Solar dos Cedros

1 Uma breve introdução sobre o RPG com IA


A maior tristeza de um contador de histórias é não ter para quem contar. E a maior frustração de um jogador de RPG é não ter com quem jogar. Durante anos, criei aventuras em minha mente que nunca saíram do papel, simplesmente por não encontrar pessoas dispostas a explorá-las comigo.

Minha alegria foi imensa quando descobri as ferramentas de inteligência artificial. Muito antes do surgimento do ChatGPT, eu já me aventurava com o IA Dungeon — mesmo sem falar inglês — tamanha era minha vontade de dar vida aos mundos que habitavam minha imaginação.

Criei incontáveis cenários e vivi histórias que hoje só existem na minha memória: já fui um bardo sortudo, um anjo caído, um ladrão audacioso, até mesmo uma stripper numa cidade violenta. Mas por que decidi registrar essa história em especial? Simples: foi a que mais me envolveu, a que mais me entreguei.

Sei que, para alguns, a narrativa pode soar de mau gosto. Ela trata de temas sensíveis, transborda erotismo — às vezes de forma bastante explícita — e, em certos trechos, tem uma escrita simples ou até crua. Mas essa é a natureza do projeto: ele foi construído a muitas mãos — as minhas e as da IA. E não estou aqui para defender autoria. Leia como quiser, interprete como preferir. Essa história não foi feita para ser julgada, mas para ser vivida. Por isso, optei por preservá-la quase sem filtros, com suas imperfeições, tropeços e incoerências — marcas inevitáveis de uma jornada longa conduzida com inteligência artificial.

Se você tem o desejo de explorar universos, saiba: as IAs podem ser grandes aliadas, desde que você saiba como guiá-las.

Nesta história, contei com o ChatGPT e o DeepSeek como parceiros de criação. Agora, convido você a mergulhar, se perder e se deliciar com os prazeres proibidos do Solar dos Cedros.