Social School
11 Grito de guerra
Notas iniciais
Alguns dias se passaram, e cada vez mais o festival da escola se aproximava. Alunos de todos os anos estavam empolgados com as competições de seus respectivos clubes, os que não entraram em nenhum clube ficaram obrigados a preparar a escola para o evento, onde pessoas de todo o país visitavam a escola nessa época, por isso a organização vira prioridade nesse momento, mas nem todos pensam assim, e um rapaz que estava ajudando Ronan em seu treinamento não se importava com nada disso.
Sieghart:Você tem que ser mais rápido! — Em um rápido movimento com a espada coloca Ronan deitado no chão.
Ronan: Eu pensei que você deveria ajudar a organização da escola... — Estava ofegante e cansado. Ainda deitado no chão.
Sieghart: Ahh, ninguém vai saber que eu estou aqui. — Estende a mão pra Ronan — Vamos continuar ou você já desistiu? -Sorri de forma debochada.
Ronan: Claro que não! Eu ainda quero vencer a Elesis! — Aceita a mão de Sieghart e se levanta.
Sieghart:Vai ser bem difícil já que ela treina comigo e com o tio a um bom tempo. — Larga a mão de Ronan.
Ronan: Você deve saber as fraquezas dela... — Pensativo.
Sieghart: Sei sim, mas não te contarei por que você deve vencer por si só, sem contar que ela tem talento, essas fraquezas logo serão corrigidas. — Sorri — Já você eu não posso dizer se tem talento ainda.
Ronan: É claro que tenho! — Emburrado — Bem, vamos continuar!
Sieghart abre um sorriso de canto e logo os dois voltam a treinar. Próximo da li, uma ruiva analisava a imagem dos dois treinando seriamente.
Elesis: Eu vou vencer este torneio a todo custo, e depois de vencê-lo, eu irei te desafiar... E mostrar para todos que eu sou a mais forte... — Fitava seriamente Sieghart.
X X X
No quarto de Mari na ala dos ricos....
Mari: E impressionante como aquele idiota consegue ser tão criativo... — Olhava atentamente para a papelada que estava em suas mãos — Eu ainda não acredito que todos os diretores gostaram das idéias... E ainda vão colocar em pratica... Ele realmente salvou a empresa. — Também estava surpresa.
Edel: Você realmente está caidinha por ele, Mari. — Comenta observando a papelada, estava em pé ao lado de Mari.
Mari: Informações desnecessárias não são aproveitadas. — Ainda focada nos papéis.
Edel: Eu sou sua amiga há muito tempo, você sabe que pode me contar as coisas. — Leva sua atenção a Mari.
Mari: Isso não importa... Tenho prioridades maiores do que uma discussão amorosa. — Se mantinha focada na papelada.
Edel: Bom, ele veio falar comigo e disse que estava interessado em você, só vou dizer isso e não irei mais me intrometer, estou indo.
Edel se retira do quarto deixando Mari sozinha.
Mari: Ah... -Deita a cabeça na mesa e suspira — Isso pode ser problemático...
X X X
Em um quarto na ala dos pobres...
Lire: Eu ainda não acredito que me apaixonei desse jeito... — Estava sentada na cama e meio corada, a loira tinha em suas mãos a carta que Ryan a deu
Arme: Agora, Holy! — Gritou.
As duas pulam em cima de Lire tomando a carta da mesma e logo se afastam.
Lire: Ei devolvam isso! — Grita irritada.
Holy: Eu vou é ler. — Sorri travessa logo abrindo a carta e começando a ler.
Carta on
É engraçado como às vezes as coisas mais bobas podem te fazer abrir o mais belo sorriso. Entrar na escola e ver a nota 75 ao lado do meu nome, por mais incrível e idiota que pareça, me fez abrir o melhor e o mais orgulhoso sorriso que eu já tive, alem de ter sido a maior nota da minha vida. Não só pelo simples fato de não ter pegado recuperação, porque afinal, essa era a prioridade. Mas uma felicidade por ter conquistado algo pelas minhas próprias mãos. E eu quero agradecer a você Lire, porque por mais clichê que isso soe, foi tudo graças a você.O único problema nisso é que eu fiquei te devendo uma, hehe, tenho certeza que voce é a melhor professora dessa escola, e já se prepara que eu vou precisar da tua ajuda novamente nas próximas provas, haha.
Bjs ryan
Carta off
Arme: Quem diria que o Ryan conseguia escrever coisas assim. — Da uma risada em seguida.
Holy: Admito que isso foi lindo! Agora já sabemos por que você gosta dele! — Riu em seguida ficando ao lado de Arme.
Lire: Pra vocês eu gosto de todo mundo... — Vira o rosto.
Arme: Mas nós sabemos que com o Ryan é de verdade. — Afirma com um pequeno sorriso.
Lire: Talvez... — Volta a olhar para frente pensativa.
Holy: Sério que não vai nos xingar? — Pergunto meio surpresa.
Lire: Acho que comecei a gostar dele mesmo... Eu acho...
Arme: Não se preocupe! — Praticamente grita — Vamos te ajudar!
Lire: E-Esse é meu maior medo. — Sorri com uma gota na cabeça.
Holy: Não precisa ser má, Lire! — Diz emburrada.
Lire: Vindo de vocês eu realmente não duvido de nada.
Arme e Holy em seguida dão uma risadinha.
X X X
No quarto de Lass...
Ryan: Esse coelho realmente é estranho. — Diz encarando o coelho.
Lass:Deve ser amaldiçoado... — Também estranhava.
Ryan: Mas é engraçado. — Pega o coelho e o joga pela janela, logo em seguida pega a revista playboy e rasga ela — Agora é só abrir a porta e... — Vai até a porta e a abre — Aha!
O Coelho entra novamente trazendo outra revista da Playboy.
Ryan: Esse coelho é o sonho de qualquer adolescente. — Ri pegando o coelho e o coloca na cama.
Lass: Não importa o que eu faça com ele ou com a revista, ele sempre aparece de novo. — Suspira encarando o coelho.
Ryan: Que tal um nome para ele? — Curioso.
Lass: Eu sugiro demoniado. — Fala direto.
Ryan: Que zoado esse, melhor colocarmos... Playboy! Esse ficaria ótimo! — Confiante.
Lass: Tanto faz, se quiser pode o levar. — Fala de forma entediada.
Ryan: Ele deve gostar daqui, certo, Playboy? — Leva sua atenção até o coelho novamente.
O Coelho faz um sinal positivo com a cabeça.
Lass: Parece que ele gostou do nome... — Leva sua atenção ao coelho também.
Ryan: E quem não gostaria? — Ri em seguida com o pensamento voltando à atenção a Lass.
Lass: Acho que só a maioria das pessoas não gostaria. — Ainda encarando o coelho.
Ryan: Ahhh... Que seja, estou empolgado para começar o festival! — Sorri animado.
Lass: Eu não, não participarei e vou ter que ir torcer pros meus “amigos”. — Suspira desapontado.
Ryan: Você é muito frio, ainda tem aquelas atividades de turma no penúltimo dia, daí todos seremos inimigos! — Sai da cama.
Lass: Pra mim, tanto faz. — Leva sua atenção a Ryan.
Ryan: Ah, eu to empolgado! — Animado — Um monte de gente famosa vem ver as disputas dos clubes!
Lass: Você não participa de nem um clube, certo? — Curioso.
Ryan: Em clubes de competição só temos o Ronan, a Elesis, o Jin e a Amy. — Estrala os dedos.
Lass: Entendi... quatro pessoas que eu vou ter que perder meu tempo “torcendo”. — Suspira novamente desapontado.
Ryan: Hahahaha, agora é nosso horário pra arrumarmos a escola, vamos indo! — Vai em direção a porta.
Lass: Tem isso ainda... — Se levanta da cama irritado.
Ryan: Mas você reclama em! — Abre a porta.
Lass: Não enche! — Passa pela porta antes de Ryan.
X X X
No mesmo terreno obscuro da escola de antes...
Veigas: Lupus disse que vai precisar da ajuda de vocês.
Dio: Só por causa disso que eu aceito trabalhar para alguém como você. — Estava escorado no muro.
Rey: Só nos diga os alvos. — Estava parada a frente de Dio encarando Veigas.
Veigas: Ele me deu esses nomes, Lass Wild, Ecnard Sieghart, Lin, e Mari. — Sorri sínico.
Dio: Só quatro? — Curioso.
Veigas: Sim, Lupus disse que ele cuidará de Lass e Lin, eu cuidarei da Mari. — Se vira de costas.
Dio: Deixe Sieghart comigo, eu o conheço bem. — Desencosta da parede.
Rey: Eu fico na reserva então, se alguém precisar de ajuda é só me chamar. — Se afasta um pouco de Dio.
Veigas: Então estamos entendidos?
Dio: Quanto é o pagamento?
Veigas: Isso é com o Lupus, não comigo. — Se retira.
Dio: Tsc, Beleza.
X X X
Jin e Amy estavam no portão da escola a espera de alguém.
Amy: Você tem certeza disso, Jin? — Leva seu olhar ao ruivo.
Jin: Eu tenho que desafiá-lo de frente! — Diz determinado.
Amy: Só espero que não briguem...
Jin: Eu também não, ele deve ter um monte de seguranças que mais parecem gorilas!
Amy: idiota. — da uma risada.
Logo uma limousine chega estacionando a frente da escola.
Amy: Ele chegou...
Jin: É... Eu percebi. — Fica sério.
Do carro sai muitos homens de terno, dava para perceber que todos estavam armados, e por ultimo sai o homem tão esperado pelo casal, o presidente.
Amy: Pai! — A Rosada sai correndo até o presidente e o abraça em seguida.
Presidente: Olá, minha princesa. – Sorri, mas logo em seguida ele percebe a presença de Jin — olá pra você também Jin, eu pensei que você não iria aceitar a aposta.
Jin: Olá presidente, e eu cumpro minha palavra. — Diz ainda sério.
Presidente: Então, em qual clube você está? — Larga Amy.
Jin: Estou na luta livre, e depois de ganhar o campeonato, nem você vai poder me impedir de ficar com a Amy!
Amy: Vocês não podem acabar com essa aposta idiota? — Grita — Como que vocês não percebem que quem mais sofre com isso sou eu? — Abaixa a cabeça.
Presidente: Já falei que tudo é pelo seu bem, Amy. — Leva sua atenção a rosada.
Amy: Mas... — Olha pro seu pai.
Presidente: Nada de mas,e a partir de hoje você vai ficar comigo, e até o final do campeonato você não vai mais conversar com o Jin.
Amy: Pai... — Diz em uma voz chorosa.
Presidente: Vamos, Amy.
Amy: Certo... — Então Amy abraça Jin – Até mais, e não se esqueça da promessa. — Fala no ouvido do ruivo.
Jin: Não esquecerei. — Corresponde o abraço em seguida.
Quando o presidente e Amy se afastam ambos param com um grito.
Jin: PRESIDENTE! EU NÃO PERDEREI! — Estava com a cabeça abaixada — Eu... DEFINITIVAMENTE VENCEREI ESSE TORNEIO!
Amy olha para seu pai e percebe um sorriso na face do mesmo.
Presidente:Espero que não... Estou torcendo por você, Jin. — pensa o grande homem
XXX
Nos corredores da ala dos ricos uma garota de cabelos brancos corria desesperadamente
Lin: Eu tenho que sair daqui o mais rápido possível! — pensa — tenho que falar pros outros o que eu vi!
Lupus: Espera ai mocinha! — Grita Lupus.
Lin para no mesmo momento, ela sabia o que Lupus podia aprontar e estava disposto a enfrentá-lo.
Lin: O que você quer, Lupus? — Estreita os olhos fitando o mesmo.
Lupus: O seu silêncio. — Se aproximava da garota.
Lin: Eu vou avisar a todos, que você tem mais três aliados!
Lupus: Se fizer isso terei que tomar medidas drásticas. — Para na frente da garota.
Lin: Pode tentar. — Olha determinada para o garoto.
Lupus: Eu sei que o negocio dos seus pais não vai bem, e que você veio para essa escola para encontrar um marido que tenha dinheiro o suficiente para que você viva bem. — Abre um sorriso sínico.
Lin: Isso é o que os meus pais querem! Não eu!
Lupus: Eu posso te dar isso, se ficar ao meu lado. — Desmancha o sorriso sínico e passa a ficar com uma expressão neutra.
Lin: E que tal você vir para o nosso lado? Qual o problema de trabalhar para o seu irmão? Eu acho que seria até melhor trabalhar com a família... — Abaixa a cabeça.
Lupus: Parece que o Lass não lhe contou tudo... Nós não somos irmãos de sangue, ele é adotado.
Lin arregala os olhos surpresa.
Lupus: E se ele está nessa família é por minha causa, se não fosse por mim, ele talvez nem estivesse vivo. Por isso que eu acho injusto que ele seja o chefe da “família” ele não tem o mesmo sangue que a gente, ele não fez nada e o meu pai simplesmente quer dar tudo a ele. — Estreita os olhos irritado.
Lin: Você está mentindo!
Lupus: Pergunte para ele então, eu estou te dando à chance, junte-se a mim e eu darei tudo àquilo que você deseja. — Se vira de costas e passa a caminhar.
Mas para em seguida para ao ouvir Lin.
Lin: E-Espere...
Lupus: Até mais, Lin. — Volta a caminhar ignorando a garota.
Lin fica parada fitando o chão um tanto aflita e pensativa.
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