Soldier Seiya - A Era de Poseidon 01
11 “Invocação Dos Espíritos Malignos! A Ameaça Dos Marinas Negros.”
CAPÍTULO 10
“Invocação Dos Espíritos Malignos! A Ameaça Dos Marinas Negros.”
Seiya segue adiante, correndo velozmente pelo vale indicado por Shiryu. A cada passo, ele sente que pode estar mais próximo de descobrir o paradeiro de sua irmã Seika. De repente, Seiya escuta um barulho forte vindo de cima. É um deslizamento de pedras.
Seiya salta, evitando os rochedos que caem violentamente sobre ele, mas acaba sendo atingido por um deles e acaba sendo soterrado. Saltando do alto do vale até o chão, um vulto negro se aproxima.
— Esse foi muito fácil. Mestre Shaka vai ficar satisfeito!
— Vai ter que se esforçar um pouco mais! — avisa Seiya, utilizando seu poder para destruir as pedras que o cobriam, fazendo destroços voarem em todas as direções.
— Você devia ter ficado aí quietinho debaixo dessas pedras. — Agora vai morrer em minhas mãos, Centauro Marinho.
Seiya observa seu novo inimigo e se assusta com sua aparência:
— Mas você... Você é igualzinho a mim. Até a sua Escama é idêntica, apesar dela ter essa cor preta. Quem é você? Diga!
— Eu sou um dos Soldados Marinas Negros, o Centauro Marinho Negro! Nós fomos criados a partir de pura energia maligna, pelo poder de nosso mestre Shaka!
— Mestre Shaka? Por acaso é algum aliado de Fênix? Não importa. Derrotarei você e depois acabarei com seu mestre, se for preciso, para chegar até o Fênix!
— Então experimente meu ataque. “Turbilhão das Trevas!”
Uma onda giratória de águas negras é lançada contra Seiya. Ele tenta se defender, mas acaba sendo atingido. Seiya se levanta atordoado.
— “Esse golpe, é parecido com meu Turbilhão do Centauro Marinho.” — pensa Seiya — “Mas o que eu esperava? Ele já tem minha cara, só podia mesmo ter um golpe igual.”
— Olha aqui, Soldadinho, pirataria é crime, viu? — provoca Seiya. — Vou te mostrar o que é um golpe verdadeiro e original!
Do outro lado da ilha, Jabu, Nachi, Geki, Ban e Ichi também se deparam com suas contrapartes malignas: Narval Negro, Orthros Negro, Morsa Negra, Hipaléctrion Negro e Anfisbena Negra.
— Esses caras não podem ser reais. — supõe Nachi de Orthros. — Eles devem ser como aquelas criaturas de fumaça que enfrentávamos até agora a pouco.
— Deixe-me checar essa sua teoria! — inquieta-se Ichi de Amphisbena, exibindo duas garras afiadas em cada um dos punhos. — Vou cravar meus solenóglifos* venenosos nessa cópia para ver se ela vira mesmo fumaça!
— Ao meu sinal, rapazes! — coordena Jabu — Soldados, avante!
— Marinas Negros, deixem eles comigo! — avisa o Morsa Negra, colocando-se à frente dos outros soldados malignos. — Só um golpe meu bastará para derrubar esses fracos! “Grandes Presas da Morsa Negra!”
Nachi e Ichi são atingidos pelo golpe, que é idêntico ao de seu amigo Geki de Morsa.
— Cuidado pessoal! — adverte Jabu de Narval — Eles não copiaram somente nossa aparência.
— Acertou em cheio! — ironiza Narval Negro — Somos versões muito melhoradas de vocês! “Chifre do Narval Negro!”
— Jabu, deixa essa pra mim! — sobrepõe-se Ban de Hipaléctrion, assumindo a frente — Sei como anular o golpe do Narval.
Ban sabe que o Chifre do Narval é um ataque direto, desferido com a perna direita. É um chute voador giratório, que gera um efeito de broca furadeira, semelhante ao chifre de um narval.
Ban se esquiva rapidamente para a esquerda e lança seu ataque, o “Bombardeio do Hipaléctrion, que é um ataque que se utiliza de correntes de ar. Ele gera uma lufada de vento em sentido contrário ao giro do Narval Negro, fazendo com que o golpe perca seu efeito. Narval Negro perde a velocidade de giro e Ban o acerta com um potente gancho.
— Maldito! — esbraveja Narval Negro — Como soube como anular meu ataque?
— Nós cinco estivemos juntos desde sempre na Academia de Cadetes em Atlântida — responde Ban, sorrindo para Jabu de forma confiante — E apesar de termos tido treinamentos diferenciados, conhecemos os golpes uns dos outros perfeitamente. Não é Jabu?
— Eu não esperava... Por isso... — balbucia o Narval Negro, enquanto, derrotado, se transforma em fumaça e desaparece.
Jabu retribui o sorriso de Ban, aponta para os demais Marinas Negros e ordena a seus colegas de time:
— Pessoal, cada um de vocês deve atacar um inimigo que não seja sua contraparte. Vamos acabar com essas cópias baratas.
Em uma colina longe dali, Hyoga segue em frente e se lembra de Kiki. Ele se atrasou para chegar hoje à ilha, pois estava com ele se certificando que Mu e Aldebaran estavam bem. Ele pensa:
— “Por sorte eles conseguiram escapar e estão a salvo no Marrocos. Pelo o que Kiki me disse, parece que eles até conseguiram a Ânfora de Athena. Fico mais aliviado, pois a missão deles é tão importante quanto a nossa.”
Hyoga percebe uma sutil, porém anormal queda na temperatura do ambiente. Ele detém seus passos e olha ao redor. Lentamente, algo que Hyoga pensa ser uma fuligem negra começa a precipitar-se do céu. Hyoga apara um pouco da substância com a mão e percebe:
— Mas isso não é fuligem. É neve. Uma estranha neve negra. O que isso significa?
Uma arrogante risada ecoa pelo ar, parecendo vir de todas as direções. Em seguida, uma voz ressoa:
— Significa que é chegada a sua hora de morrer, Hyoga. Morrer sob a nevasca sombria do Aegir Negro!
A neve negra que cobria o solo levanta-se de forma sobrenatural e toma uma forma humana, transfigurando-se em um homem idêntico a Hyoga, com uma armadura completamente negra.
— Aegir Negro? Então era essa a técnica secreta que Shaka vinha aperfeiçoando nesses últimos dias. — Hyoga dirige-se ao guerreiro sombrio — Aegir Negro, eu sou um dos integrantes da Rebelião de Athena. Seu criador Shaka e eu somos aliados. Preciso seguir em frente e vigiar os Soldados Marinas que invadiram a ilha junto comigo. Baixe sua guarda, pois eu preciso seguir em frente.
— Seguir em frente? Claro! Pode passar. Estou aqui apenas para seguir as ordens...
Hyoga segue seu caminho, mas basta que ele dê as costas e o Aegir Negro, de forma traiçoeira, o ataca por trás:
—... E as ordens são para matar todos os invasores nessa ilha, incluindo você! “Nevasca das Trevas!”
Hyoga é atingido e parte de seu corpo é congelada. Ele cai de joelhos e apóia-se no chão com as mãos. Levantando-se, ele se vira em direção a seu novo inimigo.
— Não conseguirá me deter com um ar congelante desse nível, Aegir Negro. — Hyoga acende seu cosmo suavemente e todo o gelo em seu corpo se esvai. — Se quer me enfrentar, mostrarei a você o verdadeiro poder de um guerreiro do gelo. “Trovão Aurora, Ataque!”
O soldado maligno é lançado longe pelo golpe de Hyoga e tem seu corpo completamente congelado. Em seguida, ele se transforma em fumaça negra e o gelo se despedaça.
— O que está havendo aqui? — questiona-se Hyoga — Porque Shaka ordenaria que um Marina Negro atacasse a mim, que sou da rebelião? Preciso tirar isso a limpo. Irei até a caverna de Shaka.
Enquanto isso, na caverna, Shaka segue em sua meditação, dando poder às suas criaturas. Seus olhos se abrem. Eles estão totalmente negros.
MARRAKESH – MARROCOS
Logo após a fuga da loja de antiguidades de Gigars, Mu e Aldebaran se viram no meio de uma deserta região rochosa. Devido às circunstâncias difíceis no momento do teletransporte, eles foram parar em algum lugar aleatório.
Após uma breve caminhada, eles chegaram a um lugar habitado e descobriram que haviam ido parar no platô rochoso onde fora construída a fortaleza de Tashgimut, no século XII, a cerca de 40 km a sudeste de Marrakesh. Eles hospedaram-se em uma estalagem nas proximidades e ali pernoitaram.
Neste momento, Mu e Aldebaran estão se preparando para voltar para o Japão. Eles deixam a estalagem e seguem com a ânfora guardada em uma grande bolsa, carregada por Aldebaran.
— Eles quase nos pegaram ontem, não foi Mu? — comenta Aldebaran — Que bom que seu discípulo nos avisou a tempo.
— Temos que ficar alertas, agora que temos a ânfora. Vamos pegar o próximo vôo para o Japão. Aldebaran, a propósito, porque está na Rebelião? Soube que você foi escolhido para ser um dos quatorze Capitães Marinas. Porque recusou?
— Eu nasci e cresci no Brasil e por lá a situação não é boa. Poseidon domina toda a região da Amazônia e a população sofre com a escassez de insumos para a sobrevivência, além dos tributos que são obrigados a pagar para usufruir daquilo que, na verdade, é deles por direito. Os indígenas, dos quais eu sou descendente, e com quem aprendi minhas técnicas de combate, sofrem com a intensa perseguição, pois sua cultura é considerada uma heresia.
— Agora entendo. — conclui Mu. — Alguém como você jamais aceitaria fazer parte do exército de Poseidon.
— Fui convocado às fileiras de Atlântida quando eu tinha dezoito anos de idade. Devido a minha recusa, me tornei um fugitivo e, dois anos depois, acabei conhecendo Aioria e a rebelião, na mesma época em que o jovem Ikki também se juntou a nós. Foi quando eu e você nos conhecemos. — Aldebaran dá uma breve e pensativa pausa e depois abre um largo sorriso — Mas e você, Mu? Como aprendeu todas as suas técnicas? Por acaso algum muviano ancião andou te dando aulas?
É quando de repente, Mu percebe uma movimentação suspeita.
— Aldebaran, vamos depressa. Estamos sendo seguidos.
— Você já se recuperou? Dá pra teletransportar?
— Não podemos fugir pra sempre, temos que lutar. Sinto os cosmos daqueles três que nos atacaram ontem.
— São Soldados Marinas, Mu. Sem o elemento surpresa, a gente dá conta deles mesmo sem armaduras.
Mu e Aldebaran correm até chegar a um local sem pessoas por perto, o mesmo platô onde eles estiveram no dia anterior, nas ruínas da antiga fortaleza de Tashgimut.
— Acabou o passeio, seus criminosos. — diz um dos perseguidores — passem o vaso para cá.
Os três soldados, que estavam cobertos por mantos brancos, revelam-se:
— Eu sou Jericho de Ouriço.
— Eu sou L’Eau de Anêmona do Mar.**
— E eu sou Cedrick de Peixe Disco. Vocês estão presos em nome de Atlântida, pela receptação de um objeto proibido.
Os três atacam de uma só vez com suas armas mortais, mas os golpes são bloqueados pela Muralha de Cristal de Mu. Rapidamente, Aldebaran avança e dispara seu ataque:
— “Grande Chifre!”
Os três soldados são derrubados de uma só vez e têm suas escamas completamente destruídas. O que Aldebaran não percebeu foi que um dos discos de Cedrick havia sido lançado com um atraso e em uma direção diferente. A arma arremessada completa uma volta e retorna, atingindo em cheio a bolsa onde estava o vaso.
— Ah, não! — frustra-se Aldebaran, abrindo a bolsa e deparando-se com meros cacos — Mu, por um acaso a Ânfora de Athena quebraria assim tão facilmente?
— Maldito Gigars! — queixa-se Mu — ele nos vendeu uma ânfora falsa.
— O que faremos agora? — pergunta Aldebaran.
— Vamos procurar Gigars. Talvez ele ainda esteja em poder da ânfora verdadeira.
ILHA DA RAINHA DA MORTE
Shun de Amphitrite está escalando as irregulares montanhas da ilha. As rochas logo abaixo têm pontas afiadas e uma queda naquele lugar significaria a morte. A âncora de Shun, porém, confere a ele uma incrível facilidade ao marchar por aqueles imensos paredões de pedra.
O jovem soldado fica de pé sobre uma estreita saliência a, pelo menos, trezentos metros de altura em relação ao solo. Alguns quilômetros à frente, ele vê um precipício próximo ao vale pelo qual Seiya se dirigiu. Atravessando esse precipício, Shun chegará bem perto do vulcão onde o Fênix certamente se esconde e, indo pelas montanhas, ele chegará mais depressa.
O guerreiro de Amphitrite lança mais uma vez sua âncora como instrumento de alpinismo e a faz agarrar uma rocha pontiaguda mais acima. Shun galga o rochedo vertical segurando-se em suas correntes, quando outra âncora, cor de ébano, atinge o rochedo ao qual a âncora de Shun estava atada.
O jovem guerreiro de cabelos esmeralda inicia uma queda livre em direção à morte certa, mas ele consegue agarrar sua âncora novamente em outra protuberância na montanha, dessa vez mais larga, vários metros abaixo. Ele sobe e fica de pé, procurando com os olhos o inimigo que tentou matá-lo, mas sua âncora aponta para o alto de outro rochedo, revelando a localização de seu inimigo:
— Quanta agilidade, Shun de Amphitrite.
— “Ele é igualzinho a mim, e também possui uma âncora igual à minha” — pensa Shun, perguntando depois ao inimigo — Quem é você?
— Eu sou o Amphitrite Negro. Fui criado e enviado para acabar com você! Prepare-se! “Âncora Maligna!”
Shun salta de forma lépida, evitando o ataque. Imediatamente, ele revida com sua...
—“Âncora Relâmpago!”
O inimigo desvia-se tão rapidamente quanto Shun, e a âncora atinge o rochedo onde Amphitrite Negro estava, cravando-se à pedra. O soldado maligno usa a corrente de Shun como se fosse uma ponte e corre sobre ela até atingir Shun com um potente chute.
— Esse é o poder dos Marinas Negros! — vangloria-se a lúgubre figura — Nosso mestre Shaka vai ficar feliz se eu levar a ele o seu cadáver!
— “Shaka? Deve ser um inimigo, membro da rebelião de Athena.” Amphitrite Negro, me diga! Quer dizer que você não é um ser humano?
— Humano? Claro que não! Nós somos algo muito melhor, somos criações de pura energia maligna, somos sombras sencientes. Não nos cansamos, não envelheceremos. E temos um propósito: Honrar nosso mestre e acabar com vocês.
— Sendo assim, não vejo problema em dar um fim a você, criatura maligna. — Shun segura a âncora na frente do rosto e fecha seus olhos. — Amphitrite, conceda-me seu poder.
No litoral da ilha, Shiryu avança obstinado. Na Ilha da Rainha da Morte não há praias, o litoral é formado inteiramente de imensos penedos acobreados, que são açoitados incessantemente pelas revoltas ondas do pacífico. O caminho é árduo, mas o Dragão Azure não pretende parar. Não até que surja um inimigo, como é o caso agora.
— “Lança do Dragão Negro!”
Uma chuva de pontas de lança feitas de energia maligna avança contra Shiryu, que é bem-sucedido em defender-se de todas elas com seu escudo.
— Um Dragão Negro? — admira-se Shiryu — Depois daquelas criaturas de fumaça e do demônio de Fênix, nada mais deveria me surpreender. Veio medir forças comigo?
— Vim matar você. Só pra começar.
No vale, logo mais à frente, Seiya dispara seu poderoso ataque contra o golpe do Centauro Marinho Negro. As forças parecem ser equivalentes no início, mas Seiya consegue sobrepujar seu rival, aumentando a potência e a velocidade de seus golpes assustadoramente. A armadura negra de seu rival é estraçalhada e ele cai derrotado, voltando a ser apenas fumaça.
— Rapaz, que bizarro. — espanta-se Seiya — O que mais falta acontecer? Melhor seguir em frente, encontrar o maldito Fênix e saber da minha irmã.
Seiya continua sua jornada, mas sente uma estranha fraqueza assolar seu corpo. Suas pernas cambaleiam e sua vista turva-se. Ele olha para as mãos. Uma estranha aura negra tomou conta de seu corpo.
— Mas o que é isso? É a mesma energia maligna que vinha do Centauro Marinho Negro. Está me enfraquecendo muito rápido.
Seiya tenta seguir em frente e chega até a beira de um precipício, tão profundo que não se pode ver o final.
— Eu tenho que... Atravessar esse precipício, mas... Mal consigo me manter de pé... O que está... Acontecendo?
Seiya perde completamente a consciência e desmaia. Ele cai na escuridão do precipício e desaparece.
Enquanto isso, Hyoga, que havia derrotado o Aegir Negro, chega à caverna onde ele sabia que encontraria Shaka, aquele que criou os Marinas Negros. Hyoga avança caverna adentro e, bem no final dela, encontra aquele a quem procurava, sentado na posição de lótus, em meditação.
— Senhor Shaka, acorde! — exige Hyoga — Preciso que me explique porque enviou um de seus Marinas Negros para tentar me matar. Shaka, responda!
Shaka parece estar em um estado de transe profundo e não responde aos chamados de Hyoga. O guerreiro de gelo, então, ergue a mão e prepara-se para desferir uma bofetada naquele homem que está em meditação. Sua mão, porém é agarrada por alguém. Hyoga se espanta:
— Você?
Do outro lado da ilha, Jabu de Narval utiliza uma nova técnica para derrotar o Hipaléctrion Negro, a contraparte maligna de Ban:
— “Onda Sonar!” — brada ele, lançando um ataque sonoro, em forma de círculos concêntricos, com alto poder destrutivo.
— E esse foi o último. — observa Geki, satisfeito.
— E vejam, já estamos bem próximos ao vulcão. — aponta Jabu. — Parece que vamos mesmo pegar o Fênix antes de Seiya e seus amigos idiotas.
Dentro do vulcão, Ikki nota a aproximação dos invasores. Ele adentra ainda mais nas câmaras ocultas pela fumaça e cercadas de lava. Ele afasta a manga de seu sobretudo escarlate e exibe um dispositivo atado a seu pulso, semelhante a um relógio. Ele pressiona a tela sensível ao toque, no local onde há um ícone em forma de um pássaro vermelho.
De dentro da lava, ergue-se uma estrutura de metal, no formato de uma caixa. O emblema do pássaro também aparece na frente da caixa, em relevo. A caixa se abre e dentro dela, uma reluzente máquina no formato de uma fênix apresenta-se imponente. Ikki retira o sobretudo e aponta para o artefato com sua espada dourada e ordena:
— Venha a mim, Armadura de Aço de Fênix!
A Fênix mecânica alça vôo dentro da câmara incandescente e, em pleno ar, se divide em várias partes de uma armadura. Cada parte viaja pelo ar até acomodar-se em seu devido lugar no corpo de Ikki.
Botas e Joelhos...
“A armadura de aço de Fênix é feita de titânio reforçado com fibra de carbono e revestimento cerâmico...”
Cintura, Peitoral...
“Suporta até 15 kilotons de impacto, o equivalente ao poder da Bomba de Hiroshima...”
Luvas, Ombros...
“O seu combustível... É nada mais que o cosmo! Basta queimar sua cosmo-energia que a armadura de Fênix entrará em plena atividade!”
E por fim, o Elmo, que se sobrepõe à sinistra mascara que Ikki utiliza.
“Este é o resultado de décadas de experimentações da Fundação Graad na construção de uma armadura que rivalize com as poderosas Escamas dos guerreiros de Poseidon”
— Doutor Asamori, Senhor Mitsumasa Kido, muito obrigado. — declara Ikki — Este será o primeiro teste da Armadura de Aço de Fênix, a serviço de Athena. Esta é a Phoenix Prototype!
PRÓXIMO CAPÍTULO DE “CAVALEIROS DO ZODÍACO – SOLDIER SEIYA – A ERA DE POSEIDON”:
“SHAKA – O VISLUMBRE DE UM OUTRO UNIVERSO.”
QUEIME COSMO! ALÉM DOS SETE MARES!!
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