Sombras

13 Capítulo 13 The Hidden!


Notas iniciais
Boa leitura!

Água salgada. Um barulho infernal refez. Eu ó tinha pulado e nem a mais e menos, eu me joguei parando nas águas oceânicas. Eu tentava nadar para cima onde havia o ar. Mais algo me impedia de subir. Uma sombra extremamente negra eu enxergava pelo mar abaixo. Eu me virava e consoai. Eu lutava contra, mais era impossível, uma sombra que não tenha corpo, interagia luta-la.

A respiração ficava impossível, o que era, pois eu já estaria afogado em todo esse tempo. Ficará mais de dez minutos o baixo da água. Era simplesmente impossível. Algo dentro de mim era imortal.

Uma planta me prenderá meus pés, me puxando ainda mais para baixo. Onde estrara sem sufoco para outro rumo daquele Mar. Até uma parede fechada de barro estar em minha frente. Porque ela havia me levado até aqui? Ficara impossível de entender, mais por uma coragem eu virá um trampo, onde lhe puxei para frente, quase uma porta.

E lá estava, uma abertura incomum. Saia entre ela, brilhos dourados e outros brancos e negros. Eu não iria entra-la. Mas, pelo azar memoriável, uma suga de água invadiu meu corpo, soprando meu corpo pela aquela abertura incomum destrutível. Olhei para trás, e abertura aberta se fechou começando a destruir em mil pedaços o barro que ó fechava. Escuridão me torturava em olhos através, e dele saia lágrimas que não se via pela água que estava. Meu pulmão parecia que respirava.

O que havia de errado com aquele sino tocante em pleno dia que chegara? Agora que eu estou presa sem saber a verdadeira motivação de eu escapar respeitando minha mente descontrolada.

Tentava enxergar onde poderia estar. Mais para minha surpresa algo me puxou para trás me fazendo perder equilíbrio, e me sugando a uma parede de vidro, atravessando sem realeza alguma.

Caída em algo macio e liso. Um tapete. Aquele lugar brilhava em meus olhos. Realmente não se sabia onde havia me metido. E ainda nem fazia a ideia de quem poderia ter sido me puxando para trás desequilibrando a atenção que eu tinha naquela plena água oceânica. Abri lentamente os olhos desventrado pelos raios solares me permitiu abri-la. Realmente esse lugar fez um sobressalto em meu coração.

Realmente era uma sala com uma lareira, onde chamas ardiam pelas brasas, uma poltrona rosa e delicada com tecidos vermelhos bordados de dourados. E as janelas eram grandes que se via um lugar desconhecidos pelos meus olhos. As cortinas beges lembrava algo esquecida por mim. “Algo que meus olhos não sentiam mais meu coração reclamava... Ele sentia.”

Queria ver mais, ver o que era. Ver se meus olhos conheciam. Alguma lembrança teimava de vier a minha mente. Um ponto ou uma vírgula. Meus cabelos molhados agora secos pelas chamas acesas da lareira. Não entendi como sai daquele monte escuridão. Mais aqui eu sentia que estaria protegida. Não havia mais nada sequer, um tapete uma poltrona e uma lareira, cm vários bibelôs e fotografias.

Aproximei-me mais daquela lareira e arqueei minha visão, verificando aquilo que eu sentia um prazer enorme. As fotos eram limpas, não tinha pó algum. “Quem poderia viver aqui?” – minha pergunta ecoava em todos os meus ouvidos.

A foto que meus olhos levaram, era de alguém não muito conhecido. Uma mulher de aproximadamente vinte anos. Seus tons de cabelos negros e olhos tão azuis como os oceanos. Mais algo de estranho, verifiquei meu reflexo em algo espelhado, como o porta-retratos. Olhei vezes e mais vezes. Um grito predominou o meu corpo até os dedos dos meus pés. A jovem mulher era idêntica a mim. Onde submissa a me descrever características. Sem perda de algo, eu ouvi uma porta rangendo, sendo aberta. Sem saída me escondo através da poltrona vermelha. Escondida em algo desconhecido, e uma imagem real. Onde jovem idêntica a mim. “Que mais seria de surpresas?” Mais ainda havia por ai. Outra mais sem entendê-la. E por mim.

____________________________________________________________________________

O raio e a aproximação! Parte 1-

Um rapaz entrou, mais não identificava seu rosto por causa de uma capa preta... Até que um raio caiu-me pela minha cabeça. Aquele jovem era Ryan Duncan. Ele estava fazendo o que aqui? Desde tempo, o que ele fizera? Não ó sabia que havia lhe saído em plena noite?

Mais eu sentia, uma dor forte, eu o sentia choramingar baixinho. E sussurrar:

- Ade! Onde se meterá? – meu coração tomou um impulso de dor. Ele sentara-se na poltrona vermelha, e lá havia eu atrás. Eu queria derramar algo, aquele jovem rapaz realmente se preocupava comigo. E teimando uma lágrima caiu-lhe em meu rosto. Ainda espiava ele. E outro sussurro que me predominou mais ainda querendo dar lhe um abraço, no rapaz amaldiçoado.

- Eu a queria tanto! – Sem querer eu chorei, mas, meus suspiros eram alto demais. E Ryan ó ouviu, meu desespero era tão forte. Mais ele conseguiu ele me achou, eu a escondida.

- Adelaide? –disse.

Eu força mente me levantei, e sussurrando:

- Olá Ryan!

Eu acabara de me contorcer, e realmente chorei.

- Por que choras?

Não respondi, apenas dei um passo para frente, logo onde Ryan se contorcia parado.

- Diga-me! – falei. – Ainda é uma Graúna?

- Infelizmente sim! – disse em tom sombrio.

Eu só queria abraçar... Mais não dava. Seu corpo era só uma camada de penas negras. E nada a mais havia. Mais eu queria mesmo assim.

- Você ouviu o que dissera antes?

Apenas disse positivamente com a cabeça. Sem nada, eu ó abracei. Seu corpo não era leve, parecia que havia ele dentro daquela capa. Com a minha mente aberta lhe dissera uni somente. “Seja normal novamente”

Algo que eu sentia, mas, com os olhos azulados fechados. Uma brisa repentina suavizou aquela sala. Em poucos minutos, sinto uma mão direcionando a minha cintura. Assustei-me. Era mão humano real. Afastei-me rapidamente. E vi o que era mais impressionante. Aproximei-me.

Notas finais
:)