Sombras

17 Capítulo 17 The Necklace Metallic!


Notas iniciais
Boa Leitura!

Sorri. Ao perceber que ruínas de pessoas brincavam com os meus ouvidos. Barulhos meigos me faziam sentir-me abrevada. Senti-me uma completa solitária. Passei pelo chão. Queria encontrar onde esses gritos estavam. O terror de algo que não me presenteia.

Então eu vi. Lá um lagos inesgotável. E várias casas quase juntas e velhas havia. Vi crianças correndo de um lado pro outra satisfeita de algo recebido.

Pessoas velhas estavam sentadas nas cadeiras plásticas em sua área. Lendo livros velhos. E outras plantavam flores. Mas, algo estranho eu olhava. Atrás de todas as costas das pessoas, mexiam-se algo muito grande. E de certa forma, pássaros muitos negros voavam. Seus gritos. E lá para baixo eles pousavam-se e transformavam-se em um simples piscar de olhos humanos.

Agora havia entendido com a completa certeza. Aqui era a aldeia das Graúnas. E agora? Estou em algo sem compreende-me. Será que me reconheceriam? Não! Fui esquecida para o resto das vidas.

E então encontrei Ryan Duncan. Atrás de uma árvore conversando com uma jovem de aparente, 14 anos.

Tentei no máximo escondida chegar até lá. Atravessando todos os obstáculos de árvores variáveis. E o encontrei, em plena reação.

- Ryan! – chamei.

Ele se virou, olhando os lados, e virando o outro me vendo. Não sorrira nada e não fizera nada. Apenas mandou a jovem ruiva sair desse local, ficando apenas só.

- Adelaide? O que faz aqui? – indagou surpreso.

- Eu é que pergunto Ryan, me deixando sozinha naquela sala e saindo sem deixar pista?

- Como não deixei pistas? Se você achou-me.

- Sou esperta Ryan, pra conseguir encontrar alguém que viveu ao meu lado mais de 900 anos atrás.

- Eu não compreendi Ade, apenas sai...

- Eu sei, por que falou que era apaixonado por mim?

- Eu não era Ade, me entenda.

- Então o que?

- Eu ainda sou apaixonado por você! Pronto revelei-me, vai me dar uma tapa agora? – indaga Ryan

Eu apenas ri de sua reação. E ele nada ó vez, só ficara me encarando.

- Que foi?

- Nada não, sua expressão. Tem medo Ryan? De levar uma tapa de uma jovem muito fraca encarando o poder a sua frente?

- Não! Mas, você não é fraca. É forte o suficiente para acabar de uma vez com os piores inimigos dessa aldeia.

- Eu sabia!

- Sabia o que?

- Aqui, é uma aldeia das Graúnas.

- Isso mesmo... Como soube?

- Você me acha é difícil reparar em algo? Todos eles têm algo em suas costas.

- Ah, as asas?

- Isso mesmo, e não são sós as asas, maioria deles transforma-se em um pássaro e volta a ser humanos novamente.

- Tem razão.

Ficamos em certo silencio. Até que Ryan quebrará aquele violento silencio.

- Venha tem lugar bonito pra se ver.

Apenas me puxou pelo braço. Em atravessar de matos. Chegamos a um local perfeitamente belo. O rio encantava as vistas de varias flores.

E sentamos num topo alto. Visitando as belezas renovadas.

- E como achou aqui?

- Uma árvore!

- Que árvore?

- Não sabe? Uma estranha que lagrimeja sangues...

- A árvore-sangue? – disse surpreso.

- Isso mesmo.

- Quer saber a lenda?

- Não preciso, eu já sei, em apenas uma tocada naquele sangue de pássaro preto, o raro e simbólico, Graúna.

- Isso mesmo! – ele assentiu. – O que aconteceu quando sairá?

Suspirei, e ante de dois minutos após eu respondi:

- Após isso, eu sentei-me aquela poltrona vermelha, e isso me fez ter sonhos ou realidade, como eu descobrisse algo do passado. – pausei e continuei após ter encarados os olhos de Ryan. – E diante disso, eu descobri alguém um homem, que viera naquela Nigh in March. E veios aquelas sombras negras, pareciam cadáver, e vi Luna, ela era um pássaro.

- Sei... E como? Não pode ser vista?

- Raramente, é como você estivesse entrado em um espelho, e as pessoas lá fora eram reais e você mesmo apenas uma sombra espionando tudo o que acontecerá.

- Descobriu sobre Luna?

- Você á conhece?

- Somos amigos, desde que você partirá para a aldeia das Graúnas.

- Que bom! E ela estava ao meu lado... – antes que eu acabasse de completar a frase, Ryan comprovou.

- Ela não estava só para ter uma amiga, ela estava para proteger você!

- E o Félix? Ele é um pássaro?

- Raramente sim, namorado de Luna!

Após essas palavras, fiquei um tanto surpresa...

- Como ela pode namorar ele, se ele é muito estranho... Completamente diferente de Luna!

- O verdadeiro Félix sumirá, ele perdeu um tanto de sua memória, e coisas loucas ficaram com ele, na vida passada ele era meu melhor amigo.

- Era? Não é mais?

- Ele me esqueceu, após o inimigo perturbar sua mente. O inimigo é cheios de poderes, é um tanto muito perigoso.

- Por que o inimigo lhe apagará sua mente?

- Ele encarrou de frente a frente, tentando proteger Luna.

- Luna... Os inimigos querem-na?

- Eles não querem á, apenas tem certa inveja, pois ela lhe perturba seu caminho a protegendo.

- Uma louca conclusão!

- E qual seria? – indaga Ryan.

- “Antes de vidas passadas, e agora de vidas presentes, olhai caminhos que me tornam assustadores”!

- “E olhai, o para frente e defendeis o presente”!

Eu apenas sorri um sorriso alegre de estar ao lado de alguém que me confia e protege-me.

- Eu tenho uma coisa pra você! – disse então Ryan.

- O que? – ficara curiosa.

Ele apenas passou as mãos em seu bolso, e lá sairá um colar metálico, em sua ponta um pássaro aberto todo negro e incrivelmente...

- Uma Graúna! – exclamei.

- Isso mesmo!

- Pra que serve?

- Logo saberá, mas, antes a coloque.

- Poderá colocar para mim?

Virei-me de costas a ele, deixei meus cabelos negros em um lado de meus ombros, e senti as mãos de Ryan colocando o colar metálico frio em torno do meu pescoço.

- Foi o Guardião que lhe dera para você!

- Onde ele está?

- Provavelmente ele não é de aparecer todos os dias, só em dias especiais. – Disse ele sorrindo. – Bem, terei que ir agora, terá que arrumar as coisas e as lutas, em qualquer momento os inimigos poderão vir, e você poderá conhecer melhor e relembrar de sua vida passada aqui.

- Claro! – afirmei.

Vi Ryan jogando-se do abismo do topo onde estará. Primeiramente me assustei, mas, após vi um pássaro raramente negro, provável era Ryan. Voado aos horizontes. E nesse tempo toquei ao colar metálico e sorri. Quereis descobrir o que trarás a mais nessa vida

Notas finais
Bay.