Sobreviventes
4 Uma menina machucada
Notas iniciais
Descia as escadas amarrando os cabelos, tinha acabado de acorda, via Ben arrumando as bolsas sentado no sofá, parecia estar distraído.
– Bom dia... — Digo me aproximando dele, Ben sorri ao me vê.
– Boa tarde...
– o que? Tarde? Como assim? Que horas são? – pergunto assustada.
– Nunca sei as horas, mais deve ser umas duas da tarde...
– o que? Como vocês me deixaram dormi tanto? Assim nunca chegaremos a Adrya!
– hey calma Beth – ele diz se levantando, vendo meu nervosismo – você precisava disso, estava muito cansada... E foi ideia do Daryl te deixar dormindo...
– cadê ele? — pergunto olhando para os lados tentando acha-lo.
– estou aqui – olho para trás e vejo Daryl, fico muito feliz em vê sua imagem. Assustei-me ao acorda e não vê-lo do meu lado.
– Onde estava? – pergunto me aproximando.
– Estava arrumando nossas coisas, temos que parti o mais rápido possível...
– Por que não me acordou?
– você tinha que descansar... Não sabemos como vai ser em Adrya... Pode ter pessoas más, e temos que ter energia para fazer o que tem que ser feito. — Dito isso ele pega sua bolsa que estava no chão, Ben faz a mesma coisa que ele
– Melhor você comer... Vamos ter que sair daqui a pouco... – Ben toca em meus ombros
– Okay... só me da vinte minutos – disse subindo novamente para o quarto.
{...}
Voltamos a estrada, viajávamos a algumas horas, Matamos uns errantes pelo caminho. Mais nada que atrapalhasse.
– Posso te pergunta uma coisa? – digo ao Ben que estava do meu lado esquerdo, Daryl estava atrás de nós.
– claro...
– Antes disso tudo... Você fazia oque ? – ele sorri
– bom, eu era apenas um moleque de dezessete anos, Só queria saber de festa e computador... Queria ser jogador de futebol americano... Ficar velho ter dois filhos e morrer feliz – ele falava sorrindo.
– Mais você ainda pode...
– meio difícil... – ele diz olhando para baixo
– Não custa nada ter um pouco de fé – Falava tocando em seus Ombros.
Ele apenas sorria, logo em seguida olha para baixo. Ali soube que alguma coisa estava errado. Ele deve ter se lembrado de alguma coisa do seu passado então tentei puxar assunto de novo.
– o que foi?
– é que... Foi muito duro perde minha família... – eu imediatamente lembro-me da minha.
– se você não quiser falar sobre isso... Não precisa.
– não, eu às vezes preciso me abrir com alguém... É sempre bom. – ele sorri para mim novamente – eu tinha um irmão mais velho... Ele se chamava Pietro.. Tinha 26 anos, éramos muito apegado um ao outro.. sinto falta dele
Olho para Daryl estava caminhando de cabeça baixa, estava claro que escutava nossa conversa, deve ter se lembrando de merle. Bom eu nunca vi ele triste pela perda de seu irmão, Daryl Sabia lidar com isso muito bem. Só que conviver com ele a gente sempre aprende algumas coisas.
{...}
Ben tinha certeza que Adrya estava perto, Só que pra mim nunca chegava. Já estava no final da tarde e minha barriga reclamava.
– Preciso ir no banheiro – falei parando no meio do caminho, os dois olhavam para mim.
– Ham, bom faz ali no cantinho – falou Ben meio sem graça.
– eu não posso fazer ali... é estranho!
– Beth não estamos mais no mundo de antes... Não temos mais banheiros químicos pra mijar, ou faz no mato ou na calça! – disse Daryl meio rindo.
– aff – disse saindo dando as costa – babacas – falei baixinho pra nenhum deles ouvir.
– Não vai muito Longe! – disse Daryl Preocupado.
Ele me irritava com essa vontade de me proteger, Poxa será que ele não percebia que eu mudei? Não sou mas a Beth de antes agora eu sei como as coisas funcionam. Isso não ia durar para sempre um dia Daryl ia ve que não preciso mais dele.
Ele me pediu pra ficar perto, Mais não vou mais obedece-lo sou dona do meu próprio nariz, que posso fazer o que bem intender, Andei um pouco mais do que devia. Precisava encontra um lugar para fazer minhas necessidades. Isso era horrível não ter mais um banheiro.
Me deparo com uma casa no meio da mata, olhei para trás pensando em voltar e avisa Daryl, Porem parei por um segundo.
Por que eu tenho que avisar a ele, Daryl não é meu responsável, eu podia entrar e usar o bainheiro sozinha, eu sei que iria conseguir... se tiver um errante era so usar minha faca com silencio.
Dei um suspiro alto e caminhei até a casa. Fui bem devagar até a porta carregando minha faca com as duas mãos em frente ao meu peito. Abrir a porta lentamente já podendo sentir o cheiro de coisas velha e podre... fedia demais, tampei meu nariz com uma mão e com a outra dei porradas na porta para chamar atenção de algum Walker, Mas nada apareceu.
Entrei em silencio olhando para tudo, a casa estava completamente revirada. Comida podre jogada no chão misturada com roupas e objetos.
– Usa o banheiro e cai fora daqui – falei pra mim mesma.
A casa tinha três cômodos, sala quarto e banheiro era um lugar pequeno, entrei no banheiro que aproposito fedia muito... Acho que seria melhor eu ter feito no mato mesmo, porem já estava aqui e o melhor de tudo tinha papel.
Depois de ter me aliviado eu me preparava para voltar aos rapazes, esse lugar não tinha nada de útil para nós, e tínhamos que continuar a viajem até Adrya.
– ora , ora... olha o que temos por aqui – olhei para frente tomando um susto.
Um Homem estava parado na porta, era alto e muito magro. Parecia não comer a dias, tinha barba grande e cabelo curto. Estava muito sujo de barro e sangue.
Automaticamente puxei minha faca para me defender, algo me dizia que ele não era uma boa pessoa. Seu sorriso ao me ve era de maldade e me assustava muito.
– Não se aproxima por favor! – disse me afastando com a faca ainda apontada para ele.
– por que você não abaixa a sua arma menina? Olha só pra você, parece uma cadelinha assustada!
Ele começava a rir ao mesmo tempo se aproximava, eu estava assustada minhas pernas tremia muito, minhas mãos suavam a cada passo que ele dava.
– me deixa em paz! Ou eu... – fui interrompida aos gritos.
– EU O QUE? Vai me matar? – ele começa a rir – essa é boa menina...
Ele se aproxima de mim e me encarava, levantou sua mão para tocar meu rosto, em um impulso o empurrei e tentei enfiar minha faca no peito dele, Não tive sucesso... ele consegui tirar a faca da minha mão dando um tapa em meu rosto. Na mesma hora gritei.
Ele me agarrou pela cintura e me imprensou na parede olhando para meu rosto, eu já chorava pensado o que ele podia fazer com migo, agora já não estava mais assustada, e sim com medo. Ele era forte e rápido, eu não podia me defender, não tinha forças.
– agora cala essa sua boquinha linda... vamos brincar um pouquinho ta bom gracinha!
Ele começou a rir e me virou de costa para ele e de frente para parede, me apertando muito deixando sem forças para fazer alguma coisa. o único ato que eu podia fazer naquele momento era chorar e gritar...
Senti a boca dele em meu pescoço, sua barba me pinicava enquanto eu sentia sua respiração, ele chupava meu pescoço e passava a mão pelo meu corpo. A cada toque dele eu me sentia suja e fraca.
Então ouvi um barulho de cinto se abrindo junto com o zíper de sua calça, em um pequeno segundo tudo ficou em câmera lenta, minha vida toda passou pelos meus olhos, eu iria deixar de ser moça, e me tornaria mais uma mulher nesse inferno a ser estuprada e morta por um estranho.
Quando voltei a si já tinha percebido que o Homem não estava mais me agarrando. Daryl chegou e tirou ele de cima de mim aos socos, Ben me puxou me abraçando, ao mesmo tempo perguntava se eu estava bem.
Eu estava paralisada vendo Daryl bater no homem que tentou me estuprar que nem Percebi Ben.
Daryl parecia estar muito bravo , enchia o homem de socos, podia ate se escutar os ossos da face dele se quebrando a cada soco que o arqueiro dava.
– EU VOU TE MATAR SEU DESGRAÇADO!
O sangue do Homem já cobria a roupa e o rosto de Daryl, o caipira já tinha o matado mais mesmo assim continuou batendo sem parar, socos atrás de socos, eu não sabia o que fazer, apenas assistia abraçada ao Ben.
XXX
Eu estava sentada encostada em uma arvore, a cena de Daryl matando um Homem com suas próprias mão foi muito horrível, ele matou um homem para me salvar, eu ainda tremia muito e chorava sem querer.
– hey – olhei para o lado e vi Daryl, tinha trocado de roupa e limpado o rosto que estava sujo de sangue. Porem suas mãos inchadas e machucada estava-la. – você esta bem?
Não respondi apenas olhei para baixo, ele se aproxima de mim me encarando.
– Sinto muito...
– Daryl eu quero ficar sozinha...
Falei me levantando e o encarando, ele fazia a mesma coisa , tentei sai dali eu apenas queria ficar sozinha um pouco. Não precisava de ninguém tentando me consolar, me dizendo que iria ficar tudo bem. Daryl segurou meu braço para eu não sair andando.
– Espera ai ...
– Me Solta! – digo puxando meu braço – qual é o seu problema?
– eu te disse que não era pra sair de perto de mim! Mas você não me escuta Que bancar de durona! – ele se aproxima mais ainda de mim – você é só uma garotinha chorona! – eu dou um empurrão nele
– Seu babaca! Quase fui estuprada e você ainda vem e briga com migo! Eu só quero ficar sozinha, pensar um pouco se continuo viva ou tomo os remédios que peguei na farmácia!
Daryl fica serio, parecia muito bravo com migo. Se aproximava me encarando nos olhos.
– Sua fraca... – dito isso ele saiu andando, eu fiquei por alguns minutos encarando meus pés.
{...}
Continuamos a viajem, agora Daryl estava na frente, Eu me sentia mal com a briga que tive com Daryl ... Minha vontade era de ficar chorando o dia inteiro. So que não podia fazer isso precisava ser forte mostra a Daryl que não sou uma fraca do jeito que ele acha.
– você esta bem princesa? – perguntou ben com aquele sorriso lindo, ele tinha covinhas que lhe deixava muito atraente
– princesa? Ta parecendo meu pai – dei um sorriso para ele.
– pelo menos você esta sorrindo... – abaixo a cabeça.
– eu vou ficar bem, não é mais como era antes, não tenho mais ninguém para me ajudar superar essa fase, nem uma psicóloga para me ajudar a esquecer... serei forte... – falo o olhando com firmeza.
– estou orgulhoso Princesa – dou um tampinha nas costa dele rindo.
Continuamos andando por uns minutos, estávamos perto da tal Adrya... Tínhamos encontrado uma placa indicando que o Lugar realmente existia. Na placa estava escrito “Se você ainda não se transformou venha para nossa comunidade, { 57 Sobreviventes } ’’
– Estamos perto... – disse bem sorrindo.
– 57 sobreviventes! Isso é bom, significa que são pessoas boas...
– Não Sabemos – falou Daryl – Perdemos muito tempo, vai anoitecer logo logo, melhor acharmos um lugar para passarmos a noite.
– Não! – se pronunciou Ben – temos que continuar, chegaremos a tempo!
– Você esta louco? temos Só duas armas e poucas balas, tenho 6 flechas... morreríamos antes de chegar na metade do caminho!
– ficaremos em silencio e usaremos nossas facas, se as coisas ficarem feias usamos as balas e as flechas... Ficaremos bem... — O rapaz ia saindo só que é impedido por Daryl, que segurou em seu braço fortemente.
– eu disse que vamos achar um lugar para passar a Noite! Não vamos se arriscar por causa de um fedelho!
– Daryl larga ele! — falei com um tom alto, Daryl estava quase quebrando braço do Ben, parecia esta furioso por ter sido contrariado.
Estávamos no meio da estrada, tinha alguns carros quebrados em volta e algumas casas ao longe, estava frio e já dava para ve gelo nos galhos das arvores e um pouco na estrada que se misturava com a areia.
– anoite é muito pior, olha o frio que faz! A qualquer momento pode começar a nevar... Não iremos nos arriscar...
– Espera! – digo me intrometendo no meio dos dois – Daryl o Ben esta certo, Não podemos parar agora... se continuarmos vamos chegar antes de escurecer...
– e se aquele lugar estiver Dominado dessas coisas? – ele estava irritado. – já vai ta escuro e não vamos ter aonde nos abrigar... ficaremos encrencados!
saio andando, não iria parar por causa de Daryl. Vou seguir e encontra essa comunidade. Eu sentia que ela estava lá, Só esperando por nós. Que era realmente segura, que passaríamos o resto de nossas vidas lá.
– Aonde você pensa que vai? – ele se aproximava logo atrás de mim.
– eu vou seguir Daryl... já tivemos muitas paradas... Assim não chegaremos Nunca!
– você vai acabar nos matando!
– Vamos ficar bem!... Por favor vamos continuar – digo me aproximando dele – gente esta quase sem comida... não podemos ficar aqui no meio do nada, Nossa melhor opção é Adrya...
Um Walker surgiu vindo em nossa direção, tinha saio de um carro que estava no local. Ben se aproxima e enfia sua faca no crânio do caminhante logo em seguida me encara, outro walker sai da mata indo em direção de Daryl.
– Daryl cuidado! – grito tentando alerta-lo, ele bateu com sua Crossbow no errante o ferindo na cabeça.
Quando notei já estávamos cercados por muitos deles, era muito errante vindo de toda direção, Daryl pegou em minha mão me puxando.
– TEMOS QUE SAIR DAQUI! –gritou me puxando para longe dali, Ben vinha atrás de nos atirando nos Walkers que atacava.
Corremos muito tentando encontrar qual lugar seguro, ben já estava coberto de sangue ele cobria eu e o Daryl enquanto corríamos, íamos em direção da cidade para se esconder deles.
XXX
Conseguimos escapar foi por pouco, entramos em loja de roupa aonde as portas era de aço, Daryl me puxou para dentro fechando a porta para baixo.
– Beth cuidado – falou ele me colocando atrás de si. Podíamos ouvir os Walkers bater na porta de aço para entrar.
Daryl e Ben começaram a investigar o local parecia estar vazia, Era uma loja pequena e saqueada, estava escuro só a nossas lanternas iluminava o local...
– Esta limpo... – falou Ben ao Daryl, que abaixa sua Crossbow.
– o que vamos fazer? – perguntei olhando para os dois.
– devíamos ter feito o que eu disse, encontrar um lugar seguro e ficar até amanhecer... Agora estamos presos aqui no escuro sem comida e cercado por essas coisas.
– se a gente tivesse continuado estaríamos longe daqui e perto de Adria... Não jogue a culpa em mim Daryl! Você sempre faz isso, sempre joga a culpa em mim... eu acabei de perder meu pai e minha irmã! Acabei de ser atacada por um louco que queria... que queria...
Comecei chorar lembrando-me da cena do homem que tentou me estuprar. Não queria chorar na frente dele, porem era mais forte que eu... Achei que nunca iria passar por isso porem no mundo de hoje tudo era possível. Daryl tinha razão não existem mais pessoas boas, Agora precisava ser forte pensar com a cabeça e não seguir o meu coração.
Tinha que esquecer tudo que o papai me disse sobre esperança de um mundo melhor. Minha única família era Daryl e o Ben não podia confiar em mas ninguém...
enquanto chorava Ben me abraçou tentando me consolar, eu precisava disso. E muito então eu também o abracei com força e chorei em seus ombros.
Daryl saiu nos deixando sozinhos e chutando as coisas ao mesmo tempo, eu fechava os olhos para não ve como ele estava furioso. Parecia uma criança chorando e perdendo todas as esperanças.
Depois de horas sentada ao lado de Ben percebia que os errantes tinha parado de bater na porta de Aço, Daryl ainda não tinha voltado desdá nossa discussão e isso me perturbava demais.
Queria saber se ele estava bem... queria saber se ele ainda estava furioso por eu ser fraca, não sou com a Carol ou michonne, acho que nunca seria como as duas, nem mesmo se eu tenta-se.
– Acho que os errantes se foram... Não ouvi mas nada por algumas horas, só os grilos cantando...
– não podemos sair daqui – digo com minha cabeça baixa – já é muito tarde para gente chegar a adria... e não aguentaria o frio que esta fazendo lá fora...
– Beth a gente ta em uma lojinha de roupa... pode pegar qualquer casaco que quiser, ninguém aqui vai te prender...
– Ben não vamos conseguir... vamos passar a noite aqui, e amanha continuaremos como Daryl tinha dito,... e pronto.
Dito isso eu saio de perto dele o deixando sozinho, vou até os fundos da loja aonde ficava a sala da gerente. Daryl estava deitado no sofá olhando para o quadro de uma mulher na parede...
– Daryl... – eu entro fechando a porta, ele me olha por uns segundos logo em seguida volta sua atenção no quadro.
– o que você quer? – perguntou sem olhar para mim
– eu estava preocupada... –me aproximo dele ficando cara a cara, ele deitado no sofá e eu em pé a sua frente. – temos que parar com isso, com essas nossas briguinhas... você é a única família agora... não quero arrumar uma briga com você toda hora...
– Só estou tentando de manter a salvo... só que você parece que gosta de arrumar encrenca garota...
– eu sei, você tem razão okay... sou fraca ainda e tenho uma mania também te tomar decisões erradas... preciso de você Daryl ...
Ele me encara logo em seguida se levanta aproximando de mim, eu fico la parada firme sem da pra trás. Ele chega perto de mim pude sentir sua respiração no meu rosto.
– eu estou aqui, e não ia a lugar nenhum sem você... eu nunca vou deixa-la pois vou ter manter segura de qualquer jeito... você é tão nova Beth não entende nada desse mundo ainda... e agora esta mais difícil de entender como nunca... por isso que estou aqui pra te ensinar a se defender e te manter a salva...
Sorrio por um instante ele só que me ajudar a se tornar mais forte, ele não me acha fraca, só pensa que não estou preparada ainda. Por um lado ele esta certo não estou boa o suficiente e do lado dele vou melhorar e saber como sobreviver nesse mundo novo.
Daryl ficava me encarando nos fundo dos olhos eu apenas sorria como uma boba, ele conseguia me irritar fácil porem também conseguia me deixar feliz rapidinho. Senti a mão dele tocar no meu rosto. Em um toque bem suave eu fechei meus olhos no mesmo instante para sentir o toque de sua mão.
– suas bochechas estão vermelhas – disse fazendo carinho em meu rosto.
– fico assim quando esta frio – abro os olhos.
– chama o Ben, vou acender o fogo da lareira pra gente... hoje vai fazer muito frio, melhor a gente procurar algo para nos aquecer... – Daryl ainda fazer carinho nas minhas bochechas estava muito bom, nunca poderia imaginar que Daryl Dixon era carinhoso.
– Amanha seguiremos viajem?
– sim, sem falta... Então melhor irmos descansar... Hoje foi um dia longo para você... – ele se afasta de mim
–vou procurar alguns casacos para nos, vamos dormi aqui hoje por causa da lareira... lá na área de vendas é muito mais frio por causa do piso .... e aqui na sala da gerencia é todo coberto de tapete ... melhor pra gente...
– claro...
XXX
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