Sob minha Pele

25 Capítulo Vinte e Quatro


Notas iniciais
Olá! Hoje postei uma one comemorativa de dia das mães, quem quiser conferir aqui está: https://fanfiction.com.br/historia/732923/The_Best_Day/ Um feliz dia das mães para as leitoras que já são mamães e, um beijo para as mães das leitoras, que elas também tenham um dia maravilhoso. Boa leitura :3 (Música do capítulo: https://www.youtube.com/watch?v=cd6WyWZJp9k )

— Capitulo Vinte e Quatro —

— Bella —

Apaixonada, completamente apaixonada por Edward Masen. Não sabia como aquela palavra podia ser tão poderosa, até me descobrir apaixonada pelo garoto do Brooklyn.

Com toda certeza do mundo nunca tinha me sentindo daquele jeito por ninguém, todo aquele sentimento em meu peito parecia fogo, me consumindo rapidamente, espalhando-se pelo resto do meu corpo. Ele — o sentimento, mas também Edward — estava alastrando-se, tomando conta de mim.

Não tinha mais escapatória, ele já me tinha em suas mãos.

A boca de Edward estava na minha, nós trocávamos um beijo urgente, que só fazia com que eu ficasse ainda mais excitada. Estava pouco me importando de estarmos em um banheiro, eu o queria ali mesmo, eu queria que ele me tivesse também.

Lentamente, provocando-me ainda mais, Edward deslizou uma mão dos meus seios, passando por minha barriga até chegar a calcinha que eu usava. Ele brincou com a peça, dando a entender algumas vezes que iria tirá-la de mim, mas nunca fazendo aquilo realmente.

Eu já estava entrando em desespero com toda aquela provocação, precisando tê-lo de verdade, quando Edward por fim deslizou sua mão para o interior da calcinha. Eu gemi, de prazer e alivio por finalmente estar tendo o que queria.

— Porra — ele xingou em meus lábios, seus dedos me excitando ainda mais a cada toque. — Você está tão molhada, Bonequinha.

Não sabia que podia gostar daquele maldito apelido, mas com Edward me chamando tanto por ele estava me acostumando e acabando por gostar.

— Resolva isso — implorei, apoiando minha cabeça na porta, arqueando meu corpo para Edward ter mais acesso a ele.

Sem se fazer de rogado, ele colocou um dedo dentro de mim, então outro. Eu gritei de prazer, ao mesmo tempo em que sentia meu coração acelerar ainda mais.

— Você é tão linda, Bonequinha — Edward disse, beijando-me mais uma vez. Eu simplesmente assenti, fraca demais com o que ele estava fazendo entre minhas pernas para conseguir dizer qualquer coisa coerente.

Com a mão livre Edward abaixou minha calcinha, eu a deixei cair por minhas pernas até se juntar ao vestido. Ele ganhou mais espaço com aquilo, seus dedos podendo se mover com mais velocidade.

— Edward — gemi, alto, seu nome quando ele levou seus lábios para meu pescoço, o beijando com lentidão, uma provocação que estava amando.

— Geme baixinho, linda — ele pediu contra minha pele, seus dedos saindo de dentro de mim como uma punição. — Nós não queremos que ninguém mais te escute gozar.

— Porra — foi minha vez de xingar ao pensar em gozar com e para Edward. — Eu vou me conter — prometi, abrindo os olhos, encontrando com os dele. — Só você vai me ouvir gozar, Masen — falei, dando um sorriso malicioso para ele, que atacou minha boca em mais um beijo urgente.

Quando o beijo acabou, Edward se afastou um pouco. Suas mãos que estavam em meus quadris, moveram-se rapidamente para tirar sua jaqueta deixando-a ir para o chão, logo voltando ao meu corpo, seus olhos permaneceram fixos nos meus. Ele as moveu com lentidão por minha barriga e coxas, seu toque era quente contra o frio do banheiro, fazendo com que eu me arrepiasse.

Ele beijou minha testa, então a ponta do meu nariz, o que me fez sorrir. Seus beijos descendo por meus lábios e queixo, era como se ele estivesse descobrindo cada pedaço do meu corpo com sua boca.

Beijou minha garganta, meus seios, descendo por minha barriga. Eu tentava não ceder, minhas pernas fracas demais mal conseguiam sustentar meu corpo.

Então, Edward chegou a minha boceta, ajoelhado diante de mim. Ele levantou o rosto, olhando-me com toda aquela intensidade que seus olhos verdes eram capazes de ter. Suas mãos abriram minhas pernas, indo para minha bunda, puxando-me mais para si.

— Você me quer, Bonequinha? — perguntou, sua voz era baixa e enrouquecida.

— Sim, eu quero você, Edward — respondi baixinho. — Faça-me sua, por favor.

Edward sorriu, um sorriso torto que era totalmente ele. Fatal, seu sorriso era fatal para mim, extremamente poderoso que atingia meu coração em cheio.

— Eu a farei ser minha, Bonequinha.

Maldito apelido, por que até com aquilo Edward conseguia soar tão sexy?

Seus lábios depositaram um beijo abaixo do meu umbigo, eu respirei fundo, sentindo os beijos descerem ainda mais. Milímetros de pele sendo descobertos por Edward, ele estava me desbravando.

— Edward. — Arfei quando sua língua rodeou meu clitóris, minhas mãos voaram até seus cabelos, querendo mantê-lo ali, não que eu realmente achasse que ele fosse sair de entre minhas pernas. — Hum, mais, por favor — implorei quando ele moveu sua boca para minha virilha.

— Baixinho, Bonequinha — ele lembrou. — Só eu posso te ouvir, lembra?

Assenti, mesmo que ele não estivesse olhando para meu rosto.

Ele tirou uma de suas mãos da minha bunda, unindo-a a sua boca em minha boceta. Enquanto sua língua quente voltava ao meu clitóris — fazendo com que eu gemesse novamente, mal conseguindo conter o gemido de virar um grito —, seus dedos foram para minha entrada.

— Molhada — ele disse contra minha pele quente e sensível, seus dedos rodeando meu sexo. — Eu te deixo excitada, não é, Isabella?

Quase tão bom quanto ouvir o Bonequinha era ouvir meu nome inteiro saindo por seus lábios, cada palavra na voz de Edward Masen tornava-se um canto sensual.

— Muito — consegui responder, puxando seus cabelos quando ele colocou apenas as pontas de seus dedos em mim.

— Molhada e apertada. — Empurrou mais um pouco seus dedos, foi muito difícil não perder o controle de minhas pernas naquele momento. — Mal vejo a hora de fodê-la com meu pau.

Ele ergueu seu rosto para me olhar.

— Faça isso — clamei em desespero, querendo ter Edward por inteiro para mim.

— Ainda não, eu quero prová-la primeiro. — Ele tirou seus dedos, os chupando, seus olhos fixos nos meus. — Porra, você é muito gostosa, Bonequinha.

— Edward, por favor — supliquei.

— Tão ansiosa — Edward disse em um tom repreendedor, depositando um novo beijo abaixo do meu umbigo. — Relaxe, vou cuidar do seu estado lastimável de tesão.

— Sim, faça isso de uma vez — exigi, ele riu.

— Ansiosa e exigente. — Edward assoprou em minha boceta, foi impossível não estremecer. — Você ficaria muito puta se eu te deixasse na mão, não é?

— Vai me deixar? — o confrontei, parte de mim temendo que ele realmente fizesse isso.

Por um tempo, era eu a pessoa querendo usar Edward para provar que podia ter qualquer um fazendo minhas vontades, mas isso com toda certeza tinha mudado. Não era um jogo, eu estava apaixonada pelo vocalista da The Dragons. Porém, ele podia estar querendo me fazer pagar na mesma moeda.

— Não é um jogo, Isabella! — exclamou, um de seus sorrisos fatais tomando espaço em seu rosto.

— Não é um jogo — sussurrei de volta.

Sua língua retornou para meu clitóris, eu joguei minha cabeça para trás ao ser surpreendida pelo toque, minha respiração tornando-se rapidamente desregular. Edward também voltou a usar seus dedos, dois de uma única vez, fundo e rápido. Mão e lábios trabalhando em conjunto para me enlouquecer.

Eu nunca tinha sentido tanto prazer, nem estive tão entregue. Porém, Edward me desconstruía por inteiro. Ele me tomava para si, ele me enlouquecia e eu adorava aquilo.

Para meu desespero, ele tirou seus dedos de mim, mas logo fui acalentada por sua língua deixando meu clitóris e indo para minha entrada. Bom, ótimo, excelente, era até mesmo difícil descrever o quão prazeroso era ter Edward Masen me dando prazer, até que aquilo foi rudemente interrompido.

— Ei, quem está ai? Eu preciso mesmo usar o banheiro! — Uma garota idiota qualquer gritou do lado de fora.

Eu soltei um gemido novo, aquele de descontentamento. Edward parecia não ter a ouvido, eu estava prestes a deixar a estranha para lá, quando ela voltou a nos interromper.

— É sério, preciso mesmo entrar ai. — Batidas na porta atrás de mim soaram.

— Puta merda — Edward xingou, sua boca deixando meu corpo, deixando também um sentimento de vazio para trás. — Vá embora! — gritou para a garota, logo voltando a me chupar, o que foi ótimo para mim, mas ainda era ruim ter só uma porta nos separando da estranha.

— Edward, me deixa entrar — a garota exigiu, continuando a esmurrar a porta.

Então, ele me deixou de novo. Eu gemi de frustração, tinha sido uma ideia idiota pensar que conseguiríamos realmente ter sexo naquele maldito banheiro, estávamos na droga de um loft pequeno, claro que em algum momento alguém da festa ia precisar entrar ali.

— Desculpe por essa merda, Bonequinha — Edward pediu, levantando minha calcinha conforme erguia seu corpo do chão.

— Não — choraminguei.

— Eu prometo que voltaremos a isso o quanto antes. — Beijou o lado da minha cabeça.

— Arg, garota idiota — reclamei da estranha, eu ainda estava louca para foder com Edward, mas a interrupção tinha feito os níveis de tesão caírem bruscamente.

Rapidamente coloquei meu vestido, enquanto Edward recolocava sua jaqueta.

— Mais rápido, vocês podem foder em outro lugar! — Ela voltou a socar a porta.

— O banheiro é todo seu, Irina — Edward anunciou quando abriu a porta, depois de se certificar que eu estava devidamente vestida.

Eu bufei a ver quem era, a garota que estava ficando com Emmett aquela noite. Talvez eu devesse fazer um favor para Rosalie e sumir com aquela loira babaca.

— Ótimo! — Ela passou pela gente como uma bala, entrando no banheiro e batendo a porta.

— Ela é a irmã da tal Tanya, né? Eu odeio essas duas — resmunguei, vendo Edward dar um sorriso travesso, enquanto sua mão entrelaçava-se a minha. — O que foi?

— Eu quero te chupar mais e mais — sussurrou em meu ouvido, mordendo minha orelha depois.

— Edward. — Apertei seu braço com força. — Vamos dar o fora daqui.

Ele suspirou.

— Foi mal, Rosalie e os outros me matariam se eu fosse embora no meio de tudo. Vamos cair fora logo, tudo bem? — Seu rosto se voltou para o meu. — Quer dizer, se você quiser ir para meu apartamento — falou com incerteza.

Eu queria, queria muito.

— Mal vejo a hora de conhecer sua cama. — Foi minha vez de sorrir travessamente.

Edward riu, me puxando para um beijo. Ainda podia sentir meu gosto em sua língua, durante o beijo rápido, mas intenso, que também foi interrompido pela idiota.

— Então, você ganhou o aniversariante.

Sério, eu já detestava Irina.

— É, eu ganhei — falei em um tom sério, tentei me afastar de Edward, mas suas mãos eram firmes ao redor da minha cintura, fazendo com que eu continuasse grudada nele.

— Bella, Irina. Irina, Bella — ele nos apresentou rapidamente, seus lábios cobrindo os meus no instante seguinte.

— Oh Deus, Edward é mesmo insaciável. — Ouvi os sons do salto dela seguindo em direção à escada. — Boa sorte, Bella, você vai adorá-lo, eu adorei. — Irina falou, já afastando-se.

— Espera, o que? — Afastei minha boca de Edward, o encarando, ele permanecia de olhos fechados. — Você teve um ménage com as duas irmãs?

— Não. — Ele bufou, abrindo os olhos. — Isso teria sido quente, mas não. Transei primeiro com Irina, depois com Tanya.

— Que merda, Edward! — gritei, conseguindo soltar-me do seu aperto. — Isso é ridículo e nojento!

— Sério? Você está mesmo me julgando por ter transado com duas irmãs, Isabella?

— E-Eu — gaguejei.

— Você não tem direito nenhum de me julgar por merda nenhuma — ele declarou sério. — Eu transei com Tanya, transei com Irina e que se foda, não é como se estivesse traindo ninguém por ai.

Cruzei os braços na frente do corpo, dando mais alguns passos para longe dele.

— Vai jogar na minha cara que eu trai Jacob? — indaguei, afinal Edward estava lá quando o Black falou para todos sobre quando eu estive com Paul.

— Eu não mencionei seu ex namorado babaca — disse irritado. — Estou pouco me importando para o que fez no seu passado, Isabella. Da mesma forma que você dando ataques pelo o que fiz no meu não deveria existir, isso só vai estressar a nós dois.

— O que nós estávamos fazendo? — o questionei, Edward respirou fundo, esfregando seu rosto.

— Não tenho ideia do que estamos fazendo, Bella — disse sinceramente. — Até o começo da noite eu era apenas eu, agora tem você e somos um nós, isso é confuso demais para ser acertado tão facilmente.

— Nós somos um nós? — murmurei, Edward assentiu, cruzando a distância que nos separava.

— Eu acho que somos sim. — Afagou meu rosto.

— Somos um nós exclusivo, ou um nós que aceita outros?

Ele fez uma careta.

— Não quero dividi-la, Isabella.

— Também não quero dividi-lo. — Segurei em seu rosto com ambas as mãos. — Um nós exclusivo, então.

— Devemos nomear esse nós exclusivo?

Ele estava com medo, mas eu também estava. Nós dois tínhamos nossas ressalvas, nossas barreiras que ainda precisavam ser superadas.

— Ainda não, o que acha?

— Vamos ver como isso funciona? — Ele puxou uma de minhas mãos para sua boca, depositando um beijo na palma.

— É, mas sem divisões.

— Isabella — ele falou meu nome praticamente o cantando. — Eu não vou dividi-la, pode escrever isso.

— Excelente, eu também não quero dividi-lo.

Ele concordou com um aceno de cabeça, parecendo perdido em seus pensamentos.

— Você tem que voltar para sua festa agora — o lembrei, Edward revirou os olhos, mas concordou.

Nós descemos a escada de mãos dadas, uma ligação que eu não queria quebrar. Poderíamos ser um nós sem rótulo, sem divisões, por um longo tempo, apenas queria ter Edward comigo.

***

Estive ao lado de Edward por todo o tempo, ele precisava ser o anfitrião da festa e fiquei com ele. Quando era necessário me apresentar às pessoas, ele dizia apenas meu nome.

Nada de amiga, ficante, namorada, nem nenhum outro rótulo. Apenas Bella, sem nem mesmo o sobrenome. E, parecia bom ser somente a Bella por uma noite, sem nenhuma preocupação pesando em meus ombros.

Quase no fim da festa, quando as pessoas ali se reduziram significativamente, terminei no sofá, sentada no colo de Edward. Rosalie tinha nos servido uma fatia de bolo e estávamos dividindo.

— Edward! — protestei quando ele fingiu que iria me dar um pedaço, mas comeu no meu lugar. — Não seja egoísta. — Cutuquei sua barriga. — Me dê um pedacinho também.

— É o meu bolo de aniversário.

— Sim — concordei com aquilo. — Mas, você tem uma linda garota em seu colo pedindo por um pouquinho dele, dê a ela.

— Aqui. — Ele lambuzou seu dedo no glacê, espalhando-o por meu rosto, na bochecha, boca e queixo.

— Edward! — gritei seu nome, rindo de sua arte, sem conseguir ficar brava com ele por conta daquilo. — Você me sujou.

— Eu resolvo isso. — Seus lábios e sua língua logo estavam em mim, lambendo o glacê. Sexy, Edward era puramente sexy em tudo que fazia. Ele tinha um charme que era impossível de se resistir, a maior prova daquilo era eu naquela noite de segunda-feira, entregando-me a ele de diversas maneiras.

— Eu acho que mereço uma revanche. — Sujei meu dedo no glacê também, o espalhando por seu pescoço.

— Ei, não, isso não foi uma revanche justa — ele protestou também.

— Baixinho — ordenei, como ele tinha feito comigo no banheiro, levando minha boca para seu pescoço. Tirei o glacê dele, beijando, lambendo e chupando sua pele, Edward gemeu embaixo de mim por conta daquilo tudo.

— Golpe baixo, Isabella — falou contra sua respiração.

Apenas ri, beijando seu pescoço mais uma vez antes de transpassar meus braços ao redor dele, agarrando-me ao vocalista. Ele depositou um beijo na minha testa, voltando a comer seu precioso bolo.

— Aqui, Bonequinha — ele me deu um pedaço.

— Você sabe, usar esse apelido para me provocar não está mais surtindo efeito, já me acostumei a ele.

Edward sorriu, largando o prato com bolo ao seu lado no sofá, para segurar a base de minhas costas com uma mão, enquanto usava a outra para afastar uma mecha de cabelo do meu rosto. Ele colou seus lábios nos meus por um instante, permitindo-me sentir o gosto do glacê e do chocolate em sua boca.

— Quem disse que estou o usando para provocá-la? Eu também já me acostumei a te chamar assim. — Ele me beijou novamente.

— Senti tanto sua falta — confessei mais uma vez aquela noite, remexendo-me em seu colo para poder esconder meu rosto em seu pescoço.

— Também senti a sua — ele disse, afagando minhas costas, a outra mão repousada em minha coxa. — Rosalie teve de me aturar, deve ter sido um inferno para ela.

— Como assim? — perguntei baixinho.

Se a música não estivesse tão alta, eu acabaria dormindo no colo de Edward. Era confortável e seguro ali, também era surpreendente o quanto já confiava nele, desde antes, provavelmente desde o momento que ele apareceu no hospital para me apoiar quando quase perdi mamãe.

— Eu não estava num humor muito bom, porque estava irritado por não poder te ver — falou em tom de confissão, aquilo fez com que eu o abraçasse com mais força.

Não queria nunca mais sair dos braços de Edward, era meu novo lugar preferido no mundo.

— Estou aqui agora — foi tudo que falei.

— E você não faz ideia de quão feliz estou com isso — ele sussurrou, beijando minha cabeça. — Obrigado por ter vindo, Bonequinha.

Eu também estava muito feliz por ter ido e, planejava não deixar mais a vida de Edward.

Algumas pessoas chamaram por Edward, o que nos obrigou a sair de nossa bolha. Enquanto ele ia se despedir dos seus amigos, eu rumei até a cozinha do loft para levar o resto do bolo abandonado e buscar algo para beber.

Edward estava entretido com o grupo que estava prestes a ir embora, Alice e Jasper conversando com a chata da Irina Denali e Rosalie se pegando com Mike, então fiquei sozinha na cozinha, esperando alguém se desocupar. Vi Emmett descer as escadas do loft, indo em direção à cozinha, fazendo mais uma limpeza geral no balcão entulhado de garrafas, copos de bebida e pacotes de salgadinhos, ele sequer olhou para mim, ignorando-me por completo.

— Emmett, nós podemos conversar por um instante?

— Sobre o que, Bella? — indagou em um tom de voz ríspido.

— Sobre você, Edward e eu.

Emmett me encarou, nada contente com o que tinha ouvido. Mas, eu precisava ao menos tentar apaziguar o clima tenso que por minha culpa tinha se instalado entre os amigos.

— Não acho que tenhamos qualquer coisa para conversar sobre isso — ele falou, jogando os pacotes de salgadinho em um saco de lixo.

— Emmett, é sério — insisti, aproximando-me dele. — Desculpe por ter feito você de bobo.

Ele riu, não era uma risada como a de Edward, era fria.

— Você é uma garotinha muito mimada, não é mesmo? Até mesmo suas desculpas são péssimas, Isabella.

— Só estou tentando consertar o que baguncei.

Ele revirou os olhos, jogando o saco de lixo no chão.

— Não bagunçou nada, Isabella, acredite em mim. Tudo que aconteceu aqui foi Edward conseguindo foder uma garota antes de mim, nada demais. Ele vai cansar de você em dois tempos, ou você vai cansar dele antes, tanto faz. O que importa é que ele não é um príncipe encantado e você com certeza não é uma princesa, isso não vai durar nada. — Emmett recolheu o lixo do chão, sorrindo maliciosamente para mim quando voltou a me olhar. — Quando você terminar seu joguinho com Edward basta me procurar, gatinha, vai ver que apenas perdeu seu tempo com o integrante errado da banda.

Piscou para mim uma vez, antes de se afastar, deixando-me muda para trás.

— Tudo bem? — Alice se uniu a mim logo depois.

— Sim — menti, sem querer causar mais conflitos entre Edward e Emmett.

E estava com medo de que a fala de Emmett estar certa. E se Edward e eu realmente não durássemos nada? Ter me afastado dele após aquele único beijo no hospital já tinha sido difícil, seria ainda pior ter que seguir um caminho diferente ao dele depois de já estar tão envolvida fisicamente e emocionalmente.

Estar apaixonada não era só sobre coisas boas, eu também tinha minha cabeça na merda por tantos receios de tudo dar errado e acabar machucada no final.

— Então, como você e Edward estão indo? — Alice perguntou entusiasmada. — Mamãe vai ficar louca quando descobrir que vocês estão namorando.

— Não estamos usando um rótulo — falei rapidamente, vendo Edward rindo com seus amigos que continuavam retardando sua partida.

— O quê? Como assim? — Confusão atravessou o rosto de Alice.

— Não me peça para explicar — pedi a ela, suspirando. — Só não fique muito em cima, tá bom? — Ela concordou, mas não se manteve calada.

— Sabe que qualquer coisa é só falar, Bella.

— Eu sei, obrigada, Alice — agradeci, Edward estava abrindo a porta do loft, deixando os últimos convidados, sem serem seus amigos mais próximos, irem embora, era uma boa hora para nós dois cairmos fora para seu apartamento. — Não vou voltar para Manhattan com você — falei para Alice, ela riu.

— Isabella Higginbotham irá dormir no Brooklyn? — provocou.

— Não enche — pedi, recebendo dela meu celular, cartão e chaves que estavam em sua bolsa, na sala Edward interrompeu Mike e Rosalie para conversar com a amiga.

— Tudo bem, eu sei que dormir no Brooklyn é irresistível — ela continuou provocando. — Já que você vai estar com seu garoto, eu vou ficar por aqui com o meu. Mas, antes preciso avisar meus pais, ou papai surta — falou, digitando uma mensagem em seu celular.

Conferi o meu, nenhuma ligação e apenas uma mensagem. Em outros tempos eu teria diversas ligações e mensagens de amigos, mas estava longe de tudo e de todos desde que Renée foi para o hospital.

Abri a mensagem, sabendo que era de vovô.

Vovô: A casa fica vazia demais sem você, minha garota preferida, sinto muito sua falta. Cuide-se!

— Bella? — Alice me chamou, olhei para ela, notando ali que eu apertava o celular em mãos.

— Sim?

— Tudo bem? Você está um pouco pálida.

Como vovô ficaria quando soubesse sobre Edward? Era a pergunta gritando em minha mente.

— Claro, tudo bem, você sabe que sou branca demais. — Digitei uma mensagem de volta para vovô, dizendo que estava na casa dos Cullen e que ficaria bem, ainda não podia falar sobre Edward para ele.

— Hey, nós podemos ir embora agora. — Edward se juntou a Alice e eu.

— Tome conta dela — Alice ordenou a ele, sorrindo excessivamente para nós dois.

— Pode deixar, ela estará em boas mãos — prometeu a ela, unindo sua mão a minha.

Eu sabia que estaria mesmo, as mãos de Edward eram ótimas.

— Ligue-me amanhã, nós podemos voltar para Manhattan juntas — Alice sugeriu, eu assenti para ela, mas já indo com Edward em direção à porta de saída do loft, precisávamos ir para um lugar onde ninguém nos atrapalharia.

Eu não me importei em me despedir de ninguém da sala, entre Irina, Jasper e Emmett não achei que nenhum deles sentiria minha falta. E, Rosalie tinha voltado a se ocupar com Mike.

— É por aqui. — Edward apontou para o caminho que devíamos seguir.

— Sim, mas nós vamos pegar um táxi, não? — falei, apontando para a rua diante o loft.

— Não — ele negou. — É perto daqui, não vale a pena gastar dinheiro com táxi.

— Eu pago.

— Bella, você vai andar bem pouco — ele insistiu.

— Eu estou usando sapatos Jimmy Choo — choraminguei, eram de Alice, mas ainda assim eram bons demais para serem desgastados com caminhadas.

— Quem é Jimmy Choo? — perguntou confuso.

— Sério que não conhece Jimmy Choo, Edward? — indaguei perplexa, tremendo quando um vento frio passou por nós.

— Não, mas ele fez esse vestido também? — Edward perguntou, tirando sua jaqueta. — Você vai congelar andando por ai com isso, deve chover ainda hoje.

Ele me ajudou a vestir sua jaqueta, ela tinha cheiro de Edward. Era bem grande para mim, mas quem se importava? Era como estar nos braços dele, o que era perfeito.

— O quê? — indagou quando fiquei parada, apenas olhando deslumbrada para ele. — Está encarando minha mandíbula novamente?

— Você é incrível — eu disse, fascinada por aquele cara cada vez mais. — Leve-me para seu apartamento logo — pedi, guardando meu cartão, celular e chaves no bolso da jaqueta, voltando a colocar minha mão na de Edward.

— Seu desejo é uma ordem, senhorita. — Depositou um beijo na minha mão, guiando-me para seu apartamento.

— Qual seu problema com pegar um táxi? — Não pude me conter.

Ele apenas riu, soltando minha mão, mas logo colocando um braço por cima dos meus ombros.

— Aprecie o Brooklyn, Isabella — aconselhou. — É lindo aqui, não?

Não, eu não achava nada belo ali. Mas, pelo menos não era o Bronx.

— Na verdade, vou te levar para um dos melhores lugares do Brooklyn, Bonequinha — falou, antes que eu pudesse responder sua pergunta anterior.

— Seu apartamento, eu espero.

Era o único lugar que queria ir aquela noite.

— Nós chegaremos lá, mas faremos uma parada antes. — Sinalizou para uma barraquinha de hot dog no fim da rua do loft.

— Não, nem pensar, Edward — cortei sua ideia maluca logo de cara. — Vamos direto para seu apartamento, meus pés já estão me matando por conta dos saltos.

— Isso que dá calçar o pobre Jimmy Choo.

— Você nem sabe quem ele é — resmunguei, fazendo uma careta quando Edward parou junto à barraquinha, cercada por pessoas mesmo que já fosse quase de madrugada. — Eu não vou comer — alertei.

— Certo. — Ele sacou dinheiro de seu bolso. — Vai perder o melhor hot dog do mundo.

— Posso sobreviver. — Cruzei os braços na frente do corpo, torcendo o nariz para a montanha de gordura que era aquilo. Edward comprou um quando chegou sua vez e andou até a escada do prédio mais próximo, sentando ali.

Eu fiquei em pé, o vestido de Alice que eu usava era branco e muito fácil de sujar. Ela me amava, mas iria me matar se eu sujasse sua roupa de modo extremo.

— Tem certeza de que não quer? Está muito bom. — Ele lambeu seus lábios como para comprovar o que tinha dito, ou apenas para tentar me seduzir mais.

— Não — me encolhi dentro de sua jaqueta quando mais um vento frio pode ser sentido, definitivamente iria chover.

— Hum, muito bom mesmo — Edward gemeu, dando mais uma mordida.

— Você também faz sons de sexo enquanto come — eu disse, sorrindo ao me lembrar de quanto tínhamos comida pizza juntos no apartamento de Alice, o que já parecia ter acontecido a uma vida antes.

— Isso está muito melhor do que aquela pizza de Manhattan, acredite — falou, sorri mais por ele também estar pensando no mesmo que eu.

— Okay, eu acho que posso ter um pedaço — cedi, Edward sorriu vitoriosamente, colocando-se de pé. — Mas, só porque mal consegui comer o bolo da festa de onde estava, o aniversariante era muito egoísta.

— Ainda assim você o chupou — ele disse, duplo sentido escorrendo por sua voz, enquanto me entregava o hot dog.

— Chupei, mas ainda não como quero — falei, levando o hot dog à boca, Edward suspirou, sua mente com certeza povoando de imagens impróprias.

Eu me surpreendi, mesmo que devesse ter previsto que o Masen estaria certo, o maldito hot dog era uma delicia.

— Normal, nada demais — menti, devolvendo a ele.

— Fale a verdade — ele exigiu, limpando um pouco de molho do canto da minha boca.

— Bom.

— Bella, você pode elogiar melhor.

— Gostoso.

— Tente mais um pouco.

— É uma das melhores coisas que já comi.

— Eu sabia que estava certo — falou cheio de si, estava prestes a voltar a comer o hot dog, mas o roubei de sua mão. — Eu devo comprar outro?

— Deve — respondi de boca cheia, sem me importar em ser educada.

Depois que nós saciamos nossa fome, com hot dog de rua, algo que nunca pensei que iria comer, voltamos a seguir para seu apartamento. Ambos em silêncio, nossos dedos entrelaçados movendo-se em uma dança enquanto andávamos.

— Você sempre viveu aqui? — perguntei, olhando ao redor enquanto caminhávamos.

— Sim, nascido e criado — respondeu, beijando minha cabeça. — Manhattan, certo?

— Desde sempre — entendi sua pergunta. — Arg, frio. — Me queixei quando mais uma rajada de vento nos atingiu, mas aquela chegou acompanhada com uma chuva surpresa e intensa.

— Merda! — Edward xingou, agarrando minha mão com mais firmeza, fazendo com que eu corresse junto dele.

Foi uma tarefa difícil por conta dos sapatos que usava, alguns passos depois um dos saltos já escorregava do meu pé.

— Edward, pare! — gritei contra a chuva, parando o que o fez parar também. — Eu perdi um dos sapatos da Alice.

— Cinderela — ele debochou, mas voltou o caminho, pegando o sapato deixado para trás, ajudando-me a calçá-lo novamente. — Acho que não adianta mais correr, nós já estamos ensopados.

— Sim, eu estou congelado. — Mesmo com a jaqueta dele eu estava completamente molhada, era muito frio.

— Deixe-me esquentá-la, Bonequinha. — Edward segurou meu rosto entre suas mãos.

Eu o olhei bem antes de sua boca se encontrar com a minha, seus cabelos acobreados caiam por seu rosto por conta da chuva que os faziam ir para baixo. Sua bochecha vermelha pelo frio, seus lábios trêmulos, seus olhos semicerrados.

Lindo, o garoto do Brooklyn era lindo, por dentro e por fora. Um dia Alice tinha dito que eu o não merecia, ela estava certa, mas iria fazer de tudo para mudar aquela condição.

Edward me beijou, eu não pude deixar de registrar em minha mente que era meu primeiro beijo na chuva. Sempre achei todas aquelas cenas clichês de filmes românticos bregas, mas lá estava vivendo uma e adorando.

— Vamos, antes que você congele aqui fora — Edward falou, mas ainda parado junto de mim, suas mãos mantendo-se em meu rosto.

— Espera, só mais um pouco — pedi, colocando uma mão sobre seu peito.

Seu coração batia forte, exatamente como o meu. Eu quis guardar aquele momento, nós dois debaixo de uma chuva torrencial, nos beijando como amantes em uma tela de cinema.

— Há uma cena de beijo na chuva em Bonequinha de Luxo, não? — questionei, abrindo os olhos, Edward abriu os seus também.

— Há sim, Bonequinha. — Tocou meus lábios.

Eu sorri, tornando a beijá-lo.

***

A chuva ainda estava caindo quando chegamos ao apartamento de Edward, que ficava em um prédio antigo de três andares. Ele morava no segundo, o que me fez desistir dos saltos — os carregando em mãos — para subir as escadas.

— Rosalie não mora com você? — perguntei, enquanto ele abria a porta, percebendo ali que não ficaríamos completamente só como eu queria.

— Ela mora. — Edward abriu a porta. — Mas, ela liberou o espaço, o apartamento é todo nosso por essa noite.

— Sério? — Entrei no local, pequeno, sem decoração e precisava de reformas urgentes, mas empurrei tudo aquilo para o fundo da minha mente, não era o importante ali.

— Presente de aniversário. — Edward me ajudou a tirar a jaqueta, a pendurando em um gancho atrás da porta. — E, apesar do presente dela ter sido muito útil, ainda prefiro o seu.

Aquilo me fez atirar os sapatos de Alice no chão, já sem conseguir ligar para mais nada, então eu pulei para os braços de Edward.

— Se a contagem estivesse acontecendo já teríamos ultrapassado os beijos limites — falei, tocando seus lábios com os meus por um segundo.

— Que bom que a contagem foi para o espaço. — Edward alcançou o zíper do vestido que eu usava, o tirando do meu corpo em uma velocidade incrível. — Adeus, vestido! — Ele o jogou para trás de si, o deixando ir para o chão.

— Olá, sexo! — exclamei excitada.

— Porra, Bella, eu adoro como você é tudo menos ingênua — disse, antes de me beijar com desejo.

Edward me guiou por seu apartamento, seus lábios nos meus, suas mãos segurando minha calcinha, pronta para tirá-la. Nós fomos parar em seu quarto, que assim como o resto do local era pequeno.

Mas, ele tinha uma cama, um lugar onde poderíamos nos entregar aquilo que estava nos consumindo.

Tirei sua camisa, deixando-o chutar seus sapatos para longe e retirar sua calça. Eu o olhava com a mesma fascinação de antes, vendo seu corpo molhado diante de mim. Edward não era o tipo de cara de academia, mas também não era magro, ele parecia perfeito.

Quando ficou apenas em sua cueca preta, Edward me virou de costas para ele, deixando-me de frente para a lateral de sua cama que não era muito larga. Ele colocou meus cabelos para frente, os tirando de minhas costas, logo pude sentir suas mãos em meus braços e sua boca em minha nuca.

Ele beijava e mordiscava, suas mãos passeando por minha pele molhada, arrepiando-me a cada mínimo toque. Aos poucos sua boca foi descendo por minhas costas, ele parecia estar tomando de mim cada gotícula de água em meu corpo, suas mãos nunca se afastando também.

Ao beijar o fim das minhas costas um gemido sofrido saiu dos meus lábios, enquanto sentia Edward abaixando minha calcinha e a tirando de mim por fim. Ele beijou mais uma vez o fim das minhas costas, então depositou um beijo em minha bunda.

Suas mãos foram parar ali, a apertando com vontade. Eu me senti mais cheia de desejo com aquilo, tendo Edward voltando a descobrir meu corpo.

Ele subiu os beijos, até retornar a minha nuca, para sussurrar em meu ouvido:

— Você quer que eu te foda, Isabella?

— Sim — respondi, mal ouvindo minha voz, então melhorei minha resposta. — Sim, quero que você me foda, Edward.

— Com a minha boca. — Ele beijou meu ombro. — Ou com meu pau? — Grudou seu corpo ao meu, pude sentir seu pau mesmo que ele ainda estivesse de cueca. Edward estava ficando duro, mas já poderia dizer que ele era grande e grosso.

Eu me movi, ficando de frente para ele. Seus olhos estavam escuros pelo prazer, sua expressão dividida entre a seriedade e a luxúria.

— Deixe-me cuidar de você primeiro — falei, percorrendo meus dedos pela pele nua de seu peito e barriga. — Já é mais de meia-noite, seu aniversário já acabou, mas foi um bom aniversariante e eu vou adorar ter mais de você. Eu posso tomá-lo para mim, Edward? — O toquei por cima da sua cueca, vendo-o respirar fundo.

— Você pode.

Eu uni nossas bocas, mas sem beijá-lo, sim mordendo seu lábio inferior, ouvindo-o gemer.

— Sente-se — ordenei.

Edward sentou na lateral da cama, seus olhos nunca deixando meu corpo. Eu me ajoelhei diante dele, tirando sua cueca, ficando entre suas pernas. Enrolei meu cabelo no topo da cabeça, ainda sob o olhar atento do Masen, tomando seu pau em mãos em seguida.

Um gemido baixo escapou de Edward, outro no momento que eu coloquei seu pau semi ereto em minha boca, lhe chupando pela primeira vez, querendo o deixar mais duro para mim e por mim. Aproveitando a lubrificação que tinha empregado ali, eu usei minhas mãos em seu pau.

Levantei meu olhar para o vocalista, ele tinha seu olhar quente voltado para mim, ainda mais luxúria do que antes. Sem quebrar nosso contato visual, muito menos parando de masturbá-lo, eu me inclinei sobre Edward para beijar sua barriga, dando mordidinhas ali também.

— Caralho!

Sorri para sua fala, descendo minha boca até retornar ao seu pau, mantendo uma mão ali, a outra indo para suas bolas. Edward inspirou fundo, ele já estava totalmente duro entre meus lábios.

Suguei a ponta do seu pau, enquanto o masturbava. Coloquei mais dele em minha boca, querendo Edward mais e mais, por completo. Minha boceta já estava molhada, eu estava queimando de tesão para tê-lo.

Meus cabelos caíram do coque improvisado que eu tinha feito, mas rapidamente Edward o juntou entre suas mãos, os impedindo de cobrir meu rosto e atrapalhar o que estava fazendo. Eu apoiei as mãos nas coxas grossas de Edward, abrindo mais minha boca para abranger seu pau, ele não ficou imóvel, usando suas mãos em minha cabeça para fazer com que eu tomasse mais dele.

Libertei seu pau, duro e pulsante. Por mim e para mim, eu finalmente estava tendo Edward Masen.

O lambi devagar, lançando olhares safados para Edward, voltando a tocar suas bolas, a outra mão passeando por sua barriga e coxa. Ele respirava com dificuldade, parecendo estar se contendo de não gozar logo, eu o entendia, também estava difícil para mim simplesmente não levar minha mão para entre minhas pernas e obter um pouquinho de alivio que queria desde que estávamos no banheiro mais cedo aquela noite.

— Bella — ele gemeu meu nome quando voltei a colocar o máximo que pude de seu pau na boca, suas mãos agarradas aos meus cabelos me ajudaram a tê-lo mais fundo. — Você tem de parar agora — ele ordenou, na hora que eu suguei a cabeça de seu pau novamente sorvendo o pré gozo ali.

— Mas... — comecei a falar quando tirei a boca dele.

— Eu quero gozar dentro de você, eu preciso desesperadamente disso, Bonequinha, por favor — implorou, parecendo realmente desesperado em seu desejo.

Não precisei de mais nada para colocar-me de pé, logo deitando-me na cama ao lado de Edward, de modo que conseguisse ficar confortável para ambos. Seu olhar percorreu meu corpo, era quase como se ele não pudesse acreditar que eu estava realmente ali.

Edward deitou por cima de mim, colocando-se entre minhas pernas, seu pau duro encaixando-se na entrada da minha boceta. Fechei os olhos, apreciando a sensação, ele me beijou, tornando tudo melhor, sem se importar onde minha boca estava antes.

Suguei sua língua como tinha feito com seu pau, o que pareceu fazer Edward perder seu último fio de controle, o que o levou deslizar para dentro de mim. Eu interrompi o beijo, precisando gemer ao senti-lo ganhando espaço em meu corpo.

Entrelacei minhas pernas em seu quadril, fazendo Edward ir mais fundo. Apertei meus dedos em suas costas, precisando de um ponto de apoio enquanto o sentia mover-se dentro de mim.

— Porra — ele xingou, parecendo realmente irritado, afrouxando o aperto das minhas pernas e deixando-me totalmente.

A ausência foi imediata, causando uma sensação de abandono por todo meu corpo.

— Edward? — Abri os olhos, ele estava remexendo na mesinha ao lado de sua cama.

— Camisinha — grunhiu.

Eu suspirei, irritada com aquilo também. Estava muito bom, eu o queria sentir por inteiro, pele com pele, sem o maldito preservativo entre a gente.

— Confio em você, sei que não tem nada — falei, Edward achou a embalagem, a abrindo e deslizando a camisinha por seu pau rapidamente.

— Isabella. — Ele voltou ao meio das minhas pernas, segurando uma de minhas coxas, seu pau tocando meu sexo novamente. — Não faz ideia de como foi excitante para mim estar com você dessa forma, mas eu não vou nos colocar em riscos. Nós podemos fazer isso sem nada depois, até lá eu prometo que vai valer a pena mesmo com camisinha.

Dito isso ele voltou a se afundar em mim, rápido e forte, fazendo com que eu gritasse de prazer. Minhas mãos voaram até seus cabelos, puxando os fios ruivos.

Eu ainda odiava a camisinha, mas tinha Edward e isso bastava. E, como prometido ele estava fazendo aquilo tão bem.

— Geme — cantou em meu ouvido, mordendo minha orelha, erguendo ainda mais a minha coxa que segurava, permitindo que ele fosse mais fundo.

— Edward — gemi seu nome, trazendo sua cabeça para mais perto, dando-me a possibilidade de beijá-lo.

Foi a vez dele de morder meu lábio, então mover seus beijos para minha garganta e pescoço.

Nossos corpos se moviam em um ritmo exigente, tanto ele quanto eu não podíamos mais prolongar aquilo, nós dois queríamos gozar logo. Nós poderíamos ir devagar depois, mais exploradores, aquele momento era sobre conseguir satisfazer nossos desejos antes que eles nos matassem.

— Bella?

— Sim — respondi ao seu chamado, a voz vacilante.

— Sonhei com isso, com você em minha cama. — Saiu de mim, voltando de uma única vez, fazendo meu corpo erguer um pouco da cama.

— Prefere o sonho? — consegui perguntar, entreabrindo meus olhos que tinha fechado.

O olhar verde de Edward era tão fatal quanto seu sorriso.

Ele segurou meu queixo com uma mão, erguendo meu rosto, tendo mais acesso a minha garganta. Beijou, mordeu, chupou, repetindo, arrancando gemidos de mim.

— A realidade é tão melhor que estou com medo de ser apenas um sonho — falou, sua voz rouca e baixa. Ele estocou mais devagar, parecendo estar mesmo com receio de que aquilo fosse evaporar como num sonho.

— Deixe-me assumir isso — implorei, tocando em seu rosto, Edward concordou, saindo de mim, nós dois gememos em angústia por isso.

Ele se sentou contra o espelho da cama, eu montei em cima dele, segurando em seus ombros. Edward guiou seu pau de volta a minha boceta, novos gemidos puderam ser ouvidos, mas daquela vez de satisfação.

Eu rebolei sobre ele, deixando-o ir mais fundo até o ter por completo dentro de mim. Meu peito subia e descia rapidamente, aquilo pareceu chamar por Edward, que tocou em meus seios.

— Isso é tão bom — eu falei, ou gritei, não conseguia medir minha voz, ou meus sentimentos, tudo parecia muito maior.

Inclinei um pouco meu corpo para trás, conseguindo um novo ângulo para nós dois, dando mais abertura para Edward e suas mãos. Meus seios, minha barriga, ele tocava em tudo, conseguindo me excitar até mesmo com o toque de seus dedos.

— Porra, Edward! — ofeguei quando ele levou seus dedos, que tinha acabado de umedecer para meu clitóris, mandando vibrações por todo meu corpo.

— Vem pra mim, Isabella — ele pediu, colocando a outra mão em meu quadril, ajudando-me nos movimentos sobre seu pau.

— Hum, Ed-Edward. — Tive de voltar a jogar meu corpo para frente, tirando uma das minhas mãos de seu ombro para apoiar no espelho da cama.

— Vem. — Ele encontrou meus lábios, seu corpo continuando a mover-se com o meu sem qualquer interrupção.

— Ah, eu — falei, confusa com as palavras. — Edward, eu...

— Vem. — Mais um beijo, seus dedos em meu clitóris me conduzindo até a borda. — Perto?

— Muito perto — sussurrei, sua mão deixou meu quadril, espalmando-se em minha bunda. — Isso, perto demais.

Outro beijo lascivo, que me levou direto para o prazer total. Eu atingi meu orgasmo ainda beijando Edward, o que resultou em uma mordida mais forte em seu lábio, mas ele não se importou já que continuou fazendo com que eu deslizasse por seu pau, querendo seu próprio orgasmo.

— É sua vez — falei em seu ouvido, ainda entorpecida com meu orgasmo, mas querendo que ele atingisse o seu para dividir aquilo com ele. E, quanto mais eu o ajudava, mas prolongava meu prazer. — Vem pra mim.

— Bella! — praticamente rugiu, ele nos moveu na cama, jogando-me contra o colchão, voltando a ficar por cima.

Novamente entrelacei minha perna ao redor dele, o prendendo a mim. Eu poderia o ter para sempre ali, sem permitir que nada nem ninguém nos atrapalhasse, apenas nós dois.

— Você é meu, Edward? — indaguei, suas mãos entrelaçando-se nas minhas, erguendo meus braços em sua cama.

— Sim. — Ele tombou sua cabeça para frente, colocando seu rosto em meu pescoço. — Você me tem, sabe disso. — Mais uma estocada e deleitava-se dentro de mim, preenchendo a camisinha, seus lábios chocando-se contra minha pele com urgência.

— Isso foi incrível — murmurei, erguendo seu rosto, podendo ver o prazer ainda ali.

— Você é fantástica — falou, dando uma batidinha em minha coxa, o que me fez desfazer o aperto ao redor dele, o deixando se afastar de mim para tirar a camisinha, ele desapareceu do quarto por um minuto, deixando-me ali recuperando as forças. — Precisa de algo? — perguntou quando voltou, deitando sobre mim, beijando minha testa.

— Não — sussurrei, eu me sentia completa. — Só me beije.

Edward não se opôs a isso, mas precisei interromper o beijo na melhor parte.

— Eu preciso sim — me corrigi quando meu corpo me traiu. — Tenho que ir ao banheiro fazer xixi.

— Informação demais — ele disse, mas riu. — É a porta amarela, não há erro.

— Valeu. — O afastei, correndo para fora da sua cama, quase tropeçando em sua guitarra ali ao lado.

— Ei, cuidado, ela é frágil! — ele exclamou, pegando o instrumento.

Depois que fiz o que tinha de fazer, parei para me olhar no espelho. Eu tinha meus cabelos em uma confusão total, ainda um pouco molhados pela chuva, mas arruinados pelas mãos de Edward. Entretanto, o rubor em meu rosto e o sorriso ali compensavam qualquer coisa.

Revirei o armário, conseguindo uma liga de cabelo de Rosalie — pelo menos implorei para ser dela e não de Irina, Tanya, ou qualquer outra que Edward tivesse fudido antes de mim —, para amenizar a bagunça dos fios. Sem ter nada para vestir, apenas usei um pouco da pasta de dentes e deixei o banheiro, retornado para o quarto de Edward.

Ouvi sua voz assim que sai do banheiro, como o som baixinho da guitarra sendo tocada sem um amplificador. Eu parei na porta do quarto, apoiando-me no batente.

Edward tinha vestido uma cueca, estava sentado recostado no espelho da cama, com a guitarra em mãos. Olhos fechados, parecendo totalmente perdido na música que cantava, que eu não consegui reconhecer de lugar algum.

— In spite of all the danger. In spite of all that may be¹. — Eu não sabia que música era aquela, mas não parecia ser um mero a caso Edward estar cantando algo sobre aquilo. — I’ll do anything for you. Anything you want me to². — Ele estava com medo, estava entregando-se, mas ainda estava com medo do que nós poderíamos resultar e eu também. — If you’ll be true to me³.

Ele queria sinceridade? Okay, tinha algo totalmente verdadeiro e gigantesco que eu precisava dizer.

— Edward? — Ele parou de tocar e cantar, olhando-me apreensivo como uma criança que foi pega fazendo algo de errado. — Eu estou apaixonada por você, isso é uma verdade.

Edward colocou a guitarra do seu lado na cama, deixando-a e andando até mim. Mesmo nua diante dele, seu olhar estava preso em meu rosto.

— Eu também, Bella.

Respirei fundo, tocando na tatuagem de engrenagens sobre seu coração.

— Diga — pedi, precisando ouvir a frase completa.

Ele se inclinou, dizendo em meu ouvido.

— Estou apaixonado por você.

Se fosse um sonho, eu sabia de uma coisa, doeria demais acordar.

— Estou apaixonada por você também.

Notas finais
1. Apesar de todos os perigos/Apesar de tudo que pode ser; 2. Farei qualquer coisa por você/Qualquer coisa que você quiser que eu faça; 3. Se você for verdadeira para mim. Beijos! Lola Royal. 14.05.17