Solamente Quiero Tu Sonrisa.

10 Chapter 10- La apuesta y el verdadero plan.


Notas iniciais
Opening: http://www.youtube.com/watch?v=GVkBup-i2to&list=LLeSFP5eDlx8L27xeHhj7_PQ
Aproveiteeeem.

O dia chega.

–Mikuooo, me leva até o teatro? –Perguntou Miku nervosa, ficava pulando mil vezes para calçar uma calça.

–Sim! Já pegou tudo?

–Já! Agora pega as chaves e coloca no Rock’n roll.

–O que...? –Mikuo estava achando que ela era doida.

–Eu sempre quis falar isso. He, he,he...

–Que seja, entra logo no carro, vai.

Depois de uns minutinhos, entraram no carro.

–Onii-chan, acha que vai dar tudo certo? –Perguntou Miku insegura.

–Claro, você praticou dia e noite nisso, com certeza irá arrasar na peça. Confie em si mesma e tudo dará certo, ok?

–Certo. –Sorriram. Mas por dentro, Mikuo continuava apavorado “Meu Deus, meu Deus, do jeito que minha irmã é atrapalhada, poderia até escorregar e bater a cara no chão, que vergonha seria para ela, preciso deixar o chão crespo de algum jeito ou de outro” pensava ele.

–Miku! –Gritou alguém. Ao virar, ela viu que era a Gumi e o Gakupo.

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–Minna, por que vocês estão correndo atrás do carro do meu onii-chan?- Perguntou Miku.

–Puf, puf, dá uma carona para a gente, migaaa! Puf, puf, puf, a nossa casa até o teatro é muito longe!!-Falou Gumi.

–Onegai! –Pediu Gakupo.

–Onii-chan, eles podem pegar carona? –Perguntou.

–Eles? Quem? Bandidos?

–Não, não, Gumi e Gakupo.

–Ah, certo. Espera. –E parou o carro.

–Arigato, te devemos essa. –Disse Gakupo e a sua irmã entraram no carro.

–Wow, o carro do seu irmão é muito bonito. –Admirou Gumi.

–Pois é, gastei uma grana, mas valeu a pena. –Disse Mikuo orgulhoso.

–Coloca no som do Rock’n roll, baby. –Falou Gumi já saindo do banco de trás para ligar o aparelho.

–Aw yeah! –Entrou no ritmo Miku.

De repente ouviram o som de uma moto perto do carro do Mikuo.

–COOL! UM MOTOQUEIRO! –Gritou animada Gumi.

–Me parece familiar... –Disse Miku apertando o olho para ver o cara de capacete.

–Seja quem for, não me parece uma boa pessoa, é melhor apressar o passo. –Falou Mikuo desconfiado, e aumentou a velocidade, logo o cara ficou para trás.

–Mikuo mau, mau, mau. Eu queria ver quem era o gatinho debaixo desse capacete. –Falou Gumi fazendo biquinho.

–Há-há, sinto muito estragar o seu prazer, mas não estou a fim de perder dinheiro.- Disse ele.

–Ei! Olha lá, ele está nos alcançando. –Avisou Gakupo.

–Tomara que seja só uma coincidência. –Murmurou Mikuo. Até lá estava do nosso lado de novo.

–Hey, cara. Que tal postarmos uma corrida? –Disse o motoqueiro, o que assustou todos do carro.

–COMO É??

–Sei para onde vão, e gostaria de testar a minha velocidade com vocês, topam?

Ficamos nos olhando o tempo todo, e Mikuo sorriu, ele gostava bastante de apostas.

–O que eu ganho com isso? –Perguntou interessado.

–Te dou 1.000 reais.

“ESSE CARA É MILIONÁRIO??” pensaram.

–Eu quero mais. –Mikuo, seu ambicioso ¬ ¬.

–2.000?

–Mais.

–10.000?

–Fechado.

–Já é. –Se encararam.

Mikuo colocou a velocidade máxima do seu carro, e o motoqueiro deixou normal.

–Apertem os cintos. –Disse ele.

–O-Onii-chan... Sei que o prêmio é maravilhoso, mas... Não acha perigoso...?-Perguntou nervosa Miku. Mikuo cravou os olhos nela.

–Você sabe mais do que qualquer um... Que eu nunca ando atrás de uma aposta. –Disse. Logo colocou os olhos na estrada e começou a adrenalina.

Com tanta velocidade, que todos do banco de trás estavam ficando tontos.

–Gyuuuh... Isso não é nada cool... –Disse Gumi.

–Tenho vontade de vomitar, glup. –Engoliu Gakupo.

–Não estou vendo nadaaaaaaa! –Disse Miku. O barulho tomava conta daquele carro, mas Mikuo ainda assim mantia os olhos na estrada como se fosse a última coisa que fosse fazer na vida. Ultrapassando os limites de velocidade, Mikuo ganhava a corrida. “He,he,he, agora vai ver o que é bom pra tosse” pensava. Não avistava o motoqueiro em lugar nenhum, no máximo poderia ter se perdido, e quando já estava a ponto de chegar no lugar e vencer...

...Algo pulou em cima do carro.

–O que...

–Não pode ser...

–Ele é realmente cool...! –Estavam surpresos.

A moto havia pulado em cima do carro, e agora estava na frente do carro do Mikuo, tomando a liderança, e num piscar de olhos... O motoqueiro venceu a corrida.

–Não, não, NÃO!!! NÃO PODE SER!!!! EU NUNCA... –Mikuo se recusava a acreditar.

–Mikuo... Você perdeu. –Disse Gumi séria.

–Sugoi... –Falou Miku olhando surpresa ao motoqueiro. Como é que aquela pessoa podia ter vencido contra o Mikuo, um ser completamente psicopata, maníaco, e forte?

Mikuo foi até ele pasmado, tirou uma espada (?) do bolso dele (como é que ele carregava isso eu não sei) e se ajoelhou.

–Mate-me. –Disse.

–C-Como é? –Se assustou o cara.

–Onii-chan, não leve isso tão a sério, por favor! –Disse Miku.

–Quem é você que tem a honra de me matar? –Perguntou um tanto curioso.

–Quem sou eu... ?-Sorriu,e tirou o capacete. –Boa pergunta...

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–K-Kaito? –Dessa vez surpreendeu a Miku demais, então aquele motoqueiro de preto era Kaito.

–Cara, você é incrível. SHOW!!- Admirou Gumi.

–KAITO??! ESSE CARA NOJENTO ME VENCEU?? –Ficou super desapontado o Mikuo. –LOGO VOCÊ?? VOCÊ NÃO É DIGNO DE ME MATAR!!

–Eh... Parece que na força até me vence, mas na adrenalina eu é que sou o cara. –Disse orgulhoso com a sua vitória. –A propósito, por que você está me olhando assim, Miku?

–E-Eu estou...? –Ficou envergonhada por ele ter notado. –É que... Você está... B-Bem bonito, assim...

–Sério? Fico feliz ouvir isso.

–Guaaa... Eu estou vivo, SOBREVIVI. –Disse Gakupo saindo do carro, cambaleando.

–Quanta adrenalina, baby! ADOREI! E com a música de Rock ficou mais mara ainda, véi! LOUCURA!!! –Disse Gumi com os olhos brilhando.

–Minna, vocês finalmente chegaram. –Disse Miki abrindo a porta dos fundos.-Entrem por aqui.

E entraram, um lugar escuro, ao sussurro da platéia.

–Guaa... –Miku tropeçou em um prego cravado no chão.

–Cuidado! –Mikuo e Kaito a pegou pelos braços para não bater a cara no chão. E andaram de mãos dadas.

–Onde está Luka?-Perguntou Gakupo.

–Ela está nos bastidores. –Respondeu Miki. –Miku, precisa se arrumar, você também Kaito. –“O que é uma pena, ele está tão gatenho :3” pensou.

–Ganbate, Miku!! –Desejou Mikuo.

–Arigato, Onii-chan. –Disse Miku.

Nos bastidores...

–Luka, Luka, onde você está...? –Ele se deparou com uma garota de um vestido de seda lindo, e decorado com laços. Ao virar a cabeça.

–Ga... Gakupo? –Era Luka. Estava tão linda, parecia mesmo uma princesa, com uma coroa de flores decorando o seu cabelo rosa. O coração do Gakupo só faltou sair pela boca.

–L-Luka...

–Que cara é essa? Por que está tão vermelho? Me vejo tão estranha assim? –Falou preocupada.

–Luka... Você está... Preciosa.

–Gakupo... ? –Luka ficou corada com o elogio.

–Ah, er... Me desculpa se foi repentino, gomen. –Falou sem jeito.

–N-Não tem problema, me alegrou um pouco. –Respondeu.

–Luka... Está tudo bem?

–Não. Suponho que não, não estou preparada para fazer isso, estou muito nervosa, e se fizer tudo errado?

–Luka... Pare.

–?

–Não deixe esse nervosismo atrapalhar, este espetáculo. Essa é a sua chance de mostrar quem você é, é a sua chance de brilhar Luka. Você está linda, não deixe isso acabar com essa chance, sorria e tudo dará certo, ok? –E sorriu Gakupo.

–G-Gakupo... –E ela sorriu. –Ok, farei o melhor que puder, por você.

–Brilhe. –E saiu do bastidor, mas não estava relaxado como aparentava “essa peça tem um beijo, né? E o beijo será de Luka e Miku, no entanto... SERÁ O PRIMEIRO BEIJO DE LUKA!!” Pensou. –LUKA!

–Sim, Gakupo? –Ele estava tão nervoso que mal conseguia se mexer.

–M-M-M-Me...

–Me?

–ME BEIJA!!

–O QUEEEE??? –Luka ficou tão vermelha que só faltava formar um vulcão e explodir. Gakupo correu até ela, e a abraçou.

–Não se... Mexa.

–G-G-G-Gakupo...!!!

Chuac ♥

Luka não conseguia acreditar, o seu primeiro beijo dela... O coração batendo rapidamente, boca com boca, sentimentos se abrindo. Mas, depois sem olhar para a Luka, Gakupo a empurrou e saiu correndo.

–GOMENASAI, LUKA, GOMENASAAAI!!!

–Gakupo... –Com a mão na boca, se lembrando daquela sensação tão... doce...

Enfim, partindo para a outra cena...

–Meu figurino é tão... Masculino :’( . –Disse Miku suspirando ao ver a roupa dela de príncipe.

–Claro, Hatsune-san, você é o príncipe desta peça. –Disse Oliver entregando o figurino. –Com sua licença. –E saiu. (é claro, por acaso iria vê-la nua? ¬ ¬)

–Geez... Por que eu tive que nascer tão plana? –Suspirou começando a tirar a blusa.

–Miku, Miku-chan. –Disse Gumi chegando no bastidor dela. –Quer que te ajude a vestir?

–Anh? Não, valeu. Estou bem sozinha.

–Bem, quando acabar me avise, que preciso fazer o seu cabelo para a atuação.

–Ah, é. Você ficou encarregada em fazer o cabelo, não?

–Aye sir! –(Happy say: Essa fala é minha!)

–E como pretende fazer isso? Meus cabelos são longos, e não quero cortar.

–Com a minha experiência nesses casos, posso deixá-lo curtinho sem precisar cortar. –Depois ficou olhou fixamente para ela.

–Q-Que foi...?

–A sua calcinha é de listrinhas azuis? Que pervertido...

–A minha calcinha não é nada pervertida, baka!!

Mais tarde, quando foi começar realmente a peça...

–Hey, Kaito, você é o único que está calmo aqui... Por que? Não deveria estar nervoso, já que Miku terá que beijar a minha namorada? E dessa vez... Não vai poder fazer nada para impedi-lo?

–Gakupo... Meu amigo... –E sorriu. –Você me conhece a tantos anos... Acha que eu vou deixar isso acontecer?

–Como é? Mas, você não pode fazer absolutamente nada.

–Bem, preciso ir para a minha posição, te vejo no palco.

–Eu realmente não entendo esse cara. –Murmurou Gakupo. “Aiai, realmente, ele acha que vou deixar isso acontecer? Ele devia me conhecer mais do que qualquer pessoa, afinal...

Eu sempre tenho dou um jeito” Pensou Kaito.

–Boa noite, caras pessoas. Hoje teremos a peça de amor da sala A... Chamada...

...CENDRILLON!!

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Todos aplaudiram, quem apresentava era o sensei. Com bastante animação.

–Aproveitem bastante do espetáculo que preparamos para vocês. ^v^ Divirtam-se!

–ÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ-Gritou animado o público.

–[É agora]

–[Se preparem] –Sussurravam uns pros outros.

O palco diminuiu a luz devagar, Kaito (com a sua roupa parecida a de um mendigo) e Luka (com outra roupa, que é de uma pessoa miserável).

–Em um reino qualquer, muito distante, havia um baile muito luxuoso que comemorava o aniversário do príncipe Ícaro (Sakirane diz: Finge que o nome do cara é assim, ok?). As mulheres de todo o reino foram convidadas, mulheres de poder e riqueza, apenas uma não recebeu...-Narrou o sensei, nessa parte, um holofote acendeu iluminando Luka. –A garota era uma pobre cidadã menos conhecida da cidade, que sonhava em ir ao baile.

–Oh, eu queria tanto ir a esse baile... –Atuou Luka, suspirando tristemente.

–Você queria, eh? –Surgiu o “bandido” da história, ganhando um holofote para ele também.

–Sim, é o meu sonho. Mas por ser tão mal reconhecida, acabei não ganhando um convite, é uma pena, n... –Antes terminar a frase, ele apontou a arma na cabeça dela. –O-O que você está fazendo??

– Tome esta faca, e aqui está o convite. Logo lhe darei um vestido para dançares.

–Mas o que eu...

–Mate-o com esta faca, e roube tudo dele. Ou você será a quem morrerá.-Falou bem perto do ouvido dela.

–Não, NÃO! –E caiu de joelhos. Ele foi sumindo do palco. E o holofote dela foi apagando.

–A garota caiu em desespero, não podia imaginar que teria que fazer algo assim, querendo viver, se preparou e entrou naquela carruagem, com a faca na mão, tremendo a beça, para dançar nessa noite escura. –Narra o sensei. –Fim da parte um. –Anunciou. As cortinas fecharam. E lá dentro...

–Boa atuação, Kaito. –Disse uma pessoa se aproximando do Kaito.

–Obrigada Mi... Kuo? O que você está fazendo aqui? E vestido desse jeito? –Perguntou confuso.

–Há, há... Você também pensou que era o Mikuo? Sou eu, Miku.

–M-Miku? Nossa, você se parece ao seu irmão º-º.

–Miku, Luka, e o restante dos alunos, vão para as suas posições. –Chamou o sensei.

–Eu sei. –E suspirou. –Bom, tenho que ir para a minha posição, nós vemos.

–Certo. –E logo se aproximou ao Oliver. –Hey, você preparou o que eu te pedi?

–Sim. Faremos uma surpresa em tanto ao professor.

–Sim. –E sorriu. Voltando a peça...

–E agora, vamos para a segunda parte da peça. O príncipe Ícaro era um príncipe gentil e de bom coração, recebia as mulheres com gentileza e carinho, porém não tinha interesse em nenhuma delas.

–Oh, príncipe Ícaro, meu coração se acelera ao te ver. –Disse uma garota.

–Agradeço muito pelo seu interesse, bela senhorita, meu coração se alegra ouvir isto de ti, adoraria dançar contigo mais tarde. –Respondeu o príncipe beijando a mão dela.

–Tenha um feliz aniversário, príncipe Ícaro. –Falou outra garota.

–Agradeço por ter vindo a esta festa, senhorita. –Agradeceu o príncipe. –Se me permitem. –E saiu do circulo de garotas.

–Encontrou alguma garota que te interessa, príncipe Ícaro? –Perguntou o amigo dele.

–Não, nenhuma que fez despertar meus sentimentos, caro amigo. –Respondeu tristemente.

–Olha só, parece que vem mais uma. –Avistou o amigo.

–E entrou no palácio, a pobre plebéia, mas com um vestido lindo de seda, decorado com os fios mais delicados possíveis. –Voltou a narrar sensei. E entrou no palco a plebéia, que olhava para os dois lados, tristemente, pelo príncipe. –A plebéia procurava esse príncipe que estava condenado a morrer, e ao olhar para a escada, lá estava um garoto bem vestido a olhar ela. Ambos se apaixonaram à primeira vista.

–Q-Quem é aquela bela moça? –Gaguejou o príncipe.

–Eu nunca a vi na minha vida. –Respondeu o amigo.

–A plebéia subia as escadas ao encontro dele, completamente apaixonada, subia de três a três degraus. O príncipe estava paralisado por tamanha beleza. –Narra.

–És o príncipe deste palácio? –Pergunta a jovem plebéia.

–Sou, milady. –E beijou a mão da garota com ternura. O coração dela disparou com esse gesto. — Oh, bela princesa, gostarias de dançar comigo? –Convidou.

–E-Eu aceito. –Disse e deram as mãos.

–De mãos dadas, desceram as escadas juntos, que se apertavam gentilmente. A garota não parava de olhar para ele e admirar a sua beleza. –Narra.

–[Miku, por favor, tente não pisar no meu pé dessa vez, ok?] –Sussurrou Luka para Miku.

–[Pode deixar comigo, pratiquei bastante.] –Sussurrou de volta. E se prepararam para a valsa.

–E então começam a dança, fazendo os passos suaves, olhando um fixamente para o outro com amor. Sorrindo e se divertindo com a dança, se tornaram o principal casal da pista, mulheres invejavam a garota. –Narra.

–Humpft, tantas garotas, e ele escolhe dançar com essa... Essa... Essa fulaninha? -Murmuravam algumas mulheres com raiva.

–E eu achando que o príncipe tinha bom gosto. –Murmuravam outras.

–Mas nenhum dos dois se importavam com os comentários maldosos. O amor falava mais alto para os dois. –Narra. –O tempo passa, e a garota se esquece do que tinha que fazer, o que era obrigada a fazer... Fim da parte 2. –E novamente fecharam as cortinas, para dar uma pausa de 15 minutos. Miku saia de lá acabada, percebeu que Luka ia a outro lugar em vez do seu camarim.

LE MIKU NARRAÇÃO~~

–Luka? Aonde você está indo? –Perguntei, o que fez ela dar um pulo de susto.

–Ah! Miku, você estava aqui? Etto... He,he... V-Vou ao... Ao… Ao banheiro! Isso mesmo!

–E por acaso o banheiro fica do lado de fora do teatro? º-º

–Er... T-Te vejo depois!!! –E saiu correndo.

–Matte, Luka... –Fiquei confusa no momento. Por que raios ela iria para fora do teatro? Bem, preciso aproveitar meus 15 minutos tirando este maldito colete apertado. Como os príncipes aguentam algo tão pesado e uma roupa tão apertada? O que eles devem ser pra aguentar a noite toda?

-

–Acabou o tempo de descanso, é hora de apresentar a parte final. –Avisou o sensei, esses 15 minutos foram poucos para mim, fala sério, igual ao horário de recreio. Megurine, Hatsune, Kaito, se apresentem no palco. –Chamou. Me dirigi ao palco, ainda com as cortinas fechadas, Kaito ainda estava lá, porém Luka ainda não havia chegado. Aguardamos mais alguns minutos.

–Megurine Luka, se apresente no palco, onegai. –Pediu de novo sensei.

–...-Sem resposta. Irritou o professor.

–MEGURINE LUKA! ESTÁ NA HORA! SE APRESENTE AGORA MESMO!!

–... –Sem resposta.

–ALGUÉM, PODERIA BUSCAR A LUKA IMEDIATAMENTE??? –Perguntou.

–Mas já está na hora de abrir as cortinas! Não temos tempo. –Disse SeeU.\"\"

–Maldição! Logo agora... Grr... –Grunhiu. –Como iremos apresentar a peça sem a estrela principal?? – Kaito sorriu.

–Professor Kiyoteru, não acha que está perdendo um detalhe? –Perguntou Kaito.

–Como é?

–Hu, hu, hu... Talvez Luka tenha desaparecido, mas nós continuamos aqui, ao seu lado.

–O que você pretende fazer, Kaito Shion?

–Bem... Que tal mudar os papéis?

–Agora?? Estamos prestes a abrir as cortinas!

–Nos dê uma chance, nos não vamos te desapontar.

–... Vocês mal sabem as falas dos outros personagens. –Disse o sensei ainda não convencido da idéia.

–Pra falar a verdade... Ca-ham. “Por que choras, milady? Tem algo lhe incomodando? Gosto muito do teu sorriso, não chores, por favor, machuca meu coração verte assim.” –Falou Kaito com a voz mais sexy possível. Aquela era uma parte da minha fala.

–Cara... Ele falou melhor do que eu. –Falei perplexa.

–Shion... Conto com você. –Disse Kiyoteru colocando a mão no ombro, e se retirou o professor. Fiquei apavorada.

–KAITO, BAKA! VOCÊ PODE ATÉ SABER A MINHA FALA, MAS EUZINHA NÃO SEI A DA LUKA!!! –Reclamei com ele.

–Relaxa, é só improvisar. Nem eu sei todas as suas falas. –Respondeu calmo. COMO ELE PODE ESTAR CALMO NUMA HORA DESSAS?? Algo me puxou para trás com força e me trancou no quarto. –UAAA!! O que...

–Calma sou eu, a Gumi.

–E o Oliver. –Também falou. –Vim aqui te dar este vestido para usar na peça.

–Ué, por que você fez outro vestido? Sabia que isso ia acontecer? –Perguntei desconfiada.

–Etto... He, he, he... TENHO QUE IR. –E saiu correndo, me deixando só com Gumi.

–Ok, comece tirando a sua roupa, agora, rápido! –Mandou Gumi.

–Hai, hai... –Ela tirou de uma sacola duas coisas pequenas. –Ei, o que é isso?

–Isso? São para aumentar seus seios. –Comecei a ficar vermelha.

–MASOQUEEE?? POR QUE???

\"\"

–O povinho pode pensar que você é um homem vestido de mulher. –Eu fiquei chocada, a ponto de chorar de vergonha do meu corpo. –Er... Etto... WOW! S-Seus olhos são lindos demais! –Tentou mudar de assunto.

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Tac TAC

–Já estou pronta. –Avisei. Cara... ISSO É PIOR AINDA!! O ESPARTILHO É MUITO APERTADO, O VESTIDO É PESADO... As mulheres daquele tempo sim sofriam, hein??

\"\"

–Ótimo, não me desapontem. –Falou Kiyoteru. Pelo visto, Gakupo faria o papel do bandido, gyuuuh... Que vontade de trocar de roupa com ele... Deve ser tão bom usar apenas um capuz...

–E agora, iremos finalizar a peça, perdoe-nos pela demora, onegai. –Começou a falar o Sensei para o público. –E agora a parte 3.

Clap clap clap

“É agora as cortinas estão se abrindo, preciso me juntar ao Kaito ago...” Pensava, até que algo me agarrou.

–[Vem.] –Sussurrou Kaito. E me lançou até perto dele. Pegou a minha mão para se posicionar para a valsa. Fiquei nervosa no momento, eu mal decorei a as falas e agora vou ter que fazer o papel dela?? Quando olhei para o lado, percebi que já haviam aberto as cortinas. Engoli em seco. A música da valsa havia começado, Kaito me encarou. –[É agora.] –Disse seriamente. Logo começou a conduzir a dança, para falar na verdade, ele dançava super bem e no ritmo para quem nunca ensaiou isso... Pena que não posso dizer o mesmo de mim...

Crac

–[Aii] –Gemeu Kaito.

–[G-Gomen]

Crec

–[Gomenasaiiii]

Crac

–[Sério, até quando vai pisar no meu pé? ¬ ¬]

–[Gomen, eu não aprendi a valsar como garota >_<] – O tempo todo eu pisava no pé dele, mas ele fingia estar se sentindo bem e que nada disso aconteceu. Vou ter que trazer uma caixa de curativos no final da dança. Gakupo se aproximou (sério, dava vontade de dar risada da cara dele, estava engraçadíssimo).

–Atravesse-o com a faca que levas e o roube tudo. Você só tem até meia-noite para matá-lo, ou você é quem irá morrer. –Falou. Eu meio que fiquei com a cara assim:

\"\"

\"\"

EU NÃO QUERO MORREEER!!! NÃO QUERO MATAR KAITO!! E... Peraí , ah é, é a fala dele, tudo bem. Parece que tenho que ficar com cara de preocupada agora... E tremer. Kaito se lembra do que tinha que fazer, olhou para mim e logo olhou para o relógio. Eita... Depois disso... O que vinha mesmo?

–... –Fiquei calada tentando lembrar. Ah, é preciso esticar os meus braços até a garganta dele e logo... CHORAR! Essa não, eu não consigo chorar do nada, eu não consigo chorar, OMG. Olhei desesperada para o Kaito, ele apenas sorriu e...

Beliscou o meu braço.

–[Gomen] –Disse.

–[Tatatatatata!!! Aiiiii, para, está doendo.] –Avisei com o braço dolorido, aquele beliscão era tão forte que estava me fazendo... Chorar... Entendi. E me pus a atuar. Estiquei a ponta dos meus dedos na garganta dele. Ele levantou a mão e beijou a minha lágrima ternamente sorrindo. Fiquei vermelha com essa atitude.

– Por que choras, milady? Tem algo lhe incomodando? Gosto muito do teu sorriso, não chores, por favor, machuca meu coração verte assim. –Atua ele. Etto... Eu tenho que falar alguma coisa agora? O encarei em busca de alguma resposta.

–[Faca.] –Murmurou.

–[Hein?]

–[Tentar me matar.] –Lembra. Ah! Lembrei! Preciso tentar matar ele, hmm... Aqui.

–Por favor, não toquem os sinos. –Atuei, me ajoelhei. –Ainda não! –Imploro com a faca na mão. –Ainda não... –E fingi que havia esfaqueado-o.

–Ambos sorrindo, tristemente, a garota se sentia terrível por dentro. Não queria ter-lo matado, nunca quis, mas era o único jeito. Mas para a surpresa dela... Ele não havia morrido. –Narrou o sensei. Nesse instante Kaito mostrou o lugar que o havia acertado, porém apenas rasguei a roupa dele. Tirei a tiara e joguei para longe. Sabia o que tinha que fazer, e era a mais vergonhosa parte, tinha que... Beijá-lo. Ele parecia bem contente quanto a isso. Ficamos nos olhando. Estava queimando de vergonha, na frente de todos? E a Neru (maldita) está gravando tudinho, TUDO. Já não bastou aquele mico que paguei no hospital que foi para em todos os sites e agora vai ser na frente de todas as pessoas que mal conheço. Grr... Acabemos logo com isso!! Chuuu...

Smuak ♥

Hein? Por que estou sentindo o beijo em outro lugar em vez da minha boca? Abri os olhos e notei que ele beijando o meu pescoço, e subia de pouco em pouco... Cara... Sei que você é um pervertido e tudo mais, mas... TANTO ASSIM? Sentia cócegas.

–[P-Pare...]

–Não. –Respondeu.

\"\"

Sinto que meu onii-chan está abrindo o seu death note, Kaito, não vá tão longe. As alunas que observavam a peça estavam tendo uma hemorragia nasal. Logo subiu para a minha orelha e deu...

Fuuu

–GYAAAH!! –Gemi, ele assoprou no meu ouvido, dá uma agonia danada, puxa, que susto, pensei que fosse morder ou coisa assim.

–[Está tão nervosa assim?] –E soltou um riso. No final, me deu apenas um beijo na bochecha. Era tão doce e suave... –[Comecemos com isso, sim? Vamos terminar a peça.] –E tomou a minha mão, e saímos do palco. O Kiyoteru ficou contrariado com o final, mas tentou parecer calmo.

–Os dois jovens saíram daquela porta do castelo, de mãos dadas, juntos, para criarem o seu final feliz que tanto prezavam em ter, e foram felizes para sempre. Fim. –Concluiu. Todos bateram palmas, estava aliviada de não ter estragado tudo.

–Bom, trabalho, Miku-chan. –Me parabenizou... Luka?

–LUKA!! PARA ONDE QUE VOCÊ FOI??? Eu me quase me matei para fazer o seu papel, sabia? –Falei furiosa.

–Eu sei, mas é que o Kaito me pediu para fazer isso.

–Kai... To? –Logo encarei para ele. –Você planejou tudo isso??

–Sim, cada detalhe.

–M-Mas por que você fez isso?

–Olha, você deveria estar agradecida já que te salvei do Yuri que iria acontecer. Se isso acontecesse, vocês duas seriam chamadas de gays o tempo todo e para o resto da vida, nunca iriam se casar.

–Etto...

–Eu também sabia do plano. –Disse Oliver.

–Eu idem. –Disse Gumi.

–Nos gostamos muito de você, e não iríamos querer que isso acontecesse. Acho que merecemos um “obrigada” não? –Disse Kaito.

–...Obrigada... Mas também precisava me contar sobre o plano, sabiam?? –Eu disse.

–Nós meio que esquecemos desse detalhe. He, he,he... –Disse Gumi.

–O importante é tudo deu certo. –Falou Oliver.

–Miku! Miku! – Mikuo entrou nesse instante. –Você está bem?

–Er... Estaria melhor sem este vestido pesado. –Respondi.

–Por que você estava vestida assim??

–É que aconteceu algumas coisas e tive que me vestir assim... –O que vou dizer para ele?

–LUKA??? –Entrou Kiyoteru surpreso em ver a Luka, todos nós ficamos desesperados. –ONDE RAIOS VOCÊ FOI??

–E-Eu... Estava... – Ela não sabia o que dizer a ele.

–Ela se sentiu mal, algum problema com isso? –Inventou Kaito.

–Mas por que logo quando ia terminar a peça?? –Ainda perguntou.

–Afinal, qual é o seu problema? Deveria estar feliz já que tudo deu certo!

–Outra coisa que queria conversar... VOCÊS DEVERIAM SE BEIJAR, BEI-JAR. ESTAVA NO ROTEIRO! –Falou ele mostrando o roteiro.

–Acontece que eu só vou beijar a Miku quando EU QUISER, e não porque um papelzinho que vocês escreveram manda!! –Kaito rasgou a folha e a amassou.

–[Não vá tão longe assim... ] –Murmurou para si Mikuo.

–Grrrr... Menos 7 pontos. –E saiu o sensei revoltadíssimo.

–E eu achando-o um professor legal... –Falei perplexa ‘-‘ .

–Que cara mais... Grrr, vou usar o death note nele >:D –Disse Mikuo disposto a matar-lo.

–A vontade. –Todos falaram juntos. Coitado do professor... Coitado nada! Ele me mete nesse papel de príncipe pra me fazer me matar de vergonha U_U

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Depois de me livrar daquela roupa (aleluia senhor, aleluia, me livrei daquele monstro :o) me dirigi a saída, já estava de noite (a vá, como se ainda fosse de dia depois de todo esse Jericó ¬ ¬) Aguardei o Mikuo sair do teatro, que aliás, deve estar fazendo pedacinhos do sensei.


–Hey, Diamante-chan, já vai? –Perguntou Kaito saindo do teatro com a roupa descolada que ele veio.

–Sim, não tem nada o que fazer aqui.

–Certo... Ah! Diamante, você tem medo de moto? –Perguntou.

–Hm? Não que eu saiba, nunca andei em um pra saber. –Respondi ele pareceu mais animado.

–Tem vontade de experimentar? –Já percebi o que ele queria.

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–Meu onii-chan vai ficar furioso se me ver fugindo com você.

–Ah vamos... Vai ser divertido. –E levantou a mão. Fiquei olhando ele, indecisa, eu estou morrendo de vontade de subir, mas se vou Mikuo me mata... Quem sabe só um pouquinho... Peguei a mão dele que aguardava alguma resposta.

–Eu... Eu vou! –Decidi. Kaito sorriu contente, e me entregou um capacete para usar. Me sentei na parte de trás (Sakirane: NÃO ME DIGA ¬ ¬).

–Se segure, que hoje tem adrenalina. –Disse, nesse instante me agarrei a ele. E começou a conduzir a moto, era velocíssima. Não conseguia ver nada ao meu redor (QUE TIPO DE MOTO É ESSA??) , Kaito deve ter bastante experiência nisso... Espera! Ele tem quantos anos?

–Etto... Kaito.

–Sim?

–Quantos anos você tem? –Perguntei curiosa.

–17.

–O-O que?! Mas não é só para dirigir ao 18 anos?? –Por que raios Kaito podia dirigir uma moto a essa idade?

–E ainda é, mas meu pai deu um jeito nisso.

–Como assim?

–Hm... Quer ir na minha casa? Talvez você tire a sua dúvida lá e ainda conheça meu pai.

–Na s-sua casa? –Nunca pensei em como poderia ser a casa dele e como vivia. Agora que tocou no assunto, fiquei curiosa.

–Hm... Tem certeza que eu posso ir?

–Claro, você é gentil, com certeza meu pai irá gostá-la.

–T-Tomara... –Falei ainda um pouco insegura.

–A propósito, está com muito medo assim? Está me apertando um pouco... –Falou ele.

–G-gomen. Tratarei de não te abraçar forte assim.

–N-Não, está bem. Gosto quando você me abraça. –Me avermelhei um pouco.

–S-SÓ ESTOU FAZENDO ISSO P-PORQUE É NECESSÁRIO! O-OK? Ò////Ó–Falei envergonhada.

–Hai, hai.


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–Bom, chegamos. Esta é a minha casinha.-Mostrou ele, eu fiquei boquiaberta.

–O. QUE. É. ISSO. ?-Estava super chocada. –Isso é o que você chama de casinha?

–Bem, sim.

–Kaito... Por acaso... VOCÊ É MILIONÁRIO??

–Errou. Sou trilionário ^ ^.

Caploft

Notas finais
Ending: http://www.youtube.com/watch?v=wvNBkiC_tNc
Gostaram? No fim... Kaito era um cara milionário... Aliás, TRIlionário. Miku é sortuda, hein? =3=
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.