Sombras

21 Capítulo 21 Fight with Sword and Mind!


Parte 1

Após ter passado pelo bosque, voltei junto com Aqueny para casa Duncan. Ryan ainda não encontrara imediato. E diante de uma espera tão cansada desisti.

- Onde Ryan se meteu esses tempos todos? – indago à senhora.

Ela suga suas mãos em um avental, e deixa as folhas dentro de uma vasilha para secar sua umidade.

- Ele passa o tempo inteiro em um campo. – respondeu.

- Em um campo? – disse repleta.

- É lá que ele treina. O treinar para a preparação.

- Pelas vindas das sombras negras?

- Sim, sim. Ele tem medo do que acontece com seu povo, por isso o Guardião lhe escolheu-o para comandar o povo a treinar.

- Você sabe por que Ryan foi amaldiçoado?

Aqueny pensa bem em sua resposta pela pergunta um tanto segredo é. Ryan me falara que foi amaldiçoado por ter feito algo de errado em seu passado. Mas, não disse o que realmente era.

Até que ouvira a voz da velha Aqueny, resmungando palavras para fora:

- Ele foi apaixonado por você no passado Adelaide. – disse pegando um vaso de flor de azaleia, e pôs em cima da mesa a minha frente. – Quando você chegou a esse mundo, Ryan já era um humano pássaro. E ele viu em seus olhos algo de especial.

Enquanto Aqueny explicava, a flor de azaleia lhe pronunciava imagens, como fosse assistir a um filme de como tudo começou uma maldição dentro de seu corpo. Eu lhe prestava atenção às imagens que a flor transmitia e as palavras da velha Aqueny.

- Quando você cresceu, tornou bela e doce, ainda como é! O guardião lhe colocou uma ordem para um de seus ancestrais, e um deles é Ryan. Escolherá o mais jovem que virá. A ordem que mataria qualquer ser que ó proíbe de se apaixonar. A ordem era lhe cuidar de você pelas sombras negras. Você não sabia a menor ideia do que acontecesse.

A flor parou de formar desenhos. E de repente quando vira novamente, a flor tornou se em um coração profundo. Cheios de desejos e coragem.

- O coração de Ryan tornou algo que ele não sentia a muitos anos de sua vida. E isso era uma ordem proibida de se apaixonar por um ser humano nas terras das Graúnas.

- Eu ainda era humana? – perguntei sarcástica.

- Sim. Você não tinha o mesmo sangue. Só tinha um dom. E foi nesses dias quando Ryan sentiu uma dor que brotava em seu coração. Uma paixão por você indesejável. – ela parou um instante de falar. Suas mãos cercavam uma alteres pela flor. – O Guardião lhe descobrira o seu segredo. E lhe tomou uma forte maldição dentro de Ryan, ele virará pássaro pelos restos de suas vidas.

A flor tornou se um pássaro negro e junto quando terminou a explicação, veio um coração partido e sugou aquele pássaro inocente. Até que Aqueny lhe pronunciou as últimas palavras:

- O amor pode ser uma extrema armadilha pela vida. E nela esta o erro. Uma paixão com humano e pássaro, torna uma arma perigosa. – e a flor voltou a tornar-se normal novamente.

- Mas, agora Ryan voltou a ser como era antes. – disse.

- Sim. Graças a um amor que você sentiu por ele também. Seu amor foi tão grande, que lhe prejudicara a maldição dentro do próprio corpo de Ryan. Que escaparás por infinitos tempos. Só que você não teme não se deu conta de que és apaixonada por ele.

Após essas palavras, era como ela tivesse sugado todo o meu cérebro, que não conseguia mais pensar. Ela tinha razão. Eu não me dei conta de minha paixão por Ryan. E só agora eu lhe dera quando explicações foram dadas.

Ryan desrespeitou uma lei do Guardião, apaixonou por uma humana, que fora eu. E nesse momento a grande arma foi nosso amor. Mas, será que eu era apaixonada por ele nos tempos passados? Dúvidas cercavam minha consciência e abria novos caminhos para respostas.

- Obrigada. Pela explicação! – assenti.

- Não se agradeça a si mesmo querida. Uma explicação é sempre uma escolha que queremos e nunca descobrimos a verdadeira. – Aqueny saiu de sua cadeira, e colocara de volta a flor de azaleia em seu devido lugar. E saiu pela porta regar as plantas que continham no ao redor da casa.

Levantei-me e fui a um quarto pela casa. O espelho grande dava reflexos de meu corpo inteiro. O vestido que usava balançava, embora Aqueny me emprestasse uma roupa para trocar aquele uniforme irritante.

Tomei coragem para desafiar meu novo corpo que pretendia minha costa. Uma alucinação perturbou minha mente.

- Agora você pode voar pelos horizontes, e deixar se levar nada mais temes seus destinos por que as penas negras serão um sinal de coragem e respectiva.”

E quando abrires os olhos fechados. As minhas asas negras balançavam em seus ares. Uma nova pessoa eu lhe vira naquele espelho. Era impossível ser eu, mas, era. Ouvi um ruído de passos pelas escadas. E a porta sendo aberta. E lá estava ela, Colley sorrindo ao ver-me em tentar uma vida nova.

- Olá Adelaide! – disse ela sorrindo.

- Olá Colley! – distribui-me o sorriso. – É estranho ter asas em próprias costas não é? – perguntei.

- É sua nova vida. – respondeu, e chegou para mais perto de mim, e tendo um espreito, ela lhe abriu suas asas em tamanho médio que localizava através de suas costas.

- Eu também achei estranho quando usei-la pela primeira vez. E aceitei. – disse pegando pelas minhas mãos e me puxando para fora.

- Vamos onde Ryan esta. Ele nos chamou. — disse Colley me levando para longe.

- Já avisou Aqueny? – perguntei.

- Ela não precisa de avisos. Por que ela sabe toda vez onde estamos. – disse sorrindo. – Agora abra bem suas asas, e deixe-a o máximo leve. E bata e voa.

Fiz o que ela mandará. Deixei minha respiração o máximo leve que podia. E minhas costas contraiam em mil circunstancia leves. E quando percebera já estava no céu. Colley olhava-me sorrindo.

- Vamos apostar uma corrida? – perguntei.

- Como? – disse ela sem entender.

- Quem chegar lá primeiro vence. – terminei a resposta. E quando virá Colley já estava em minha frente. E por último olhei o chão, pela história, não ficara com medo de enfrentar as alturas.

- Então que o jogo comece. – por fim falei por mim mesma. E voei em vencer um obstáculo para a vida.