Sob a luz das estrelas

2 Capítulo 2: Despedidas e sentimentos


Notas iniciais
N/A: Então, nesse cap vocês podem sentir uma diferença de tom na narrativa. É porque vai mostrar muito mais o lado do Eugene. E outra, eu senti necessidade de fazer algo assim. Sempre pensei que nosso amado ladrão fosse uma pessoa relutante em admitir sentimentos, sabe, “Ou eu não sou de backstories Blondie”. Bem espero que gostem. Sem betagem, mas relido. Desculpem algum erro.

–Então. Aqui está.- Rapunzel tentou sorrir entregando a bolsa de Eugene. Ele assentiu e ainda encarando-a passou a bolsa pelo pescoço- Voltará a ser Flynn Rider agora.- O moreno deu de ombros:

–É o que me resta, acredito eu.- Sorriu sem jeito e ela assentiu. O ladrão olhou em volta vendo todas as pinturas na parede. Ela ficou tensa conforme ele olhava- Isso é...

–Eu tenho muito tempo livre.- Justificou. Ele assentiu:

–Eu ia dizer que é muito incrível.- Se aproximou de uma parede em especial onde tinha um auto retrato dela voando- Rapunzel.- Estalou os lábios- Vai conseguir viver aqui depois de tudo que viu do lado de fora?- Encostou os dedos na pintura. O silêncio dela foi esmagador- Eu posso ver.- Olhou pelas paredes- O quanto você precisa de liberdade.- Finalmente encarou-a. Ela estava olhando os próprios pés:

–Eu não sei Eugene. Não sei se posso, mas...- Encarou-o com tristeza- Acredito que terei de descobrir por conta própria não é?- Sorriu, apenas para quebrar o clima de tristeza. Aquilo não era nada como os sorrisos dela e ele se questionou como já sabia tanto sobre os sorrisos da loira -Sou uma adulta agora, 18 anos.- Riu sem jeito e passou a mão pelo cabelo colocando-o atrás da orelha- E você tem que sair de Corona, estou certa?- Ele assentiu. Podia ver o desespero chegando aos poucos dentro dela- Mas eu vou lidar com isso.- Sorriu. Pascal ficou azul, olhando para Eugene com tristeza. O camaleão decidiu sair do ombro de sua amiga e refugiou-se numa almofada do sofá perto da janela- Essa coisa de saber se posso viver aqui sem surtar!

–Hey.- Se aproximou e segurou o queixo dela- Sabe...- Olhou-a atentamente. Querendo beijá-la- Eu...Você... Nós podíamos viver grandes aventuras.- Ele basicamente se bateu ao dizer aquilo. Ele mal a conhecia. Mas sabia que se fosse para se divertir seria ao lado dela, afinal, ele tinha se divertido muito nos últimos três dias:

–Nós iriamos mesmo ãh?- Ela perguntou sorrindo feliz. Ele sorriu de volta e Rapunzel inclinou o rosto finalmente beijando-o. Eugene suspirou e sem conter suas mãos agarrou-a pela cintura, colando seu corpo ao dela. Podia sentir o desespero e a paixão dela, a vontade que tinha de ir e o medo de deixar a mãe. Podia sentir o conflito no beijo, mas principalmente, a vontade com a qual fazia aquilo. Ele apartou o beijo com outros beijos pequenos e molhados nos lábios dela. Vê-la estremecer foi algo digno de arrepiar. Segurou a nuca dela e olhou-a nos olhos:

–Eu nunca vou esquecer você.

–Então você pode voltar se isso acontecer.- Sussurrou com carinho. Ele a olhou positivamente surpreso:

–Você gostaria que eu o fizesse?- Ela assentiu- Por quê? Eu sou um ladrão, dos mais procurados.- Enfatizou- Não acho que haveria muito sossego para você.

–Eu tive sossego por 18 anos.- Murmurou e fechou os olhos. Ele ouvia realmente aquilo? Ela não se importava que ele fosse um ladrão? Se perguntou o quanto aquilo era empolgação por ele ser sua ponte ao mundo exterior e o quanto realmente era verdade- Disse algo errado?

–Não é isso... É só que...-Engoliu em seco- Nunca ninguém confiou tanto em mim. Uma ou duas vezes e foi uma péssima ideia. Eu não sei eu...- Ela o calou com outro beijo que ele correspondeu com volúpia. Mordeu o lábio inferior com vontade e ela soltou uma exclamação de prazer que o fez puxá-la mais junto a si:

–Rapunzel.- Sussurrou distribuindo beijos carinhosos pelo rosto — Se continuar me beijando assim eu não serei capaz de ir.- A loira sorriu e puxou-o mais junto:

–Então, ninguém nunca confiou em você e eu nunca tinha saído. Ambos temos nossas primeiras experiências aqui.- Ele quase respondeu dizendo o que ia em seu peito. Que ninguém nunca o tinha feito sentir-se daquela maneira apenas com um beijo, mas se conteve. Pela primeira vez se conteve em seu vômito de palavras:

–Eu acho que...-Suspirou- Não devemos prolongar isso.- Pode sentir a infelicidade dela emanando em ondas.- Eu nunca vou te esquecer Goldie.- Ela sorriu com o apelido carinhoso e assentiu. Não tinha forças para responder e conter o choro. Ele a beijou mais uma vez, de um jeito carinhoso- Adeus.- Rapunzel estranhou aquela expressão, mas nada disse. Acompanhou-o até a janela e quase chorou quando ele se recusou a descer por seu cabelo, usando as próprias flechas para fazer aquilo. Rapunzel pode vê-lo parado por alguns minutos na entrada do vale. Suspirou chorosa e acenou. Ele acenou de volta e se foi. O coração dela nunca esteve tão pesado.

__Tangled__

Os dias correram conforme Eugene seguia para o sul. Ele ainda sentia um nó na garganta por ter deixado Rapunzel para trás, mas não queria que ela se tornasse uma procurada feito ele. Ela era inocente e boa de mais para se meter na sujeira de sua vida. Tocou a bolsa de couro conforme caminhava para a casinha afastada. Era ali que faria seu negócio. Tanto dinheiro que ele poderia se aposentar. Tropeçou num galho e xingou-se mentalmente sabendo que era imprudente ficar tão distraído quando tinha algo tão valioso em mãos. Ao cair deu de cara com um ramo de flores, muito parecidas com as que enfeitaram um longo cabelo loiro. Ele olhou para aquilo com ironia e levantou. A negociação com o velho joalheiro demorou mais do que esperava. Ele saiu com muito dinheiro em mãos. Espalhou-o por todo o canto da roupa. Não podia andar com o dinheiro todo enfiado na bolsa. O resto da pequena fortuna infelizmente estava num saco grande e marrom que carregava na mão. Pensou que se sentiria exposto, satisfeito, feliz por ter conseguido o que almejou. Imaginou muitas sensações para o cenário atual, mas sequer cogitou sentir-se vazio, nunca. Cinco dias atrás ele estava arriscando o pescoço por aquela quantia. Para conseguir seu sonho de ter muito dinheiro. No entanto a ambição lhe deixou um gosto amargo e fútil.

Olhou para baixo vendo aquele mesmo ramo de flores e seu coração saltou lançando uma sensação gelada na boca do estomago. Flashes de um sorriso sem jeito e sincero cruzaram sua mente. Ele fechou os olhos e suspirou. O saco de dinheiro não lhe daria um sorriso daqueles. Nem suas conquistas ocasionais ou pagas. Aquele sentimento de nada por nada o deixou frustrado e a frustração se tornou um mau humor. Tinha se metido naquela situação e precisava sair por conta própria. Precisava esquecer Blondie e a luz que era ela em sua escuridão.

Hospedou-se na pousada mais próxima e caiu cansado na cama. Seu pensamento voltava para aquela torre. Não entendia como conseguiu deixa-la quando tudo que ocupava sua mente era sobre ela. Achava uma loucura e uma imprudência querer voltar, querer vê-la quando mal se conheciam. Ele nem sabia se ela sentia o mesmo, se ela o beijou porque achava que estava interessada nele quando podia ser apenas gratidão. Ele não queria a prender a ele, ao seu futuro incerto. Rolou na cama e encarou o teto. Tocou os lábios lentamente e fechou os olhos. As imagens dos beijos que trocaram ficando mais confusas e distantes. Ele sentia o pior de sua personalidade emergir, o lado que trouxe Flynn Rider à tona. E esse lado escuro lhe dizia para voltar e roubar a garota como tinha feito com a coroa. Eugene sabia que não podia fazer algo insano como aquilo, mas admitia com vergonha que ambas as partes de si a queriam junto de si. Precisava esquecê-la, mas não podia e o pior não queria.

No dia seguinte saiu quase fugido da hospedaria e sem um bom café da manhã. A atendente tinha o reconhecido e para ficar e não ser denunciado ele jogou seu charme em cima dela. Estava inseguro quanto ao seu sorriso sacana uma vez que ele não funcionou com Rapunzel, a garota morena caiu em seu charme em um tempo recorde e tentou se amassar com ele atrás da dispensa. Ele teria aceitado, ele jamais recusaria uma menina daquelas, ela era jovem, voluptuosa e morena, e oh, ele tinha uma coisa por morenas desde sempre. Mas ao se esgueirar com a jovem para os fundos sentiu-se a pior das pessoas, sonhando com beijos de uma loira. Logo ele, que nada via em loiras, estava de quatro por uma. Quando a jovem filha do dono o puxou com um sorriso malicioso ele sorriu sem jeito e se afastou. O rosto de Rapunzel com aquele sorriso tímido e os olhos cheios de expectativa não lhe saiam da mente. Com raiva do rumo de seus pensamentos atacou a boca da morena bonita com paixão e ela retribuiu moldando o corpo ao dele e segurando-o com as pernas. Uma posição comprometedora. Não pode ir muito longe em seu caminho, logo o pai da garota os achou e ele correu para cima, pegou seu dinheiro e se mandou pela janela. Sem café da manhã, sem vontade se seguir seus planos iniciais e com um sentimento terrível de culpa, como se tivesse feito algo muito errado, além de roubar a coroa e se amassar com uma morena bonita. Ele adorava morenas, adorava garotas bonitas e adorava dinheiro. Essa seria uma semana de grande felicidade e satisfação, mas não estava feliz, como se todo seu espírito tivesse ficado naquela torre com Rapunzel. Se irritou mais ainda e decidiu ir para mais longe. Quanto mais longe mais chance teria de esquecer aquela paixonite. Logo ele, apaixonado.

Continuou rumo ao sul. Os dias seguiram e ele se sentia miserável. Aquele vazio o dominava muito e seu corpo parecia mais preguiçoso. Entrou num pub conhecido e de má reputação. Só poderia ir nesses lugares sem que houvesse guardas fungando em seu pescoço. O saco marrom e velho era um bom disfarce, parecia estar levando roupas. Trancou seu dinheiro num dos quartos velhos que ficavam no andar de cima e desceu. Já contabilizava quase um mês na estrada. Não sentiu necessidade de fazer pequenos roubos e muito menos de conseguir um cavalo. Caminhar lhe dava tempo para tentar planejar seus rumos. Não sabia o que faria ao chegar às ilhas do sul. Não sabia se seguiria para Arendelle ou rumaria para outra terra mais distante. Além do mais a rainha de Arendelle era irmã da rainha de Corona e ele corria um grave rico se refugiando por lá. De certo seria melhor sair daquele reino dos oceanos* e procurar suas raízes na velha Inglaterra.

Sentou no banquinho alto colado ao balcão. Grupos sinistros gritavam e apostavam nas mesas. Quanto mais chegava as ilhas do sul mais via sinais de marinheiros e piratas. Prostitutas dançavam no palquinho e outras se ofereciam para os homens. Notou, ao entrar no ambiente do salão, que se tornou objeto de especulação das garotas de programa. Sabia que era bonito e se convencia daquilo, mas naquele momento sentiu-se pior ainda. Ele tinha fama de ser um cara de bordel. Aquilo tinha chegado até ali! Pediu uma caneca grande de cerveja e notou, com satisfação, que era bem forte. Tomou rapidamente e pediu mais. Tomou de novo. Ouviu a música ao longe mesmo estando bem perto do palco. Odiava não sentir satisfação nas coisas que lhe iam bem antes do festival das lanternas. Antes de Rapunzel. Ele já estaria dançando com uma daquelas garotas e com seu charme até conseguiria que uma delas fosse sua por vontade própria. Passou a mão pelo cabelo e iniciou sua terceira caneca de cerveja. Ouviu os acordes de uma música animada e se deu conta de que era a mesma música que dançou no festival das lanternas junto de Rapunzel. Naquele dia ele se divertiu com os moradores de Corona e ficou impressionado com a habilidade de pintura da garota. Ao ouvir as pessoas batendo palmas e dando as mãos numa roda animada sentiu-se mais miserável ainda:

–Hey amigo.- Chamou o cara mau encarado do bar. Ele até lhe lembrava Vladimir.- O que você tem de mais forte?

–Conhaque, Uísque... Qual seu problema bonitão?

–Problemas eu? Nah!- Fez um gesto de mão e soltou um barulho debochado com a boca. O homem o olhou com ceticismo- Mulher.

–Oh! Então espere um pouco.- Puxou uma garrafa verde da prateleira alta- Para as mulheres nada como uma fada para afagar a dor.- Pegou um copo pequeno e encheu. Eugene sorriu:

–Conheço a fada. Não tive boas experiências com absinto.- Ele queria dizer que teve apenas uma e foi horrível.- Mas para grandes problemas medidas drásticas. – Tomou o copo num único gole.- Mais um por favor.- Debruçou- Vocês podem mudar a porcaria da música?- Gritou e recebeu um gesto feio em troca. Tomou outro copo de absinto e deitou a cabeça no braço

–Qual o problema com a música filho?

–Ela está me matando.- Murmurou encarando o homem quase com desespero. O álcool chegou rápido ao cérebro. –Mais uma se for um bom amigo, por favor.- E o mau encarado riu, enchendo o copo dele mais uma vez:

–Essa garota acabou mesmo com você em?- Eugene apenas levantou uma sobrancelha e virou mais um copo:

–Você parece um cara que tentou me matar. Vladimir. Conhece?

–Não.- Respondeu numa careta- Aposto que sou mais simpático!

–Completamente. Mais um, por favor.

–Se você morrer sua grana é minha!- Eugene pode ver que sua bolsa estava aberta e com reflexos de uma preguiça a fechou. Tomou outro copo da bebida:

–Acho que existem coisas em mim que preciso matar.- Respondeu grogue- Agora é a hora em que você pergunta o que houve e eu estou bêbado o suficiente para deixar minhas inibições de lado e me abrir com um completo estranho?

–Eu não estou interessado.- Eugene bufou:

–E eu já estou acostumado.- Viu uma ruiva se aproximando dele e revirou os olhos:

–Prefiro as morenas doçura.- A jovem maquiada o olhou decepcionada e se aproximou mais, passando a mão no pescoço dele e lhe falando a orelha:

–Mas eu estava louca por uma noite com Flynn Rider.

–Oh! Você é Flynn Rider!- O cara do bar quase gritou- Sabia que o conhecia de algum lugar. Por deus. Seu nariz é bem diferente dos cartazes! O que você aprontou para ser tão procurado assim? Tem a ver com a garota que te deixou desse jeito?- Ele negou:

–Roubei do rei.- O homem arregalou os olhos- Mais de uma vez.

–Oh Flynn conte-me uma de suas histórias. Me excita só de pensar o quanto é sagaz.- Eugene bufou e encarou a garota a sua frente. Segurou-lhe o queixo e murmurou completamente bêbado:

–Estou tão bêbado que não confiaria minha bolsa e meu corpo nem mesmo a um anjo feito você doçura. Então... Deixe-me ter com meu amigo aqui. Mais uma, por favor!- A ruiva pareceu se dar por satisfeita com a resposta e saiu:

–Já chega pra você Rider, ou cairá aqui e será saqueado.

–Você cuida dos seus clientes hã?- Debochou- Uma cerveja então.- O “sósia” de Vladimir assentiu e encheu-lhe a caneca:

–Agora eu fiquei interessado. Como um homem de bordel feito você foi parar nessa situação?- Ele deu de ombros:

–Acho que acontece pra todo mundo. Se apaixonar. É só que... Essa garota. Não dá pra voltar.

–Ela te trocou?- Eugene sentiu-se mal só de pensar em algo assim. Meneou a cabeça negativamente:

–Vamos resumir as coisas por aqui. Ela tem apenas 18 e uma mãe super protetora. Foi conhecer a capital em minha companhia. Nunca tinha saído da to... Da vila em que mora. Nos demos bem, aconteceu um beijo e depois uns outros quando fui embora, mas...-Tomou dois goles da cerveja- Mas as coisas são complicadas.

–Ela é casada?

–Não!- Respondeu escandalizado. Não conseguia imaginar Rapunzel casada com alguém que não fosse...Ele. Aquele pensamento o fez grunhir:

–Ela gosta de outro? Não é apaixonada por você? Tem algum problema sério?- Eugene negou a tudo- Então, ela gosta de você e você dela?

–Eu não sei! Eu gosto dela, eu sinto isso dentro de mim! Mas... Não sei se ela sente o mesmo, se ela só é grata por eu ter mostrado coisas novas, expandido o mundo dela se...

–Escuta Rider.- Olhou-o longamente- Se você está perdendo todo esse tempo e diversão por causa dessa garota alguma coisa nela deve valer a pena e mesmo que ela não sinta o mesmo. Se você sente isso vale a pena arriscar. Vai deixar algo assim passar?- Eugene sentiu algo na boca do estomago. Uma mescla de ansiedade e tristeza. Algo que combinou com todo o álcool e o fez virar para o lado e vomitar no chão. Ele era um idiota, muito idiota por deixá-la. Ele sempre dava um jeito de conquistar o que queria, mesmo que não fosse da maneira certa. Enquanto vomitava seu cérebro começa a processar as informações. Ele queria Rapunzel, ele a queria por perto, ele sentia algo diferente, algo pelo qual valeria a pena tentar ser melhor. Ele se via nela, um espirito procurando aventura e liberdade, alguém que amava a vida do mesmo jeito que ele. Vomitou mais, sentindo seu mundo girar. Ele não era o tipo de se intimidar por um desafio. Os desafios lhe davam alegria na vida. Vomitou mais um pouco e pediu desculpas subindo para seu quarto. Ao se jogar na cama, completamente bêbado, percebeu que Rapunzel seria o maior de seus desafios. Não por ela, aquela garota jamais seria uma brincadeira para si e foi por isso que se afastou. Ela era seu maior desafio porque ele desejava ser uma pessoa melhor e reforma íntima era algo complicado de se fazer. Estava disposto a ser decente, para que ela quisesse seguir com ele. Nenhum desafio pareceu tão intimidante e difícil quanto enfrentar os próprios sentimentos.

Notas finais
N/A: E aí? O que vocês acharam? Continuo? Mereço review? Quem estiver estranhando o nome do Flynn e os apelidinhos é pq eu só assisto Tangled em inglês. As animações geralmente assisto em dub pq é muito legal ouvir na nossa língua. Mas todo mundo sabe que o Luciano Huck não dubla nada e ficou horrível o filme na versão em port (só assisto br dub quando é com a minha sobrinha de 3 anos). * Arendelle, Corona e o país da pequena Sereia aqui na fic ficam na Oceania. Quis ambientá-los assim, achei que seria interessante. Segundo minhas pesquisas Tangled se passa em 1820. A Oceania foi criada em 1831. Caiu perfeito no meu propósito de inserir os reinos no “mundo real”.