Sombras
18 Capítulo 18 Under The red Stars!
Notas iniciais
Sai daquele topo muito alto onde dava a vista dos grandes oceanos e rios perfeitamente belos.
E tanto argumentos infiltrados pela modéstia a parte. Desci em escadas de pedras, onde se levava de volta a aldeia das Graúnas. Se referindo ninguém prestava atenção em mim. E de tanta procura de alguém para me guiar e levar-me em voltas sobre postas.
Estava tão distraída olhando o meu novo colar metálico onde na ponta uma Graúna havia enfeitando e aderindo um conceito muito estranho. Seus olhos pareciam tenso, eram como fosse querer acender uma chama de uma raiva em seus conceitos. E deixei de lado. Qualquer momento poderia raramente entender explicações desse colar.
Se referindo em volta, bati com alguém.
- Desculpe-me! – eu disse.
- Nada fora. – disse com uma voz muito calma. O que vi, foi a jovem garota que conversava com Ryan há pouco tempo. Seus lisos cabelos ruivos davam uma expressão chamativa. Seus olhos eram muito castanhos. Que refletia contra sua pele alva. Vestia-se com um simples vestido florido que argumenta as flores mais belas dessa aldeia. Raramente era uma jovem incrivelmente bela.
- Sim... – disse eu.
- Bem, eu não estou conseguindo te conhecer. Raramente essa aldeia conhece todos.
- Eu péctica sou nova aqui!
- Nova? Você deve ter vindo das famílias jovem dos corpos graúnense?
- Olha! São longas histórias, você não conseguirá me entender...
A ruiva em claras conceições olhou um pouco mais, se referindo em algo capaz de lembrar onde já me vira uma vez na vida:
- Sabe você... Não é aquela garota que chamou Ryan? – indagou a jovem.
- Acho que sim. – respondi.
- E desde quando o conhece?
- Desde quando eu nasci. – respondi com certa maviosidade.
- Como?
- Eu disse que são longas conclusões para você me entender, depende um dia Ryan te conta!
- Claro! Mas, espero que não demore, por que meu namorado não se guarda segredinhos.
Fiquei surpresa por bons tempos. Ryan era namorado dessa ruiva? Por que não me contares?
E além do mais ele é ainda apaixonado por mim.
- Seu namorado? – perguntei.
- Claro! Não sabia?
- Nunca iria saber. E além do mais, qual seu nome?
- Colley Wenns! Prazer ahãm...
- Adelaide Summers. A garota perdida.
Ela sobre posta ficou um tanto silenciosa por males inferia.
- Garota perdida? Não á conhece sua aldeia?
- Bem...
- Não precisa explicar Adelaide, venha.
- Aonde vai?
- A noite chega e hoje é dia de lua cheia. Raramente as estrelas mais belas e poderosas chegarão.
- Poderosas?
- Sim, elas são vermelhas. Nunca sabemos quem é especial aqui nessa aldeia. Por isso todos os tempos de lua cheia, as aldeias se reúnem para ver elas, e esperar que algumas estrelas daquelas pousemos sobre suas mãos.
- Até agora nenhuma pousará?
- Bem, uma pousará nas mãos do Guardião. E após aquele dia ninguém mais foi visto com especial.
Fiquei um tanto curiosa para saber, que estrelas eram aquelas. Que pousavam em mãos de pássaros especiais. E todos esses tempos, uma apenas pousou, nas mãos do Guardião. Colley me puxou pelo braço, levando-me até uma montanha incrivelmente alta. Cansada estava.
- Chegamos! – Colley disse.
- Até que enfim. – lhe falei suspirando.
Olhei o céu ainda não se via as estrelas vermelhas, apenas umas amarelas e brancas, já que a noite se pôs sobre suas maravilhas.
E queria me referir por que estrelas vermelhas?
- Colley? – chamei há.
- Sim.
- Poderia eu lhe fazer uma pergunta?
- Claro.
- Por que vermelhas? – perguntei no mais simples e entediada que pude.
Colley viu e entendeu o que eu lhe perguntarei. Pensou um instante e logo sentou no chão e pôs se a falar calmamente:
- Uns dizem que estrelas vermelhas apareceram quando um único for humano habitavam esses caminhos. E esse humano todos se referem a ser o Guardião. E nele expressou uma tamanha realidade. Foi morto pelos inimigos que navegam e destrói as belezas que apresentam. O céu viu uma escura nuvem negra, incrivelmente negra. E logo se traçaram sangues pelo chão do homem morto. As estrelas dizem que elas sentiam dor, uma dor imensa, que pôs a tornar a cor do sangue do homem que virou um pássaro as Graúnas. E depois disso ela escolherá o homem, que se tornou o Guardião.. Para construir mais pássaros humanos. E habitar todos os poderes que possuir para que construísse um dia o exército de pássaro. E acabar com aqueles males tão cruéis e invejosos. E outros dizem que as estrelas vermelhas tornaram essa cor, por causa de uma lenda. Uma menina passeava num bosque, e lá encontrou em sua frente o inimigo, era desesperada, pegou sua faca na cesta onde colocara as flores belas, e tentou matar o inimigo a sua frente.
Mas, por surpresa, o inimigo teve sorte, ele era uma nuvem que não consegue se morrer. E através daquilo ela acertou um corpo. Bem numa árvore, um pássaro o razoável Graúna. E nesse instante as estrelas tornaram se vermelhas. Simbolizando o pássaro morto que fora enterrado pela menina. E nesse dia ela se tornará em suas costas asas negras, brilhantes. Ela tornará um pássaro humano. Ninguém sabe a verdadeira história das estrelas, de como surgiu à aldeia graúnense, e a história da bebê que fora morta e ressuscitada novamente pelo pó das Graúnas. Que hoje fora esquecida para sempre.
- Se a bebê foi esquecida, como se lembra?
- Eu nunca esqueceria! Eu cuidei dela, ela era tipo uma irmã pra mim, mais nova. E quando soube que ela teria que desaparecer, fugi por 90 anos. E fui encontrada por Ryan e levada de volta a aldeia das Graúnas.
Era impossível, Colley não se lembrava de mim? Eu mudei tanto? Ou será que ela está falando de outro bebê, que nem mesmo sabe seu nome? Duvida ecoavam em mim, horrores era em tamanha torturarão. O que há de errado com esse mundo? Esquecimento não há nada, lembranças são apenas esquecidas.
- Você sabe o nome dela? – perguntei.
- Não... Soo meio estranho, eu sabia, mas, eu esqueci até que cor era seu cabelo. Seria louro?
Incrível realmente ela ó tinha esquecido. Não iria falar, vai que algo aconteça? A única maneira era ficar calada.
- É agora! – exclama Colley, apontando para o céu, onde estrelas vermelhas claras apareciam tornando as belas cores de sangue.
Nem percebi que milhares de pessoas considerados pássaros, estavam todos unidos aqui. E eles olhavam os céus ansiosos. Esperando umas estrelas vermelhas pousarem sob sua mão. Era maravilhoso de se ver. O céu estava querendo se abrir, e lá uma lua cheia brilhava sobre os rostos. Eu fiquei lá sentada, apenas olhando. E Colley havia realmente ficado na frente de todos. Temendo em ver se hoje alguém será escolhido.
Olhara seus rostos com reações assustadores dos pássaros. Eles olhavam em uma direção. E de certa forma ainda continuava sentada. E vi algo brilhante, a cor vermelha. Andando em círculos n meio de toda aquela multidão. O que será que há? Parecia que um imã estava tentando puxa-la. Todos estavam se virando em minha direção e me olhando espantado.
Será que? Não era impossível... Uma estrela vermelha havia colado sobre aquele meu colar metálico. O colar sugava-a. E lá dentro naquele enfeite uma Graúna que era negra, lhe transformará em vermelha. Tentei tirara-la de meu pescoço. Mas, era impossível lhe tocar.
Eu subia, para cima, como estaria voando, mas, sem as asas. A multidão olhava-me surpreso, admirados e confusos. Eu girava sob as estrelas vermelhas, algo ela falava em mim.
- Seja o novo pássaro, admita-se, em suas costas. Asas de Graúnas aparecerão!
A voz era fina, melódica e viciante. As minhas costas estavam ardendo. O meu mundo desaparecendo. Era como eu estivesse morrendo com dores incuráveis. Eu apenas vi uma imagem de algo, um pássaro a minha frente, raramente a Graúna, me possuindo sob as estrelas Vermelhas.
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