda. – disse depravada. – Ainda posso vencer.

- O jogo acaba quando um começa e outro vence Adelaide. – disse ela se virando e abanando para Ryan.

Ryan percebe nossa presença, e faz um sinal de nós irmos até ele.

- Vamos Duncan nos chama. – Colley fala.

Apenas a sigo e trás, e vejo Colley dando um tremendo selinho em Ryan. Isso me fez ter certos ciúmes entre eles dois. Por isso finjo estar vendo o chão de ter algo de interessante nele. Após ela se afasta. E Ryan ainda continua com uma de suas mãos em sua cintura fina.

- Então amorzinho? O que temes de nos chamar? – disse ela com uma voz de criancinha, que provavelmente me irritou.

- Vocês estão aqui para se preparar para uma luta, de quando o povo das sombras negras chegarem e perturbarem nossa Vila.

- Certo e por onde começamos? – a ruiva pergunta. Fiquei em silencio tempo por tempo. Não queria discutir algo que não significa meu. Apenas queria lutar e voltar para ficar em meu próprio canto.

Ouvi Ryan explicar meios de lutas existentes. Corpo a corpo. Lutas marciais, ou com espadas. Alguns provêm com dons especiais para combater a lutas das sombras negras. Já eu não descobrirei meu verdadeiro dom. Pois não sei qual é. Prestei atenção em Colley no que ela preparava para um ataque. Não vi nenhum dom especial nela. Ela escolhera uma espada, umas das grandes que repartiam um ser pelo meio.

Mas, eu me pergunto, porque usar espadas ser as sombras não possui corpo? Era isso que eu pretendia saber agora.

- Só um minuto. – disse.

- Sim. – Ryan lhe falara.

- Posso lhe te fazer uma pergunta?

- Faça, ou melhor, já estar fazendo. – disse com um sorriso bobo.

Uma raiva incentivou em mim. Ryan brincando? Isso eu preferia deixar em séculos para trás de minhas vidas irreais.

- Por que usares espadas? Se a sombra negras não possui corpo? – perguntei como fosse à bem que lhe perguntasse o que poderia.

- Quem disse que as sombras negras não possuem corpos? – Ryan falara. – Elas podem parecer como nuvens, mais possuem corpos, é o dom delas serem como ventos e sombras, mas, se arremessar contra ela em uma espada em sua mão o mais rápido que você é sem que ela perceba. – ele para um instante antes de terminar e respira profundamente. – Seu corpo lhe reparta e morre.

- Então as sombras negras ó possui corpos quando estão distraídas?

- Correto.

Então era isso que eu precisava. Uma resposta simples acabara de responder uma pergunta um tanto que me deixou idiota. Colley arremessava bem por cima de uma espécie de uma árvore como fosse à sombra. A planta lhe partira ao meio e por final ela lhe colocou a espada em sua frente e assoprou como fosse dizer. “Nunca perdi”. Essa palavra que ela falara poucos depois nunca esquecerá por conta própria.

- Venha Adelaide, treine-me comigo. – Colley disse a mim.

Eu olhei em seus olhos um pouco com crueldade, e depois encarei Ryan que tinha uma expressão de que algo muito errado poderia estar preste a acontecer. E vi que ele sussurrava palavras a ela em forma inseguro.

- Tenha muito cuidado Colley, ela ainda não esta preparada. – sussurra Ryan.

- Não se preocupe, ela não tonara uma especial? Ela sempre poderá vencer. – retribui às palavras a ruiva indignada.

Eu já estava de frente a ela. Tentando entender o que poderia ser feito para compartilhar uma guerra entre sombras e aldeias. O mais que eu quero encorajar-me os nervos a flor da pele me perturbava.

- Então o que eu poderia fazer? – perguntei a eles.

Colley e Ryan me encarram afirmando uma resposta a me dar. Ryan se afastará de nos duas e pôs a conversar com os quatro integrantes que nos olhavam feitos câmeras para um tremendo filme. Colley pegou a minha mão e olhou em torno dela, como fosse colocar algo de especial dentro.

- Então pense um pouco, pegue algumas espadas e lute comigo. – disse-a.

- O que? A gente se machuca. Poderíamos morrer.

Colley deu uma risada abafada como fosse que eu tivera recém de contar uma piada a ela. E por fim disse:

- Já esqueceu Adelaide? Você é imortal, não pode morrer a imortalidade não se morre, a menos que seja morta pelos inimigos ou pelo transformador universal.

Havia me esquecido completamente dessa sugestão de minha vida. A imortalidade. O pó feito para me ressuscitar não me fez viver novamente, me fez também uma imortalidade dentro de meu corpo. Os séculos que tinha vivido. Era como ele não existisse. E hoje estaria sabendo de minha consciência. Que eu não morreria nunca. Nenhum dos pássaros Graúnas, os que humanos foram transformado. Mas, uma dúvida os que os transformaram poderia nos matar. E racionalmente foi o Guardião. E também os inimigos as sombras negras, era um dos nossos piores castigos. Eles nos matariam se não tomasse conta de nossa respectiva Aldeia e corpo contra nossas almas e asas.

- Eu havia me esquecido nesse enigma da vida, a imortalidade pelos pássaros. – por fim disse.

- Não se preocupe, é comum nos esquecermos. – a ruiva lhe falou. – Agora se lembre, aqui nos não morremos, podemos até estar pela metade cortado, mas depois nosso corpo se junta e estamos intactos novamente. O único ser que nos mata e não voltamos a nos mesmo e nunca mais a esse mundo, é o transformador e os nossos inimigos.

- Entendi. – disse pegando uma das espadas jogada ao chão. Querendo simplesmente uma luta contra corpo a espadas, mesmo se ferindo, nossos corpos voltam depois novamente. – Que comece. – disse enfim, sorrindo de canto.

- Que comece a iniciação. – Colley falou pegando outra espada, e nos encaramos a frente, com algo afiado a nossos corpos juntos elevando lutas que não são mortais. E sim imortais.