Sombras
16 Capítulo 16 The Tree-Blood!
Notas iniciais
Meus olhos reviravam contornando a sala, onde Ryan sairá daquela porta com as palavras soltas de sua boca e onde, eu, entrara em um passado.
Senti meus pés pesados, verifiquei a foto onde eu estava marcada. E segui pela porta. Segurei aquela maçaneta empoeirada de cinzas, e girei-a. Quando o abro, o bom vento balança meus fios negros, e vejo raios não tão brilhantes de sol obter aquele lugar.
E meu pé é o primeiro a sentir aquela terra. O lugar há árvores de várias formas tamanhas e beleza. O que me chama atenção é que a única casinha que há por aqui é onde guardará uma lembrança minha.
Caminhei contornando tudo o que é pedaço, conhecendo o mundo encantado. Nela havia rastros de folhas murchas, e um lindo campo de flores de formas variáveis. E tal regado, um trilho cabisbaixo e misterioso. Há uma pequena trilha estrada por esse lugar um tanto desconhecido. Mas que eu sabia, já havia passado por aqui, nas minhas vidas passadas.
Onde eu seguia, não tinha nada, apenas árvores. Quando parei, meus olhos repletos de atenção se direcionaram em algo. Não havia mais trilhos, apenas a minha frente uma árvore, que com todo o meu pavor, ela sangrava.
O dia escurece, meu medo aumenta. A árvore sangrava com lágrimas de sangue enchendo rios. O cheiro era impuro, sangue humano. Olhará mais atenciosa para aquele sentis sangrentos. E minha mão a tocou.
Fui sugada por uma reação branca que te sega os olhos. Por uma realidade.
“O tempo neblinava lá naquele campo, e uma jovem com seus lindos e lisos cabelos marrons recolhia as tão encantadoras flores, com a indignação sentia frieza em suas mãos, e um tão sol escondeu, ela ouvira raios e chuvas, tempo chuvoso em um dia de sol castigava o momento de sua coleta. Ela corria para um abrigo, e sua única saída era aquela árvore. A árvore não sangrava. E quando ela atravessaria aquele tronco. Um ser com as capas azuis e sua mão cadáver apareceu. Conheci-lhe, era o inimigo. A jovem assustada não há saída, e o que fazer? Sua mão invadiu a cesta com aquelas rosa amarelas. E de lá dentro retirou uma arma intelectualmente desconhecida, e mirou o inimigo a sua frente, que desapareceu na hora. O inimigo era como uma nuvem que não morre. Ele teve sorte de não possuir um corpo. Mas, o que aquela jovem avia acertado mesmo foi em um pássaro. A Graúna sangrava pela árvore, a menina chorava, não ó queria machucar. Era um pássaro especial aos seus olhos. A garota a enterrou aquele ser com penas razoáveis negras. E brotou lá uma flor de sua cesta. E se foi, atravessando aquela árvore. E antes que ela partisse, a árvore sangrava trilhos com lágrimas de sangues. E quando ela se virou para trás, desconheci seu rosto, mas, era uma menina de tão pura coragem e beleza.”
Minha mão se afastou daquele rio de sangue. Completa coerência me enganou, não era sangue humano, mas, sim do pássaro a tão conhecido Graúna.
A árvore sangra com seu sangue, que o tão pássaro tornou o símbolo desse lugar e do povo Graúnas. Fui capaz de entrar por uma lembrança. Mas minha mente dizia que a espécie de humano ter asas Graúnas ou ser completamente um pássaro, foi através dessa lenda ou dessa verdadeira história.
Lembrei-me do fato da jovem atravessar essa árvore, quando tocava minhas mãos era oca. Não tinha a possibilidade de entrar como um fantasma atravessa uma parede. Revesti em umas flores e a arranquei. Não sei por quê! Mas quando me direcionei pela frente novamente da árvore fui levada por eles deixando a flor vermelha desse lado e meu corpo rumando pelo outro lado da árvore-sangue.
Meu corpo estava deixando se levar, era impossível parrar, sugada por dentro de uma árvore, que sangra com os sangues daquele pássaro raro e simbólico.
E meus olhos azuis oceânicos foram se fechando. Até não ter a pequena noção do que esta ocorrendo, até não ter a capacidade de sentir meus pés em terra firme e até não ter o limite que enfrentaria daqui pra frente. De onde meu inimiguíssimo destino me levaria. Destinos... Como podes ser cruéis comigo? Ele não me falara! Eu te respeitarei, mas não tão cedo e não tão tarde querei você aqui comigo.
Eu já havia parado de ser sugada. Caída naquele campo. Embora fosse o mesmo onde haveria pisado. Mas, com uma diferença... Eu estava dentro de algo e fora. Do outro lado da árvore-sangue.
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