Notas iniciais
Aqui a recompença, leiam tá muito bom, ok? Se tiver algum erro, me desculpem.
Sam se encaminhava para o porta e descidiu esperar um pouco, pensou na cena, seria engraçado e concertesa Dean faria piada, percebeu que estava cançado e não aguentaria então decidiu descançar.

— Depois eu conto.

Assim que deitou na cama, o cansaço o tomou.

— Sam! Sam! Sam! — ele acorda assutada com alguém o chamando.

— Isabelly?

— A Ruby pode estar em perigo, Lúcifer soube que ela está grávida e está indo atrás dela, — ele levantou apressado e Isa o levou até Ruby. Eles não tiveram tempo para falar um com o outro, as duas irmãs os teleportaram para uma casa pequena.

— Aqui é Missisipi, a casa está protegida contra demônios, mas talves não contra ele. — explicou Melissa.

Sam foi até Ruby e a abraçou, ela estava com medo.

— Eu não quero perder meu bebê de novo, Sam. E nem você. — disse ela chorando.

— Não se preocupe, eles não vão te machucar. — tentava acalmá-la, não suportava vê-la sofrer.

— Temos que avisá-los.

— Eu fiz umas pesquisa e todo mestiço de coisas estranhas... — começou a dizer Mel.

— O que ela quer dizer é que, filhos de vampiros, demônios e... Meios-demônios com humanos tem uma gestação avançada. Demônios são 9 meses em 9 dias e...

— Ruby a sua gestação será de mais ou mesmos 9 meses em 9 semanas, entendeu? — terminou a mais nova sorrido. Isa bufou.

A mulher e o Winchester sorriram também.

— Sim. — Samuel a beijou, ela estava nervosa, as meninas sumiram. Depois ele a abraçou forte.

— Não se preocupe, eu estou aqui. Prometi que ia cuidar de vocês não prometi?

— Não estou com medo por mim, estou por vocês.

— Não tenha.

Ela deitou na cama e Sam ficou olhando-a com lágrimas nos olhos.

Ele não tinha uma vida comum como queria, mas ver a mulher que amava esperando um filho dele, o fazia se sentir normal.

De repente o celular toca.

— Alô?

— Sammy? Cara dá para parar de sumir assim, olha o bar aqui tá cheio de demônios e eu preciso de ajuda.

— Dean, foi mal mas eu não posso sair daqui.

— Por que não, tá \"brincando\" com a Ruby?

— Não é isso, mas eu não posso abondonar a Ruby agora, ela está correndo perigo.

— Dean é sério não dá, ela precisa da minha proteção ela está com medo.

— Ela sabe se cuidar, vem logo, Sam! A gente está com problema! É uma ordem.

— Não importa, Sammy!!!!

— Olha aqui, eu não estou nem ai pelo o que você disse, eu não vou abondonar a Ruby, não agora.

— E por que não?

— Por que ela está grávida. — Com raiva desligou o telefone, sentio medo, caso algo acontecesse, mas Dean sempre deu um jeito nas coisas.

Ele parou de atender as ligações de Dean, não dava explicações de onde estava, queria ajudar ela, e não podia deixar que ninguém os encontrasse. Ele quase nunca saia, as raras veses que deixava a casa, ele queria ter certesa que ela ficaria bem.

Os dois acompanhavam a barriga de Ruby crescer, as semanas se pasavam como meses.

Sam dava selinhos em Ruby fazendo-a sorrir.

— Acho que é uma menina. — disse ela sorrindo e tocando o ventre que parecia ser de uns 9 meses.

— Como?

— Eu não sei, só acho que é, como se eu sentisse. Talves devessemos escolher um nome.

— Pensei nisso também, a mistura dos nossos nomes ficaria estranho.

— Você cuidou de mim, por que não uma homenagem para você?

— Por que ficaria mais estranho ainda.

— Samaryn. Não é estranho e começa com Sam. — ele riu sem graça.

— Pensaremos em algo melhor.

— Não há nada melhor que você.

Ele a beijou carinhosamente.

— Eu não quero in terromper nada, mas vou matar você, Sam! — o irmão mais novo riu ao ouvir a voz do mais velho, e se virou pra ele. — Dean deu um soco em Samuel.

— Dean! — Mary estava logo atrás dele. E abraçou o filho. Jonh e Jo também abraçaram Sam, Dean realmente parecia furioso.

O Winchester mais novo voltou a olhar Ruby e só ai os outros prestaram atenção nela.

— Ruby... — Jo se aproximou dela contente.

— O que....?

— Gestação acelerada, Dean. — explicou Sam.

— Se a criança for igual aos dois, será perfeita. — Ruby ficou sem graça com o comentário de Mary.

— Lúfifer está aqui! — Castiel aparesce ali avisando-os. De repente a bolsa de Ruby rompe.

— Droga!

— Sam! Vem vamos atrazá-lo. Os outros tirem Ruby daqui! — gritou Dean.

— Não dá o bebê já vai nascer! — gritou Jo de volta.

Sam e Dean foram atrazá-los, para garantir Jonh e Mary foram também.

A dor de Ruby começou a vir em contrações, a dor era tão forte que parecia rasgá-la por dentro. Os gritos dela eram ouvidos de onde os outros estavam, ela não sabia o que fazer.

— Ruby, eu sei que está doendo, mas me escuta, você tem que empurrar o bebê para fora, força. Ok? Um.... Dois.... Três! — Ruby gritou de dor e fazia força para o bebê nascer.

O coração de Sam doia ouvindo os gritos de dor, mas ao mesmo tempo se alegrava por que seu bebê iria nascer, não sabia se seria menino ou menina, mas realmente não iria fazer diferença. Ele e os pais lutavam contra os dois demônios e Dean e Castiel tentavam impedir Lúcifer de chegar a Ruby. Ele tentava salvar novamente duas vidas e desta vez arriscaria a própria para salvar a deles.

A dor quase sufocava Ruby, ela temia que algo ocorrece a Sam e ao seu filho.

— Só mais um pouquinho Ruby.

A dor parecia que ia matá-la ao poucos, o suor descia pelo seu rosto e molhava os cabelos. Ela apertava os lençois da cama com tanta força que eles adormeciam. Logo sento a dor cessar um pouco e vio que tinha nascido, uma menina, sua menina, Jo cortou o cordão umbilical,mas a crinaça não chorava e nem se mechia. O medo de que a criança não tinha sobrevivido a fez tremer toda, quando Jo ia bater na criança para ela chorar, a garoto foi lançada na parede, Sam, Dean, Jonh e Mary aparesceram e o mesmo o correu.

A meia demônia prestou atenção na cena.

— Sinto muito, Sam. Mas não me deixou entrar novamente então sua recompensa já era! — disse Lúcifer.

— NÃO!!!!! — o anjo-demônio levantou a mão e Mary e Jonh começara a sufocar.

— Eles iram para um lugar melhor, eu prometo. — disse Castiel.

— Eu queria até queria conhecer esses selos que supostamente meprendem de volta no inferno e recriam os 66 selos, algo tão poderoso poderia me servir bem.

— Sonhe! — gritou Dean. Os irmãos chorava com os pais sumindo na sua frente, mas eles estariam seguros desse lugar, o demônio que os grudava na parede falou algo com o outro demônio. Que tirou sacou uma faca e se encaminhou para Ruby.

— Sai de perto dela desgraçado!!!!! — Samuel entrou em pânico, jurou protegê-las, mas não podia fazer nada.

Notas finais
E ai triste, não?
Alguém curiosa para o que vai acontecer?