Sobre os 19 anos depois
11 Aniversário - II
Notas iniciais
POV Harry
—Mioneee!!! — Ron entrou estrondosamente na cozinha atrapalhando meu momento romântico.
Hermione fez uma breve careta (um tanto exagerada) e respondeu
—Na cozinha!
Eu e Gi rimos da cara que ela havia feito e eu peguei um pedaço de bolo, passando para que minha namorada se alimentasse. Ron entrou na cozinha com um sorriso enorme, abraçou Hermione e lhe deu um beijo no rosto.
—Bom dia, flor do dia! — Ele disse galanteador e todos nós rimos.
—Bom dia, amor. — Ela respondeu sorrindo. — Por que tão feliz?
—Digamos que eu tive uma ótima noite. — Ele respondeu piscando para ela.
Eu e Gi rimos descaradamente, Hermione ficou extremamente vermelha. E Rony, naturalmente, começou a devorar tudo que via pela frente. Curiosamente, dessa vez ela não o repreendeu, deveria estar se acostumando ao jeito do namorado (finalmente!).
—Bom dia, Ron. — Minha namorada cumprimentou o irmão que a respondeu com um sorriso. — Você deveria ler o jornal hoje, Rita Skeeter já começou a anunciar o fim do meu namoro com Harry.
Apesar de ser um assunto desagradável, pelo menos do meu ponto de vista, não consegui não rir da maneira que ela falou.
—Aquela vaca da Skeeter de novo! — Ron bufou — Tinha que ser. E o que ela disse?
—Basicamente que nosso namoro iria acabar daqui uns dias porque um relacionamento baseado em interesses nunca dura muito.
—Ridícula! — Ele resmungou pegando outro pedaço de bolo. — E isso não te afeta nem um pouco, Gina?
—Não! — Minha namorada respondeu simplesmente. — Harry sabe que se me largar eu mato ele!
Todos nós rimos diante da cara que ela fez.
—Ron, já te disse que tenho medo da sua irmã? — Falei brincando.
—Eu sempre te avisei colega, mas agora já é um pouco tarde. — Ele disse rindo e olhou de relance para o jornal em cima da mesa, onde aparecia um pedaço da foto publicada na matéria, onde eu e Gi caminhávamos de mãos dadas pelo Beco Diagonal e ríamos abertamente um para o outro. — Aquela desocupada conseguiu até uma foto?
—Pois é, e eu nem vi a hora que tiraram essa foto, você viu amor? — Perguntei para Gina, que só balançou negativamente a cabeça.
—Eu fico pensando — Começou Mione — Será que vamos passar pela mesma situação, Ron? Digo, de todos comentarem, fazerem comentários maldosos, essas coisas.
—Claro que vão falar Mione, eu namoro a bruxa mais inteligente e gostosa do mundo! — Ele falou e piscou pra ela. — Claro que vão falar.
Nós três rimos.
—Não nesse sentido, Ron.
—Ah Mi, eu acho que vão comentar, mas da maneira como comentariam normalmente: a sangue ruim e o traidor de sangue. Mas nem todo mundo vai falar e nada como o que vão comentar do Harry e da Gina, o caso deles é diferente, sempre foi.
—É, eu também acho isso, — Mione disse olhando os próprios dedos enquanto desenhava circulos imaginários na toalha da mesa. Ron se debruçou e lhe deu um selinho, ela riu pra ele.
—Não se preocupe, Mione. — Gi falou descontraída — eu e Harry nos ocuparemos de roubar toda a cena de vocês, só vão falar de nós.
Gargalhamos juntos.
—Fico imensamente agradecida. — Mione falou ainda rindo.
Conversamos mais algumas banalidades, e de repente Hermione pareceu se lembrar de algo:
—Aaah,Gina. — Ela disse chamando a atenção da minha namorada que nesse momento estava me dando alguns beijos na bochecha. — Os vestidos e o sapato serviram?
—Serviram, Mione. E ficaram lindos! — Falou sorridente. — Você ajudou o Harry a escolher?
—Só o sapato, os vestidos ele escolheu sozinho.
—Eu adorei, de verdade, são maravilhosos! — Ela disse e de repente fez uma careta se virando para mim — E devem ter sido bem caros também, não é?
—Custaram muito menos do que você merece. — Falei a abraçando e colando minha boca na dela, num selinho demorado.
—Xavequeiro. — Ela disse.
—Gostosa. — Rebati.
Rimos um para o outro, e Hermione chamou sua atenção novamente.
—Gina. — Ela começou e riu pra mim sugestivamente, nesse momento eu soube o que ela iria falar e fiquei vermelho. — Você tinha que ver como Harry foi bem tratado na agência de viagens ontem.
—Aah, é? — Olhou para mim acusadoramente.
—É! — Hermione continuou — do jeito que a vendedora olhava para ele eu sinceramente fiquei com medo que as roupas dele caissem.
Rony riu e Gina segurou sua risada.
—E qual foi a reação do Sr. Todo Poderoso Harry Potter com a moça assanhada?
—Quase a mesma de agora, exceto que além de ficar vermelho, eu achei que ele fosse sair correndo de lá de dentro a qualquer momento.
Dessa vez Gina riu também.
—Fora que ela quase foi agredida quando disse que seu nome era estranho. — Mione finalizou, também rindo.
—Foi um comentário grosseiro! — Eu tentei me defender.
—Mas amor, meu nome é estranho! — Ela disse como se fosse óbvio.
—Não é! Seu nome é lindo. — Dessa vez todos eles riram alto.
—Agora além de bobo e apaixonado, o Harry é surdo e mentiroso. — Rony falou e todos riram mais alto ainda.
Eu passei mais alguns minutos envergonhado, mas logo voltamos a conversar novamente, sobre mais assuntos banais. Tomamos café calmamente, e como monstro já havia feito todas as tarefas domésticas não tínhamos absolutamente nada para fazer durante o dia inteiro, então eu resolvi aproveitar a ausência de adultos na casa (segundo Monstro a Sr. Weasley disse que chegaria apenas para o almoço) e convidei minha namorada para ficarmos um tempo deitados juntinhos em sua cama. Logo que chegamos em seu quarto, ela fechou a porta e me arrastou, deitando-se na cama e me puxando para que deitasse por cima dela. Assim que me debrucei sobre ela, nos viramos de modo que eu ficasse deitado no colchão e ela por cima de mim.
—Você é linda! — Falei a abraçando fortemente.
Ela sorriu pra mim e encaixou o rosto no meu pescoço. A afastei para que me olhasse.
—Parabéns, minha linda. Que você tenha muita saúde, sucesso, realizações e tudo mais que você quiser. — Eu comecei e ela me olhava sorrindo, enquanto eu alisava seu rosto. — Eu quero que esse seja o primeiro de muitos aniversários seus que passaremos juntos, que você me dê sempre a honra de ser minha mulher e que eu seja capaz de fazer você feliz em cada momento de nossas vidas, sempre e sempre.
Nesse momento eu dei uma pausa, nos beijamos e assim que nos separamos eu continuei.
—Desculpa todos aqueles anos em que eu não te correspondi, mas apesar deles eu acho que tudo aconteceu na hora certa para nós dois. Ficar aqueles dias com você antes de precisar abandonar tudo e sumir por quase um ano foi o que me motivou a não parar, Gi, porque eu sempre soube que eu poderia abandonar tudo e sumir, viver uma vida distante, diferente, sem lugar fixo, meus pais me deixaram dinheiro suficiente para isso. Mas existiram três coisas que nunca me deixaram desistir, — Ela estava me olhando de um jeito que eu achei que nunca veria: emocionada, segurando o choro. — A primeira foi a lembrança deles, meus pais, eles morreram lutando, combatendo, porque se opuseram a Voldemort, tenho certeza que esperavam de mim a mesma atitude. A segunda foi saber que eu era uma esperança, talvez a unica que as pessoas pudessem ter, e nessa Ron e Mione foram fundamentais, porque sozinho eu não conseguiria.
"E até o dia que eu não consegui dormir tentando descobrir em que momento eu me deixei apaixonar pela irmãzinha do meu melhor amigo. — ela riu nessa hora — só existiam esses dois motivos. O terceiro motivo foi saber que eu nunca fui competente o bastante em fechar minha mente para ele, e que uma hora ou outra ele iria ver você aqui dentro. — apontei dois dedos para minha própria cabeça. — E eu sei que quando isso acontecesse ele viria atrás de você, pra me atingir. Antes de aparecer esse terceiro motivo, Gi, derrotar Voldemort era uma opção do mundo bruxo pra viver em paz, já que a outra opção seria nunca se opor a ele. Depois que eu descobri que havia um terceiro motivo, derrotar Voldemort se tornou a única opção para mim, para que eu tivesse paz, porque sei que nunca a teria enquanto a sensação de que você pudesse correr perigo me acompanhasse.
"Eu não sei te dizer quando foi que eu comecei a ver você de um jeito diferente, porque na verdade eu acho que nunca te vi de outra maneira que não a que eu vejo agora, eu só achava que seria errado admitir, ou alguma coisa assim. E você era tão tímida, tão quietinha perto de mim que no fundo eu pensava que você sempre iria esperar que eu descobrisse que você é a mulher da minha vida, mas ai vem a senhorita e começa a me encher de ciúmes. Eu acho que foi quando eu vi você com outras pessoas, desistindo de mim, que eu me toquei que era a hora de deixar que isso viesse à tona. E foi a melhor coisa que eu fiz, sabia? Porque eu acho que hoje eu não seria eu mesmo, não seria tão feliz, se eu não tivesse você. Feliz aniversário, eu te amo, Ginevra Molly Weasley. E o seu nome não é estranho."
Eu não planejava fazer um discurso, na verdade nem sabia como parabenizar decentemente uma pessoa, mas as palavras vieram, e no fim eu acho que ficaram muito boas. Assim que terminei meu monólogo, ela manteve aquele sorriso enorme e radiante que me deixava bobo e uma — uma única! — lágrima rolou de cada um dos seus olhos. Ela não era de chorar, e eu sabia disso, por isso limpei rapidamente sua bochecha.
—Não chore, não é a sua cara fazer isso. — Falei rindo e ela me acompanhou.
—Eu também te amo, Harry Thiago Potter. E agora eu tenho certeza que valeu todo aquele tempo de espera.
Foi a unica coisa que ela me disse antes de me beijar apaixonadamente. Ela estava abraçada a mim, ainda deitada sobre meu corpo e com o rosto encostado em meu pescoço (segundo ela meu cheiro era muito gostoso) quando o meu presente de aniversário chegou, e por sorte ela não viu.
—Amor — Falei acariciando seus cabelos e impedindo-a de levantar o rosto agora. — Eu te encho o saco?
Ela riu baixinho e falou bem próximo ao meu ouvido.
—As vezes, demais. Mas é bom.
Eu ri também.
—E eu te irrito?
—Sim, de vez em quando um pouco. Mas isso não me incomoda Harry, por que está perguntando?
—Porque eu descobri, nesse seu primeiro aniversário comigo, que é extremamente difícil comprar presentes para você.
—Eu não queria presente amor, você já está aqui, é um presente razoavelmente bom. — Ela falou divertida.
Ela permanecia com o rosto em meu pescoço nesse momento, e não fazia mensão alguma de levantar, o que favorecia meus propósitos de surpresa.
—Você não é fútil — continuei como se não tivesse sido interrompido- nem muito ligada a coisas materiais e isso dificultou um pouco as coisas para mim. — ela riu baixinho. — Então eu decidi que eu queria te dar uma coisa que te irritasse quando eu não estivesse por perto pra fazer isso, mas que fosse inteiramente ligada a você, que te fizesse companhia, e que se fosse necessário morresse pra te proteger, como eu faria.
Nesse momento ela levantou o rosto pra mim, e eu delicadamente a tirei de cima do meu corpo, me levantando e indo até a janela, tampando momentaneamente sua visão, enquanto oferecia meu braço para que a coruja branca (hoje ainda pequena, mas que certamente estaria muito maior daqui alguns meses) pousada ali subisse nele, e andei novamente até a cama, me sentando ao lado dela.
—Edwiges fez isso por mim. — Acariciei a cabeça da coruja, que olhava de um lado para o outro reconhecendo a nova moradia. Gina permanecia sentada, olhando para mim com olhos muito abertos e brilhantes. — Além do mais, ela foi a primeira coisa que ganhei depois que descobri que era bruxo. Eu queria te dar alguma coisa que te agradasse muito, que fosse presente na sua vida sempre, e que fosse significativo também para mim, espero ter acertado. — Falei estendendo o braço para que ela pegasse seu novo animal de estimação. — É um macho, e ainda não tem nome.
Ela estendeu as mãos e o pegou como se fosse de vidro, tamanho o cuidado, enquanto isso riu pra mim.
—O que adianta você me falar que não é pra eu chorar e me fazer essas coisas? — Rimos juntos. — É perfeito, Harry, você não poderia ter me dado nada melhor do que isso.
—Que bom que gostou, amor. Fiquei com medo de que não gostasse. Como vai chamá-lo?
—Não tem como não gostar. — Ela acariciava o animal. — E não tem como não dar a ele outro nome, não é Fred? — Ela disse se referindo à coruja.
—É uma linda homenagem. — Falei também acariciando a coruja. — Eu ja comprei também a gaiola dele, agora só precisamos ir até a loja buscar. Eu pedi ao dono para que hoje pela manhã mandasse que ele viesse até A Toca, assim você não desconfiaria se eu saisse. E ele chegou na hora certinha.
Ela ainda olhava para o presente com uma certa carinha de boba.
—Não tem problema, amanhã quando estivermos voltando para casa passamos por la e trazemos. Enquanto isso ele pode morar em cima da minha cômoda. — E se levantou pousando-o delicadamente em cima do móvel ao lado de sua cama, logo em seguida sentando-se em meu colo. — Você é perfeito!
—Eu faço o que posso! — rimos e ela me beijou, puxando-me para que nós dois deitássemos na cama, um ao lado do outro.
Ela ficou um tempo abraçada a mim, e eu acariciando seus cabelos, que hoje estavam soltos. Depois disso conversamos mais um pouco sobre nós dois, sobre como seria quando estivéssemos em Hogwarts e planejando um pouco nossa viagem (coisa que Hermione ainda se recusava a fazeer). Namoramos um pouquinho também, mas nada além de algumas passadas de mãos mais ousadas, eu ainda queria que nossa noite fosse especial, e iria guardar minhas energias para ela.
Ficamos algumas horas abraçados em sua cama, Gina dormiu um pouquinho, e quando Monstro veio nos avisar que o almoço estava pronto, a acordei delicadamente e descemos para comer. Quando já estávamos todos comendo, a Sra. Weasley entra apressada pela porta da cozinha e desculpando-se por seu atraso, pois havia tido alguns problemas. Em minutos ela já estava sentada e nos acompanhando em nossa refeição.
Comemos tranquilamente, e assim que terminamos fomos os quatro para os jardins, enquanto a Sra. Weasley foi para seu quarto descansar um pouco e Monstro arrumava a cozinha. Ficamos juntos, como todas as tardes, conversando um pouco, e por volta das cinco horas fomos tomar nosso lanche, hoje em companhia do Sr. Weasley, que chegou mais cedo do trabalho. Meia hora depois Gina e Hermione sumiram escada acima, dizendo terem muito pouco tempo para se arrumarem (visto que sairiamos de casa dali a três horas e meia).
Enquanto elas faziam sabe-se la o que, eu e Ron voltamos para o jardim a fim de aproveitar o dia bonito que fazia hoje, e nos sentamos embaixo da árvore que costumeiramente ficávamos.
—Cara, ela é outra pessoa com você! — Ron me disse depois que nosso assunto sobre quadribol havia acabado.
—Quem? — Perguntei instintivamente, e só depois notei que obviamente ele estava falando de Gina.
—Gina, claro. Ela é muito feliz ao seu lado, acredite.
—E eu só quero fazê-la mais feliz a cada dia, acredite. — Falei olhando o pôr do sol, que neste momento estava alaranjado.
—Eu acho que não aceitaria que nenhuma outra pessoa tivesse tanta liberdade com ela, sabia? — Ele disse isso pensativamente e eu ri.
—Por que?
—Ah Harry, você é diferente. Eu te conheço faz bastante tempo, e também nunca te vi tão feliz como agora, vocês fazem bem um para o outro.
—Eu também acho isso, cara.
—Hermione estava certa quando me dizia que era um absurdo ter ciumes de você. — ele riu. — É dificil se acostumar com a ideia, porque quando você tem uma irmã bonita, é inevitavel a ideia de que todo mundo só quer abusar dela.
Nós dois rimos juntos.
—Acredite, Ron, Gina não é o tipo de garota abusável.
—E você nunca me pareceu o tipo de cara abusador, isso contribuiu muito para minha aceitação. — Ele disse rindo.
Ficamos alguns minutos em silêncio e ele me perguntou.
—Você quer casar com ela?
—Sem dúvidas! — respondi sem nem pensar.
—Eu também gostaria de me casar com Hermione, mas eu tenho medo — falou enquanto olhava suas próprias mãos.
—De que?
—De que um dia ela perceba que na verdade eu sou menos do que ela merece.
—Merlin! Rony, achei que sua inteligência progredisse e não regredisse! — Falei exageradamente e nós dois rimos.
—Harry, ela é tudo aquilo, e eu sou só Ronald Weasley. O que isso quer dizer? — ele estava muito sério agora. — Cara, Victor Krum vivia atrás dela, você tem noção de como é isso?
—Victor Krum vivia atrás dela e ela nunca quis nada com ele porque ficava pensando em você. Acho que quem tem que decidir se você é pouco ou não para ela, é a própria. E pra mim já está mais do que clara a decisão que ela tomou.
Ele não disse nada, continuou fitando as próprias mãos.
—Quando você nos abandonou, não viu o jeito que ela ficou, Ron. E nada que eu tentei conseguiu animá-la.
—Eu fui um idiota, não é?
—E pelo visto continua sendo. — ele me olhou comicamente, como quem dispensava esse comentário. — Ao invés de ficar aqui dizendo que tem medo, lute por ela. Ela já te ama, Ron, então você só precisa manter esse sentimento. Agrade-a, elogie-a, faça coisas que você sabe que ela gosta. Mas também a deixe irritada de vez em quando, caso contrário não vai ser você.
Nós dois rimos.
—É, acho que você tem razão. Só que eu tenho medo de perdê-la um dia.
—Isso é normal.
Já havia anoitecido agora, ficamos conversando sobre coisas banais por mais alguns minutos e resolvemos entrar para nos arrumar, afinal sairiamos logo de casa.
Tomei um banho e me troquei, Ron fez o mesmo. Eu não tinha nem ideia de que roupa se usa em um Pub, mas me lembro de que Duda saiu vestido simplesmente, de jeans e moleton. Então optei pelo mesmo estilo, colocando uma calça jeans um pouco mais escura, tenis preto e uma camiseta verde escuro, com algumas estampas discretas, e tentei arrumar meu cabelo — sem sucesso. Ron tomou banho, se vestiu, e quanto estávamos os dois prontos descemos até a sala para esperar que as duas terminassem. O Sr. Weasley estava sentado em sua poltrona preferida e riu da nossa cara de ansiedade.
—Relaxem garotos, mulheres sempre demoram.
—É que já estão lá em cima há três horas, papai.
—É normal, acreditem. Logo elas estarão aqui com vocês.
Ficamos mais alguns minutos na sala esperando, e quando faltavam cinco minutos para as nove da noite, horário que havíamos combinado, ouvimos um som peculiar vindo do andar de cima, e instantes depois descobrimos ser dos sapatos de salto que ambas estavam usando. Hermione desceu na frente com um vestido bege, um pouco acima dos joelhos e um sapato marrom, que faziam uma combinação legal. Os cabelos soltos e uma pequena bolsa -também marrom- nas mãos. Ela havia ficado bonita com aquela roupa.
Minha deusa desceu logo depois, trajando o vestido preto que eu havia escolhido e que nela ficava quase um palmo acima dos joelhos, os sapatos novos de saltos muito altos que deixavam suas pernas ainda mais tentadoras, os cabelos soltos e bem lisos, caindo graciosamente sobre seus ombros, uma maquiagem leve nos olhos, com alguns brilhos, e um batom muito vermelho, contornando seus lábios de uma maneira que os deixavam tentadoramente gostosos. Quando eu ia começar a imaginar aquele batom vermelho deixando marcas no meu corpo, o Sr. Weasley se pronunciou.
—Elas sempre demora, e sempre vale a pena. — Se levantou indo ao encontro das duas. — Estão muito bonitas, meninas. — Ambas agradeceram e ele puxou Gina para um abraço — Parabéns, minha pequena.
—Obrigada, papai. — Ela disse retribuindo o abraço.
Logo a Sra. Weasley também chegou, elogiou as duas, parabenizou Gina e após um milhão de recomendações para que tomássemos cuidado e chegássemos amanhã para o almoço, conseguimos sair de casa.
—Você está maravilhosa. — Sussurrei em seu ouvido assim que saimos para os jardins em direção ao portão.
—E você ainda nem viu tudo — Ela sussurrou pra mim com uma voz um tanto provocadora.
Aproveitei que estava escuro e passei descaradamente a mão em sua bunda, reparando que, se havia uma calcinha ali, essa não era palpável.
—Nossa! — exclamei sentindo uma movimentação e minha cueca ficando levemente mais apertada. Ela riu.
Demos as mãos e continuamos nosso caminho, Ron e Mione iam alguns passos a frente. Passamos pelo portão e assim que estávamos na estrada demos as mãos e aparatamos para a mesma ruazinha lateral com as caçambas de lixo. Gina pediu para que eu reparasse se seu cabelo havia bagunçado e eu arrumei uma mecha que estava fora do lugar, logo depois saímos de lá para uma Londres totalmente diferente do que era durante o dia, uma Londres que eu também não conhecia.
Haviam muitos táxis andando por ali, pessoas dos mais diferentes tipos, e vários dos estabelecimentos estavam fechados, enquanto os que permaneciam abertos eram iluminados com cores fortes e chamativas e pessoas entravam e saiam o tempo todo.
—Uau! — Minha namorada exclamou ao meu lado.
Eu ri para ela e notei que Ron mantinha a mesma expressão, Hermione embora nunca tenha ido à um Pub sempre saia com os pais a noite, então ela não via tanta novidade assim. Começamos a andar em direção ao nosso destino e Gi ainda mantinha a mesma expressão de impressionada. Assim que chegamos, anunciei para ela.
—É aqui, amor.
Ela olhou para a fachada bem iluminada, como dos outros lugares, e sorriu pra mim.
—Estou louca para saber como é la dentro.
—Acho que você vai gostar. — Disse enquanto a puxava para dentro, com Ron e Mione logo atrás de nós.
—Por favor, mesa para quatro pessoas. — Pedi para a moça que estava logo na entrada.
—Precisam aguardar, senhor. Existem quatro mesas na frente, estimamos uns quarenta minutos de espera. — Ela me informou de modo totalmente profissional. — Podem aguardar no bar se desejarem.
—Esperaremos no bar, então.
Ela anotou meu nome na lista de espera e me entregou um aparelho preto que piscava uma pequena luz vermelha.
—Quando a mesa estiver liberada, esse aparelho irá vibrar e piscar, basta trazê-lo até aqui. — Me informou.
—Obrigado.
Me virei para os três, que haviam ouvido a conversa, e perguntei a Hermione.
—Você se lembra onde era o bar? Porque eu não.
—Eu acho que ficava à direita da entrada, mas agora não tenho certeza. Vamos andando por ai, procurando.
Saímos os quatro caminhando pelo ambiente um pouco mais escuro nos corredores, notando as mesas iluminadas individualmente, o que dava um ar aconchegante ao local, e alguns minutos depois avistamos o bar. Era um balcão um pouco mais alto, com alguns bancos dispostos ao redor, onde serviam bebidas e aperitivos. Desconfortavelmente, reparei que pessoas demais estavam olhando minha namorada hoje.
Assim que chegamos ao bar, só haviam dois bancos livres, onde Hermione e Gina e sentaram e eu abracei minha namorada de modo possessivo, assim que me posicionei atrás de seu assento.
—Está todo mundo olhando pra você, amor. — Eu falei em seu ouvido, enquanto acariciava a parte exposta das suas coxas.
—E você se incomoda? — Ela disse divertida.
—Desde que não encostem em você e você não saia de perto de mim, não. — Mordi levemente sua orelha. — Eu sei como minha namorada é gostosa.
—E você é muito autoconfiante, não é Sr. Potter?
—Autoconfiante não, mas eu trouxe minha varinha, e isso resolve muita coisa.
Nós dois rimos divertidos enquanto Ron e Mione terminavam de se arrumar mais ou menos do mesmo modo que eu e Gina estávamos.
—Desejam algo? — A moça de dentro do balcão nos perguntou e nos viramos para ela.
—Pode nos trazer o cardápio de bebidas e aperitivos, por favor? — Hermione foi quem se pronunciou.
Minutos depois estávamos olhando os cardápios, enquanto Ron e Gina mantinham uma expressão de dúvida diante das expressões "Tequila" e "Espanhola".
—Não tem cerveja amanteigada, amor? — ela me perguntou e eu ri.
—Nâo, Gi, os trouxas nem sabem que isso existe.
—Harry, o que você vai querer? — Hermione me perguntou.
—Não sei, acho que vou tomar um chop. É muito forte?
—Acho que não, meu pai sempre tomava. — Ela me disse. — E você, Ron? — Se virou para o namorado.
—Eu nem sei o que é tudo isso, Mi.
—Pede o mesmo que o Harry, acho que você vai gostar. — Hermione disse para ele. — E você, Gina?
—Não faço idéia.
—Amor, pede um drink de alguma fruta. Eu sempre ouvia tia Petunia dizer que era a unica bebida que mulheres tomavam e realmente gostavam.
—Minha mão tomava as vezes, eu ja experimentei, é bom.
Decidido isso, fizemos nossos pedidos de bebidas e também de algumas coisas para comer. O cardápio de comidas não variava muito no mundo bruxo, então Ron e Gina conseguiram decidir o que iriam comer. Ficamos aproximadamente uma hora no balcão, comendo e rindo de alguma besteiro que um ou outro dizia. Quando nosso aparelho começou a vibrar e anunciar que nossa mesa havia sido liberada, Ron e Gina quase surtaram de alegria.
Fomos conduzidos até nossa mesa, que ficava em um canto encostada à parede e nos sentados, Gina e Hermione próximas à parede e eu e Ron ao lado delas. Gina provavelmente não estava acostumada a beber e apesar de ter bebido apenas um drink recomendado por Hermione estava rindo um pouco mais agora, e de qualquer coisa. O que consequentemente fazia com que rissemos dela.
Assim que nos sentamos, fizemos os pedidos do nosso jantar e eu me antecipei à minha namorada, pedindo um refrigerante para ela, que não questionou, afinal eu sabia que ela gostava disso. Comemos tranquilamente e rindo de qualquer coisa, a noite estava muito agradável, e quando terminamos ainda ficamos em nossa mesa apreciando o local.
Estávamos rindo de alguma banalidade qualquer quando sinto a mão de Gina acariciando minha perna, perigosamente próxima à minha virilha, olhei pra ela de canto de olho e ela me respondeu com uma discreta piscadinha. Continuamos conversando e rindo enquanto Gina me alisava, agora passando a mão por meu membro, que já latejava de tão duro, e eu agradecia à Merlin o ambiente ser tão escuro.
Resolvi alisá-la também, e assim que subi minha mão entre suas pernas e passei o dedo por cima de sua calcinha, notei que ela estava muito molhadinha. Afastei rapidamente sua calcinha e a penetrei com um dedo, retirando-o logo em seguida, mantendo minha mão bem encostada nela. Neste momento Hermione e Ron estavam entretidos conversando alguma coisa entre eles, já havíamos terminado de comer há aproximadamente meia hora, e eu me pronunciei.
—Vamos embora? — os dois se viraram para mim
—Vamos. — Ron disse sem nenhuma objeção.
Já havíamos pago a conta, então nos levantamos para sair. Assim que Ron e Mione se viraram de costas, retirei minha mão que estava entre as pernas dela e discretamente lambi o dedo com o qual a havia penetrado,
—Gostosa. — sussurrei para ela que mordeu sedutoramente os lábior.
Disfarcei minha ereção abaixando um pouco a camiseta e saímos do Pub. Eu estava morrendo de tesão, mas era o aniversário da minha namorada e eu ainda queria agradá-la muito hoje. Ainda não era meia noite, então perguntei a ela se tinha algum outro lugar onde gostaria de ir.
—Pra sua cama. — Foi sua resposta e eu não pensei em questioná-la.
Andamos calmamente até uma rua mais movimentada, Ron e Mione estavam muito carinhosos um com o outro hoje e trocaram beijinhos o caminho inteiro, porém isso não nos impediu de conversar durante todo o percurso e rirmos de qualquer coisa. Fizemos sinal para que um táxi parasse e entramos.
—Rua dos Alfeneiros. — Eu disse ao motorista que saiu rapidamente em direção ao destino que eu havia dito.
Eu já havia ido a Londres, então sabia que demorava aproximadamente vinte minutos o trajeto de carro, quando já estávamos perto, me virei para Gi e sussurrei.
—Amor, retoca o batom.
—Por que? — Ela me perguntou confusa.
—Porque desde a hora que eu vi você com a boca vermelha daquele jeito eu to imaginando aquelas marquinhas no meu corpo. — Falei baixo, para que só ela ouvisse.
Ela sorriu para mim, e pegou a bolsa de Hermione, tirando de la de dentro um pequeno espelho e o batom vermelho, retocando-o.
—Assim está bom? — Me perguntou lambendo sedutoramente os lábios.
—Gostosa. — Me limitei a responder.
Pouco tempo depois parávamos na esquina da Rua dos Alfeneiros, eu disse ao motorista que ele podia retornar dali, e lhe paguei a quantia devida. Saímos do carro e andamos no mesmo clima de descontração até a casa que havia sido dos meus tios. Foram aproximadamente três minutos de caminhada e estávamos parados em frente à porta da entrada, abrindo-a com magia, e fechando-a do mesmo modo logo depois de entrar. Hermione insistiu em lançar alguns feitiços de proteção na casa, não nos opusemos a isso.
Todos já conheciam a casa, então não me preocupei em apresentá-la a eles.
—Onde podemos dormir, Harry? — Ron questionou.
—Onde quiserem, menos no meu quarto porque eu vou dormir la, ok? — Falei e ele concordou.
—Tem a sala, se quiserem assistir televisão, o quarto de Duda e o quarto dos meus tios, que tem uma banheira. Hermione certamente sabe como usá-la. — Falei já subindo as escadas com Gina e deixando os dois na sala. — Sintam-se a vontade, podem fazer o que quiserem, só deixem tudo arrumado depois, ta? Boa noite.
—Ok, obrigada. — Hermione respondeu. — Boa noite.
Não esperei para saber onde os dois iriam dormir, entrei com minha namorada em meu antigo quarto, trancando-o em seguida e lançando o feitiço mais util que já aprendi:
—Abafiatto!
Me virei para Gina e ela sorria abertamente para mim, com uma expressão um tanto quanto tarada no rosto. Não foi necessário perguntar o que era, eu sabia muito bem o que ela queria. E eu queria tanto quanto ela. Avancei em sua direção e a puxei pelas coxas, pegando-a no colo com uma perna de cada lado do meu quadril e a coloquei sentada, ainda com as pernas abertas, em cima da mesma mesa de estudos que já havíamos estreiado. Seu vestido instantaneamente subiu mostrando apenas um pedaço da sua bocetinha coberta por uma minuscula calcinha preta de renda. Passei a mão ousadamente sobre ela, fazendo com que ela gemesse e arfasse, antes de me puxar para um beijo muito, muito quente.
Alisei seus seios por cima do vestido e desci minhas mãos para seus quadris puxando-a de encontro a mim e esfregando meu pau muito duro nela. Ela puxou minha camiseta e a retirou, jogando-a em um canto qualquer do quarto, fiz o mesmo com seu vestido e me afastei um pouco para vê-la apenas de calcinha, sutian tomara que caia e salto alto.
—Você vai desfilar pra mim de novo, não é? — Perguntei enquanto a virava de costas pra mim e me esfregava em sua bunda totalmente descoberta pela minúscula calcinha fio dental.
—Eu vou fazer tudo que você quiser. — Ela respondeu e eu a apertei mais ainda em mim.
Ela se soltou de mim e me empurrou para que eu encostasse na mesa onde ela estava sentada instantes atrás e se virou de costas para mim, andando lenta e sedutoramente até o outro lado o quarto, em seguida voltando do mesmo modo em minha direção. Quando chegou até mim, me empurrou levemente e eu me sentei, como ela queria, abrindo as pernas para que ela se encaixasse entre elas. Ela segurou minhas mãos com as suas e as prendeu apoiando-se na mesa, enquanto começava a me beijar na boca e descendo seus beijos pelo meu pescoço, chupando de modo excitante.
Ela desceu seus beijos gradativamente pela minha barriga, manchando-me com seu batom vermelho, até que se ajoelhou na minha frente, me olhando nos olhos enquanto abria os botões da minha calça. Ela retirou lentamente meus sapatos e meias e em seguida minha calça, deixando-me apenas de boxer e com um volume enorme por baixo. Ela distribuiu beijos, lambidas e chupadas também pela minha coxa enquanto me olhava e suas mãos brincavam com o elástico da minha cueca.
Eu olhava pra ela com a boca entreaberta e com um tesão fora do comum, ela não estava mais segurando minhas mãos, mas eu ainda não havia conseguido mexê-las. Ela mordeus os lábios para mim e puxou minha cueca, retirando-a, e foi subindo mais seus beijos,direcionando-os à minha virilha. Quando já estava com o rosto muito próximo ao meu membro, ela exitou um pouco, talvez em dúvida, e começou lambendo toda sua extensão, logo depois segurando meu pau com uma das mãos e colocando-o timidamente na boca.
Foi IMPOSSÍVEL não gemer. Sua boca era quente, umida, e estava subindo e descendo por meu membro, de uma maneira enlouquecedora. Minhas mãos instintivamente foram para seus cabelos e os tirei da frente do seu dela, para que eu pudesse ver o que ela fazia. Ela me chupou por um tempo e quando eu senti que iria gozar, a puxei pelos cabelos, eu não queria terminar agora.
—Eu não quero gozar agora. — Falei diante de sua cara de dúvida e ela abriu um sorriso enorme.
A empurrei em direção à minha cama sem delicadeza alguma, o momento não exigia isso, mas me preocupei em não machucá-la quando a joguei deitada sobre elz. Ela se deitou com as pernas abertas para mim e ainda de sapatos de salto, que foram as unicas peças de sua roupa que eu não tirei.
Me ajoelhei entre suas pernas e comecei beijando sua boca com muita vontade, descendo em seguida para seu pescoço, onde certamente haveria uma marca na manhã seguinte. Em seguinda retirando seu sutian e chupando seus seios com vontade, afinal eu adorava eles! Comecei chupando um , enquanto massageava o outro e esfregava meu pau, que estava encostado em sua minuscula calcinha. Continuei assim até sentir que ela começava a ficar impaciente e continuei descendo meus beijos por sua barriga, até que cheguei à calcinha e sem nenhuma cerimônia a arranquei.
Hoje eu sabia muito bem o que fazer, então comecei chupando toda sua bocetinha, que estava muito molhada. Ela gemeu audivelmente e se mexeu um pouco embaixo de mim. Continuei chupando com vontade até sentir que ela estava muito perto de gozar, e parei me levantando. Sem que ela tivesse tempo de protestar a penetrei fundo, fazendo-a morder os lábios fortemente. Estoquei algumas vezes com um pouco de força, fazendo-a gemer cada vez mais alto, e sai de dentro dela, falando em seguida:
—Fica de quatro pra mim?
Ela arfou mais umas duas vezes, mordeu os lábios para mim enquanto sorria, e se virou ficando na posição que eu havia pedido. Provavelmente eu nunca verei na minha vida uma cena mais sexy do que essa: Gina de quatro, virada pra mim, totalmente sem roupa, apenas com um sapato de salto. A penetrei novamente e comecei estocando devagar, afinal eu não sabia se essa posição machucava ou não. Ela rebolou na minha frente e disse a palavrinha mágica da minha noite:
—Mais!
Nesse momento eu me perdi, metia cada vez mais e ambos gemiamos muito. Minutos depois gozamos, eu um pouco antes dessa vez, não consegui segurar. Mas só parei depois de ter certeza que ela havia se satisfeito tanto quanto eu. Nossas respirações estavam aceleradas e continuamos um pouco nessa posição, eu agora acariciava seus quadris, onde alguns segundos atrás estava segurando com força.
Sai de dentro dela e me deitei ao seu lado. Ela apenas se inclinou e deitou de bruços ao meu lado, me olhando ainda arfante e sem falar nada. Retirou os sapatos com os pés mesmo e continuou me olhando com a mesma expressão indecifrável. Sustentei seu olhar por um tempo, até que ela deitou sua cabeça em meu antigo travesseiro e continuou me olhando da mesma maneira. Quando nossas respirações já haviam se acalmado, eu tive que perguntar.
—O que foi, Gi?
Ela riu pra mim e veio se arrastando em minha direção antes de responder:
—Eu quero mais.
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