Soho Dolls

40 Capítulo 39 - Keep Calm, Salvatore


Notas iniciais
Hey gente, em primiero lugar quero agradecer a Hi Carolinne pela recomendação, amei amr, mt obrigada. Segundo; eu e wendy falls começamos uma fanfic em parceria (http://fanfiction.com.br/historia/360589/Over_Love/) e tanto eu quando a wendy esperamos vocês lá. Terceiro que esse é o pov do Damon, peço desculpas para quem pediu o bonus mas a maioria pediu pov do damon =/. Em terceiro; esse é o unico capitulo realmente cliche em relação a gravidez da lena, mas juro que é o unico... A felicidade desses dois já está chegando no fim e nesse capitulo tem duas pistas do "motivo" da felicidade acabar.... Espero que gostem ;)

Damon Salvatore Narrando

Sexta-feira, finalmente... Não, seria finalmente se minha sexta-feira realmente fosse o ultimo dia da minha semana e que depois de ir embora eu pudesse aproveitar meu final de semana em casa e descansar como uma pessoa normal, mas infelizmente não era o meu caso então eu não tinha motivos para agradecer por ser sexta-feira.

Entrei na sala dos médicos e olhei as horas em meu relógio de pulso. 6:15. Merda, Alaric estava atrasado para pegar o plantão de novo. Sabendo que meu amigo não iria chegar tão cedo, mesmo que já tivesse que tivesse atrasado quinze minutos, peguei minha prancheta para recapitular o que deveria passar para Alaric e passei o olho por todos os pacientes da lista até parar em um que deveria ter passado visita antes de ir embora.

- Que merda! – resmunguei baixinho vestindo novamente meu jaleco para conferir o tal paciente.

- Grande Salvatore! Qual o motivo das palavras chulas? – Alaric entra na sala no momento em que xinguei e começou a rir de meu estresse.

- Esqueci-me de passar visita em um paciente, eu o operei na quarta-feira e fiquei de passar para vê-lo todos os dias porque ele é diabético e precisamos ficar atentos com a cicatrização e os pontos...

- Tudo bem, pode deixar que eu faço isso, sei que você tem plantão nesse final de semana e eu já estou por aqui, não me custa fazer esse favor.

- Obrigado cara, qualquer coisa me ligue, ok? Sei que você pode lidar com os problemas, mas ele é meu paciente e pode não gostar de ter outro médico tratando dele.

- Pode deixar, Salvatore, eu mando por aqui, esqueceu? – Alaric apontou para o seu peito em um gesto egocêntrico que me fez revirar os olhos – mas então, alguma novidade? Como você está com a sua garota? – sua pergunta me fez soltar o ar preso em meus pulmões pesadamente. Já estava demorando a ele tocar naquele assunto...

- Não sei cara, nós estamos bem, mas... Mas ela está gravida... – respondi um tanto vacilante.

- Grávida? Oh Deus, Salvatore vai ser papai de novo? – Ric riu alto divertindo-se pela minha notícia – cara, você está ficando velho, parabéns!

- Obrigado, eu acho...

- Ok, só me responda uma coisa; porque não estamos nos abraçando felizes e você não está com um sorriso digno de coringa no rosto?

- Porque eu estou confuso... – assumi encolhendo os ombros me sentindo mal por estar contando aquilo para outra pessoa. Eu sabia que teria que dividir aquilo com alguém antes que minha cabeça explodisse de tento pensar sobre o assunto.

- Por favor, Damon, se você me vier com aquela conversa de “eu não sei se estou pronto para ser pai novamente”, eu juro que pego essa prancheta as sua mão e te dou a maior surra de sua vida.

- Não é isso, Alaric, não tem nada a ver com isso. Eu estou feliz com a notícia, mas é que... Mas é que Elena era prostituta e eu não tenho certeza que esse filho é meu. Ela jura de pés juntos que é, mas é difícil ter uma certeza. Semanas atrás ela estava fazendo sexo com vários homens por noite e antes de nos entendermos, ela ficou com aquele cara que a engravidou no passado, pode ser dele também...

- E você já contou isso para ela? Já disse que está confuso em relação a isso?

- Não, eu não quero magoá-la, eu já disse que confio nela mas ainda tenho essa duvida na cabeça – Alaric ficou sério e cruzou os braços se aproximando lentamente de mim.

- Sinceramente, Damon, porque você mentiu para a mulher? – perguntou com indignação.

- Eu não menti, Alaric!

- Como não? Você disse que confiava nela quando na verdade está dizendo essas baboseiras para mim.

- Mas eu confio nela, Alaric, eu não menti! – era verdade, eu confiava em Elena, mas ao mesmo tempo achava normal ter essa duvida em relação ao bebê.

- Então se você confia nela, porque está com essa dúvida? Damon, você me disse que vocês estavam tentando se acertar, tentando fazer a relação dar certo, mas se você não confia nela plenamente isso nunca vai dar certo! Confiança é a base de um relacionamento, cara, sem isso desanda tudo! E eu estou falando isso por experiência própria... – Alaric, por incrível que pareça, já fora casado por dois anos e quando estava prestes a completar o terceiro, sua esposa, Isobel, não aguentou sua profissão e acabou pedindo divórcio. Ela defendia que ele trabalhava demais e que não dava a atenção devida a ela e além disso, Isobel duvidava a fidelidade do marido, ela desconfiava que ao invés de fazer plantões, ele saia com uma amante ou frequentava bordeis. Por não aguentar tanta calunia e desconfiança, Ric aceitou o pedido de divórcio e estava a um bom tempo sozinho.

- Ela disse que vai fazer um teste de DNA assim que for possível, mas eu não exigi nada, se eu tivesse pedido, com certeza teria a deixado arrasada e eu não quero magoá-la dessa forma, principalmente quando ela está tão feliz por estar esperando esse bebê... – minha mente encheu-se com a imagem de Elena sorrindo genuinamente ao falar do bebê e instantaneamente um sentimento de culpa imenso tomou conta de meu peito. Eu era um imbecil por estar duvidando dela daquela forma, enquanto Elena estava em casa, tranquila por eu não ter a abandonado, eu estava remoendo aquela dúvida estúpida.

- Então, Damon, se ela tem certeza que o filho é seu e ainda se prontificou a fazer o teste de DNA, qual é a sua dúvida? E outra, se o filho não for seu, o que você pretende fazer? Jogá-la na rua com um filho na barriga? É óbvio que você não teria coragem de causá-la tamanho sofrimento, não é Salvatore?

- Eu não pensei no que faria se descobrisse que o filho não é meu... – disse baixinho.

- E sabe... – Alaric prosseguiu com seus pensamentos como se não tivesse escutado o que eu havia dito – tem um monte de homens por ai que criam filhos de outros como se fossem seus próprios, qual o problema de fazer isso com ela? Eu sei que você a ama, mesmo que não queira admitir, Damon, e nós fazemos grandes sacrifícios por amor. Você não faz ideia o quanto eu queria estar no seu lugar nesse momento... Ter uma mulher como Elena para amar e que agora vai te dar outro filho, você é um homem sortudo, Damon. – Ric sempre quisera ser pai, mas Isobel não via o mesmo interesse que Elena na maternidade e esse fora outro motivo pelo qual eles se separaram.

- Eu sou um idiota, não é – soltei um suspiro fundo. Era difícil assumir, mas Alaric tinha razão... Enquanto perdi meu sono me remoendo com aquela confusão, não me sobrou tempo para pensar no que faria se o filho não fosse meu, obviamente eu iria ficar chateado mas seria algo passageiro, se eu fizesse algo contra Elena, certamente iria demorar para ela superar o segundo abandono... E Alaric havia dito algo totalmente relevante; qual seria a diferença se o filho não fosse meu? Eu iria vê-lo nascer, iria acompanhar a gravidez inteira de Elena e consequentemente iria me apegar ao bebê.

- Um pouco! – Alaric concordou rindo sem muita graça – Mas mudando de assunto, quase que eu me esqueço de te dizer que consegui um médico novo para nossa equipe, daqui a pouco ele deve estar chegando, por sinal.

- Meu Deus, Alaric, isso é música para os meus ouvidos... – disse rindo – e eu o conheço?

- Mason Lockwood! – meu estomago revirou ao ouvir aquele nome enquanto meu ser era tomado por um ódio inexplicável.

- Você só pode estar brincando, Alaric, Mason Lockwood? Sério mesmo? – disse praticamente rosnando de raiva e quase cuspindo no chão de desgosto de falar aquele nome.

Mason Lockwood era a pessoa mais desprezível e repugnante que existia na terra que eu tive o desprazer de passar seis anos de minha vida convivendo diariamente. Durante todo meu relacionamento com Katherine, a maioria das brigas que tivemos foi por causa de Mason. Como eu e Kath tínhamos poucos anos de diferença, acabamos fazendo faculdade juntos e consequentemente ela acabou convivendo com Mason assim como eu. Quando eles se conheceram, ele acabou dando em cima de minha mulher descaradamente, mesmo sabendo que ela era casada, mas deixei aquele detalhe passar pensando que fosse algo momentâneo. No inicio tentei ignorar, pensei que ele fizesse apenas para me provocar e que com o passar do tempo o assedio fosse diminuindo, mas não foi isso que aconteceu, além de indiretas ele a mandava presentes, tentava seduzi-la e fazia de tudo para nos separar, por várias vezes pensei que havia perdido minha mulher para aquele homem e tiveram períodos que chegamos a ficar separados por uma de suas armações. Definitivamente eu tinha motivos de sobra para odiar aquele ser humano e o que me deixava mais furioso era o fato de Alaric sabe de tudo e mesmo assim ter o contratado para trabalhar na mesma equipe de médicos que eu.

- Qual é Damon, vai me dizer que você não superou ainda aquela rixa de faculdade que vocês tinham...

- Alaric, eu não consigo acreditar no que ouvi! Rixa de faculdade? Esse homem quase destruiu minha vida e minha carreira, se ele já sabotava meus trabalhos na faculdade, imagine o que não fazer com os meus pacientes ou no hospital... Fazer-me perder o CRM não vai ser nada!

- Damon, eu não me importo quais são seus problemas com Mason, mas ele é um ótimo médico e eu não pude deixar de chama-lo para trabalhar conosco por causa de uma futilidade como está. Será que tem como esquecer essa história e tentar, pelo menos, agir com profissionalismo? – Alaric respondeu de forma rude e autoritária, mas nem assim eu deixei de encará-lo furioso. Desde que eu me formara, jurei a mim mesmo que nunca mais iria ter que ver aquele homem na minha vida... Aquele só podia ser um pesadelo.

- Alaric, desculpe o atraso, o transito está um caos hoje! – aquela voz extremamente conhecida fez meu sangue parecer ferver em minhas veias e eu tive que me controlar para na ir para cima daquilo para dar a surra que por todos aqueles anos tive vontade de dar.

- Mason! – Alaric o cumprimentou e eu tencionei o maxilar olhando para aquela cena patética com cara de poucos amigos – creio que conhece Damon – Ric me lançou um olhar frio e apreensivo que eu fingi não perceber e continuei os encarando com a mesma expressão sem me importar com o que meu chefe fosse pensar sobre isso.

- Damon Salvatore! – Mason sorriu daquela habitual forma zombeteira e veio até mim como se fossemos bons amigos que não se viam há tempos, ele continuava o mesmo cretino e cínico de anos atrás... – quanto tempo! – sua mão esquerda estava estendida em minha direção para que eu a apertasse em um cumprimento mas ao invés de estender a direita para fazer o que ele esperava que eu fizesse, coloquei minhas mãos no bolso de meus jeans e ergui as sobrancelhas sorrindo ironicamente. Ao perceber que eu não iria cumprimenta-lo, Mason recolhe a mão um tanto sem jeito e se aproxima sutilmente de mim – eu soube o que aconteceu com Katherine, sinto muito por isso...

- Não Mason, você não sente! – disse no mesmo tom baixo que ele usara para que Alaric não ouvisse o pequeno desentendimento que iríamos ter – porque eu me lembro muito bem de quando você disse que preferia ver Katherine dentro de um caixão do que ao meu lado.

- Sério mesmo que ainda se lembra disso? Já faz tempo, Damon, nós erámos tão jovens e imaturos...

- Erámos vírgula, você era imaturo e pelo visto só piorou! O que passava pela sua cabeça em querer separar uma família? Não sei como você sequer cogitou que eu tinha esquecido tudo o que você fez para mim, minha mulher e minha filha!

- Não faz mais diferença você remoer isso, Katherine está morta de qualquer jeito, a família foi separada e nenhum de nós ficou com a mulher... E veja só, nada disso é minha culpa, colega! – eu queria acabar com aquele infeliz, minhas mãos tremiam de ódio e meu controle estava se esvaindo. Se não estivéssemos em um hospital, sem sombra de dúvidas que iria fazer tudo o que reprimi e que Katherine não me deixou fazer durante aqueles anos.

- Você é desprezível! – aproximei meu rosto do dele e disse entre dentes pausadamente, ao passar por ele empurrei seu peitoral com o ombro como ele costumava a fazer comigo – adeus, Alaric, até amanhã – me despedi brevemente de Ric e sai da sala caminhando em passos firmes até onde meu carro estava estacionado.

Eu não podia deixar aquele imbecil acabar comigo daquele jeito, até porque era exatamente isso que ele e infelizmente o infeliz havia sido bem sucedido. Eu deveria me mostrar superior, iria me controlar ao máximo para não deixar a raiva tomar conta de mim e iria ter o mínimo de profissionalismo para não deixa-lo me abalar. Entrei no carro e suspirei fundo lembrando que eu tinha coisas mais importantes para me preocupar. Dei partida no carro e fui fazer algo que já deveria ter feito desde o dia que descobri que seria papai novamente.

(...)

- Lena! – chamei por Elena ao entrar na sala de meu apartamento e ao ouvir seus passos se aproximando, escondi o embrulho do presente que havia comprado depois de sair do hospital.

- Hey! – ao me ver parado no meio da sala, ela encurta nossa distancia com uma breve corrida e joga os braços em volta de mim em um abraço caloroso – você não vai acreditar! Eu consegui o trabalho! – Elena sorriu radiante daquele jeito que até seus lindos olhos chocolate sorriam junto.

- Que ótima notícia! – sorri da mesma forma que ela e passei meus braços em sua cintura a puxando para mim de forma que ela não visse o que tinha em minhas mãos – mas como você conseguiu esse trabalho se está grávida?

- Esse é um pequeno detalhe que eu omiti... – ela disse baixinho abaixando o olhar, envergonhada.

- Elena... – a reprimi.

- Eu sei, Damon, eu sei que fui imprudente e irracional, mas eu preciso desse trabalho mais do que nunca... Prometo que vou contar a Cristina sobre o bebê, mas antes eu preciso me estabilizar no trabalho para não correr risco de ser mandada embora.

- Elena, eu não vou te abandonar, anjo, eu juro, você não precisa mentir dessa forma e criar problemas por desespero. Esse filho é meu também, não é só você que tem obrigação de sustenta-lo.

- Damon, não adianta você falar nada, ok? Não vou mudar de ideia e pare de me reprimir dessa forma, o erro já foi cometido, não tenho como voltar atrás – seu lábio inferior curvou-se em um beicinho manhoso enquanto ela me olhava com o olhar sério me fazendo rir e puxar para mim aquele lábio curvado para dar início a um beijo lento.

- Olha, eu vou confiar em você, ok? – ela sorriu assentindo e deu continuidade ao nosso beijo – mas mudando de assunto... – disse contra seus lábios – eu te trouxe uma surpresa – mantive um braço em sua cintura e com o outro a entreguei o que estava escondendo.

- O que é? – Elena sorriu pegando o pacote.

- Abra! – dei de ombros me fazendo de desentendido. Rapidamente ela abriu o pacote e no mesmo instante seus olhos encheram-se de lágrimas ao ver um tiptop de recém-nascido branco com costuras em bege e um ursinho bordado na mesma cor.

- Damon... – ela disse baixinho pegando com todo cuidado possível aquela roupa pequenina.

- Gostou?!

- Amei, é lindo! – aquele mesmo sorriso angelical no qual pensei enquanto conversava com Alaric, iluminou seu rosto e ela me olhou ternamente, da forma mais carinhosa que julguei existir – obrigada, papai... – Elena acariciou meu rosto com cuidado e então encostou nossos lábios novamente, dando inicio a um beijo calmo e terno – você não quer conversar sobre isso, Damon? Desde que eu te dei a noticia você está meio distante... Não tem nada que queira me contar ou desabafar? – confesso que ainda me restavam resquícios daquela confusão interior, até porque ela não iria desaparecer como um toque de mágica por causa dos conselhos de Alaric, mas pelo menos não estava tão intensa como antes e eu tinha certeza que iria saber lidar com a situação independente do que acontecesse.

- Não tem nada com que se preocupar, Elena, não quero falar sobre isso porque sei que vamos acabar discutindo e discutir contigo é o que eu menos quero no momento, estamos há tanto tempo sem nos desentender, vamos preservar isso, ok?

- Mas é ai mesmo que precisamos conversar, Damon, se vamos discutir é porque é algo sério.

- Lena não tem nada de mais, eu juro! – tentando tranquiliza-la, eu levo a mão até seu rosto e acaricio sua face delicadamente, aproveitando para colocar uma mecha de seu cabelo para trás da orelha – onde está Emily?

- Tomando banho...

- O que acha de darmos hoje a notícia a ela? –Elena estremeceu levemente em meus braços ao ouvir minha proposta.

- E você acha que ela vai reagir como?

- Quem vai reagir como e em relação a o que? – como se tivesse sido programado, Emily chegou à sala e se encostou a poltrona atrás de nós esperando que respondêssemos.

- Filha, eu e Elena temos algo para te contar... – disse sutilmente puxando Elena pela cintura, Emily assentiu com atenção fazendo Elena apertar minha mão com força – você vai ganhar um irmãozinho, filha! – Sem arqueou as sobrancelhas nos olhando incrédula – Elena está grávida...

- Wow! W-o-w...

- Foi um acidente, Emily... – Elena adicionou baixinho com a voz um tanto vacilante.

- E ai o que achou da notícia?

- Estou surpresa, muito surpresa! Nunca pensei que fosse ter um irmão...

- Pois é, mas agora vai ter! – disse sorridente tentando quebrar o clima denso que havia se formado entre nós.

- Mas você está surpresa em um bom sentido ou não? – Elena perguntou ansiosa.

- Em um bom sentindo, eu acho... Mesmo que eu vá ter que dividir meu pai, provavelmente a Jenna, a atenção e mesmo que esse irmão não vá sair da barriga da minha mãe, acho é um bom sentindo – Emily encolheu os ombros e soltou um suspiro fundo – Elena, não me leve a mal, por favor, mas eu não o vejo como meu irmão, pelo menos não ainda.

- Eu compreendo, Emily... – Elena assentiu com aquele mesmo tom de voz vacilante – pelo menos você dividiu isso conosco...

- Eu sinto muito, mas fico feliz por você, Elena... – Emily forçou um sorriso e se desencostou da poltrona – vou estar no meu quarto tentando fazer dever... – sem nos deixar responder, minha filha seguiu para o seu quarto me deixando sozinho com Elena na sala de novo.

- Pelo menos ela foi sincera e não teve um surto como eu achei que fosse ter... – eu disse pensativo ainda tentando entender o que tinha acabado de acontecer – eu sei que ela vai mudar de ideia, você vai ver, o mais difícil, que era você e ela começarem a se dar bem já passou.

- Eu sei que vai... – Elena assentiu e balançou a cabeça como se tentasse afastar um pensamento ruim – estava te esperando para comermos juntos, vamos lá?

- Claro! – sorri deixando que ela me conduzisse até a cozinha.

Notas finais
Bom gnt, como prometido teremos um bonus no proximo COM UMA SUPRESINHA para vcs então klarolines de plantão preparem os corações *-* estou respondendo todos os reviews pessoal, até hoje de madrugada todos vão estar respondidos. E é sso, esperem que goste... trinta para o proximo?