Soho Dolls

38 Capítulo 37 - Ops I'm late


Notas iniciais
Hey gente sei que demorei mas eu disse que só postava com trinta reviews hehehe
Awwwwn cinquenta e quatro recomendações, mds gnt, mtmtmt obrigada. Quero agradecer a Bia Salvatore, a minha carms, a Anna Vieira e a Maria pelas recomendações, eu amei meninas muito obrigada mesmo, n sei nem como agradecer :D
Enfim, gente, a fic entrou oficialmente no "climax" da história, eu espero que vocês gostem e por favor, não deixem de comentar, é muito importante saber o que vocês estão achando.

Pela primeira vez em minha vida eu sentia que havia feito algo certo, parecia que as coisas iriam finalmente acabar bem e eu iria poder ser feliz... Eu tinha finalmente dado o primeiro passo e estava aos poucos conquistando Emily, era revigorante saber que depois de tanta resistência eu tinha conseguido atingir aquele coraçãozinho gelado, só que ao mesmo tempo em que estava confiante em relação a isso, tinha consciência de que iria demorar um tempo até que conseguisse conquista-la totalmente, até porque eu escondia certo segredo que não iria ser capaz de guarda-lo para sempre ou por muito tempo e obviamente ele iria ser um grande atraso nesse meu processo com Emily, mas ainda assim parecia que as coisas estavam se encaminhando para o lado certo... Eu tinha tanto medo de me entregar àquela felicidade, tinha receio de que se me deixasse ser feliz por um instante sequer, aquilo tudo desmoronasse e voltasse a ser aquela monotonia de antes... Minha situação era tão frágil e delicada quanto um castelo de cartas, uma carta posta errado, um passo torto e toda aquela perfeição iria toda para o chão e sinceramente, eu não estava pronta pra voltar à estaca zero.

Infelizmente, depois de sexta feira, eu não tive nenhum outro contato com Emily. Já que ela não iria competir no sábado, Damon a incentivou para que ela passasse o final de semana na casa de uma amiga para se distrair e depois de muita insistência ela acabou concordando com a ideia. Assim, eu e Damon tivemos o tão esperado e programado final de semana inteiramente para nós dois e como não sabíamos quando teríamos outro momento aqueles, só para nós dois, acabamos usando e abusando daqueles dois dias.

Depois daqueles dois dias usados exclusivamente com Damon, na segunda-feira, após o almoço, decidi fazer algo que não fazia há certo tempo; ir ao cemitério “ver” meus pais. No primeiro ano eu costumava a ir sempre mas com o passar do tempo as visitas foram se tornando menos frequentes até que viraram raríssimas, a maioria das vezes essas visitas eram um pretexto para sair um pouco do bordel, fugir por algumas horas da realidade e ter um momento nostálgico sobre a sepultura dos meus pais...

Logo após o almoço, segui para o cemitério de metrô e aproveitei para caminhar um pouco, depois de ter saído do bordel foi perceptível os quilos a mais que acabei ganhando e definitivamente não estava disposta a ficar com eles então tinha que começar a literalmente me mexer antes que aquilo piorasse. Fui sem muita pressa e ao chegar, comprei duas rosas vermelhas para colocar em frente as suas lápides.

Rosas vermelhas... Elas eram as favoritas de minha mãe. Lembrava-me perfeitamente de como ela ficava radiante quando meu pai a presenteava com um buque delas pelo menos uma vez por mês... Acho que nunca conheceria casal que se amasse tanto quanto meus pais, era possível ver nos olhos dos dois o amor que tinham um pelo o outro mesmo com anos de casados. Provavelmente se eles ainda estivessem vivos aquela paixão iria continuar intacta. Eu seria eternamente feliz se um dia Damon chegasse a me amar metade de como meu pai amava minha mãe...

“Miranda e Grayson Gilbert.
Pais amados.”

Será que eles faziam ideia do quanto eu sentia falta deles? Se pudesse voltar no tempo tentaria impedir que eles tivessem feito àquela viagem, ou então iria obriga-los a me deixarem ir com eles porque talvez com minha lápide naquele cemitério teria evitado grande parte do meu sofrimento... Mas infelizmente é como dizem “há males que vem para bem” e só depois de ter conhecido Damon que esse bem realmente fez sentido.

Depois daquela conversa com Emily, parei para refletir sobre o que ela havia me dito; de onde eu havia tirado forças para ficar de pé após ter perdido tudo que uma pessoa tem na vida? Sinceramente, eu não sabia mas toda vez que eu pensava em desistir de tudo, me vinha em mente a imagem de meus pais sorrindo para mim e minha mãe dizendo “Tudo vai dar certo, pequena, fique forte que eu estou aqui com você” e mesmo que soubesse que aquilo não era real, eu preferia me agarrar àquela imagem com todas as forças para não me deixar padecer. E obviamente 50% dessa força eu devia a Caroline, era ela quem sempre estava ao meu lado, acalentando meus choros e desesperos, me ajudando a afastar a tristeza ou então me apoiando em minhas decisões, e logo que conversei com Emmy, percebi que Damon era sua Caroline e que assim como eu ela temia perder seu ponto de apoio.

O tempo parecia voar quando estava naquele lugar e eu só fui voltar a me situar quando meu celular começou a tocar estrondosamente acabando com o silêncio daquele lugar.

- Alô...

- Elena Gilbert? – Uma voz feminina, que pela rouquidão deduzi ser uma senhora de meia idade, disse meu nome suavemente no outro lado da linha.

- É ela. – Respondi firmemente.

- Olá Elena, meu nome é Cristina e essa semana recebi seu currículo em uma de minhas lojas, vi que você tem interesse por moda e quero te chamar para uma entrevista de emprego nessa sexta... – Meu coração pareceu ter parado naquele instante e eu fiquei estática por alguns segundos. – Estou abrindo uma loja nova de roupas e preciso de pessoas com o seu perfil para trabalhar nela... Tem interesse?

- Claro que tenho! – Assenti sem pensar duas vezes.

- Ótimo! – Cristina assentiu. – Então esteja ás três horas na esquina da Rua 34 com a Sexta Avenida para conversarmos melhor.

- Estarei lá no horário marcado, obrigada Cristina. – Respondi mecanicamente sem conseguir me dar conta de que havia sido chamada para minha primeira entrevista de emprego.

- Até sexta-feira, Elena, boa semana.

Aquilo era um sonho. Só podia ser um sonho. Esperava que isso fosse acontecer uma hora ou outra mas não imaginara que fosse ser tão rápido assim e justamente com o que eu mais gostava de lidar. Demorei longos minutos até me dar conta de que aquilo realmente estava acontecendo e assim que consegui voltar a orbita, rapidamente me coloquei de pé e sai daquele cemitério, não conseguindo conter a ansiedade para dar a noticia a Damon.

(...)

- Hey!! – Cumprimentei calorosamente o homem que estava sentado no sofá da sala assistindo a um jogo de baseball. – Você não vai acreditar!

- Lena, que bom que você chegou! – Damon olhou para mim soltando um suspiro aliviado enquanto eu me sentava ao seu lado no sofá.

- O que houve?

- Emily chegou da escola e se trancou no quarto e disse que só abre a porta para você... – Instantaneamente, ergui minhas sobrancelhas e meus olhos arregalaram-se devido ao choque do que Damon havia acabado de dizer. – Pois é, eu fiquei da mesma forma quando ela disse que precisava falar com você...

- Hoje não é primeiro de abril, não é? – Perguntei ainda descrente do que Damon dizia.

- Para mim pelo menos não é, agora não sei para minha filha... – Damon ironizou rindo. – Mas enfim, você tinha algo para me contar quando chegou ou é impressão minha? – Eu demorei alguns segundos para sair do mini estado de choque que me encontrava para responder a pergunta de Damon.

- Ah! – Exclamei ajoelhando-me em sua frente retomando aquela animação de antes. – Fui chamada para uma entrevista de emprego na sexta-feira. – Disse cobrindo minha boca com a mão para abafar um gritinho de excitação.

- Ah que ótima noticia, Lena! – Damon respondeu com o mesmo grau de animação que o meu e me puxou pela cintura para cima de si, aproximando significativamente nossos rostos. – Mas por outro lado eu fico desapontado com essa noticia, meus dias tendo você para dormir em meus braços estão praticamente contados... –Ele disse cabisbaixo mas ainda com um tom sedutor na voz.

- Mas nada nos impede de fazermos isso nos finais de semana, uma vez a cada quinze dias, ou quando você quiser me ter em sua cama de novo... – Sussurrei da mesma maneira sedutora e comecei a beijá-lo de forma lenta e preguiçosa.

- E essa ultima opção vale só para quando estivermos separados ou ela também é valida agora? – Damon sorriu contra meus lábios sem deixar aquela sedução sair de sua voz.

- Você sabe o quanto é difícil impor alguma coisa em relação a isso quando você está falando comigo nesse tom? – Eu selei nossos lábios mais uma vez e no instante seguinte ele tentou aprofundar o nosso beijo, mas ao invés de eu conceder o que ele queria, puxei seu lábio inferior delicadamente para mim entre dentes. – Agora, Senhor Salvatore, eu vou ver o que sua filha precisa antes que a curiosidade me corroa por dentro. – O dei um ultimo beijo e me coloquei de pé.

- Ah sim e obviamente você vai me contar o que é... – Damon deu de ombros tentando não parecer tão curioso e sem responder o que ele havia dito, eu sigo para o quarto de Emily preparando-me psicologicamente para qualquer coisa que ela precisasse falar comigo. Ao estar diante a porta de seu quarto, eu bato três vezes de leve na porta para anunciar que estava ali.

- Emily? Sou eu, Elena.

- Entre, está aberta... – Após alguns segundos em silêncio ela me responde e eu abro a porta lentamente encontrando a menina encolhida em sua cama debaixo das cobertas. Aquele era o único cômodo do apartamento que eu não conhecia ainda e assim como o restante era deslumbrante... O quarto de Emily era exatamente como eu esperava que fosse; grande e extremamente feminino. Os moveis eram todos brancos e combinavam com a única parede lilás do quarto, na parede perpendicular a essa havia três murais cheios de fotos milimetricamente dependurados e espaçados, a decoração delicada era também em lilás, para combinar com a parede.

- Seu pai me disse que você queria falar comigo... – Eu me aproximei dela e me sentei ao seu lado na cama, no espaço em que ela havia me concedido.

- Eu estou com um probleminha... – Seus lábios retorceram-se levemente em desgosto. – Você provavelmente deve estar achando estranho eu te pedir ajuda com isso, mas por mais que meu pai seja médico eu tenho vergonha de falar sobre isso com ele e como Jenna não está, você é a mais indicada para me ajudar...

- Eu disse que você podia contar comigo, Emily, agora me diga qual é o seu problema... – Eu sorri amigavelmente para ela tentando confortá-la.

- É que assim, ontem antes de dormir eu comecei a sentir uma dorzinha chata um pouco abaixo da barriga, só que não dei muita importância porque pensei que fosse besteira, mas hoje de manhã ela foi se intensificando. Na hora eu nem me liguei no que pudesse ser mas quando fui no banheiro na hora do intervalo eu recebi uma noticia não muito boa... – Aquela mesma careta de lábios cerrados e sobrancelhas franzidas apareceu em seu rosto mostrando que além de confusa ela estava encabulada de falar sobre aquele assunto.

- Você menstruou... – Disse suavemente e ela assentiu passando os dedos em sua testa franzida. – E você precisa exatamente do que?

- Primeiro eu vou precisar de absorvente, minha amiga me deu uns mas obviamente vou precisar de mais... Segundo, se você tiver alguma coisa para fazer essa dor pelo menos diminuir, eu ficaria muito agradecida, não estou mais aguentando ela... E terceiro, contar para o meu pai. Eu sei que ele deve saber sobre isso mas eu tenho vergonha de contar eu mesma e como você dom para lidar com o escandaloso do meu pai, pensei que pudesse dar essa noticia por mim.... – Emily abaixou o olhar e suas bochechas adquiriram um leve rubor. – Tem como me ajudar com essas três coisas? – Perguntou timidamente.

- Claro que eu te ajudo, Emily! – Como eu não iria ajuda-la quando ela havia recorrido a mim para tratar de um assunto tão pessoal e delicado em sua vida como aquele. Eu não seria capaz de negar ajuda-la, principalmente quando ela me olhava com aquele par de olhos azuis dignos de desenho animado. – Eu volto já, ok? – Emily assentiu e eu sai de seu quarto para começar a resolver seus pequenos problemas.

Rapidamente eu segui para a cozinha e esquentei um pouco de água para colocar em uma bolsa de água quente que Damon havia me alcançado. Depois peguei em meu nécessaire uma cartela de comprimidos que eu costumava a tomar quando tinha cólica e junto com o remédio, peguei a solução para o seu primeiro problema. Em poucos minutos eu já estava de volta ao quarto de Emily com metade de seus problema resolvidos... Com aquela situação me deixava claro o motivo de eu sempre ter imaginado que meu filho fosse um menino, eu definitivamente não seria uma boa mãe para uma menina, com Emily poderia ter sido fácil e rápido mas se fosse minha filha, sem duvidas iria ser diferente até porque eu teria que prepara-la para o que viria e explicar a ela o porquê que aquilo acontecia. Todos os acontecimentos na vida de uma menina eram delicados e eu não iria saber como ajuda-la e apoia-la com eles, principalmente quando o assunto em questão fosse sexo ou meninos, mesmo eu sendo mulher, não teria moral para passar a ela todas as virtudes uma mãe “normal” passava. Caroline teria que ser muito forte em relação a isso quando Claire crescesse...

- Aqui está à solução para seu problema número um... – Sorri entregando os absorventes para ela. – E esses dois serão seus grandes amigos nessa ocasião – Apontei para a bolsa de água quente e entreguei os comprimidos – O remédio você toma de oito em oito horas enquanto estiver com dor e a bolsa vai te ajudar bastante também – Afastei sua coberta para colocar a bolsa sobre onde doía – Dizem que se fizermos exercício físico ajuda a diminuir a dor, mas é impossível se mexer quando estamos com cólica então aproveite esses dias para ficar quietinha e debaixo da coberta... Se precisar de alguma coisa é só me chamar, ok? – Eu ajeitei a coberta em volta dela de modo que julgasse estar confortável.

- Obrigada, Elena... – Ela disse baixinho e eu sorri colocando seus cabelos lisos para trás de seu rosto.

- Vou estar na sala se precisar de algo e não se preocupe que eu falo com seu pai, ok? – Emily assentiu e eu me retirei de seu quarto para resolver o ultimo tópico de sua lista. Dar aquela noticia a Damon seria no mínimo hilária...

Voltei para sala e Damon me recebeu novamente com um sorriso que eu tinha certeza que ele estava usando para me chantagear, já que sabia o quanto seus sorrisos como aquele me afetavam.

- E então? Ela está bem?

- Sim, só está com cólica. – Dei de ombros e me sentei ao seu lado no sofá.

- Cólica? Cólica de que? E se ela está com dor porque não chamou a mim? Eu sou o médico da historia... – Eu olhei para ele incrédula com uma das sobrancelhas arqueadas.

- Damon, sua filha virou moça! – O homem em minha frente ficou estático, nunca pensara que uma pessoa pudesse empalidecer tão rápido como ele havia feito naquele momento.

- O que você quer dizer com isso? – Ele perguntou atônito me fazendo rir alto pela sua reação – O que você está rindo?

- Damon, preste atenção, você é médico e já estudou sobre isso; Emily tem doze anos e o que normalmente acontece com as meninas nessa faixa etária? – Disse pausadamente de uma forma sugestiva. Damon demorou alguns segundos para entender do que eu estava falando e sua cor lentamente voltou ao normal.

- Você está falando que a minha menininha... – Eu assenti – Mas porque ela não me contou? – Perguntou um tanto cabisbaixo.

- Porque ela tem vergonha, Damon, não é fácil falar disso e de outros assuntos com o pai e mesmo que eu seja uma desconhecida para ela, ainda assim sou mulher e ela se sente mais a vontade em falar disso com alguém que já teve a mesma experiência.

- Oh meu Deus, muito obrigado por ajuda-la, Lena, não sei o que faria se tivesse que lidar com isso sozinho... – Damon bagunçou os cabelos desajeitadamente, fazendo aquela mesma careta que Emily havia feito minutos antes.

- Não precisa agradecer, eu disse a ela que iria ajuda-la sempre que precisasse, estou apenas cumprindo com o meu combinado...

- E o que eu devo fazer agora? Ir falar com ela? Comprar um presente? Fingir que não sei de nada...

- Bom, se você for falar com ela agora, com certeza vai deixa-la mais envergonhada e provavelmente ela deve estar descansando agora. Agir como se você não soubesse também não vai ajudar porque com isso ela vai achar que você não se importa e como ela tende a estar mais sensível esses dias, é provável que isso a deixe triste... Meu pai me deu uma caixa enorme cheia de chocolate, porque você não faz isso também?

- Chocolate? Que ótima ideia!

Depois de ter resolvido o terceiro problema de Emily, fui me dar conta de um não tão pequeno detalhe que havia passado despercebido por mim enquanto eu mexia em meu nécessaire; meu estoque de absorventes estava intacto... Um arrepio percorreu minha espinha e meu estômago contorceu ao pensar no longo intervalo de tempo que eu estava sem receber uma visita mensal.

- Elena, você está bem? – Damon perguntou sério.

- Eu preciso fazer uma ligação, volto já... –Disse a primeira desculpa que me veio em mente e rapidamente fui para o quarto de Damon.

Despejei todas minhas coisas em cima da cama e fiquei encarando duas coisas indispensáveis que só fizeram meu estômago revirar novamente; um pacote fechado de preservativos e minhas pílulas anticoncepcionais.

Oh céus...

Comecei a andar de um lado para o outro tentando me lembrar de qual fora a data de minha ultima menstruação... Diferente das outras meninas no bordel, eu não emendava uma cartela dos meus anticoncepcionais com a outra para não menstruar e ainda assim não conseguia me lembrar da data exata da ultima vez que isso acontecera. Peguei meu celular e me obriguei a lembrar a ultima vez que eu e Damon fizemos sexo sem proteção, mas mesmo que os cálculos fizessem aquela “hipótese” ter total sentido ainda não conseguia entender o porquê de ela existir, eu havia tomado o remédio perfeitamente não era possível que eu estivesse grávida.

Começando a entrar em desespero, eu disco rapidamente o número de Caroline esperando que ela pudesse me ajudar naquela situação...

- Hey Lena! – Caroline me atendeu animadamente como de costume.

- Caroline, estou com um problema...

- Ai Elena, o que você fez?

- Não fiz nada, digo, fiz mas não fiz sozinha... – Respondi me atropelando com as palavras – Caroline, eu estou atrasada... Muito atrasada.

- Oh céus, muito tempo quanto?

- Duas semanas, mais ou menos...

Notas finais
Acredito que todos vocês estavam aguardando ansiosos por esse capítulo então pfvr comentem, mas antes de td quero avisar que a fic não vai entrar naquele cliche de sempre e que eles casam e vivem felizes p smp hehe 30 para o proximo, deal?